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Carros e Motos

Honda NXR 160 Bros 2019 chega com mudanças por R$ 12.250

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Honda NXR 160 Bros é uma das opções de on/off no catálogo da marca japonesa
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Honda NXR 160 Bros é uma das opções de on/off no catálogo da marca japonesa

Destaque nacional na categoria das motocicletas on/off, a Honda NXR 160 Bros chega à versão 2019 com nova opção de cor e grafismos inspirados nos modelos aventureiros da linha CRF . Partindo de R$ 12.250, continua integrando painel digital, bagageiro associado às alças laterais e farol de policarbonato com refletor multifocal envolto em carenagem.

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A Honda NXR 160 Bros também surge com freios a disco nas duas rodas, com sistema Combined Brake System. Ao acionar o pedal de freio traseiro, aproximadamente 30% de sua carga será direcionada para o eixo dianteiro. O motor monocilíndrico, a ar, de quatro tempos tem comando único de válvulas no cabeçote, atuando em balancins coletados. De acordo com a fabricante, são 14,7 cv de potência com etanol e 14,5 cv na gasolina, sempre a 8.500 rpm. O torque é de 1,60 kgfm com etanol e 1,46 kgfm na gasolina a 5.500 rpm, enquanto o câmbio continua sendo de cinco matchas.

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A fabricante diz que o chassi semiduplo de tubos, em conjunto com a suspensão de longo curso, oferece resistência e durabilidade. A NXR 2019 deixará as concessionárias apenas com pneus mistos Pirelli MT60, que suportam qualquer condição de piso.

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Satisfeita com o desempenho da aventureira em vendas, a Honda ressalta que a NXR 160 Bros é a recordista em sua categoria desde que foi apresentada, em janeiro de 2015. De seu lançamento até a metade de 2018, foram exatas 511.588 unidades vendidas. A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem.

Honda NXR 160 Bros e CB Twister


Tal como a Honda NXR 160 Bros, a CB Twister da linha 2019 passa a ser oferecida na nova cor laranja
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Tal como a Honda NXR 160 Bros, a CB Twister da linha 2019 passa a ser oferecida na nova cor laranja

A nova Honda NXR 160 Bros chega às lojas no mesmo mês da CB Twister que ficou um pouco mais em conta na linha 2019. A moto passa a ter desenho renovado com a inclusão de novas cores, entre as quais a laranja na versão ABS. Entre as novidades também se destaca a básica com freios CBS, cujo preço sugerido parte de R$ 13.990.

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Com motor monociclíndrico, de 4 tempos, de 250 cc de cilindrada, flex, que rende 22,6 cv e 2,28 kgfm de torque com apenas etanol no tanque. Além disso, o sistema de frenagem CBS desde a versão mais em conta facilita a pilotagem para os iniciantes equilibrando a ação dos freios dianteiros e traseiros.

No caso das versões topo de linha da CB Twister, os freios são do tipo ABS para impedir o travamento das rodas em qualquer condição. Sensores fazem a leitura da velocidade das rodas e controlam automaticamente a pressão do sistema hidráulico nas pinças de freio, mantendo o máximo poder de frenagem sem travamento das rodas, o que ajuda a manter a moto sob controle e a reduzir os espaços percorridos ao acionar os freios. No caso da Honda NXR 160 Bros , freios ABS não são ítem opcional.

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Cinco variações do novo Corolla que não temos no Brasil

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Motor Show

Recém-lançada no Brasil, a 12ª geração do Toyota Corolla chegou trazendo como destaque a versão com motorização híbrida flex . Mas o médio da marca japonesa segue disponível por aqui apenas na carroceria sedã e sem opções “pé de boi” ou aventureiras, como acontece no exterior. Confira a seguir cinco variações do Corolla que não temos no Brasil.

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Corolla L

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O Toyota Corolla L é o modelo “basicão” dos Estados Unidos, com rádio simples e motor 1.8

Abandonada na geração atual do sedã médio, uma versão básica do Corolla ainda é oferecida nos Estados Unidos. Com preço de tabela de US$ 19.600 (cerca de R$ 81.600), o Corolla L usa um motor 1.8 de e traz itens como rodas de aço, rádio simples e um motor 1.8 de 141 cv.

