conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Nacional

Haddad visita Lula pela primeira vez em Curitiba após derrota nas eleições

Publicado

Fernando Haddad visitou o ex-presidente Lula pela primeira vez após as eleições 2018 nesta segunda-feira (7)
Reprodução/Youtube/PT

Fernando Haddad visitou o ex-presidente Lula pela primeira vez após as eleições 2018 nesta segunda-feira (7)

O candidato derrotado do PT à Presidência, Fernando Haddad, vistou Lula na sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba onde o ex-presidentete está preso nesta quarta-feira (7). Esta foi a primeira vez que os dois se encontraram desde que Haddad, sucessor de Lula como cabeça de chapa do PT nas eleições 2018, foi derrotado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) na votação de segundo turno em 27 de outubro.

Haddad, que também é advogado de Lula, chegou ao local por volta das 8h45 e foi liberado para fazer a visita a partir das 9h que é o horário mínimo permitido para que advogados possam visitar seus clientes. Os dois ficaram reunidos por cerca de três horas e Haddad deixou o local às 12h10 sem conversar com a imprensa que o aguardava na saída. O ex-prefeito de São Paulo entrou em um táxi e deixou o local e seguiu em direção ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, de onde retornou para a capital paulista.

O procedimento, portanto, foi diferente dos encontros semanais entre Haddad e Lula durante a campanha e as convenções partidárias em que o ex-candidato do PT à Presidência falava com os jornalistas ao deixar o local e, em geral, repassava mensagens do ex-presidente preso. No segundo turno, no entanto, a estratégia de campanha de Haddad mudou e ele tentou se desvincular da imagem do ex-presidente deixando também de visitar Lula em Curitiba até retornar hoje.

Futuro de Lula

Ex-presidente Lula está preso em Curitiba e aguarda recurso no STF para saber se ficará livre ainda esse ano. Ele, porém, prestará depoimento sobre outro caso ainda esse mês
Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Ex-presidente Lula está preso em Curitiba e aguarda recurso no STF para saber se ficará livre ainda esse ano. Ele, porém, prestará depoimento sobre outro caso ainda esse mês

Além de acontecer dez dias após o resultado final das eleições 2018, o encontro entre os dois ocorreu há uma semana do novo depoimento de Lula à Justiça marcado para o dia 14 de novembro. Na ocasião, porém, Lula não falará sobre o caso pelo qual já está condenando a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O depoimento agora será como reú na ação penal sobre o sítio de Atibaia (SP) no qual Lula é acusado novamente pelos mesmos crimes.

Veja Mais:  Mulheres são 51% da população, mas na Câmara representam 15%

As oitivas desse caso estavam marcadas para agosto e setembro e o próprio depoimento de Lula em si ocorreria no dia 11 de setembro, mas o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, adiou o encontro com o ex-presidente para a nova data “a fim de evitar a exploração eleitoral dos interrogatórios”, conforme afirmou na decisão à época.

Moro e Lula, no entanto, não ficarão a frente novamente já que o  juiz aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para ser o ministro da Justiça e da Segurança Pública no futuro governo e decidiu se afastar imediatamente dos casos da Operação Lava Jato para “evitar controvérsias”. Ele será substituído provisoriamente pela juíza Gabriela Hardt. Moro está oficialmente de férias, mas depois pedirá exoneração do cargo para assumir o novo cargo.

A defesa de Lula afirma que ele nunca recebeu ou solicitou qualquer benefício, favorecimento ou vantagem indevida de qualquer empresa e pediu novamente um habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal (STF) alegando que houve “irremediável perda de imparcialidade” de Moro devido ao próprio fato do magistrado ter aceitado o convite para o ministério do governo de Jair Bolsonaro (PSL) que se elegeu fazendo um discurso polarizado contra Lula.

O relator da Operação Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin, decidiu ainda nesta terça-feira (6) que o caso será julgado pela Segunda Turma do Supremo, deu prazo de cinco dias para que diveros órgãos como o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Tribunal Regional Federal (TRF) e o Juízo da 13ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Curitiba, a vara de Sérgio Moro, prestassem os devidos esclarecimentos sobre o caso e também para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestasse.

