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Nacional

Governador do Bahia cogita deixar o PT para poder se candidatar a presidente

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IstoÉ

Rui Costa, governador da Bahia arrow-options
Mateus Pereira/Governo da Bahia
Rui Costa pode deixar o PT para tentar ser candidato a presidente em 2022


O governador da Bahia, Rui Costa, está pensando em deixar o PT, de olho em uma candidatura à presidência da República. Ele sabe que pelo PT não se elege, dado o desgaste do partido junto à sociedade. Vem sendo estimulado pelo senador Oto Alencar (PSD-BA) a migrar para o PSD. Acha que assim tem mais chance. Será?

A barganha voltou

O toma lá dá cá continua vivo no Congresso. O melhor exemplo aconteceu com a PEC que trata da partilha dos recursos da cessão onerosa advindos do megaleilão do pré-sal, no próximo dia 6 de novembro. Entrarão R$ 106 bilhões nos cofres públicos. Os parlamentares exigiram participar da divisão da grana e o governo topou ceder R$ 22 bi a estados e municípios (30% do bolo). Virou um achaque geral. Houve briga de foice entre Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre pela partilha: os senadores queriam que 30% ficasse com estados e municípios e, os deputados, 20%, desde de que 10% ficasse para emendas parlamentares. Os senadores ameaçaram o governo até de não votar a Reforma da Previdência em segundo turno. O senador Fernando Bezerra (MDB-PE) virou bombeiro e patrocinou um acórdão.

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Coação

Até a aprovação da Previdência foi adiada para o dia 23, só para permitir que Bolsonaro promulgue a partilha no próximo final de semana, antes da votação. Se ele não cumprir o acordo articulado por Bezerra, não haverá a finalização da Previdência. Ameaçam rebeldia geral no Senado, o que colocaria em risco o nome de Eduardo para Washington.

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O acordo

Ao final, 15% ficará para os estados e 15% para os municípios. A parte dos estados será repartida assim: 10% de acordo com o Fundo de Participação dos Estados (FPE), com privilégios para os nordestinos, mas os estados exportadores ficarão com os outros 5%, de acordo com a Lei Kandir. Os 15% dos municípios serão regidos pelos parâmetros do Fundo dos Municípios (FPM).

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Prêmio Pinóquio

O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acaba de ser contemplado com o “Prêmio Pinóquio” de 2019. Disse que foi ao STF no dia 11 de maio de 2017 para matar Gilmar Mendes e depois se suicidar. Nesse dia, ele estava em Belo Horizonte visitando a PGR mineira. Foi para lá em um avião da FAB. No dia seguinte, até deu palestra na Universidade Federal de Minas Gerias (UFMG). Então foi farsa total mesmo?

Retrato falado

Bolsonaro aprontou outra. No sábado 5, quando saía do Alvorada para um passeio de moto, um ciclista gritou: “Ei Bolsonaro, cadê o Queiroz?”. O presidente devolveu: “Tá com a sua mãe!”. Para quem esqueceu, Queiroz é o ex-motorista de seu filho Flávio que embolsou R$ 1,2 milhão do gabinete do rapaz quando era deputado estadual. Segundo o Coaf, Queiroz depositou R$ 24 mil na conta de Michelle, mulher de Bolsonaro. Ele disse que tratava-se de um empréstimo devolvido pelo amigo.

Santa disputa na PGR

A canonização da irmã Dulce está gerando uma guerra na PGR entre o atual procurador Augusto Aras e os procuradores que ele derrotou para chegar ao cargo. Tudo porque irmã Dulce é da Bahia, assim como Aras, e ele decidiu ir ao evento da canonização neste domingo 13, no Vaticano (Roma). Assim, a PGR autorizou uma verba de R$ 67 mil para as passagens, hospedagem, alimentação, etc., para o período de 9 a 15 de outubro. Aras recusou a verba. Disse que vai com o próprio dinheiro, junto com o subprocurador Alcides Martins, que também vai com recursos próprios. Não quer saber de fofocas logo na sua primeira viagem internacional. Aras vai com a mulher Maria das Mercês.

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Boicotes

Augusto Aras disse que poderia até ir na comitiva do vice Hamilton Mourão, pois foi convidado, mas preferiu não dar munição
aos inimigos que ainda ficaram na PGR e que, segundo ele, continuam boicotando sua gestão. “Eles viajaram vergonhosamente pelo mundo com dinheiro da PGR”, bateu o novo PGR.

“Para de destruir a Amazônia”

Ricardo Salles arrow-options
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados – 9.10.19
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles


O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, é campeão de vaias no exterior. Por onde passa é alvo de protestos. Recentemente, fez um périplo pelos EUA e Europa para tentar limpar a barra de Bolsonaro, acusado de não conservar direito a Amazônia. Passou pela Alemanha e pela Inglaterra, onde foi vaiado.

