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Mato Grosso

Indígenas propõem soluções para valorização da floresta em pé

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Em um esforço inédito que reuniu 1.500 pessoas em oito oficinas em diversos pontos do Estado, os indígenas entregaram ao Governo de Mato Grosso a proposta do Subprograma Territórios Indígenas a ser financiado pelo Programa REM, projeto internacional que premia as jurisdições que mais reduziram o desmatamento nos últimos anos. A entrega foi feita durante assembleia da Federação dos Povos Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT) que reuniu mais de 500 pessoas realizada na última semana Parque Indígena do Xingu. Por meio do programa, os povos indígenas poderão acessar cerca de R$ 23 milhões em cinco anos para implantação de políticas socioambientais.

Para chegar a proposta construída com a participação de representantes de 42 povos indígenas, as lideranças, comunidades, instituições governamentais e não-governamentais buscaram responder questionamentos sobre a viabilidade de se manter a floresta em pé e quais os obstáculos precisarão ser enfrentados. Os encontros foram realizados em aldeias nos municípios de Barra do Garças, General Carneiro, Porto Esperidião, Brasnorte, São Félix do Araguaia, Paranatinga, Peixoto de Azevedo e Gaúcha do Norte.

Ao longo do processo, os indígenas definiram nove temas prioritários que abrangem desde a formação de lideranças e organizações indígenas, gestão do território, fortalecimento sociocultural, até a busca por mecanismos para garantir a participação dos povos nativos nos processos de tomada de decisão, melhorias nas infraestruturas das aldeias. O documento entregue pelo cacique Aritana Yalawapiti, líder mais respeitado do Alto Xingu e anfitrião do encontro, também prevê ações para promoção da equidade de gênero, melhorias na qualidade ambiental dos territórios indígenas, vigilância e monitoramento, bem como ações para soberania alimentar.

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O secretário de Estado de Meio Ambiente, André Baby, destaca que o recebimento das propostas criadas pelos indígenas é um momento histórico para Mato Grosso. “Este é um processo de empoderamento dos povos indígenas de Mato Grosso, em que são respeitadas as necessidades, demandas e aspectos socioculturais das comunidades”, reforça.

A assessora da Fepoimt Fepoimt e liderança bakairi, Eliane Xunakalo, concorda: “Nunca uma consulta a nós foi feita com esse cuidado a nossas identidades e tradições. Agora esperamos que o Governo do Estado respeite nossa autonomia e protagonismo na implementação do programa”. O processo de construção participativa baseou-se nas disposições da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que determina que os povos interessados devem sempre ser consultados sempre que medidas legislativas ou administrativas os afetar diretamente.

Atualmente existem em Mato Grosso 43 povos indígenas, falantes de 35 línguas distintas, além de cerca de 9 povos isolados. “No início do projeto, nosso maior desafio foi despertar o interesse das comunidades em participar das discussões e por isso regionalizamos as oficinas. Por fim percebemos que a ideia foi abraçada. Percebemos que houve muito por parte dos indígenas para construção do documento”, comemora o superintendente de Assuntos Indígenas da Casa Civil, Felisberto Cupudunepá Junior, indígena do povo Balatiponé/ Umutina.

Governança

A proposta de Subprograma Territórios Indígenas entregue ao Governo de Mato Grosso segue agora para as instâncias de governança e decisão colegiada. Após a aprovação do Conselho Gestor de REDD e Comitê do Programa REM, a proposta será incorporada ao documento de repartição de benefícios e encaminhado ao banco KfW. Os indígenas também irão formar uma comissão técnica que irá discutir o detalhamento das ações propostas. “ Esse material vai muito além do Programa REM. Temos aqui subsídios para construção de políticas públicas ambientais a partir das necessidades e demandas da base”, projeta a coordenadora do Programa REM na secretaria de Estado de Meio Ambiente, Lígia Vendramin.

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As oficinas foram realizadas pela FepoimT, com o apoio técnico e facilitação do Instituto Centro de Vida (ICV) e da GIZ. O Governo de Mato Grosso acompanhou as ações e forneceu as informações necessárias para a construção do projeto.

Lígia Vendramin/Sema-MT

Enfrentamento às mudanças climáticas

O Programa REM é um projeto que premia países e estados pioneiros no combate ao desmatamento na Amazônia. Mato Grosso irá receber dos governos da Alemanha e do Reino Unido 22 milhões de libras e 17 milhões de euros, cerca de R$ 180 milhões na moeda atual, em um período de cinco anos. Os recursos serão repassados pelo banco alemão KfW e administrados pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e a previsão é que o primeiro desembolso seja feito em outubro de 2018.