Veja Mais:  Gleisi associa condenação de Lula a possibilidade de petista ganhar Nobel da Paz

A partir de então, o pedido da defesa de Lula poderá entrar na pauta da Segunda Turma, mas caberá ao ministro Ricardo Lewandowski, presidente da Segunda Turma, marcar uma data para o julgamento do colegiado entre ele e os ministros Celso de Mello, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e o próprio Edson Fachin que novamente deliberarão sobre a prisão ou liberdade do ex-presidente condenado e preso.

Nesta quarta-feira (7), porém, o próprio  Fachin declarou durante sessão plenária que “é possível, se os prazos forem cumpridos” que o novo pedido de habeas corpus de Lula seja julgado ainda este ano.

Já o juiz federal e futuro ministro de Bolsonaro  refutou a hipótese de perseguição política à Lula durante longo pronunciamento e entrevista coletiva concedida também nesta terça-feira (7) ressaltando que apesar da decisão em 1ª instância ter sido tomada por ele, o órgão colegiado de 2ª instância confirmou sua decisão e ordenou o cumprimento imediato da pena vários meses antes das eleições. Sérgio Moro também ressaltou que a Operação Lava Jato atingiu políticos de vários partidos, não só do PT, e afastou a ideia de que sua ida para o ministério tenha sido uma “recompensa”.

“É um pouco estranho dizer isso, mas não existe a menor chance de usar o ministério para perseguição política”, disse Moro para em outro momento continuar “o que existe é um crime que foi descoberto, investigado e provado e as cortes apenas cumpriram a lei. Não posso pautar minha vida num álibi falso de perseguição política”.

Veja Mais:  Dono da Gol assina delação premiada que implica Temer, Cunha e Geddel

Futuro de Haddad

Ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, saiu da eleição fortalecido e tenta se posicionar como líder da oposição ao governo Bolsonaro, mas terá dificuldades dentro do PT
Ricardo Stuckert

Ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, saiu da eleição fortalecido e tenta se posicionar como líder da oposição ao governo Bolsonaro, mas terá dificuldades dentro do PT

Enquanto isso, Fernando Haddad tenta se viabilizar como principal líder da oposição ao governo Bolsonaro na esteira da popularidade e da maior notoriedade que ganhou durante a campanha presidencial em que apesar de derrotado obteve mais de 47 milhões de voto.

Para tentar fazer isso acontecer, no entanto, Haddad pretende conquistar a presidência do PT atualmente ocupada pela senadora Gleisi Hoffmann que, apesar de ter sair do Senado Federal, continuará tendo cargo eletivo já que se elegeu deputada federal pelo Paraná.

Na última segunda-feira (5), o ex-prefeito passou horas reunidos com a própria Gleisi na sede do partido em São Paulo para saber como Haddad cumpriria o “papel maior” que a executiva nacional do PT decidiu que Haddad deveria desempenhar no próximo ciclo eleitoral.

Haddad, porém, terá muitas dificuldades para conseguir unificar todas as alas do partido, algumas das quais não gostam do paulistano, e terá que possivelmente enfrentar outros nomes tradicionais do partido como o do senador Lindbergh Farias e da ex-presidente Dilma Rousseff que também foram derrotados nas urnas em 2018 e ficarão sem cargo a partir de 2019.

Comentários Facebook

Nacional

“Bolsonaro acaba revelando o que foi o meu governo”, diz Temer em entrevista

Publicado

Michel Temer arrow-options
Aloisio Mauricio/Fotoarena/Agência O Globo – 15.5.19

Michel Temer afirmou que governo Bolsonaro “vai bem”

O ex-presidente Michel Temer afirmou, em entrevista à BBC News Brasil , que Bolsonaro “acaba revelando” o que foi sua gestão. O emedebista disse ainda que o atual governo “vai bem” pois deu sequência ao seu. 

“Eu me recordo, quando presidente da República, eu dizia: ‘olha, será bem sucedido o presidente que der sequência àquilo que estou fazendo’. Do jeito que as coisas vão indo, o governo vai bem, porque está dando sequência ao nosso governo”, afirmou Temer

O ex-presidente citou como exemplo a reforma da Previdência. De acordo com ele, a proposta só foi aprovada por conta do “debate intensivíssimo” feito durante sua gestão. “No passado houve muita resistência, mas esta resistência foi vencida pela campanha que nós fizemos ao longo do tempo”, afirmou.