Hatch híbrido 2.0

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A categoria dos hatches médios está em baixa no Brasil. Correspondem a 0,6% do mercado nacional

Na Europa, a Toyota oferece uma variação do Corolla Hatch híbrido que combina o motor 2.0 a gasolina com um propulsor elétrico, desenvolvendo a potência combinada de 180 cv. Com este conjunto, o médio acelera de 0-100 km/h em 7,9 segundos e obtêm uma média de consumo combinado de até 27,78 km/l.

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Sedã 4×4

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Sedãs médios 4×4 são inexistentes no mercado brasileiro

No Japão, o sedã é oferecido numa configuração híbrida 4×4. Mesmo sistema oferecido no Prius vendido no exterior , traz um motor elétrico responsável por tracionar as rodas traseiras, atuando em condições de baixa aderência ou em arrancadas.

Touring

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Que tal uma perua do Toyota Corolla? A bela Touring é rival da VW Golf Variant e Peugeot 508 SW

Oferecida por aqui na 9ª geração, a station wagon do Corolla deixou uma legião de fãs órfãos no mercado brasileiro. Mas a perua do modelo ainda está disponível no exterior, onde atende atualmente pelo nome de Corolla Touring.

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Touring “Trek”

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O Touring Trek é uma versão aventureira, com rack de teto e visual off-road

Além das variações normais, a Corolla Touring é vendida na Europa na versão Trek, que se destaca pela suspensão elevada em 20 mm e pelos detalhes de acabamento com estética aventureira.

Fonte: IG Carros
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Toyota Corolla é o primeiro híbrido nacional. Confira detalhes no vídeo

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O novo Toyota Corolla 2020 é o primeiro carro hibrido fabricado no Brasil e também o primeiro hibrido flex produzido no mundo e acaba de chegar ao mercado nacional. Além do hibrido, com motor 1.8 a combustão e mais dois motores elétricos, a 12 geração do Corolla chega em mais duas versões, GLI e XEI, ambas com o novo motor 2.0 flex com injeção direta de combustível e 169 cavalos de potencia, também de produção nacional.

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Nestas duas versões, que custam R$ 99.990 para a de entrada, GLi e R$ 110.990, a XEi, o câmbio também é novo, um CVT de 10 marchas. A versão topo de gama do Toyota Corolla é a Altis, que pode ser configurada tanto como hibrido como só com motor a combustão, 2.0. Ambas custam R$ 124.990. As versões a combustão tem 5 anos de garantia e a hibrida, oito anos.

A Nova Geração do Corolla ainda conta com novo design, mais robusto e esportivo, mais itens de tecnologia e conforto, além do pacote de segurança ativa Toyota Safety Sense, que faz dele o sedã médio com mais itens de segurança do Brasil.

O Corolla 2020 ganhou um desenho externo renovado, com aspecto mais elegante, robusto, dinâmico e esportivo. Com sua nova plataforma, passa a ter um centro de gravidade mais baixo, o que contribuiu para uma silhueta mais aerodinâmica e maior fluidez em suas linhas.

Na frente, destaca-se a forma trapezoidal das laterais do para-choque que circundam a grade frontal inferior. A grade dianteira superior é conectada aos faróis de desenho longo e angular, que, por sua vez, alongam-se até as laterais do veículo, dando-lhe um caráter mais dinâmico.

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Toyota Corolla da nova geração mantém o conservadorismo de seu público, mas adiciona visual mais arrojado

Na traseira, o desenho das lanternas está em harmonia com o porta-malas, enquanto o para-choque pronunciado de design moderno possui vincos marcantes que expressam uma postura ampla e robusta e transmite sensação imponente. O design trapezoidal reverso do porta-malas e a queda acentuada nos cantos do para-choque procuram obter uma impressão unificada entre o design dianteiro e traseiro, criando assim uma aparência harmoniosa em todo o veículo.

Os novos faróis dianteiros com regulagem de altura e sistema automático de iluminação são de halogênio nas versões GLi e XEi em formato de três “J”, complementados pelas luzes diurnas DRL em LED colocadas abaixo da linha cromada que percorre toda a frente do veículo. Para a versão Altis, os faróis Bi-LED possuem desenho em formato de dois “J” com DRL que acompanha o mesmo design. A versão híbrida ainda possui acabamento na cor azul.

Uma das novidades do Novo Corolla 2020 é o teto solar elétrico de série para a versão Altis 2.0L Dynamic Force ou como opcional no pacote Premium para a versão Altis híbrida.
O interior do Novo Corolla 2020 foi completamente renovado. O design do painel de instrumentos visa uma sensação de amplitude e abertura que, combinada com o console central, oferece uma distribuição ideal do espaço com um caráter minimalista.

