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Rondonópolis

Licitação para transporte coletivo não tem empresas interessadas

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A Secretaria Municipal de Administração, por meio da Comissão Permanente de Licitação, declarou deserta a concorrência pública nº 11 destinada à concessão para prestação do serviço público de transporte coletivo de passageiros no município. A sessão ocorreu às 9h desta quinta-feira (18), mas não houve nenhuma licitante interessada.

Estiveram presentes na sala de licitações para acompanhar o processo licitatório, o secretário municipal de Transporte e Trânsito Rodrigo Metello, os vereadores Adonias Fernandes, Thiago Silva e Sílvio Negri, representantes do Observatório Social e o gerente da empresa Cidade de Pedra, Paulo Sérgio Silva.

A licitação anterior para o mesmo fim já havia sido deserta, ou seja, nenhuma empresa apresentou proposta se interessando na prestação desse serviço na cidade.

De acordo com o secretário municipal de Administração Leandro Arduini, o próximo passo agora é publicar o resultado da licitação deserta no Diário Oficial do Município (Diorondon) e em jornal de grande circulação.

“Assim que sair o resultado nos jornais, publica novamente o aviso de licitação colocando nova data para abertura da sessão do serviço de transporte público. Como neste caso é na modalidade concorrência pública do tipo técnica e preço, o prazo é de 45 dias de publicação de edital, após isto se houver alguma empresa licitante será ela contratada caso esteja com a documentação em dia e em conformidade com edital,” explicou o gestor.

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EDITAL

O edital prevê a frota necessária de 80 ônibus, sendo 73 operacionais e sete reservas. O prazo da concessão será de 10 anos, contados da data de início da operação dos serviços, que engloba todas as linhas atuais, podendo ser prorrogado pelo mesmo período e por uma única vez, através de aditamento ao Contrato de Concessão.

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Rondonópolis

Sonho antigo dos moradores do Jardim Europa, praça de lazer caminha para se tornar realidade

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Antigo sonho dos moradores do Jardim Europa irá se tornar realidade.  A praça, que a Prefeitura de Rondonópolis está construindo, com recursos próprios, no terreno onde por muitos anos era um ecoponto, na rua Dinamarca, Lotes 1 e 10, caminha para a transformação em mais um completo espaço de lazer e de integração social à população da região. Iniciada em dezembro do ano passado, a obra estimada em R$ 769.853,16 avança a cada dia e está com o seu cronograma de trabalho adiantado.

“É a realização de um antigo dos moradores do bairro, que não conta com uma área de lazer. A praça de lazer, construída no espaço que por muitos anos funcionou um ecoponto, que foi desativado por não atender mais as necessidades, vai proporcionar aos moradores do Jardim Europa e região mais qualidade de vida”, salientou a secretária Municipal de Infraestrutura, Claudine Logrado.

Com 8.537, 30 metros quadrados de área construída, a praça no Jardim Europa contará com pista de caminhada, campo de futebol com alambrado, iluminação, bancos, estacionamento e calçadas com acessibilidade. Também será implantada uma academia popular para a prática de exercícios físicos e playground para as crianças, além de um projeto de jardinagem e paisagismo, onde está previsto o plantio de palmeiras e espécies de árvores nativas, tais como ipês, flamboyants e oitis.

“A obra está com o cronograma de trabalho adiantado, com a construtora contratada, após concluir a preparação do terreno, trabalhando, no momento, na parte de fundação do campo de futebol”, contou a fiscal da obra, a engenheira da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra), Ednailma Lopes.

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A criação de novas áreas de recreação faz parte do pacote de medidas adotadas pela Prefeitura de Rondonópolis com o objetivo de promover o embelezamento da cidade e mais qualidade de vida para o cidadão rondonopolitano, com a construção de espaços verdes voltados para a preservação, o lazer, a convivência, a pratica de esportes e exercícios físicos.

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Rondonópolis

Saúde entrega carteirinha a portadores de fibromialgia em palestra motivada pelo Fevereiro Roxo

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Inspirada pelo slogan “Se não houver cura que, no mínimo, haja conforto” do Fevereiro Roxo, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) embarcou na campanha nacional, que salienta os cuidados com a fibromialgia. Dessa forma, com o escopo de divulgar as providências necessárias para reduzir as mazelas desencadeadas por essa doença e chamar a atenção do público em geral sobre a relevância do diagnóstico precoce para que se possa aplacar ao máximo seu impacto na qualidade de vida das suas vítimas e, ainda, de apontar os sintomas para que a patologia seja identificada o mais cedo possível e difundir os tratamentos disponíveis, a SMS desenvolveu o projeto FibroRondonópolis.

Culminando com a entrega de carteirinhas produzidas pela Saúde aos portadores de fibromialgia, o FibroRondonópolis realizou, na tarde desta quinta-feira (20), no auditório do Paço Municipal, um encontro que contou também com a palestra do reumatologista do Centro de Especialidades, Apoio e Diagnóstico Albert Sabin (Ceadas) Maurício Raposo, que falou sobre o tema traçando os distúrbios que a fibromialgia acarreta e as medidas de que se pode lançar mão para administrá-la.