Do valor destinado ao Estado, 40% será destinado ao fortalecimento institucional do governo de Mato Grosso. Os recursos serão investidos para complementar ações já realizadas pelo Estado para combater o desmatamento e valorizar a floresta em pé.  Já os outros 60% serão repartidos em quatro subprogramas, sendo, 17% para projetos de produção sustentável, 22% para povos indígenas, 41% para agricultura familiar e 20% para agricultura familiar e povos tradicionais em outros biomas.

O Programa REM está integrado ao Sistema Estadual de REDD+ [Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação florestal], com a Estratégia Produzir, Conservar, Incluir (PCI), e com o Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento e Incêndios Florestais (PPCDIF), contribuindo diretamente para o alcance das metas estabelecidas para conservação ambiental e redução do desmatamento.  “Chegamos até aqui graças a um trabalho coordenado da Sema que há quase uma década trabalha para a criação e consolidação do nosso Sistema de REDD. Desde então tivemos marcos importantes como a publicação da lei em 2013 e a obtenção dos recursos do Programa REM em na COP 23 na Alemanha”, reforça a coordenadora de Mudanças Climáticas e REDD+, Alcilene Freitas.

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Lígia Vendramin/Sema-MT

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Mato Grosso

Centenas de pessoas participaram da 1º feira realizada no Memorial Rondon

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Os expositores foram chegando devagar e em poucos minutos já ocupavam todoo o piso térreo da estrutura do Memorial Rondon, que fica no distrito de Mimoso (a 123 km de Cuiabá), em Santo Antônio de Leverger. Eles traziam produtos da agricultura familiar, artesanatos, utilidades domésticas e quitutes diversos para comercializar na 1ª Feira de Exposição e Venda de Artesanato e Produtos da Agricultura Familiar. O evento reuniu centenas de pessoas no sábado (25), e segue até domingo (26), a partir das 8h. Desde que o local foi reaberto, no começo deste mês, é a primeira vez que a comunidade utiliza o prédio.

Elenice da Silva Pinto, 64, é moradora da região do Aricá e conta que aprovou a ação, realizada por meio de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), prefeitura e câmara municipal. Ela trabalha com feltro, chinelos decorados e diz que não há muitos espaços para comercialização no município.

“Eu vou só na feira de Santo Antônio de Leverger, mas quero poder mostrar meu produto para pessoas de fora da cidade. Seria bom se esta feira fosse pelo menos duas vezes ao mês. Nos ajudaria muito porque chama os turistas”, declara.

Na barraca de Elenice, haviam brinquedos, chaveiros e enfeites costurados a mão. Ela também customiza chinelos e afirma que atualmente, os desenhos mais procurados são de girassol.

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Biscoitos e broinhas

O francisquito é certamente o biscoito mais procurado na barraca de Bete Lara, que tem uma pequena fábrica na cidade de Santo Antônio e atende além do município, a capital. Ela estava expondo na feira e fala que quando o público é regional, a preferência é certa.

Com relação aos demais produto que caíram no gosto dos fregueses, na avaliação do quituteira, está a goibinha, que encanta as crianças por causa do pingo de doce de goiaba no topo e o tradicional casadinho, tanto com recheio de goiaba como doce de leite.

Além das feiras, a empresária gosta de participar das festas, onde consegue também ter bons lucros.

Tanto Bete como Elenice tiveram o apoio da prefeitura e da câmara de vereadores para ir até o local. Ônibus foram disponibilizados pelo poder executivo e legislativo para fazer a coleta dos artesãos e produtores rurais.

O prefeito Valdir Pereira de Castro Filho diz que os moradores da região estão vendo com bons olhos a nova gestão estadual. Ele argumenta que nunca houve a inclusão da população pantaneira no espaço e atualmente, todos estão entusiasmados com a possibilidade do memorial se tornar um ponto de comercialização de produtos artesanais e da agricultura familiar e ainda da realização de festas e eventos, o que movimentará a economia local.

“Lembramos que o projeto está embrionário e os próximos passos estão ligados a oferta de serviços da assistência social e ainda a instalação, pelo menos uma vez ao mês, do gabinete itinerante da prefeitura, bem como atendimentos da Câmara Municipal de Vereadores de Santo Antônio de Leverger”.

