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Carros e Motos

HB20, Fox e Civic são os carros favoritos dos jovens brasileiros

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De acordo com levantamento, os jovens brasileiros curtem o design e economia de combustível do Hyundai HB20

Hábitos mudam entre gerações e o desejo de ter um automóvel já não parece ser a prioridade dos jovens brasileiros. Desde a adolescência, estão acostumados com os aplicativos de corrida como Uber e Cabify, além de demonstrarem maior entusiasmo com soluções modernas de mobilidade.

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Ao invés de ir de carro para a faculdade ou trabalho, preferem descer na estação de metrô mais próxima e concluir o caminho com patinetes elétricos e bicicletas compartilhadas . Além de ser uma opção mais barata, a utilização desses serviços já parece mais “descolada” do que ter um automóvel em sua posse. Uma pesquisa do Webmotors, um dos principais classificados online do Brasil, já demonstra essa tendência em números.

Mais de 4 mil pessoas de diferentes classes sociais foram entrevistadas para o estudo. Entre eles, 47% estão habilitados para dirigir – alguns também podem pilotar motocicletas, mas nenhuma das carteiras de motorista serve exclusivamente para elas.

Honda Civic arrow-options
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Ao longo de suas gerações, o Honda Civic sempre teve um apelo mais jovial e descolado em relação aos rivais

Deste número, podemos tirar algumas conclusões. Apesar de serem mais práticas para enfrentar o trânsito das grandes cidades, 75% dos jovens brasileiros ainda prefere dirigir automóveis ao invés de motos. Apesar do alto volume de habilitados, 42% ainda não têm veículo próprio: Civic, Fox e HB20 são os principais objetos de desejo.

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A carroceria preferida entre os jovens que compram carros é a dos hatchbacks (47%), seguida por sedãs (29%) e SUVs (6%). Os outros 18% estão distribuídos em outras categorias menores, como picapes e vans. Apesar disso, apenas 37% dirigem diariamente.

Volkswagen CrossFox arrow-options
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O VW CrossFox apostava no visual aventureiro para cativar os jovens que ainda não poderiam comprar SUVs

A maioria dos jovens alega que não dirige por conta do medo (38%), condições financeiras (38%), outras formas de locomoção (38%), ou contam com outras pessoas para conduzir o veículo (13%). O estudo ainda aponta que 13% dos jovens brasileiros dirige apenas aos fins de semana, sendo que 37% utilizam o veículo diariamente.

Outras formas de locomoção

Se o jovem pretende comprar um carro em qualquer capital brasileira, consequentemente terá que lidar com o trânsito. Uma pesquisa feita pela empresa de navegadores GPS Tom Tom aponta que São Paulo caiu bastante no ranking dos maiores índices globais de estacionamento, ocupando o 71° lugar. O Rio de Janeiro está em 8°, atrás apenas de Chengdu (China), Istanbul (Turquia), Bucareste (Romênia), Chongquing (China), Jacarta (Indonésia), Bangkok (Tailândia) e Cidade do México.

Recentemente, os bairros nobres de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte foram invadidos por patinetes e bicicletas de empresas de aplicativo. O transporte público,entretanto, continua sendo um empecilho. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 80% dos cidadãos entrevistados se dizem insatisfeitos com o trânsito e com a qualidade do transporte público em suas cidades no Brasil.

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Mariela Guimarães
A maioria esmagadora da população brasileira está insatisfeita com a qualidade do transporte público

Ou seja, o cidadão precisará de mais tempo de deslocamento, além de enfrentar ônibus lotados. Para o professor de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade de Brasília, Joaquim Aragão, a baixa qualidade do transporte público aumentou a preferência por motocicletas. “As pessoas preferem arriscar a própria integridade física em acidentes que ficar duas horas em pé no ônibus”, disse à Agência Brasil

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O mesmo levantamento da CNDL ainda diz que 58% dos motoristas deixariam o carro em casa se as condições fossem melhores.

Jeep Renegade 2019 arrow-options
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Os jovens que pretendem trocar de carro nos próximos 12 meses sonham com SUVs, como o Jeep Renegade

De qualquer forma, os jovens ainda pretendem tirar carteira de motorista. De acordo com o Webmotors, 46% ainda não o fizeram por conta do custo; 24% por falta de tempo e 14% pelo receio de dirigir. Mas todos os entrevistados não-habilitados ainda pretendem tirar carteira de motorista no futuro – entre eles, 81% pretende comprar um automóvel no futuro.

