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Saúde

Hemorróidas: saiba quais os sintomas, as causas e os tratamentos disponíveis

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Women's Health

Este pode até ser um assunto que não te deixe tão confortável, mas se você chegou até aqui, provavelmente precisa se informar sobre os principais sintomas e causas das hemorroidas. De acordo com André Augusto, cirurgião geral do Instituto Endovitta (SP), a vergonha em falar sobre esse tema é um dos principais motivos pelos quais a doença costuma ter diagnóstico demorado, tornando o tratamento mais difícil.

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Sente dor quando vai ao banho? Você pode ter hemorroidas; veja quais as causas, os sintomas e os tratamentos da condição

Mas não existem motivos para isso! Pesquisas realizadas nos Estados Unidos apontam que 10,5 milhões de pessoas sejam portadoras de hemorróidas . Além disso, estima-se que apareça 1 milhão de casos novos ao ano. Abaixo, o profissional esclarece os principais tópicos sobre o assunto. Confira!

Sintomas das hemorróidas

André explica que essa patologia se caracteriza pela inflamação no tecido que reveste o canal anal, impedindo o sangue de passar nessa região: “Isso faz com que a veia fique dilatada, inchada, dolorida e sangrando.”

Com isso, os principais sintomas da doença são o sangue no papel higiênico após a limpeza, dor ao evacuar e inchaço ao redor do ânus. “É possível também que a pessoa sofra com coceira, dificuldade para defecar e dor anal, que pode surgir ao andar ou sentar”, indica.

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Vale ressaltar que existem dois tipos de hemorroidas. A interna acontece quando as veias ficam dentro do ânus ou na parte inicial do reto. Já a externa é quando o inchaço se projeta para fora, podendo ser identificada facilmente.

Causas e diagnóstico das hemorróidas

Estas são algumas das causas consideradas responsáveis pelo aparecimento da doença: genética ou hereditariedade, esforço para evacuar, esforço físico excessivo, infecções anais, permanecer por longo período sentado e dietas pobres em fibras. Fatores como idade, gravidez, obesidade, prática do sexo anal e histórico familiar também podem facilitar seu aparecimento.

Geralmente, o diagnóstico é feito a partir da análise da região anal do paciente, onde são observadas as anormalidades no canal anal e no reto. “Em muitos casos, pedimos um exame de sangue oculto nas fezes. Outros testes como anuscopia, retossigmoidoscopia e colonoscopia também podem ser solicitados”, explica André.

Possíveis tratamentos

Em alguns casos, é possível tratar as hemorroidas com métodos caseiros como banhos de assento com água morna de 10 a 15 minutos, uso de roupas íntimas de algodão, evitar segurar a vontade de evacuar, não fumar, evitar coçar a área e ingerir bastante fibras e água. Além disso, o uso de analgésicos, anti-inflamatórios e pomadas com corticóides para redução de dor e inchaço pode ajudar.

“Contudo, caso os sintomas da doença persistam, é necessária a intervenção cirúrgica minimamente invasiva”, indica André. “Existem, ainda, os tratamentos alternativos como a coagulação infravermelha e a ligadura elástica”, completa.

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A coagulação infravermelha é um tratamento não-cirúrgico. Nele, é introduzida uma pequena sonda acima da hemorróida, por onde e a luz infravermelha é aplicada. Inicia-se, assim, o processo de coagulação dos vasos que levam sangue a região, fazendo com que elas encolham.

O processo de diminuição dos tecidos pode levar algumas semanas. A ligadura elástica, por sua vez, é um procedimento para diminuir o calibre das veias com melhora dos sintomas das hemorróidas .

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Perdi a minha carteira de vacinação, e agora? Veja o que você deve fazer

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A carteira de vacinação é um documento extremamente importante para o cidadão. Ela comprova que o indivíduo está com a imunização em dia e deve ser guardada junto a outros documentos pessoais, tal qual uma certidão de nascimento.

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Seringa e curativo sobre uma carteira de vacinação com a dose de sarampo assinalada arrow-options
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Caso perca a sua carteira de vacinação, é preciso recuperá-la num posto de saúde ou tomar as vacinas novamente

Mas o que fazer se você perder a carteira de vacinação ? Segundo o Ministério da Saúde, basta ir ao posto no qual você foi vacinado para resgatar o histórico de imunização e obter a segunda via do seu documento.

Isso é possível graças à implantação do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) nas salas de vacinação de unidades de saúde municipais por todo o país.

No caso de pacientes que obtiveram uma ou mais vacinas na rede de saúde privada, a recomendação do Ministério da Saúde é semelhante. Só é preciso se dirigir ao hospital ou clínica no qual você tomou a dose da vacina  e resgatar o seu histórico.

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O que fazer se não conseguir recuperar sua carteira de vacinação

Mas nem sempre você se lembra ou sabe todos os lugares onde tomou vacina ao longo da vida e, com isso, acaba se tornando impossível recuperar todos os registros. Quem não conseguir resgatar o histórico de vacinação  deve atualizar a sua situação vacinal. Isso significa que a pessoa deve ir a uma das unidades de saúde que conhecer e tomar todas as vacinas recomendadas para sua faixa etária no Calendário Nacional de Vacinação .

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Adotando essas medidas, você volta a ter sua carteira de vacinação em mãos e atualizada. 