Sem acordo com a UE

Em Londres, Salles foi recebido com protestos na porta da Secretaria do Meio Ambiente do Reino Unido, onde se encontrou com a secretária Thereza Villiers. “Para de destruir a Amazônia”, dizia uma faixa. Em Berlim, novo protesto: “Sem acordos com criminosos do clima”, disseram ambientalisas, pedindo que a Alemanha não apoie o acordo com o Mercosul.

Toma lá dá cá

Joice Hasselmann, deputada (PSL-SP)

Joice Hasselmann arrow-options
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados – 19.6.19
Líder de governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP) admite que governo pode trabalhar em conjunto com o Parlamento


A senhora pretende deixar a liderança do Governo no Congresso?

Não. Sei que há muito fogo amigo, como é praxe na política, mas sou forte e permaneço firme com minhas convicções.

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Depois da aprovação da Previdência, qual será a próxima batalha no Congresso?
As reformas tributária e administrativa. Temos que aprová-las, pois não podemos mais pagar a conta desse Estado inchado e ineficiente.

Há chance de se aprovar a reforma tributária ainda este ano?
Depende de composições. A Câmara tem um texto que já está na Comissão Especial. O Senado tem outro que está andando. E o governo tem um terceiro também pronto. A briga por protagonismo não pode atrapalhar o andamento das reformas.

Rápidas

• Uma nova recessão ameaça o mundo, principalmente com a queda dos americanos. Todos os demais países pensam em reduzir as taxas de juros para atrair os investimentos que podem deixar os EUA. O Brasil deve chegar ao final do ano com a Selic em 4,5% (recorde histórico).

• Fuja da poupança. Com Selic a 5%, a poupança já remunera menos que a inflação (hoje a Selic é 5,5%). Como a poupança rende 70% da Selic, o poupador teria 3,5% ao ano. A inflação de 2020 está estimada em 3,8%.

• Encontro mundial de saneamento acontecerá em São Paulo, de 17 a 19 de novembro. Promovido pela ONU e sob patrocínio da Sabesp, o evento discutirá por que 48% dos brasileiros não têm coleta de esgotos e 35% não têm água tratada.

• Bradesco e Itaú estão reduzindo as taxas de juros para financiamentos imobiliários: 7,3% e 7,4% ao mês. Estavam até recentemente em mais de 10%. Um incentivo ao setor que gera mais empregos e reaquece a economia.

Fonte: IG Política
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Nacional

Tabata e mais seis deputados vão ao TSE para deixar PDT e PSB

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Tabata Amaral arrow-options
Claudio Reis / FramePhoto / Agência O Globo – 2.7.19
Deputada federal Tabata Amaral pretende se desfiliar do PDT.

A deputada Tabata Amaral (PDT-SP) e outros três deputados federais do PDT anunciaram nesta terça-feira (15) que vão realizar o pedido de desfiliação de seus partidos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  O s parlamentares estão na lista dos punidos pela sigla por votar a favor da reforma da previdência. Além dos quatro, outros três deputados federais do PSB na mesma condição vão encaminhar o processo junto ao TSE. 

Leia mais: Ex-assessor diz que repassava parte dos salários a líder do PSL em São Paulo

Em entrevista ao Roda Viva, a deputada Tabata Amaral explicou que o PDT deixou de ser o seu partido e que não vinha sendo acolhida na Câmara por conta do congelamento da sua filiação. ‘O PDT quando decidiu nos suspender sem nenhum julgamento, disse que teria dois meses para nos julgar. Isso faz três meses. Passados dois meses que estou suspensa, sem conseguir atuar de uma forma 100% efetiva na Câmara’. 

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A deputada alegou que teve que solicitar ao PTB uma vaga para continuar participando das comissões que está envolvida na Câmara. A tentativa foi feita para que a relatoria de projetos ‘importantes para as universidades’ não deixassem de ser votados, segundo a deputada. 

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Além da deputada, anunciaram o desligamento dos seus partidos: Marlon Santos (PDT-RS), Gil Cutrim (PDT-MA), Flávio Nogueira (PDT-PI), Felipe Rigoni (PSB-ES), Rodrigo Coelho (PSB-SC) e Jefferson Campos (PSB-SP).

Os pedidos serão protocolados de forma individual. Cabe agora ao TSE decidir se os parlamentares vão manter o mandato. 

Fonte: IG Política
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Ex-assessor diz que repassava parte dos salários a líder do PSL em São Paulo

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Gil Diniz arrow-options
Carol Jacob/Alesp
Deputado Gil Diniz(PSL) é acusado de praticar “rachadinha” com funcionários


Um ex-assessor do deputado estadual Gil Diniz, eleito ano passado com o apelido de ” Carteiro Reaça ” e hoje líder do PSL na Assembleia Legislativa de São Paulo, protocolou nesta terça-feira (15) uma representação no Ministério Público de São Paulo em que acusa o parlamentar de suposta prática ” rachadinha”, como é conhecido o esquema em que parlamentares se apropriariam de parte dos salários dos funcionários lotados no gabinete.

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A representação foi feita por Alexandre de Andrade Junqueira, conhecido como Carioca, ex-assessor especial parlamentar de Gil Diniz ( PSL ), exonerado em 31 de julho. No documento protocolado no MP, Junqueira afirma ter existido também uma funcionária fantasma no gabinete.