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Entre as pessoas que já garantem um carro em sua posse, 47% pretende trocar de veículos nos próximos 12 meses. Além disso, 38% deles sonham com SUVs .

*com informações de Webmotors e Agência Brasil

Fonte: IG Carros
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Nova BMW F 850 R é revelada em registro de patente e chega ano que vem

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Patente da BMW F 850 R registra seu visual, que virá para rivalizar com Yamaha MT-09 e companhia

A BMW acaba de registrar a patente da nova F 850 R, logo em seguida da F 850 RS, que chegam para completar a gama 850 ao lado da F 750 GS, F 850 GS e F 850 GS Adventure. Enquanto a intenção da R (naked) é oferecer mais tecnologia, equipamentos e aprimorar o desempenho, a RS (crossover) virá com a promessa de aprimorar a agilidade e a postura do condutor. Com previsão de chegar no ano que vem, deverão estar no Salão de Milão (EICMA), entre 7 e 10 de novembro na Itália.

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O que faz a F 850 R ser um diferencial em relação à antecessora é vir equipada com o novo motor de 853 cc da BMW (ante o antigo 800 cc), que desenvolve 95 cv e 9,2 kgfm (limitado a 80 cv no Brasil). E, também, com novos auxílios eletrônicos de condução, como controle de tração, sistema anti-empinamento e outros.

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Novo design e mais equipamentos

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Novidade agrega elementos dos últimos modelos, uns mais refinados e outros mais acessíveis.

Enquanto isso, para a “irmã” F 850 RS , a maior agilidade poderá ser garantida pela sua suspensão de curso mais reduzido e roda dianteira menor. E as novidades não param aí. O design da naked F 850 R é inspirada na R 1250 R, que não vende no Brasil. Entre os itens mais vistosos, estão o farol semicircular e as carenagens laterais que se unem ao tanque de combustível.

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Na traseira, herda as alças do garupa da 1250, bem como a lanterna da G 310 R. Enquanto isso, o cluster é o mesmo da F 850 GS, com o conta-giros analógico e uma tela de LCD que reproduz informações da moto e da viagem. Na versão de topo, é esperado o painel digital que é destaque nas BMW GS.

Fonte: IG Carros
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Renault Logan 1.0 inova onde não se vê. Confira as impressões ao volante

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Roberto Assunção
Renault Logan 1.0 tem novo design e equipamentos mais modernos. Confira.

O Renault Logan 1.0 mudou, mas muita gente nem percebeu. Também pudera. Enquanto as versões 1.6 ganharam a opção do câmbio CVT e da suspensão elevada, as versões “mil” entraram na linha 2020 sem mudanças mecânicas. Mas isso não significa que elas também não tenham recebido a sua cota de novidades.

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Diferente do Renault Sandero , que ganhou um tapa no visual da traseira, o Renault Logan ganhou apenas a nova dianteira com para-choques redesenhados e faróis com luzes diurnas de LED e calotas com novo desenho (apenas na versão Zen, a Life usa as herdadas do Expression 2019). Já no interior, nada de novo painel ou quadro de instrumentos.

As intervenções foram pontuais e as novidades ficam por conta dos novos revestimentos dos bancos, do teto e das colunas (agora em material escuro), do volante redesenhado (embora ainda sem os controles do som, que seguem no comando satélite da coluna de direção) e dos novos bancos dianteiros.

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A marca francesa ousou mais na segurança. Na linha 2020, os airbags laterais são de série em toda a linha (algo que ainda é raro nessa faixa de preços e só se vê no recém-lançado Chevrolet Onix Plus ) e vieram acompanhados da fixação Isofix para assentos infantis e de reforços estruturais na carroceria (necessários depois do modelo levar bomba nos testes de colisão do Latin NCap).

De resto, o Logan segue imbatível no custo por metro quadrado da cabine, impressionando com o seu amplo espaço no banco traseiro (o entre-eixos de 2,64 m só perde para o mais caro VW Virtus , com 2,65 m) e o porta-malas de 510 litros (também um dos maiores entre os compactos).

