conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Portal Agro

Governo e Iba lançam Sistema Integrado de Agrotóxicos

Publicado

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Brasileiro do Algodão (IBA) assinaram, nesta quinta-feira (13), um acordo de cooperação técnica para desenvolvimento do Sistema Integrado de Agrotóxicos (SIA), que vai permitir redução nos prazos de registro de novas substâncias e de produtos genéricos. Atualmente, o tempo médio para os genéricos é de quatro anos e de até oito anos para as novas moléculas. A Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores e a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) também participam do projeto.

Associados ao novo sistema, serão desenvolvidos aplicativos do SIA para celulares das plataformas Android e IOS. O custo estimado para a implantação do Sistema é de US$ 2,5 milhões. Atualmente, o Agrofit tem registrado cerca de 2 mil produtos formulados, dos quais aproximadamente 50% são genéricos.

Segundo o Secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Luis Rangel, o SIA vai unificar todos os pedidos de registro destes produtos existentes ao sistema do MAPA, no IBAMA e na ANVISA. As vantagens do novo sistema, que funcionará em dois anos, serão a transparência e velocidade no processo de registro. “Em dois anos e meio da gestão do ministro Blairo Maggi, foram realizados mais de 1.100 registros de produtos mais modernos e menos tóxicos ao meio ambiente e à saúde humana”, explicou Rangel. Ainda estão pendentes cerca de 1.500 solicitações de registro.

Veja Mais:  Volume de contratação do crédito agrícola é o maior em cinco anos

Os produtores de algodão tomaram a frente do projeto pois esta cultura é a que mais depende de defensivos inovadores, em função da grande incidência e variedade de pragas nas lavouras. No caso do algodão, os defensivos respondem por 30% do custo de produção. Nas demais culturas a proporção é de cerca de 15%.

O Decreto, que regulamenta a Lei de Agrotóxicos, já estabelece a necessidade de desenvolvimento do sistema desde 2002. Neste ano, o Ministério da Agricultura tomou a frente da iniciativa para cumprimento do marco legal.

Mais informações à ImprensaCoordenação Geral de Comunicação Social
Janete Pires
imprensa@agricultura.gov.br

Comentários Facebook

Portal Agro

Ministra afirma em Nova York que agronegócio brasileiro precisa de mais investimento em infraestrutura

Publicado

A ministra Tereza Cristina disse a investidores e executivos de grandes empresas, nesta quarta-feira (20), em Nova York, que a iniciativa privada terá papel fundamental para aumentar os investimentos no Brasil. Em evento promovido pelo Banco do Brasil e pela Brazilian American Chamber of Commerce, ela afirmou que o agronegócio brasileiro precisa urgentemente de investimentos em infraestrutura, principalmente em ferrovias, hidrovias, rodovias, locais de armazenagem de produtos, irrigação e energia.

Tereza Cristina explicou que o produtor brasileiro já usa tecnologia de ponta e tem alcançado índices de produtividade cada vez maiores tanto que nos últimos 40 anos conseguiu aumentar a produtividade em 330%, tendo aumentado a área plantada em apenas 33% , mas ainda sofre com o gargalo na infraestrutura, que aumenta os custos de produção e diminui a margem de lucro nas cadeias produtivas.

“A agricultura brasileira está no caminho certo, mas o grande gargalo é a infraestrutura. É fundamental, para que o agronegócio continue sendo bem-sucedido e tenha competitividade nos mercados internacionais, que tenhamos (novos projetos de) ferrovias, hidrovias, rodovias, armazenagem, irrigação e energia”, disse a ministra.

Em relação à produção de energia, a ministra lembrou que Brasil tem muitas fontes além das hidrelétricas e que o setor rural vem fazendo seu papel ao fornecer energia através da biomassa. Mas explicou que um país de dimensões continentais como o Brasil, e com tantas diferenças regionais, precisará sempre de mais energia para crescer.

Veja Mais:  Impactos das atualizações tributárias no agro

“Enfim, o Brasil é um país com muito a fazer na parte de infraestrutura. E aí está a grande oportunidade para os investidores que queiram ir para o Brasil”, afirmou a ministra.

Desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro, disse Tereza Cristina aos investidores, o governo brasileiro passa por um novo momento. Os eleitores querem mudanças no país e, para isso, pedem investimentos também em educação, saúde, segurança pública. Na economia, segundo ela, a PEC do Teto de Gastos, aprovada ainda na gestão do ex-presidente Michel Temer, deu “um freio de arrumação” nas contas públicas, preparando o país para aumentar suas taxas de crescimento.

A ministra disse que Bolsonaro “quer levar o Brasil a outro patamar, de transparência, governança, mas com simplicidade”, para que as pessoas saibam como ele vai trabalhar e os rumos que quer para o país. “O que me motivou foi a simplicidade e as coisas diretas que o presidente vem colocando. Ele fala as coisas que quer de maneira muito clara, gostando-se ou não”, disse ela, acrescentando que teve total liberdade para montar sua equipe de governo, sem qualquer ingerência política.

“Quero tentar motivá-los para que conheçam o Brasil melhor. E aqueles que já têm negócios no Brasil saibam que as coisas vão melhorar”, disse Tereza Cristina aos investidores. Ela disse que vai reduzir a burocracia administrativa e aumentar a clareza, a simplicidade e a transparência. “Vamos botar o ministério à disposição para desimpedir algumas coisas”, explicou ela, falando ter recebido de empresários queixas sobre pedidos de licença parados há mais de dois anos no ministério.