Expedida pela SMS, a carteira de identificação para os pacientes de fibromialgia tem como fundamento a lei municipal 10.303/2019, que estabelece que empresas privadas e públicas, órgãos e concessionárias de serviços públicos e, ainda, aquelas que executam atividades comerciais devem conceder atendimento preferencial aos que sofrem de fibromialgia assim como o dispensam a idosos, gestantes, lactantes, pessoas com crianças de colo e portadores de deficiência.

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Unidos na campanha e somando forças para ofertar um tratamento adequado e específico em sociedade aos portadores de fibromialgia, estiveram no seminário o prefeito de Rondonópolis, Zé Carlos do Pátio, o vereador Silvio Negri – que é o autor da lei -, a secretária de Saúde, Izalba Albuquerque, e a gerente do Departamento de Ações Programáticas da SMS, Mariúva Valentim.

Zé do Pátio ressaltou que a lei 10.303/2019 é providencial ao momento que o município vive. “O que está acontecendo em Rondonópolis é um aprimoramento das políticas públicas na área da saúde. Nós estamos ampliando os serviços prestados nesse setor e não medimos esforços para ofertá-los com qualidade”, afirmou o prefeito e completou: “Essa lei vem a calhar com nosso governo e eu peço rigor no seu cumprimento”.

Izalba mostrou-se solidária às vítimas dessa enfermidade que, mesmo não apresentando marcas visíveis no corpo, causa dores físicas, emocionais e psicológicas àqueles que são acometidos pela síndrome. “Só sabe o que é conviver com fibromialgia quem tem a doença. Nossa intenção, ao entregar as carteirinhas, é facilitar as condições de vida dessas pessoas”, compartilhou.

Patologia cujo maior número de vítimas são mulheres, a fibromialgia tem como principal sinal indicativo dor crônica no corpo e percepção exacerbada a um estímulo físico. Para dar uma ideia o quadro clínico e explicar a hipersensibilidade que toma conta dos fibromiálgicos, Maurício fez analogias: “Na fibromialgia falta produção de determinadas substâncias químicas em estruturas específicas do cérebro. Com isso, a sensação de dor é potencializada. Podemos comparar a um diabético que não tem insulina”, observa o médico ao fazer um paralelo com a falta de elementos necessários no organismo.

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Ele ainda cita outra situação para demostrar a dimensão da resposta do organismo a um simples toque ou pressão muscular nos que são afetados por essa enfermidade: “Podemos imaginar um microfone com o botão de volume no nível mais alto. Ele, certamente, vai captar o som ambiente que está em um tom normal e reproduzi-lo de maneira superamplificada. Essa situação se assemelha à reação dos fibromiálgicos aos estímulos recebidos em seu corpo”.

Esses e outros fatores ensejam um tratamento específico aos portadores de fibromialgia que, não apenas merecem receber atendimento preferencial, mas, principalmente, atenção e diálogo, já que, como enfatizou o reumatologista, como a doença não se manifesta com marcas concretas, é comum que, ao relatar seus sintomas ele seja desacreditado.

“O paciente fibromiálgico, muitas vezes, vai sendo isolado e cai no descrédito pelos que convivem com ele por causa da falta de evidências. Então, até receber o diagnóstico, ele já foi desamparado e frustrado. E, de acordo com seu quadro clínico, ele fica extremamente vulnerável”, alertou o doutor.

Além da exposição do reumatologista, na ocasião também estiveram presentes a equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (Nasf), profissionais de psicologia e fisioterapia prestando atendimento e ofertando auriculoterapia e massoterapia aos participantes do evento.

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Rondonópolis

Mais de 600 pessoas se divertiram no Baile Carnavalesco da 3ª Idade

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Mais de 600 pessoas integrantes dos Grupos de Convivência dos sete Centros de Referência e Assistência Social (CRAS) da cidade, participaram na tarde desta quinta-feira (20), do Baile Carnavalesco da 3ª idade promovido pela Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social, nas dependências da Vila Olímpica.

Músicos da Banda Musical de Rondonópolis, animaram a festa que começou por volta das 13h e se estendeu até por volta das 17h, quando então os foliões foram transportados para casa.

Durante o Baile de Carnaval, a banda animou a festa tocando sambas e marchinhas antigas que animaram os velhos carnavais de salões; e que para muitos foliões, proporcionou uma viagem no tempo, despertando velhas reminiscências de outrora, na trilha sonora de suas juventudes.

Durante a festa, os participantes degustaram deliciosos caldos de feijão e de frango, com refrigerantes, que reanimaram as baterias e os ânimos de cada um, completando a festa.

De acordo com a secretária Iriana Aparecida Cardoso, equipes da secretaria, da própria Vila Olímpica e, dos sete CRAS da cidade trabalharam durante 15 dias organizando a festa, que foi um sucesso!

A confirmação, podia ser vista facilmente através da alegria estampada nos rostos das pessoas que se divertiram a valer durante o baile de carnaval.

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