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Para o secretário-adjunto de Turismo, Jefferson Moreno, apenas com o fortalecimento da parceria será possível tornar o memorial um aparelho útil dentro de toda a sua potencialidade. Ele lembra que desde o começo da gestão, houve uma série de obstáculos para a reabertura do local, mas todos foram transpostos. “Queremos que o prédio e suas funcionalidades sejam absorvidas pelos habitantes. Assim, os turistas terão uma pequena experiência do que é ser pantaneiro com atrativos culturais e o contato direto com as pessoas”.

A programação inclui ainda atrações musicais no final de tarde.

O projeto

Além da feira, o projeto contempla um espaço para exposições, que é gerido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer. Nele, está a exposição permanente em memória ao marechal Cândido Rondon, que recebeu mais de 200 pessoas desde a reabertura do local, em 5 de maio. 

Parceiros

São apoiadores no evento: Prefeitura de Santo Antônio de Leverger, Câmara Municipal de Santo Antônio de Leverger, Associação de Moradores de Mimoso, Associação de Amigos da Sala de Memória Rondon e Familiares, Escola Estadual Santa Claudina, Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer, Empaer e Correios.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Orquestra CirandaMundo exibe a Sinfonia do Novo Mundo nesta quinta-feira (30)

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A Orquestra Sinfônica CirandaMundo, sob regência do maestro Murilo Alves, sobe ao palco do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros no próximo dia 30 de maio, às 20h, para mais um concerto da Série Cerrado. A entrada é 1kg de alimento, entregue no dia da apresentação.

O repertório reserva a Sinfonia Nº. 9 em Mi menor (Op. 95), popularmente conhecida como Sinfonia do Novo Mundo, do compositor checo Antonín Dvorák, obra composta no ano de 1893 quando Dvorak já vivia nos Estados Unidos.

Organizada em quatro movimentos – Adagio, Allegro Molto; Largo; Scherzo: Molto vivace; Allegro con fuoco – a Sinfonia do Novo Mundo é a mais conhecida de Dvorák, tendo sua estreia no Carnegie Hall de Nova York, no mesmo ano em que foi composta, em comemoração ao quarto centenário da descoberta da América, fato que deu nome à obra.

“É curioso salientar que Dvorák escreveu essa obra-prima quando vivia nos EUA. Mesmo muito encantado com a América, é possível notar traços de suas raízes tchecas. Essa abundância de influências fica evidente em vários momentos, quando temas americanos dialogam com os eslavos e a obra apresenta um tom mais trágico. Não por acaso a escolha de um tom menor (mi menor) para dar base à sinfonia”, explica Murilo Alves.

Formada por professores e estudantes proeminentes do Instituto Ciranda – Música e Cidadania, A Orquestra Sinfônica CirandaMundo integra os jovens que mais se destacam durante as aulas e os proporciona experiências profissionais e práticas coletivas.

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“Hoje, a Orquestra Sinfônica CirandaMundo é uma das mais ativas do Estado. Com temporadas pré-definidas e repertórios sinfônicos bem elaborados, sua qualidade técnica e artística vem superando as expectativas a cada temporada. Estamos no caminho certo”, ressalta Murilo.

Instituto Ciranda

“Tocando vidas”, este é o lema adotado pelo Instituto Ciranda – Música e Cidadania que, há 16 anos ininterruptos, desenvolve um programa de educação musical dedicado a crianças e adolescentes em idade escolar. Em 2019, serão aproximadamente mil jovens atendidos em polos de ensino distribuídos pelo Estado. São eles: A sede em Cuiabá (bairros Boa Esperança), João Carro e Água Fria (zona rural de Chapada dos Guimarães), além do novo polo na cidade de Chapada, Rondonópolis (vale ressaltar que nesse polo já existe uma orquestra atuante no município), Poconé (em parceria como Sesc Pantanal) e o polo Prounim Unimed (em Cuiabá).

Parte das primeiras gerações de instrumentistas formada pelo Instituto Ciranda, hoje, ensina para novas gerações de músicos teoria e técnicas, leitura de partituras e prática em conjunto. “Acreditamos muito na música como instrumento de transformação social e, pensando assim, já estamos no 16° anos de atividades. Desde sua criação, em 2003, a instituição vem transformando vidas ao tempo em que forma novas plateias, novos instrumentistas, professores e cidadãos”, comemora o maestro Murilo Alves, presidente do Instituto. 

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O Instituto Ciranda – Música e Cidadania é um dos 32 Pontos de Cultura apoiados pelo Governo de Mato Grosso via Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer.