Veja Mais:  Seguradoras estimam que indenizações a produtores que tiveram perdas se aproxima de R$ 1 bilhão

“Estamos, o time todo de ministros, trabalhando para que o ambiente de negócios melhore e a gente tenha menos carimbos, menos papel circulando, mais ação e mais resultado nos empreendimentos, que são importantes para o nosso país”, disse a ministra. 

 

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
Comentários Facebook
Continue lendo

Portal Agro

Secretaria de Agricultura Familiar recebe reivindicações da FPA para o Plano Safra

Publicado

O secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke, recebeu nesta terça-feira (19) documento com reivindicações da FPA (Frente Parlamentar de Agropecuária) para o Plano Safra 2019/2020. Entre as demandas, a manutenção do cultivo do tabaco nas linhas financiáveis do Crédito Rural, investimentos no setor pecuário leiteiro para a modernização de equipamentos e instalações, ampliação de R$ 31 bilhões para R$ 32 bilhões da verba destinada ao Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), aumento do teto para financiamento de investimento de R$165 mil para R$ 300 mil, além de desburocratização e flexibilização de fluxo para contratação de crédito fundiário.

Fernando Schwanke recebeu a pauta das mãos do presidente do colegiado, deputado Alceu Moreira, e ressaltou que os pleitos irão se somar às propostas que a Secretaria vai apresentar ao Plano Safra. “Continuamos na fase de ouvir as demandas apresentadas pela sociedade civil, profissionais da área e parlamentares, para elaborar um documento completo que será entregue à ministra Tereza Cristina e à Secretaria de Política Agrícola, órgão responsável por centralizar o debate. Estamos de portas abertas para receber sugestões que possibilitem a construção de um plano mais próximo da realidade e dentro das necessidades do setor”.

Em debate com os integrantes do colegiado, o secretário aproveitou para destacar que vai trabalhar ações específicas ao médio produtor. “Pequenos e grandes tiveram políticas de incentivo, mas o médio produtor rural ficou à margem e isso fez com que ele hoje seja o que menos produz no país. O valor bruto da produção da agropecuária brasileira pode crescer de 12% a 18%, isso significa de R$ 35 bilhões a R$ 60 bilhões por ano, se colocarmos esse produtor novamente na competitividade”, disse Schwanke.

Veja Mais:  Sanidade tem garantido exportações crescentes de genética avícola

Para o deputado Alceu Moreira, o Plano Safra é um instrumento do Governo fundamental para o amparo e o desenvolvimento dos agricultores familiares, que necessitam de apoio ao crédito, à regularização fundiária, além de garantia jurídica, segurança à safra e demais mecanismos que assegurem a renda do produtor. Para elaboração do material, a FPA ouviu a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) e entidades do setor agropecuário.

No último mês, a Secretaria de Agricultura Familiar também recebeu pautas de reivindicações da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agriculturas Familiares (Contag) e da Federação dos Trabalhados da Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag).

Acesse o documento com reivindicações da FPA  

 

Mais informações à Imprensa:
Coordenação geral de Comunicação Social
Adriana Rodrigues
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
Comentários Facebook
Continue lendo

Portal Agro

EUA vão informar em 3 dias quando virão inspecionar frigoríficos para liberar importação de carne bovina

Publicado

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta quarta-feira (20) que o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, vai informar dentro de, no máximo, três dias a provável data da visita dos auditores do Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos EUA para fazer a inspeção nos frigoríficos que poderão exportar a carne bovina do Brasil para aquele país. A ministra disse esperar que a visita ocorra em breve.

“Ele (o secretário Perdue) ficou de, em três dias, me falar sobre a provável data da visita da missão para fazer a inspeção nos frigoríficos”, disse a ministra, em Nova York, onde cumpre uma série de compromissos oficiais nesta quarta-feira. “Acho que, em relação à carne bovina, vamos ter uma resposta, sim, de quando vão marcar a ida ao Brasil, que deve ser rápida”.

Em relação ao pedido dos Estados Unidos de exportar carne suína para o Brasil, Tereza Cristina explicou que o governo brasileiro ainda está avaliando a parte sanitária do certificado de importação. “Não foi ainda concedida (a autorização para os EUA exportarem a carne), estamos ainda discutindo o certificado sanitário”, explicou a ministra.

Tereza Cristina também esclareceu a decisão do governo brasileiro de criar a cota de 750 mil toneladas anuais de trigo com taxa zero de importação. De acordo com a ministra, a cota não é só para os Estados Unidos, mas, sim, para todos os países interessados em exportar trigo para o Brasil. Mas ela admitiu que os americanos têm “vantagens comparativas” para assumir uma boa parte desta cota, pois é um país com grande produção de trigo e tem logística pronta para exportação.

Veja Mais:  Investimentos do Plano Agrícola e Pecuário têm crédito adicional de R$ 791 milhões

Reunião com investidores

Em Nova York, nesta quarta-feira, a ministra foi a convidada de honra em evento do Council of The Americas, no Hotel Plaza Athénée, com investidores e executivos internacionais. De início, ela teve uma reunião com a CEO do Council of The Americas, Susan Segal, e depois um café da manhã privado com cerca de 20 pessoas. A ministra fez um pronunciamento e respondeu perguntas dos participantes. Nesta tarde, Tereza Cristina participará de evento do Banco do Brasil em parceria com a Brazilian American Chamber of Commerce.

Na quinta-feira (21), a ministra terá um café da amanhã com executivos e empresários no The National Hotel, em evento promovido pela XP Investimentos. À tarde, viajará de volta ao Brasil.

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana