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Nacional

Justiça do RJ bloqueia R$ 195 milhões de Cabral, Eike e de outros empresários

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Cabral e Eike
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Justiça bloqueou R$ 195 milhões de Sergio Cabral, Eike Batista e outros empresários

A Justiça Estadual do Rio de Janeiro determinou o bloqueio de mais de R$ 195 milhões em bens do ex-governador Sérgio Cabral, da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo, do empresário Eike Batista e de outros diretores ligados ao Grupo EBX, comandado por Eike. A informação foi divulgada pela coluna de Ancelmo Gois desta quarta-feira .

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A decisão, em caráter liminar, foi tomada pela juíza da 4ª Vara de Fazenda Pública Estadual,  Aline Maria Gomes Massoni da Costa, após pedido da Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro (PGE-RJ), no âmbito de uma ação de improbidade administrativa. A medida tem como alvo o esquema de corrupção envolvendo o Grupo EBX, do empresário Eike Baptista, e o alto escalão da antiga administração estadual, liderada pelo ex-governador Sérgio Cabral .

O valor bloqueado corresponde ao triplo do valor que teria sido pago em cada esquema de corrupção, conforme apurado nas investigações do Ministério Público Federal ( MPF ).

Foram bloqueados, ao todo, R$ 192.640.318,20 das contas, relacionados ao pagamento de U$ 16.5 milhões no exterior (conta no Uruguai), por contrato fictício de intermediação na aquisição de uma mina entre uma empresa do Grupo X (Centennial) e uma Offshore de fachada de Sergio Cabral (Arcadia).

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Outros R$ 3 milhões estão relacionados a um contrato fictício celebrado entre o conglomerado de Eike e o escritório de advocacia de Adriana Ancelmo, no valor de R$ 1 milhão.

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Em nota, o advogado Fernando Martins informou que a ação de improbidade é mais uma “aberração jurídica” sofrida por Eike Batista, “especialmente porque tem origem em fatos que comprovadamente não existiram e com certeza serão sepultados no julgamento de segunda instância”. Procurados, os advogados de Cabral e de Adriana Ancelmo não haviam se manifestado em relação ao bloquei até a publicação da reportagem.

Fonte: IG Nacional
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Nacional

Possível veto no Senado pode fazer Bolsonaro recuar sobre indicação de Eduardo

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IstoÉ

Eduardo Bolsonaro arrow-options
Jorge William / Agência O Globo – 9.8.19

Eduardo Bolsonaro com quadro de seu pai, Jair Bolsonaro, ao fundo


Com nada de novo sob o sol, o presidente lançou mão de seu cacoete verbal boomerang e anunciou na quarta-feria 21 a manutenção do assinalamento de Eduardo Bolsonaro à embaixada do Brasil nos EUA. Os brasileiros, na terça-feira, dormiram com a notícia contrária — a do recuo do Bolsonaro pai. No dia seguinte acordaram com a boomerangada na cabeça. O capitão reformado, espertamente, segurou a ansiedade e decidiu aguardar uma aritmética mais favorável no número de senadores simpáticos ao pleito a favor de Eduardo para requisitar a inclusão de sua indicação na pauta da Casa, a quem cabe constitucionalmente fechar a questão e bater o martelo na nomeação.

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A pergunta é: qual será o momento de olhar para o relógio da nossa República, na qual os ponteiros (desculpem, Poderes) nunca se entendem, e saber se é a hora conveniente? Francamente, fosse lá relógio de badaladas como o do último Baile da Ilha Fiscal, fácil seria ouvir a chegada do regime republicano. Mas o relógio político de pulso exige um olhar bem mais astuto.

Bolsonaro, nesse instante, traz no olhar ambiciosos olhos nepotistas. Se não fosse o cenário minguado de votos de senadores favoráveis à indicação de Zero Três à Washington, a bola já teria sido chutada para o gol — e o impedimento, devido à imoralidade do nepotismo, negado. Dada essa eventual impugnação pelos parlamentares, o recuo antes do amanhecer era uma iminência.