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Ficar sentado por mais de nove horas e meia aumenta chances de morte prematura

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Ficar sentado por mais de nove horas e meia por dia aumenta o risco de morrer de forma prematura. Isso é o que sugere um estudo publicado no British Medical Journal (BMJ). Por outro lado, aqueles que são mais ativos têm até 70% menos probabilidade de morrer cedo. Os cientistas analisaram dados de mais de 36 mil adultos com idade média de 62 anos.

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Costuma ficar sentado por muito tempo? Se for sim, é melhor rever esse hábito, que pode levar à morte prematura

A pesquisa classificou os níveis de atividade dos participantes e quase 6% deles morreram durante um período médio de acompanhamento de seis anos. O resultado apontou que houve cerca de cinco vezes mais mortes entre os menos ativos, em comparação com aqueles que se movimentaram mais.

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O professor Ulf Ekelund, da Escola Norueguesa de Ciências do Esporte, em Oslo, liderou o estudo. “Nossos resultados fornecem evidências científicas claras de que níveis mais altos de atividade física – independente do nível de intensidade – e menos quantidade de tempo sedentário estão associados a um risco menor de mortalidade prematura”, diz o relatório. 

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Os pesquisadores dizem que os resultados fornecem dados importantes para campanhas de saúde pública e sugerem a mensagem deve ser: “sentar menos e se mover mais e mais vezes”. Para o estudo, eles usaram acelerômetros, sensores de movimento que servem para medir a atividade dos participantes.

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Como conclusão, os cientistas apontam que, mesmo que os exercícios sejam feitos de forma leve, eles trazem benefícios à saúde. Entre as atividades, vale até mesmo as tarefas domésticas, como tirar pó dos móveis e lavar louça. Por isso, é importante deixar o sedentarismo de lado para poder viver mais e não deixar a morte chegar mais cedo.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Roséola é comum durante a infância; saiba os sintomas e quais cuidados ter

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O exantema súbito, conhecido como roséola, é uma das doenças mais comuns durante a infância. Normalmente, a infecção viral afeta crianças entre seis meses e um ano de idade, mas pode surgir até os seis. Quando ela aparece, muitos pais e responsáveis costumam ficar preocupados. No entanto, não é preciso entrar em desespero.

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A roséola é uma infecção viral em que a criança apresenta febre, manchas vermelhas pela pele e outros sintomas

Conforme explica Patricia Rezende, pediatra do Grupo ProntoBaby, a roséola é uma doença benigna. “Ela é, geralmente, ocasionada pelo Herpesvirus 6 (HHV6) ou o Herpesvirus 7 (HHV7), mas também pode ocorrer após infecção por outros vírus, como adenovírus e enterovirus”, destaca a profissional.

Sintomas da roséola

Os principais sintomas da roséola são três a cinco dias de febre alta, que desaparece subitamente, e manchas vermelhas pelo corpo que surgem assim que a febre acaba. “Ela pode chegar a 39ºC/40ºC”, destaca Cristiane de Oliveira Breda, pediatra da Cia. da Consulta.

Além disso, dor de garganta moderada, nariz escorrendo, tosse, olhos inchados e avermelhados, diminuição do apetite, diarreia não tão intensa e irritabilidade são outros sinais. “Inicialmente, essa doença é facilmente confundida com um quadro de resfriado ou gripe”, aponta Cristiane. 

No entanto, no caso da exantema súbito, cerca de 12 a 24 horas depois que a febre some, a pele fica avermelhada por até sete dias em diversas regiões do corpo, com placas que, geralmente, não coçam. “Como é uma doença benigna que caminha para a cura espontaneamente, os sintomas tendem a desaparecer no decorrer dos dias”, ressalta Patricia.

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Transmissão e diagnóstico

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A transmissão da doença infecciosa é pelo ar e, por isso, é importante ter alguns cuidados no dia a dia para preveni-la

O vírus pode ser transmitido pelo contato direto com os fluídos corporais, como gotículas de saliva, secreção, espirro e tosse durante a fase febril da doença. “É bastante infecciosa e altamente transmissível”, alerta a pediatra do Grupo ProntoBaby. A contaminação pode ocorrer também por compartilhamento de canudos, copos e outros itens.

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Já em relação ao contágio, é bastante comum em bebês que frequentam os mesmos ambientes. “O vírus também pode ser repassado por um portador que não esteja com os sintomas da doença, como um adulto, por exemplo”, pontua Patricia. 

De acordo com Cristiane, o diagnóstico é clínico. “O médico vai ouvir a história, examinar a criança e diagnosticar que é roséola”, afirma. No entanto, um exame sorológico pode ser solicitado em caso de dúvidas para confirmar a doença. 

Como é feito o tratamento?

Para o tratamento, apenas os sintomas são tratados. Assim, são indicados medicamentos para controlar a febre e o desconforto da criança. “Além disso, indicamos a ingestão de líquidos para garantir uma boa hidratação e repouso do paciente. As manchas na pele se resolvem por si só. Em casos graves, a criança deve retornar ao pediatra”, destaca Patricia.

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Recomendações importantes

Algumas medidas simples, como a higienização das mãos da criança com água e sabão ou gel antisséptico e dos utensílios de uso pessoal e brinquedos, ajudam a prevenir a disseminação da doença. “É preciso adotar bons hábitos de higiene e evitar o contato com outras crianças que estejam com a doença”, destaca Patricia.

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Pelo fato da roséola ser viral, é importante destacar que, enquanto a criança apresentar os sintomas, a recomendação é que ela não frequente creches, escolas ou qualquer outro ambiente fechado e com aglomeração de pessoas. 

Fonte: IG Saúde
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