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Izabella Camargo, William Waack e mais: jornalistas demitidos de modo polêmico

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É comum que casos de jornalistas demitidos virem notícias, principalmente quando essa demissão acontece de maneira polêmica , como é o caso de William Waack, que teve seu contrato rescindido depois de ser acusado de racismo.

Leia também: Globo rescinde contrato com Izabella Camargo, que agradece carinho dos fãs


Jornalistas demitidos envolvendo polêmicas
Reprodução

Jornalistas demitidos envolvendo polêmicas

Assim como ele, muitos outros casos de jornalistas demitidos da TV já geraram muita polêmica. Pensando nisso, fizemos uma lista para relembrarmos alguns desses casos.

Izabella Camargo


Izabella Camargo
Reprodução/Instagram

Izabella Camargo

O caso mais recente foi o de Izabella Camargo.  A Globo rescindiu o contrato com a  jornalista no começo de novembro. No entanto, a demissão veio logo depois dela ficar afastada por estar com problemas de saúde. De acordo com Izabella, ela passava por momentos super estressantes, que estava atingindo a sua saúde física e mental, revelando que estava lutando contra a Síndrome de Burnout. 

William Waack


William Waack
Reprodução

William Waack

Um caso recente e famoso das demissões conturbadas é a de William Waack da Rede Globo, que aconteceu em dezembro de 2017. O jornalista foi acusado de racismo depois de um vídeo seu nos bastidores do “Jornal da Globo” cair na internet. Nas imagens, Waack se prepara para entrar em um link direto da Casa Branca, nos EUA, acompanhado de um convidado. Enquanto espera, ele ouve uma buzina do lado de fora do estúdio. Sem papas na língua ele comenta: “Tá buzinando por que seu m… do c…”.

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Ainda fora do ar e sem saber que era gravado, William Waack continua: “Eu não vou nem falar de quem, eu sei quem é né?”, comenta, se dirigindo ao convidado e sussurra palavras que soam como “é preto”. Ele ainda repete a informação, fazendo com que ambos riam e completa: “é coisa de preto, com certeza”, antes de o vídeo ser cortado.

Megyn Kelly


Megyn Kelly
Reprodução/NBC

Megyn Kelly

Em outubro deste ano, Megyn Kelly foi demitida após comentários racistas no programa da rede NBC. O fato aconteceu depois da jornalista afirmar que na época da sua infância era válido uma pessoa usar blackface no “Dia das Bruxas”, desde que estivesse fantasiado de um personagem.

Melissa Munhoz


Melissa Munhoz
Reprodução Facebook

Melissa Munhoz

No início desse ano, Melissa Munhoz, uma das principais repórteres do SBT foi mandada embora após a divulgação de um vídeo, no qual a jornalista teve uma acalorada discussão com um guarda municipal e acabou xingando o oficial de:“Babaca”.

“A repórter do SBT está me chamando de babaca”, narra o guarda, que gravou o vídeo do momento da discussão. Em seguida, a repórter retorna em direção ao oficial e dispara:”Sabe por quê? Por que a sua obrigação é chegar e avisar o motorista e não chegar multando”, finaliza entre gritos.

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Patrícia Abreu


Patrícia Abreu
Reprodução/Instagram

Patrícia Abreu

Em setembro deste ano, Patrícia Abreu, que trabalhava na TV Itapoan, filiada a Record, teve seu contrato rescindido pela emissora um dia antes de sair de férias. O motivo, segundo a própria jornalista, foi por conta de uma postagem que ela fez nas redes sociais homenageando o “Globo Esporte. O prograva havia completado 40 anos e, em seu Instagram, ela disse “sentir saudades” da atração esportiva.

Alê Oliveira


Alê Oliveira
Reprodução internet

Alê Oliveira

Em agosto do ano passado, o comentarista esportivo Alê Oliveira foi demitido da ESPN, onde sempre fez muito sucesso, acusado de fazer insultos racistas a um funcionário da emissora. Na época, o canal esportivo negou os insultos e disse que houve um “desentendimento sem nenhum  tipo de ofensa racial”. Mesmo assim, foi noticiado que o jornalista teria chamado uma maquiadora da casa de “preta de m…”.