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Ao volante, o Logan não impressiona e nem desagrada. O motor 1.0 de até 82 cv tem desempenho honesto, mas o câmbio de cinco marchas poderia ter engates mais macios. A mesma maciez que falta no conjunto de direção com assistência eletro-hidráulica, que é mais pesada em manobras e menos precisa em estrada do que a direção elétrica. Pelo menos a suspensão cumpre bem o seu papel e filtra bem as imperfeições do solo.

Com preço inicial de R$ 53.490, o Renault Logan 1.0 Zen sai de fábrica bem equipado para um carro na sua faixa de preços. Além dos já citados airbags laterais, traz isofix, vidros dianteiros elétricos, ar-condicionado, alarme, computador de bordo, sensor de estacionamento traseiro e central multimídia com tela de 7″ e compatível com Android Auto e Apple CarPlay.

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Se a lista de mudanças estéticas não foi grande, pelo menos o Renault Logan segue conquistando pelo espaço interno e pela lista de equipamentos bem completa. E com os preços competitivos, vai seguir cativando compradores mesmo frente à concorrência renovada.

FICHA TÉCNICA

Renault Logan Zen 1.0 CVT

Preço básico: R$ 53.490
Carro avaliado: R$ 54.190 (pintura branca)
Motor: três cilindros em linha 1.0, 12V, duplo comando variável
Cilindrada: 1597 cm3
Combustível: flex
Potência: 79 cv (g) e 82 cv (e) a 6.300 rpm
Torque: 10,2 kgfm (g) e 10,5 kgfm (e) a 3.500 rpm
Câmbio: manual, cinco marchas
Direção: eletro-hidráulica
Suspensões: MacPherson (d) e eixo de torção (t)
Freios: disco ventilado (d) e tambor (t)
Tração: dianteira
Dimensões : 4,350 m (c), 1,730 m (l), 1,517 m (a)
Entre-eixos: 2,635 m
Pneus: 185/65 R15
Porta-malas: 510 litros
Tanque: 50 litros
Peso: 1.042 kg
0-100 km/h: 13s3 (g ) e 13s2 (e)
Velocidade máxima: 162 km/h (g) e 164 km/h (e)
Consumo cidade: 14 km/l (g) e 9,4 k m/l (e)
Consumo estrada: 14,9 km/l (g) e 10,2 k m/l (e)
Nota do Inmetro: B
Classificação na categoria: A
Emissão de CO2: 91 g/km

Fonte: IG Carros
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Os três pecados capitais do Fiat Cronos

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O Cronos tem a mesma distância entre-eixos do Fiat Argo, num momento em que os sedãs compactos crescem.

Diz a história que ao longo dos tempos a lista dos pecados capitais sofreu alterações e até foi reduzida. Desde o século XIII são sete:  soberba, avareza, luxúria, ira, gula, inveja e preguiça. Mas não é essa lista que nos interessa aqui, e sim os pecados capitais do Fiat Cronos. Aparentemente, o Cronos cometeu pelo menos três pecados capitais ao chegar ao mercado. E esses pecados não têm nada a ver com os pecados da esfera religiosa, mas sim com os poderosos mandamentos ditados pelo mercado consumidor.

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O Fiat Cronos é um carro muito bom. Ele entrou na família Fiat para substituir, de uma só vez, o Linea e o Grand Siena. Sua missão era clara: tornar a Fiat competitiva num mercado onde nunca se deu muito bem. Baseado no Argo , o Cronos estreou bem e rapidamente conquistou elogios dos especialistas por seu design, seu comportamento dinâmico e a possibilidade de vir com os motores 1.3 e 1.8.

Mesmo assim, o Cronos entrou no último trimestre do ano num pífio 32º lugar no ranking dos carros de passeio. Considerando os 15 carros de seu segmento (sedãs pequenos e compactos), o Cronos está na oitava colocação, com 16.266 emplacamentos. Perde para Chevrolet Prisma (65.415), Ford Ka Sedan (36.500), VW Virtus (34.151), Hyundai HB20S (26.105), VW Voyage (23.494), Toyota Yaris (21.743) e Renault Logan (18.266).

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Se serve de consolo, em setembro ganhou do Logan por 88 carros, mas perdeu para todos os citados. Entre os carros que o Fiat Cronos bate, estão o Chevrolet Onix Plus (acabou de estrear), Caoa Chery Arrizo 5 (não tem produção em grande volume) e o Chevrolet Cobalt (em fim de linha). Portanto, o Cronos só bate mesmo o Nissan Versa, o Toyota Etios, seu irmão Grand Siena (que ressuscitou por algum tempo) e o Honda City (muito mais caro).