“Eu dou o exemplo aqui da União Europeia e Mercosul… Como se chegou a isso? Praticamente não deu tempo, digamos assim, no meu governo, de fechar este acordo, mas ele concluiu-se nesse governo. Então, eu digo: o governo Bolsonaro não saiu da linha pré-traçada no meu. E por isso, digamos assim, eu posso falar positivamente em relação ao governo que ele está fazendo”, completou o emedebista. 

Leia também: Bolsonaro reconhece que acordo Mercosul-UE se deve ‘em parte’ a Temer

Veja Mais:  Dono da Gol assina delação premiada que implica Temer, Cunha e Geddel

Questionado sobre os vazamentos de mensagens do ex-juiz Sérgio Moro e procuradores da Lava Jato, Temer afirmou que “não pode” haver diálogo entre as partes e “invocou” a Constituição. “A função do juiz é ser imparte, ou seja, não parte interessada no litígio, daí a imparcialidade”, reiterou.

“Agora, se em vez de falar com o promotor, o procurador, (o juiz) tivesse falado com o advogado de defesa “faça isso, faça aquilo”, seria impróprio também. O Judiciário há de ser permanentemente imparcial. Eu sou de Tietê, no interior de São Paulo, no meu tempo de menino, o juiz tomava o cuidado de não falar com quase ninguém”.

O ex-presidente também criticou a atuação da polícia na condução de sua primeira prisão , em março. Ele afirmou que tudo foi “montado” de uma forma que fosse possível fazer a prisão na rua e classificou seus dias na cadeia como “desagradáveis”. “Quando eu fui olhar a decisão, não é nem sentença, é um despacho preliminar, verifiquei que não havia sequer um processo formatado. É como se o juiz de Birigui dissesse: ‘Vamos mandar prender alguém? Vamos prender esse Michel Temer’”, disse. 

Agora fora da política, Temer afirmou à BBC que está passando os dias trabalhando em seu escritório de advocacia e se ocupando da própria defesa, já que é réu em seis processos, acusado de corrupção. Além disso, afirmou que está em dia com as séries da Netflix e passa tempo dedicando-se a escrever um novo romance, que qualifica como “uma ficção da minha biografia”.

Veja Mais:  Bolsonaro defende indicação de “amigo particular” para cargo na Petrobras

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Conheça Bill Weld, único republicano a desafiar Trump nas eleições 2020

Publicado

Bill Weld arrow-options
Reprodução/Redes Sociais/William Weld

Bill Weld foi governador do estado de Massachusetts

A pouco mais de um ano das convenções que definirão o candidato democrata à Presidência dos EUA, 25 nomes (até o fechamento desta edição) querem desafiar o presidente Donald Trump em novembro de 2020. Pela frente, terão dezenas de primárias, debates e eventos para arrecadar fundos. Poucos devem resistir até os meses que antecedem a Convenção Democrata.

Leia também: Acidente bizarro: homem morre após ter pescoço quebrado por onda nos EUA

Do lado republicano, a conta é um pouco mais simples. Apesar dos comentários racistas e xenofóbicos dos últimos dias, direcionados a quatro deputadas democratas — incluindo a sugestão para mandá-las “de volta a seus países de origem” (as quatro são cidadãs americanas) — os números de Trump entre os republicanos seguem elevados. Desde que assumiu, a taxa de aprovação nunca baixou dos 80%.

Somado a isso, ele conta com uma gigantesca base de campanha e com a máquina do Comitê Nacional Republicano , arrecadando US$ 105 milhões apenas no segundo trimestre de 2019.

Os números não parecem intimidar o ex-governador do estado de Massachusetts William F. Weld, ou Bill, como ele gosta de ser chamado. Até agora, foi o único a desafiar o atual presidente.

Com menos recursos (arrecadou US$ 700 mil no segundo trimestre) e considerado um “Dom Quixote” pela revista Politico, Bill Weld põe suas fichas na retórica anti-Trump , trazida desde 2016, quando foi vice na chapa do Partido Libertário. Na época, comparou a política migratória do então candidato Trump à da Alemanha nazista.