Equipamentos

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Sedã médio agrega conectividade e acabamentos com mais qualidade

O volante de três raios com controles de áudio e computador de bordo tem acabamento em couro e possui aletas para troca de marcha (paddle shift) nas versões XEi e Altis com motor 2.0L Dynamic Force.

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O painel de instrumentos nas versões com motor 2.0L Dynamic Force conta com três mostradores, um circular, no centro, onde é possível visualizar o velocímetro e o nível de combustível; um semicircular do lado esquerdo, onde o motorista exibe o conta-giros e o termômetro do motor, e uma tela de TFT de 4,2” colorida do lado direito que mostra o computador de bordo, com informações como indicador de marcha, consumo de combustível, hodômetro, autonomia etc.

Já a versão Altis híbrida possui uma tela TFT de 7” digital e colorida, no centro do painel, exibindo o velocímetro e informações do computador de bordo. Enquanto o semicírculo do lado esquerdo possui um indicador do sistema híbrido, no lado direito é possível visualizar a informação de combustível e temperatura do motor.

Vem com a central multimídia Toyota Play com tela sensível ao toque de 8”, rádio AM/FM, função MP3, entrada USB, Bluetooth, conexão para smartphones e tablets com Android Auto, Apple CarPlay e SDL.

O Novo Corolla é o sedã médio com mais itens de segurança, com sete airbags, freios ABS com BAS e EBD, câmera de ré com linhas de distância com projeção na central multimídia, sistema ISOFIX para fixação de cadeirinhas no banco traseiro com ancoragem de três pontos, controle de estabilidade (VSC), tração (TRC) e assistente de partida em rampa (HAC), dentre outros.

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A versão Altis 2.0L Dynamic Force vem com o exclusivo pacote de segurança ativa Toyota Safety Sense, que inclui Sistema de Alerta de Mudança de Faixa, Controle de Velocidade de Cruzeiro Adaptativo (ACC), Farol Alto Automático, e Assistente de Pré-Colisão com alerta sonoro e visual e, se necessário, frenagem automática.

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O novo motor a combustão 2.0L Dynamic Force de quatro cilindros em linha e 16 válvulas conta com comando de válvulas variável inteligente VVT-iE que, por meio de um motor elétrico, modifica os tempos de abertura das válvulas de admissão. Ele ainda vem com um novo sistema de injeção direta e indireta de combustível D-4S que adapta a injeção às condições de direção, oferecendo mais potência e menor consumo de combustível.

O novo motor 2.0L Dynamic Force é 15% mais potente e 9% mais eficiente do que o motor da geração anterior. É o motor mais potente que já equipou um Corolla. Gera 169 cavalos de potencia com etanol.

Também tem uma inédita transmissão Direct Shift de 10 marchas, que proporciona a suavidade de uma transmissão CVT convencional com uma sensação de aceleração direta.
O inédito sistema do Corolla híbrido que combina três motores, dois elétricos e um a combustão com tecnologia flex e transmissão hybrid transaxle é a maior novidade da Toyota, afinal, este é o primeiro híbrido flex do mundo.

O sistema híbrido da Toyota, nesta nova geração do Corolla, combina um motor a gasolina de 1.8L VVT-i 16V com 101 cv de potência quando abastecido com etanol, e 98 cv, quando abastecido com gasolina, Esse motor funciona em conjunto com dois motores elétricos de 72 cv de potência, garantindo aceleração suave e excelente conforto ao rodar em qualquer tipo de condução.

A transmissão Hybrid Transaxle do Toyota Corolla , praticamente elimina perdas e atritos. Este tipo de transmissão entrega uma aceleração mais linear, que reduz ou aumenta continuamente as marchas de acordo com a demanda do motor, sem desperdiçar energia, contribuindo para a eficiência de combustível.

Fonte: IG Carros
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Veja 5 carros projetados por Anísio Campos, que faleceu aos 86 anos

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Anísio Campos arrow-options
Reprodução

Anísio Campos esteve na linha de frente da indústria automotiva, na era dos fora de série

O saudoso Anísio Campos, pai do Puma DKW, faleceu esta semana aos 86 anos. Ao lado de Marcio Piancastelli, é lembrado como um dos grandes designers da indústria brasileira. Entre 1960 e 1990, a época em que veículos fora de série entraram em evidência, assinou a criação de mais de quinze modelos.