Como disse, o Cronos é um bom carro. Eu o compraria. Mas o mercado o rejeita, e acho que a razão não está nem Foro de São Paulo nem nas políticas de Donald Trump, para citarmos dois motivos, à direita e à esquerda, que são comumente usados no Brasil atual para justificar quando as coisas não dão certo. A razão, meus amigos, está nos três pecados capitais do Fiat Cronos.

Os pecados capitais do Fiat Cronos

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O câmbio automatizado de embreagem simples definitivamente não é a melhor opção para um público cada vez mais exigente.

O primeiro pecado capital do Cronos foi ter mantido a distância entre-eixos no mesmo tamanho do Fiat Argo. O Cronos foi lançado praticamente junto com o VW Virtus, e uma das diferenças do sedã da Volks é que ele se aproveitou da plataforma modular para ser maior do que o Polo, seu irmão de linha. Bem, eu nunca ouvi falar que a FCA poderia ter feito o mesmo na linha Argo/Cronos, mas no avião que nos trouxe de Córdoba (Argentina) depois do lançamento do Cronos, sentei ao lado do diretor técnico da Fiat na ocasião, Claudio Demaria. Ele me disse que a Fiat poderia ter aumentado o entre-eixos do Cronos, mas decidiu não fazê-lo. Motivo: economia de custos.

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Curioso que naquele evento a Fiat disponibilizou um Prisma, um HB20S e um Etios. Mas, vejam só, as novas gerações do HB20S e do Prisma (rebatizado de Onix Plus ) vieram maiores do que eram. Ou seja: o Cronos perdeu a briga pelo espaço. Para além disso, ficou caracterizado como um carro do segmento B, enquanto seus principais concorrentes migraram para o B+. Traduzindo: optaram por ser maior, seguindo uma tendência de aumento dos carros. O mercado, aliás, comprova que só o Cronos errou. Segundo a Fenabrave, na comparação de 2019 com 2018, as vendas de sedãs compactos, o B+, cresceu de 4,0% para 4,9%, enquanto de sedãs pequenos, o B (caiu de 14,3% para 13,6%).

O segundo pecado capital do Cronos é o motor. Seus principais concorrentes utilizam motor turbo, mas a Fiat ainda equipa o Cronos com motores naturalmente aspirados. Enquanto não vier a nova família de motores, o Cronos, com seus motores 1.3 e 1.8, vai sofrer diante dos motores mais eficientes da concorrência. Por eficiência entenda-se mais potência com menos consumo.

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O Cronos oferece motor 1.3 e 1.8, mas todos são aspirados, enquanto a concorrência aposta em motores 1.0 turbo.

Finalmente, o terceiro pecado capital do Fiat Cronos é o câmbio automatizado de embreagem simples, o famoso GSR. É verdade que esse câmbio ficou melhor do que o antigo Dualogic, mas ainda assim ele está a léguas de distância dos câmbios automáticos de verdade usados pela concorrência. O novo Onix Plus, por exemplo, tem motor 1.0 turbo com câmbio automático de seis marchas. O Cronos, coitado, só oferece a transmissão automática (muita boa por sinal, de seis marchas) nas versões topo de linha, com motor 1.8. Ou seja: só para o consumidor mais abonado.

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Já a versão 1.3, que é a de melhor relação custo-benefício do Cronos, só vai bem com o câmbio manual. O motor até faz sua parte, mas ninguém mais no Brasil quer transmissão manual. Então, nessa versão, a única opção do Cronos é o automatizado GSR, que dá trancos a cada mudança de marcha e ainda é mais caro do que o carro equipado com a caixa manual. 

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Infelizmente, essa é a sina atual do Fiat Cronos . Um carro muito bom, bem construído, bem desenhado, gostoso de guiar na versão 1.8, com posição elevada como gosta o consumidor atual, com acabamento caprichado, ótimo porta-malas, suspensão acertadinha, um painel primoroso, com uma das melhores conectividades do mercado e um quadro de instrumentos matador (o melhor de todos), porém com alguns pecados que o deus mercado não perdoa. Que a Fiat corrija logo esses problemas e dê uma carreira de sucesso ao Cronos, porque ele merece.

Fonte: IG Carros
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