Serviço

Tema: Orquestra Ciranda Mundo exibe a Sinfonia do Novo Mundo

Local: Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros

Quando: 30/05 (quinta-feira)

Horário: às 20h

Quem pode participar: Livre para todas as idades/ Entrada 1Kg de alimento entregue no dia do concerto

Outras informações: (65) 3623-1239

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Calor cuiabano esquenta noite de friozinho no Palácio da Instrução

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O frio que chegou em Cuiabá não assustou aqueles que estavam interessados em uma noite cultural no centro da cidade, nesta sexta-feira (24.05). A segunda edição do Sarau das Letras, no Palácio da Instrução, manteve a proposta de diversidade artística e encantou o público com os shows de dança, música e humor, além de exposições literárias, doação de livros e vivência poética.  

A atração mais esperada da noite, o grupo de siriri Flor Ribeirinha, não decepcionou e garantiu a qualidade artística do espetáculo, mesmo levando menos músicos e dançarinos ao palco. “Esta foi uma síntese de algumas das nossas apresentações. Mas tudo que fazemos é com muito amor”, explicou a fundadora do grupo, Domingas Leonor da Silva, mais conhecida como Dona Domingas.

Encantada com a beleza e os movimentos da harmoniosa dança do Flor Ribeirinha, a fã Ana Paula Faleiros contou que garantiu presença no evento justamente para ver o grupo. “É sempre lindo”. Quem surpreendeu também foi o artista Vinícius dos Santos com a interação urbana ‘Memórias Barrentas de Barros’. Em um cenário de signos cuiabanos como o tacho, velas representando igrejas e francisquito, ele convidava o público a vivenciar uma experiência poética a partir da obra de Manoel de Barros e, desta forma, despertar sentimentos de identidade, pertencimento e valor da cultura regional.

O evento integrou a programação cultural do Fórum de Gestores Municipais, e contou com a participação do secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), Allan Kardec, e dos adjuntos Paulo Traven (Cultura) e Jefferson Neves (Esporte e Lazer), além de servidores da Secel e da Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça, responsável pela organização do Sarau das Letras.

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Na ocasião, o secretário Allan Kardec lembrou da proposta de diversidade cultural do evento e de fortalecimento do Palácio da Instrução como um espaço de difusão cultural. “Nesta edição tivemos a honra de contar com participação de artistas de diferentes regiões do Estado, gestores municipais que participaram do Fórum e aderiram à ideia do sarau. Esta já é a segunda edição, e nosso objetivo é sempre oferecer lazer ao cidadão por meio de projetos como este, que valorizam a memória, as diferentes linguagens da arte e as pessoas daqui”.

Entre as atrações do interior de Mato Grosso estavam o cantor Ciel, da dupla Maik e Ciel (Peixoto de Azevedo), João Viola (Terra Nova do Norte), além da Banda Balanço Novo (Várzea Grande) e a dupla de humor Bastião e Bastiana (Nossa Senhora do Livramento). Para o cantor Ciel, que ficou conhecido por apresentar-se no programa Raul Gil, a participação no Sarau foi uma oportunidade para mostrar o trabalho a um público diferente. Ele, que tem  mais de 20 anos de estrada, agradeceu pelo convite e disse estar feliz por representar seu município e receber o carinho dos  cuiabanos.

O evento contou ainda com uma participação da escritora e professora Marília Beatriz Figueiredo Leite, exposição de livros e projetos de acessibilidade da Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça, mostra de fotografias de Mario Friedlander sobre Vila Bela da Santíssima Trindade, participação da escritora Neide Silva  e lançamento do livro ‘Vale do Rio Cuiabá e suas belezas’ (organizador José Paulo Motta Traven).

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Para a gestora municipal Sandra Carvalho, de Alto Paraguai, o sarau foi uma grata surpresa, e um exemplo a seguir. “Quero parabenizar a Secel pela iniciativa inspiradora. Vou copiar o modelo e levar para minha cidade, principalmente por esta proposta de diversidade cultural e valorização dos artistas”. Por outro lado, o gestor Fábio Lima da Cruz, de Tangará da Serra, destacou a oportunidade de interação entre colegas. “Foi fundamental para socializar, trocar experiências e conhecer novos artistas”.

Serviço

O Palácio da Instrução é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel). Está localizado na rua Antônio Maria, nº 251, Praça da República, Centro de Cuiabá. O atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 18h. Para mais informações: (65) 3613-9240/9230.

Fonte: GOV MT
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