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Governo reajusta preço mínimo de produtos extrativos

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Os preços de 17 produtos extrativos da biodiversidade da safra 2019 sofreram reajuste e foram publicados no Diário Oficial da União desta quinta-feira (10). Entre os produtos estão açaí, andiroba, babaçu, baru, borracha natural, buriti, cacau, carnaúba, cera, castanha-do-Brasil, juçara, macaúba, mangaba, murumuru, pequi, piaçava, pinhão e umbu.

O governo federal concede subvenção econômica aos agricultores familiares extrativistas, que desenvolvem suas atividades de forma ambientalmente sustentável. O valor da subvenção é calculado pela diferença entre o preço mínimo e o preço de venda dos produtos extrativos no mercado.

A partir de agora, por exemplo, o preço mínimo da borracha natural (Cernambi) para a região do Norte, exceto Tocantins, e para determinados municípios do norte do Mato Grosso, passa a vigorar a R$ 5,58/kg, com alta de 2,95%. Já a amêndoa do cacau teve incremento de 4,56% para os estados do Amazonas e Amapá e vale agora R$ 7,57/kg. O preço do fruto do açaí está em R$1,63/kg, no Norte e Nordeste do país, aumento de 1,87%.

Alguns produtos tiveram decréscimo nos valores, como a cera, macaúba, murumuru, pequi e piaçava, devido à redução nos custos calculados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) . Outros, como babaçu e castanha-do-Brasil, tiveram seu preço mínimo mantido.

A portaria estabelece os novos valores fixados pelo Conselho Monetário Nacional em favor dos produtores rurais, em reunião realizada em 19 de dezembro do ano passado.

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Confira a portaria do DOU (141) com os preços atualizados dos produtos extrativos

Mais informações à ImprensaCoordenação Geral de Comunicação Social
Inez De Podestà
imprensa@agricultura.gov.br

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Ministra afirma em Nova York que agronegócio brasileiro precisa de mais investimento em infraestrutura

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A ministra Tereza Cristina disse a investidores e executivos de grandes empresas, nesta quarta-feira (20), em Nova York, que a iniciativa privada terá papel fundamental para aumentar os investimentos no Brasil. Em evento promovido pelo Banco do Brasil e pela Brazilian American Chamber of Commerce, ela afirmou que o agronegócio brasileiro precisa urgentemente de investimentos em infraestrutura, principalmente em ferrovias, hidrovias, rodovias, locais de armazenagem de produtos, irrigação e energia.

Tereza Cristina explicou que o produtor brasileiro já usa tecnologia de ponta e tem alcançado índices de produtividade cada vez maiores tanto que nos últimos 40 anos conseguiu aumentar a produtividade em 330%, tendo aumentado a área plantada em apenas 33% , mas ainda sofre com o gargalo na infraestrutura, que aumenta os custos de produção e diminui a margem de lucro nas cadeias produtivas.

“A agricultura brasileira está no caminho certo, mas o grande gargalo é a infraestrutura. É fundamental, para que o agronegócio continue sendo bem-sucedido e tenha competitividade nos mercados internacionais, que tenhamos (novos projetos de) ferrovias, hidrovias, rodovias, armazenagem, irrigação e energia”, disse a ministra.

Em relação à produção de energia, a ministra lembrou que Brasil tem muitas fontes além das hidrelétricas e que o setor rural vem fazendo seu papel ao fornecer energia através da biomassa. Mas explicou que um país de dimensões continentais como o Brasil, e com tantas diferenças regionais, precisará sempre de mais energia para crescer.

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“Enfim, o Brasil é um país com muito a fazer na parte de infraestrutura. E aí está a grande oportunidade para os investidores que queiram ir para o Brasil”, afirmou a ministra.

Desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro, disse Tereza Cristina aos investidores, o governo brasileiro passa por um novo momento. Os eleitores querem mudanças no país e, para isso, pedem investimentos também em educação, saúde, segurança pública. Na economia, segundo ela, a PEC do Teto de Gastos, aprovada ainda na gestão do ex-presidente Michel Temer, deu “um freio de arrumação” nas contas públicas, preparando o país para aumentar suas taxas de crescimento.

A ministra disse que Bolsonaro “quer levar o Brasil a outro patamar, de transparência, governança, mas com simplicidade”, para que as pessoas saibam como ele vai trabalhar e os rumos que quer para o país. “O que me motivou foi a simplicidade e as coisas diretas que o presidente vem colocando. Ele fala as coisas que quer de maneira muito clara, gostando-se ou não”, disse ela, acrescentando que teve total liberdade para montar sua equipe de governo, sem qualquer ingerência política.

“Quero tentar motivá-los para que conheçam o Brasil melhor. E aqueles que já têm negócios no Brasil saibam que as coisas vão melhorar”, disse Tereza Cristina aos investidores. Ela disse que vai reduzir a burocracia administrativa e aumentar a clareza, a simplicidade e a transparência. “Vamos botar o ministério à disposição para desimpedir algumas coisas”, explicou ela, falando ter recebido de empresários queixas sobre pedidos de licença parados há mais de dois anos no ministério.