Luiz Carlos Prestes


Luiz Carlos Prestes
Reprodução

Luiz Carlos Prestes

Quem fecha a lista de jornalistas demitidos em meio confusões é Luiz Carlos Prestes, que foi mandado embora da RBS, afiliada à Globo, em 2010 depois de um comentário vazar nas redes sociais. Na ocasião, Prestes disse que “hoje em dia qualquer miserável tem carro”. Mesmo com a fala preconceituosa, ele se defendendo acusando a Record de ter se aproveitado da constante briga pela audiência com a emissora de Roberto Marinho.

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Morre Marcelo Yuka, músico e fundador da banda O Rappa, aos 53 anos

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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa
Reprodução/Instagram

Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa

Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, o Marcelo Yuka, fundador e ex-baterista do grupo O Rappa morreu no final da noite desta sexta-feira (18) aos 53 anos, no Rio de Janeiro. O músico estava internado no hospital Quinta D’Or, zona norte da capital fluminense, desde o dia 4 de janeiro, quando uma notícia falsa sobre a morte do músico viralizou nas redes sociais. Em seguida a família não divulgou mais informações sobre o estado de saúde de Yuka. A causa da morte foi uma infecção generalizada. 

Em agosto do ano passado, o músico havia sofrido um AVC, no entanto, em seu perfil no Instagram, mostrava que estava ativo com seus projetos pessoais.  Marcelo Yuka  foi um dos fundadores da banda carioca de reggae-rock  O Rappa , em 1993 e após do grupo F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados).

Leia também: Marcelo Yuka segue internado e família barra informações sobre estado clínico

Em novembro de 2000, ficou paraplégico após um assalto, quando foi baleado nove vezes ao sair de seu carro para tentar proteger uma mulher que estava sendo assaltada. A tragédia impossibilitou o baterista de continuar na banda de reggae-rock. No entanto,  Marcelo Yuka  continuou com projetos no mundo da música, além de ser filiado ao partido político PSOL desde 2010.

Veja Mais:  Letícia Tomazella troca teatro por público infantil em “AsAventuras de Poliana”

O último trabalho do músico foi o disco “Canções para depois do ódio”, lançado em janeiro de 2017, produzido enquanto  Yuka  estava internado num quarto de hospital, onde passou boa parte do ano. O fundador e ex-baterista do  O Rappa  deixou sua marca na música brasileira através das letras que escreveu para a banda em canções como “A feira”, “Minha alma (A paz que eu não quero)” e “O que sobrou do céu”, nos anos 1990.

Leia também: Marcelo Yuka está internado em estado grave e gera desinformação sobre morte

Em seu trabalho,  Marcelo Yuka  sempre abordou questões da realidade brasileira como desigualdade social e racismo. Com a banda F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), criou ainda uma ONG epônima, através da qual lutou em prol das pesquisas com células-tronco.

Leia também: “Me precipitei”, lamenta produtor que anunciou a morte de Marcelo Yuka na web

Além da música,  Yuka  atuou como ativista, participando de entidades como a FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional do Rio de Janeiro), em parceria com o AfroReggae, e a B.O.C.A. (Brigada Organizada de Cultura Ativista), que tem como objetivo levar atividades culturais para a população carcerária.

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Morre Marcelo Yuka, músico e fundador da banda O Rappa, aos 53 anos

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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa
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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa

Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, o Marcelo Yuka, fundador e ex-baterista do grupo O Rappa morreu no final da noite desta sexta-feira (18) aos 53 anos, no Rio de Janeiro. O músico estava internado no hospital Quinta D’Or, zona norte da capital fluminense, desde o dia 4 de janeiro. A causa da morte ainda não foi divulgada, até o fechamento desta publicação.

Em agosto do ano passado, o músico havia sofrido um AVC, no entanto, em seu perfil no Instagram, mostrava que estava ativo com seus projetos pessoais.  Marcelo Yuka  foi um dos fundadores da banda carioca de reggae-rock  O Rappa , em 1993 e após do grupo F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados).

Leia também: Marcelo Yuka segue internado e família barra informações sobre estado clínico

Em novembro de 2000, ficou paraplégico após um assalto, quando foi baleado nove vezes ao sair de seu carro para tentar proteger uma mulher que estava sendo assaltada. A tragédia impossibilitou o baterista de continuar na banda de reggae-rock. No entanto,  Marcelo Yuka  continuou com projetos no mundo da música, além de ser filiado ao partido político PSOL desde 2010.

O último trabalho do músico foi o disco “Canções para depois do ódio”, lançado em janeiro de 2017, produzido enquanto  Yuka  estava internado num quarto de hospital, onde passou boa parte do ano. O fundador e ex-baterista do  O Rappa  deixou sua marca na música brasileira através das letras que escreveu para a banda em canções como “A feira”, “Minha alma (A paz que eu não quero)” e “O que sobrou do céu”, nos anos 1990.