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Apaixonado por design, Anísio também se arriscou nas pistas. Fez parte da geração que ficou marcada na Era de Ouro do Automobilismo Brasileiro, ao lado de Bird Clemente, Luis Pereira Bueno e Emerson Fittipaldi. Como tributo, a reportagem do iG relembra 5 carros que fizeram parte da trajetória de sucesso de Anísio Campos .

1 – Puma DKW

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Renato Bellote/iG

Criação de Campos, o Puma DKW foi é uma das grandes raridades nacionais dos dias de hoje

Por que não começar pelo carro de maior sucesso desenhado por Anísio? Apresentado durante o Salão do Automóvel de 1966 – dividindo as atenções com Ford Galaxie e Aero Willys – o Puma DKW caiu no gosto do brasileiro pelo design inspirado no GT Malzoni das pistas. O público comum finalmente poderia ter um “carro de corrida” na garagem.

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Ele era montado com motor de três cilindros (sim, nos anos 60) de 981 centímetros cúbicos, com 60 cv de potência e tração dianteira. Apenas 125 unidades foram produzidas antes da DKW Vemag ser comprada pela Volkswagen. É um dos carros nacionais mais raros da atualidade.

2 – Dacon 828

Dacon 828 arrow-options
Divulgação

Dacon 828 foi um subcompacto com motor do Fusca 1.600. A lanterna traseira veio da Kombi

Quando falamos da categoria dos “supermini nacionais”, é normal lembrar do saudoso Gurgel. Mas Anísio Campos também teve sua glória ao desenhar o pequeno 828 para a Dacon. Vendido entre 1982 e 1986, o subcompacto de apenas 2,5 metros montado sobre rodas aro 10 não foi um grande exemplo de sucesso. Apenas 46 unidades foram vendidas.

O motor 1.6 Boxer de quatro cilindros foi emprestado pelo Volkswagen Fusca, acoplado ao câmbio manual de quatro marchas. Entre suas principais características, as portas dianteiras foram “recortadas” para evitar que o 828 raspasse na calçada. Unidades bem conservadas variam entre R$ 45 mil e R$ 60 mil nos classificados online. Raridade, não?

3 – Vemag Carcará

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Reprodução/Vemag

Executivos posam ao lado do recordista Carcará

Antes da Vemag ser adquirida pela Volkswagen em 1966, o presidente da marca, Jorge Lettry, sugeriu que Anísio Campos desenhasse um modelo para ficar na história – como um legado da empresa que deixaria de existir na metade daquele ano. O objetivo era bater o recorde brasileiro e sul-americano de velocidade com um veículo aerodinâmico. Eis que nascia o Carcará.

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Com chassi tubular e trans-eixo de DKW, o Carcará conseguiu atingir 214 km/h, ficando abaixo da previsão inicial de 230 km/h. Nada mal, considerando o motor de apenas 105 cv de potência que era capaz de girar até 7.000 rpm.

4 – PAG Nick

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Reprodução/Instagram

Rara unidade do PAG Nick durante encontro de entusiastas automotivos da Volkswagen

Motor 2.0 de 121 cv do Gol GTi , estrutura de Saveiro e lanternas de Quantum. O PAG Nick foi um fora de série com personalidade! Com opções de dois e quatro lugares, sua produção foi muito abaixo das expectativas pelo alto preço. Em tempos menos informatizados, estima-se que apenas 200 unidades foram produzidas.

O PAG – abreviação para Projects d’Avant Garde (projetos de vanguarda) – foi descontinuado em 1990. Com a abertura das importações na Era Collor, um veículo fora de série e caro como ele já não faziam mais sentido no mercado que ganhava competitividade.

5 – Engerauto Topazzio

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Misto de picape e esportivo, Engerauto Topazzio era feito com base na Ford Pampa por uma concessionária

A Engerauto foi criada no final de 1983, e inicialmente administrava algumas concessionárias Ford na capital paulista. Seguindo o exemplo da Dacon, logo surgiram os primeiros fora de série com base nos veículos da marca americana. O mais conhecido entre eles é o Topazzio, feito com base na picape compacta Pampa.

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Anísio Campos foi ousado. Sua intenção era projetar um esportivo que ainda mantivesse as características de caminhonete – logo, optou por deixar uma pequena caçamba aparente. Entre as soluções mais absurdas, ferramentas e macaco foram alojados dentro do para-lama esquerdo. A Engerauto continuou fabricando veículos pesados, até o encerramento de suas atividades.

Fonte: IG Carros
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