“Amiga do deputado há mais ou menos doze anos, recebe em troca apenas o cartão alimentação (sodexo), e aproximadamente R$ 1.500 em troca de dar seu nome para desconto do salário”, relata.

Procurado, Gil Diniz não retornou às mensagens deixadas em seu celular e também em seu gabinete. Diniz é um dos políticos mais próximos da família Bolsonaro, tido como uma espécie de filho 06 do presidente Jair Bolsonaro, de quem seria braço direito. Em São Paulo, o PSL não descarta, inclusive, lançar seu nome para disputar a eleição à prefeitura de São Paulo. Além de conhecido como “Carteiro Reaça”, Diniz é o vice de Eduardo Bolsonaro no diretório estadual do PSL. Antes de ser eleito, trabalhou como seu assessor.

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Ao MP, o ex-assessor disse que o contato com o deputado começou durante a campanha, em 2018, quando se juntou ao candidato “para apoiá-lo em virtude de suas ideias”. Segundo Carioca, assim que começou a trabalhar na Alesp , em março, pediram que ele devolvesse parte do salário e as gratificações, que só teriam sido incorporadas à sua remuneração para que as devolvesse a Gil Diniz.

“Diante da minha recusa em devolver parte do salário e as GEDS (gratificações), foi feita a proposta de (eu) ser rebaixado para o cargo de motorista, não aceitei. E, em seguida, permaneci por quatro meses em casa sem prestar quaisquer serviços, a título de punição pela minha recusa, conforme imposto pelo deputado em questão”, relatou Carioca. “Ainda que eu quisesse trabalhar, fui proibido de ir ao gabinete e orientado a ali comparecer apenas uma vez por semana, para assinar a folha de ponto”.

O ex-assessor ainda declarou que “todos os assessores que recebem o salário no teto” fazem rodízio das gratificações, que costumariam ser sacadas em dinheiro para pagamento das contas de apoiadores de Gil Diniz.

A representação foi protocolada pela mulher de Carioca, Solange de Freitas Junqueira. No último fim de semana, ela já havia gravado um um vídeo em que ironiza o suposto esquema. “E aí, pessoal. Me ajudem a entender uma situação?”, começa dizendo. “O bom moço da favela, com uma história triste, que ganhava três mil reais por mês (…) e hoje ele ganha R$ 25 mil,  com todas as regalias. Só que é pouco para o deputado, não é mesmo? Ele ainda precisa da metade do salário dos funcionários”.

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O vídeo termina com a música “A canção do carteiro”, de Luiz Gonzaga.

A representação ainda será analisada para possível investigação ou indeferimento pelo MP, e pode até ser enviada a outro órgão. Procurado, Alexandre Junqueira não retornou ao contato do GLOBO.

Fonte: IG Política
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Valores repassados a supostas candidatas laranjas de Bivar chegam a R$ 778  mil

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Luciano Bivar arrow-options
Pablo Valadares/Agência Câmara
Fundador do PSL, Luciano Bivar é investigado por fraudes eleitorais


O presidente do PSL , Luciano Bivar , é investigado pelo suposto uso de três falsas candidatas, ou candidatas laranjas, nas eleições do ano passado em Pernambuco com o objetivo de desviar dinheiro público do fundo eleitoral. As três candidatas a deputada pelo PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, receberam R$ 778 mil do fundo eleitoral e obtiveram apenas 3.303, segundo disse ao GLOBO uma fonte que conhece de perto as investigações.

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Bivar e outros dirigentes do PSL de Pernambuco são investigados pela suposta prática de caixa dois e apropriação de recursos eleitorais, crimes previstos nos artigos 350 e 354A, do Código Eleitoral. Para a Polícia Federal, as mulheres teriam cedido os nomes como uma forma de acobertar desvios do fundo partidário para outras finalidades não previstas na lei eleitoral. Não há informação se os recursos foram usados em outras campanhas eleitorais.

Pela regras em vigor, 30% do fundo eleitoral teria que ser empregado em campanhas femininas. O Ministério Público endossou as suspeitas da polícia nos pedidos que deram origem às buscas em endereços de Bivar e outras pessoas vinculadas ao PSL, em Recife. As supostas laranjas seriam Maria de Lourdes, Erica Siqueira e Mariane Nunes. Maria de Lourdes recebeu R$ 400 mil e teve 274 votos.Erica Siqueira foi destinatária de R$ 250 mil e obteve 1.315 votos. Mariane teria sido contemplada com R$ 128 mil e amealhou apenas 1.714 votos.

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As buscas na casa do presidente do PSL foram autorizadas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco ontem. Seis dos sete desembargadores eleitorais entenderam que os indícios recolhidos pela polícia seriam suficientes para justificar a medida de força. O placar só não foi 7 x 0 porque um dos desembargadores entendeu que as buscas não seriam necessárias em alguns dos endereços indicados pela polícia.

Fonte: IG Política
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