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“Estamos, o time todo de ministros, trabalhando para que o ambiente de negócios melhore e a gente tenha menos carimbos, menos papel circulando, mais ação e mais resultado nos empreendimentos, que são importantes para o nosso país”, disse a ministra. 

 

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Secretaria de Agricultura Familiar recebe reivindicações da FPA para o Plano Safra

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O secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke, recebeu nesta terça-feira (19) documento com reivindicações da FPA (Frente Parlamentar de Agropecuária) para o Plano Safra 2019/2020. Entre as demandas, a manutenção do cultivo do tabaco nas linhas financiáveis do Crédito Rural, investimentos no setor pecuário leiteiro para a modernização de equipamentos e instalações, ampliação de R$ 31 bilhões para R$ 32 bilhões da verba destinada ao Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), aumento do teto para financiamento de investimento de R$165 mil para R$ 300 mil, além de desburocratização e flexibilização de fluxo para contratação de crédito fundiário.

Fernando Schwanke recebeu a pauta das mãos do presidente do colegiado, deputado Alceu Moreira, e ressaltou que os pleitos irão se somar às propostas que a Secretaria vai apresentar ao Plano Safra. “Continuamos na fase de ouvir as demandas apresentadas pela sociedade civil, profissionais da área e parlamentares, para elaborar um documento completo que será entregue à ministra Tereza Cristina e à Secretaria de Política Agrícola, órgão responsável por centralizar o debate. Estamos de portas abertas para receber sugestões que possibilitem a construção de um plano mais próximo da realidade e dentro das necessidades do setor”.

Em debate com os integrantes do colegiado, o secretário aproveitou para destacar que vai trabalhar ações específicas ao médio produtor. “Pequenos e grandes tiveram políticas de incentivo, mas o médio produtor rural ficou à margem e isso fez com que ele hoje seja o que menos produz no país. O valor bruto da produção da agropecuária brasileira pode crescer de 12% a 18%, isso significa de R$ 35 bilhões a R$ 60 bilhões por ano, se colocarmos esse produtor novamente na competitividade”, disse Schwanke.

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Para o deputado Alceu Moreira, o Plano Safra é um instrumento do Governo fundamental para o amparo e o desenvolvimento dos agricultores familiares, que necessitam de apoio ao crédito, à regularização fundiária, além de garantia jurídica, segurança à safra e demais mecanismos que assegurem a renda do produtor. Para elaboração do material, a FPA ouviu a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) e entidades do setor agropecuário.

No último mês, a Secretaria de Agricultura Familiar também recebeu pautas de reivindicações da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agriculturas Familiares (Contag) e da Federação dos Trabalhados da Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag).

Acesse o documento com reivindicações da FPA  

 

Mais informações à Imprensa:
Coordenação geral de Comunicação Social
Adriana Rodrigues
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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EUA vão informar em 3 dias quando virão inspecionar frigoríficos para liberar importação de carne bovina

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta quarta-feira (20) que o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, vai informar dentro de, no máximo, três dias a provável data da visita dos auditores do Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos EUA para fazer a inspeção nos frigoríficos que poderão exportar a carne bovina do Brasil para aquele país. A ministra disse esperar que a visita ocorra em breve.

“Ele (o secretário Perdue) ficou de, em três dias, me falar sobre a provável data da visita da missão para fazer a inspeção nos frigoríficos”, disse a ministra, em Nova York, onde cumpre uma série de compromissos oficiais nesta quarta-feira. “Acho que, em relação à carne bovina, vamos ter uma resposta, sim, de quando vão marcar a ida ao Brasil, que deve ser rápida”.

Em relação ao pedido dos Estados Unidos de exportar carne suína para o Brasil, Tereza Cristina explicou que o governo brasileiro ainda está avaliando a parte sanitária do certificado de importação. “Não foi ainda concedida (a autorização para os EUA exportarem a carne), estamos ainda discutindo o certificado sanitário”, explicou a ministra.

Tereza Cristina também esclareceu a decisão do governo brasileiro de criar a cota de 750 mil toneladas anuais de trigo com taxa zero de importação. De acordo com a ministra, a cota não é só para os Estados Unidos, mas, sim, para todos os países interessados em exportar trigo para o Brasil. Mas ela admitiu que os americanos têm “vantagens comparativas” para assumir uma boa parte desta cota, pois é um país com grande produção de trigo e tem logística pronta para exportação.

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Reunião com investidores

Em Nova York, nesta quarta-feira, a ministra foi a convidada de honra em evento do Council of The Americas, no Hotel Plaza Athénée, com investidores e executivos internacionais. De início, ela teve uma reunião com a CEO do Council of The Americas, Susan Segal, e depois um café da manhã privado com cerca de 20 pessoas. A ministra fez um pronunciamento e respondeu perguntas dos participantes. Nesta tarde, Tereza Cristina participará de evento do Banco do Brasil em parceria com a Brazilian American Chamber of Commerce.

Na quinta-feira (21), a ministra terá um café da amanhã com executivos e empresários no The National Hotel, em evento promovido pela XP Investimentos. À tarde, viajará de volta ao Brasil.

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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