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É a madrugada boa conselheira e às vezes articuladora dos políticos e, assim, o progenitor admitiu a possibilidade de abrir mão da nomeação do filho a fim de evitar submetê-lo ao “fracasso”. Se a votação fosse hoje ao plenário, Eduardo não teria o quórum suficiente de quarenta e um votos – dos oitenta e um parlamentares, somente quinze se posicionariam favoráveis. Conta feita, tem-se na verdade uma resposta do Congresso à insistência do clã em se embrenhar nas engrenagens estatais — nova política? Vai nessa, o fenômento ocorre cá na Terra de Vera Cruz desde o nascimento da República.

Por ora, então, segue assim: o futuro de Eduardo, no reino encantado de Donald Trump, pode entortar e não passar do sonho de uma noite de verão (com a licença de William Shakespeare, atualmente noite de inverno). Na avaliação de um grupo de consultores técnicos do Senado, baseada em súmula do STF, a indicação, se virar nomeação, se caracteriza, sim, como nepotismo. Mais: na Câmara dos Deputados, a aprovação de uma proposta desse tipo pode se tornar crime de improbidade administrativa. Diante disso, se barrado pelos congressistas, Eduardo terá de se contentar em exercer as suas prendas de fritar hambúrgueres na Barra da Tijuca ou na Praça dos Três Poderes.

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Eduardo ainda não sabe para qual lado do muro será empurrado. Seu futuro na embaixada brasileira nos EUA pode durar um anoitecer

É ruim, hein…

Com o seu destempero habitual, o presidente criticou o parecer consultivo dos técnicos (viu neles viés ideológico, claro) e atirou: “Se não for meu filho, vai ser o de alguém, porra” (no final da frase, foi chulo, claro). O documento trouxe coisas com as quais, pelo menos publicamente (só publicamente, claro), Bolsonaro não pode concordar: os exemplos de países onde chefes de Estado colocaram parentes em embaixadas configuram regimes monárquicos e republicanos considerados não democráticos, como Arábia Saudita, Chade e Uzbequistão.

Longe disso, o Brasil deve ocupar a embaixada de Washington, uma das mais importantes do mundo, com diplomatas de experiência significativa e amadurecimento exigidos pelo cargo. “Se não for um funcionário de carreira, tem de ser uma personalidade excepcional”, diz o diplomata e embaixador do Brasil nos EUA no início da década de 1990, Rubens Ricupero. Tal talento, sem a carreira, possui o Brasil dois grandiosos exemplos. Oswaldo Aranha, expressivo articulador da Revolução de 1930, ministro da Justiça de Getúlio Vargas e voz fundamental na ONU, no pós-guerra, para a formação do Estado de Israel. Walter Moreira Salles, interlocutor dos principais bancos internacionais, angariou a admiração do presidente Juscelino Kubitschek pela atuação como bom conciliador.

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De volta aos dias atuais, Eduardo parece não ter esse perfil. Há, no entanto, outro débito: o de ser excessivamente próximo ao governo estrangeiro. É saudável à diplomacia uma distância entre o embaixador e o chefe de Estado do país no qual ele vai funcionar, pois isso confere à relação a lucidez necessária para manter interesses e limites definidos. Eduardo, ao contrário, é deliberadamente um admirador de Trump. Assim, pelo fato de sê-lo, a sua indicação deveria não ser aprovada pelos senadores. No campo da diplomacia, para Eduardo falta um quê.

O Senado à espera de zero três

Os EUA já aceitaram o protocolo de agrément solicitado pelo Itamaraty, tradicional pedido encaminhado ao país estrangeiro pelo governo na intenção de nomear o seu embaixador. Agora, a decisão está nas mãos do Senado, cujo rito envolve a sabatina do candidato, a votação secreta na Comissão de Relações Exteriores e, em seguida, no plenário. Na última etapa, o deputado precisa de quarenta e um votos dos oitenta e um senadores.

Aviso aos navegantes: na sabatina, não lhe perguntem em inglês nada fora do feijão com arroz. Bife até vale. Eduardo atropela o idioma de Trump pois, afinal, alguém pode aprender bem o inglês e nas horas vagas fritar hambúrguer, mas ninguém consegue aprender bem o inglês nas horas vagas e dedicar a maior parte do tempo a fritar hambúrgueres.