“Ele representa uma parcela do Partido Republicano que acredita que Trump desviou o partido de sua missão e seus valores históricos, ele quis ser uma voz aos republicanos que pensam assim. Ele também quer ser uma plataforma aos republicanos que não gostam de Trump, dar a eles uma voz no processo. Ele provavelmente está pensando na forma da política americana depois de Trump”, afirma Bruce J. Schulman, professor de História na Universidade de Boston

Veja Mais:  Dono da Gol assina delação premiada que implica Temer, Cunha e Geddel

Na semana passada, em meio aos comentários xenofóbicos de Trump, Weld foi ao Twitter atacar o colega de partido, conclamando os demais republicanos a rejeitarem o atual presidente.

“Eu desafio todo republicano a assistir ao comício de Donald Trump na noite passada, com os gritos de ‘mande ela de volta’, e se perguntar se esse é o partido de Lincoln e Reagan ao qual nos filiamos”, publicou na quinta-feira.

Em artigo publicado no site The Bulwark, em abril, afirmou que “se Donald Trump for um patriota, ele deve renunciar imediatamente”.

Leia também: Incêndio doloso gera caos no transporte por trens na Itália nesta segunda-feira

Diferenças republicanas

Weld fala abertamente na palavra “impeachment”, alegando conhecimento de causa: no passado, acompanhou de perto um processo do tipo.

Nos anos 1970, trabalhou como assessor da comissão da Câmara dos Deputados responsável pela investigação do escândalo do Watergate , que culminaria com a renúncia de Richard Nixon. Uma de suas colegas foi a ex-senadora e ex-candidata à Presidência, Hillary Clinton.

Depois do processo, atuou no Departamento de Justiça de Massachusetts. Nos anos 1990, veio o auge de sua carreira, quando se elegeu governador de seu estado natal ao vencer uma eleição praticamente perdida contra o então reitor da Universidade de Boston, John Silber.

O discurso de responsabilidade fiscal e geração de empregos convenceu, e ele foi reeleito. Em 1997, com mais um ano de governo pela frente, embarcou em uma campanha pela Embaixada dos EUA no México. Ao final, acabou sem mandato e sem cargo.

Em busca de novos ares, Weld se mudou para Nova York, onde trabalhou no mercado financeiro, sem esconder a vontade de governar o estado. Ele até tentou concorrer, mas ficou nas primárias.

Veja Mais:  Lava Jato mira pagamento de US$ 31 milhões em propina no mercado de petróleo

Em 2016, o salto foi maior: no Partido Libertário , concorreu como vice na chapa de Gary Johnson. Os 4,4 milhões de votos foram a melhor votação da história do partido.

Ao revelar suas ideias e visões, Bill Weld pode até surpreender quem espera posições conservadoras, mais alinhadas à atual linha do Partido Republicano .

O ex-governador defende a expansão do Medicaid, um programa governamental para fornecer assistência médica à população de menor poder aquisitivo, em um país onde não existe serviço público de saúde. Ao contrário de Trump, vê a imigração como algo positivo, e quer expandir a emissão de vistos.

O candidato ainda é a favor da liberação do aborto em todos os casos, defende a legalização da maconha e quer leis de inclusão para a população LGBT+. Além disso, promete recolocar os EUA no Acordo de Paris para o clima.

Quando questionado sobre a ampla base de apoio do atual presidente, desconversa, dizendo que o seu alvo não são os republicanos, mas sim os independentes. E ele poderá testar essa tese na primária de New Hampshire . Ao contrário de outras primárias, o estado adota um sistema que dá a eleitores sem filiação partidária a chance de votar, com os registros abertos até a véspera da votação, marcada para o dia 11 de fevereiro. Weld acredita que suas propostas soarão bem entre os independentes.

Uma votação considerável pode dar força para as disputas seguintes. Mas uma derrota por ampla margem deve significar o fim da campanha. Essas primeiras votações são os melhores termômetros para a corrida à Casa Branca, com sua importância resumida em uma frase do presidente John Kennedy , na década de 1960: “Se não te amam em março, abril e maio (primeiras votações), não te amarão em novembro (eleição geral)”.