Veja Mais:  “Hoje tenho mais medo da traição do que da morte”, conta Marília Mendonça

Leia também: Marcelo Yuka está internado em estado grave e gera desinformação sobre morte

Em seu trabalho,  Marcelo Yuka  sempre abordou questões da realidade brasileira como desigualdade social e racismo. Com a banda F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), criou ainda uma ONG epônima, através da qual lutou em prol das pesquisas com células-tronco.

Leia também: “Me precipitei”, lamenta produtor que anunciou a morte de Marcelo Yuka na web

Além da música,  Yuka  atuou como ativista, participando de entidades como a FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional do Rio de Janeiro), em parceria com o AfroReggae, e a B.O.C.A. (Brigada Organizada de Cultura Ativista), que tem como objetivo levar atividades culturais para a população carcerária.

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Jornalista reforça acusação contra Datena: “Alguém precisa parar esse homem”

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A jornalista e repórter do “Brasil Urgente”, na Band, Bruna Drews, 35 anos, em entrevista ao programa “Fofocalizando”, no SBT, falou sobre as denúncias de assédio sexual ao apresentador da emissora José Luiz Datena.

Na entrevista, a jornalista repercutiu a denúncia divulgada inicialmente pelo portal “Notícias da TV” nesta sexta-feira (18) – que noticiou que uma representação foi protocolada no Ministério Público de São Paulo em que Bruna afirmou que o apresentador teria lhe dito que ela não precisava emagrecer porque já “era muito gostosa”, que diversas vezes teria se masturbado pensando nela e que achava “um desperdício” a profissional “namorar uma mulher”.

A repórter Bruna Drews acusa o jornalista e apresentador Datena de assédio sexual
Reprodução/Band

A repórter Bruna Drews acusa o jornalista e apresentador Datena de assédio sexual

“Era nítido meu constrangimento, coisas que eu não aguentava”, afirmou Bruna Drews. As frases teriam sido ditas em um bar durante a confraternização de fim das gravações de um quadro do extinto programa “Agora é Com Datena“, em julho do ano passado, em que Bruna estava como repórter.

Bruna Drews acusa Datena de assédio sexual

Reprodução/Instagram

Bruna Drews acusa Datena de assédio sexual

“Estávamos frente à frente no restaurante (quando ele teria a assediado). Eu relatei o ocorrido para a Band , que me mandou para casa descansar e não procurou o Datena, não procurou testemunhas. Alguém precisa parar esse homem”, disparou Bruna ao “Fofocalizando”.

A profissional também disse que desde que o assédio foi cometido, ela procurou seus advogados para lhe orientar sobre os procedimentos que poderia tomar. Bruna está de licença médica desde julho do ano passado e movendo também uma ação trabalhista contra a emissora, ainda segundo o “Notícias da TV”.

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Após a denúncia, a jornalista usou o seu perfil no Instagram para desabafar. “Estou do lado da verdade! Consciência limpa e tranquila! Faço isso por todas as mulheres que são obrigadas a passar por isso diariamente”, declarou Bruna na rede social, ao compartilhar uma imagem do movimento “Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas”.

Datena nega todas as acusações

“Sempre elogiei esta moça ao vivo no “Brasil Urgente”, como faço com outros repórteres homens e mulheres, pela beleza e competência, acima de tudo. Ao vivo pra todo Brasil. Ela há muito tempo vem pedindo vários afastamentos por motivos psicológicos, alegando problemas de família, pessoais e trabalho. Sempre a apoiei, como faço com os profissionais com quem trabalho, e ela me agradeceu pessoalmente por isto nos poucos contatos que tive com ela na Band (foram raras as vezes que conversamos fora do ar)”, disse o apresentador em sua defesa ao portal Uol .

“Quanto ao episódio que ela se refere, ela estava visivelmente mais magra e perguntei na frente de todos se estava com problemas. Ela disse que sim e que iria procurar ajuda médica. Passou mal durante as gravações, que mandei parar para que ela fosse atendida e retomar outro dia em que estivesse melhor. No final das gravações deste programa, dias depois no Bar do Tonico, com boa parte da equipe, reiterei a ela que era bonita e competente e que não precisava emagrecer mais para trabalhar em TV, preocupado com sua saúde”, explicou Datena .

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