Fonte: IG Política
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Nacional

Governo usa imagem antiga para divulgar trabalho das Forças Armadas na Amazônia

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O perfil oficial do Ministério de Defesa publicou no sábado (24) uma imagem no Twitter ilustrando a  ação das Forças Armadas para conter as queimadas na Floresta Amazônica. A imagem, porém, é de 2015, em uma ação similar feita na Chapada Diamantina (BA).

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Reprodução/Twitter/@DefesaGovBr

Imagem utilizada pelo Ministério de Defesa para ilustrar ação da Amazônia é de 2015 na Bahia

Pouco tempo depois, o Presidente Jair Bolsonaro usou a mesma imagem para comentar o trabalho das Forças Armadas: “Mais de 43 mil militares das Forças Armadas reforçam ações de combate a incêndios na Amazônia”, escreveu.

A ação das Forças Armadas começou depois que quatro estados pediram ajuda para combater os incêndios. Os Ministros do Meio Ambiente e Defesa, Ricardo Salles e Fernando Azevedo e Silva, fizeram um pronunciamento na manhã de sábado comentando como se daria a ação. A imagem, bem como outros vídeos, foram publicados horas depois.

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Fonte: IG Política
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Nacional

Para agradar EUA, Bolsonaro ataca maiores parceiros comerciais do Brasil

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IstoÉ

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Alan Santos/PR – 28.6.19

Bolsoanro faz tudo que Trump quer e quem perde é o Brasil


No último quadrimestre deste ano, a crise política e econômica deve se aprofundar. A irresponsabilidade de Jair Bolsonaro vai começar a apresentar seus trágicos resultados. A economia está estagnada. Tudo indica que o Produto Interno Bruto deva evoluir, no máximo, mísero 1%. Portanto, ficará abaixo do crescimento demográfico. O cenário internacional preocupa e, nesta conjuntura, é importante ter uma estratégia de posicionamento do Brasil no concorrido mercado externo para aproveitar qualquer situação favorável às nossas exportações. E atrair capital estrangeiro, demonstrando que há um ambiente receptivo, seguro e dinâmico.

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Mas Bolsonaro faz justamente o contrário. Apresenta um governo confuso e sem ideias próprias. Ataca gratuitamente o virtual presidente da Argentina, nosso terceiro parceiro comercial. Em vez de focar no aumento das exportações do agronegócio, desmoraliza as ações de proteção da Amazônia, desqualifica os organismos de controle do meio ambiente, despreza e recusa recursos para a preservação das nossas florestas, ataca os dirigentes de países amigos e grandes importadores de nossos produtos, principalmente os europeus.

Busca a todo preço ser um serviçal dos interesses imperialistas norte-americanos, abrindo um contencioso, em médio prazo, com a China, nosso principal parceiro comercial. Internamente, ele não consegue desenhar nenhum plano de reativação econômica. Para esconder a incompetência, vocifera contra seus adversários, radicalizando o discurso até assumir, em alguns momentos, ares neofascistas.

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No campo político, o governo caminha para o isolamento. Sua relação com o Congresso é muito ruim. Sem maioria, só aprova medidas que possam contar com apoio das principais lideranças, especialmente de Rodrigo Maia (DEM-RJ). Com a estagnação econômica, a tendência é de que os partidos busquem se afastar de Bolsonaro. Além do que, no ano que vem teremos eleições. E ninguém será aliado de um governo com péssimos resultados econômicos.

Neste cenário, a insistência em um discurso reacionário deve ser o caminho do presidente. Ele vai buscar o “ bolsonarismo de raiz” e, consequentemente, deverá se isolar. É provável que os ataques ao Congresso e ao STF ocupem o primeiro plano nos seus discursos. A necessidade de imputar à institucionalidade vigente a razão das crises (política e econômica) elevará a temperatura do conflito com os demais poderes. Vai ser um grande desafio para a Constituição de 1988.

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Com a economia paralisada e aliados distanciados, só resta ao presidente acirrar o discurso reacionário contra o Congresso e o STF. Para salvar sua imagem, a culpa deve ser das instituições

Fonte: IG Política
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