Bill Weld em ato de campanha arrow-options
Reprodução/Redes Sociais/William Weld

Diferente de grande parte dos republicanos, Weld defende pautas consideradas progressistas, como liberação do aborto


Concorrendo para perder?

Mesmo que fique pelo caminho, Weld pode influenciar a campanha republicana — o que não seria uma novidade.

Veja Mais:  “Não pode e não vai acontecer de novo”, diz Witzel sobre colisão de trens no Rio

“Uma das coisas que Weld quer é fazer com que Trump perca a eleiçãopor causa dessa disputa nas primárias, eu imagino que seja uma parte de sua agenda”, diz o professor Schulman. “Um dos exemplos mais importantes foi em 1968, quando o senador Eugene McCarthy desafiou o então presidente Lyndon Johnson. Seus números convenceram Johnson a abandonar a corrida. Em 1980, Ted Kennedy, irmão do presidente John Kennedy, concorreu contra Jimmy Carter. Ele não venceu, Carter acabou indicado, mas aquela disputa prejudicou a campanha”.

Analistas, porém, acreditam que mesmo um desempenho acima do esperado em New Hampshire pode não ser suficiente para Weld aparecer no retrovisor de Trump ou causar algum estrago.

“Weld não é muito conhecido, e Trump tem apoio pleno dos republicanos. Um desafio não deve ganhar força a menos que as circunstâncias mudem: por exemplo, uma investigação mais intensa de impeachment ou uma piora na economia. Também duvido que ele conquiste o financiamento e reconhecimento necessários para uma campanha em um outro partido, se for o caso”, afirma Allan Lichtman, professor da American University, que acertou os vencedores em sete das últimas oito eleições.

Até agora, Weld não conseguiu superar a barreira de US$ 1 milhão em doações, além de não ter recebido apoios formais. O professor Bruce Schulman também não vê Weld com muitas chances de sucesso. Mas lembra que as circunstâncias podem mudar.

“Se a economia, que agora está brilhando, sofrer um revés e o país se encontrar diante de uma crise econômica, então tudo estará na mesa, Weld e outros poderão ter uma chance. Mas se olharmos agora, ele é de Massachusetts, tem boas conexões em New Hampshire, ele pode superar expectativas por lá, ele nem precisa vencer por lá: se tiver 15%, 20% dos votos, seria um sinal de fraqueza para Trump”, diz Schulman.

Leia também: EUA acusam Venezuela de ameaçar avião militar americano em águas internacionais

Nos últimos dias, surgiram rumores sobre um possível novo pré-candidato republicano: Mark Sanford , deputado pela Carolina do Sul. Assim como Weld, Sanford é um crítico de Donald Trump .  

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Governo reconhece situação de emergência em 22 municípios do Ceará

Publicado

Seca arrow-options
Marcello Casal Jr/Agência Brasil – 28.12.15

Diversos municípios cearenses devem receber ajuda do governo

Portaria publicada nesta segunda-feira (22) no Diário Oficial da União pelo Ministério do Desenvolvimento Regional reconhece situação de emergência em 22 municípios cearenses atingidos pela seca.

Leia também: Filho de Flordelis pede justiça pela morte do pai e ataca irmãos: “eram aquém”

A medida facilita o envio de recursos emergenciais da União destinados às ações de combate à seca e redução dos impactos da estiagem como a distribuição de água por meio de carros-pipa nessas regiões.

Os 22 municípios do Ceará que tiveram a situação de emergência reconhecida são Beberibe, Boa Viagem, Campos Sales, Caririaçu, Catarina, Catunda, Deputado Irapuan Pinheiro, Itapagé, Jaguaretama, Jaguaribara, Jati, Milhã, Mombaça, Monsenhor Tabosa, Morada Nova, Nova Olinda, Pedra Branca, Pereiro, Piquet Carneiro, Saboeiro, Solonópole e Tarrafas.

Leia também: “Bolsonaro acaba revelando o que foi o meu governo”, diz Temer em entrevista

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Veja Mais:  Lava Jato mira pagamento de US$ 31 milhões em propina no mercado de petróleo
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana