conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Tecnologia

Lula e Bolsonaro na lista dos termos mais procurados no Google em 2018; confira

Publicado

Lula e Bolsonaro estão na lista de termos mais pesquisados no Google em 2018
Montagem: Reprodução

Lula e Bolsonaro estão na lista de termos mais pesquisados no Google em 2018

O Google divulgou nesta quarta-feira (12) os termos mais pesquisados, separando-os por assuntos e áreas de interesse, em sua ferramenta de buscas na internet, incluindo o presidente eleito Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula, preso em abril deste ano.

As listas são divididas entre categorias e também por países, sendo que, no Brasil, os termos mais pesquisados em 2018 foram “Copa do Mundo”, “Big Brother Brasil”, “Eleições 2018”, “Jair Bolsonaro” e “Horário de Brasília”.

Veja a seguir as principais buscas feitas no Brasil em 2018 no geral e em cada uma das categorias detalhadas pelo Google:

Termos mais procurados no Brasil

Buscas no geral

  • Copa do Mundo
  • Big Brother Brasil
  • Eleições 2018
  • Jair Bolsonaro
  • Horário de Brasília
  • Greve dos caminhoneiros
  • Luiz Inácio Lula da Silva
  • Fernando Haddad
  • Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018
  • Stan Lee

Como fazer?

  • Como fazer slime?
  • Como fazer figurinhas no Whatsapp?
  • Como fazer gasolina?
  • Como fazer crepioca?
  • Como fazer perguntas no Instagram?
  • Como fazer bacalhau?
  • Como fazer declaração de Imposto de Renda 2018?
  • Como fazer kefir?
  • Como fazer guacamole?
  • Como fazer pipoca doce?

O que é?

'O que é fascismo?' liderou entre termos mais pesquisados da categoria de definições
Wikimedia Commons

‘O que é fascismo?’ liderou entre termos mais pesquisados da categoria de definições

  • O que é fascismo ?
  • O que é intervenção militar?
  • O que é lúpulo?
  • O que é Ursal?
  • O que é Corpus Christi?
  • O que é chaira?
  • O que é afonia?
  • O que é momo?
  • O que é Encceja?
  • O  que é tuberculose ganglionar?
Veja Mais:  Instagram libera recurso de troca de mensagens por áudio; veja como mandar

Por quê?

  • Por que a guerra na Síria?
  • Por que votar no Bolsonaro?
  • Por que ou porque?
  • Por que não pode comer carne na Sexta-feira Santa?
  • Por que Ibrahimovic não foi convocado?
  • Por que não votar em Bolsonaro?
  • Por que Nadja foi expulsa de A Fazenda?
  • Por que a série Lúcifer foi cancelada?
  • Por que o Amoedo não participa dos debates?
  • Por que quarta-feira de Cinzas?

Acontecimentos de 2018

  • Copa do Mundo
  • Eleições 2018
  • Greve dos caminhoneiros
  • Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018
  • Campeonato brasileiro
  • Prisão do Lula
  • Horário de verão
  • Caso Vitória
  • Enem 2018
  • Julgamento do Lula

Séries

La Casa de Papel foi a série que liderou entre os termos mais pesquisados da categoria
Netflix/Divulgação

La Casa de Papel foi a série que liderou entre os termos mais pesquisados da categoria

  • La Casa de Papel
  • Elite
  • Riverdale
  • Lucifer
  • The 100
  • O Mecanismo
  • The Good Doctor
  • 3%
  • Westworld
  • Scandal

Tecnologia

  • Motorola One
  • iPhone X
  • Zenfone 5
  • Moto G6
  • Moto G5
  • Galaxy J7
  • Galaxy J4
  • Galaxy J5
  • Sarahah
  • iPhone 8 Plus

Esportistas

Mbappe, campeão do mundo pela França, liderou na categoria de esportista entre os termos mais pesquisados
Divulgação/FIFA

Mbappe, campeão do mundo pela França, liderou na categoria de esportista entre os termos mais pesquisados

  • Kylian Mbappé
  • Philippe Coutinho
  • Henrique Dourado
  • Mohamed Salah
  • João Miranda
  • Roberto Firmino
  • Alisson Becker
  • Douglas Costa
  • Luka Modrić
  • Lyoto Machida

Times da série A

  • Flamengo
  • Palmeiras
  • Corinthians
  • São Paulo
  • Grêmio
  • Vasco da Gama
  • Cruzeiro
  • Santos
  • Internacional
  • Atlético Mineiro
Veja Mais:  iFood, Rappi e Uber Eats: conheça as diferenças entre os aplicativos de delivery

Mortes

  • Stan Lee
  • Avicii
  • Mr. Catra
  • XXXTentacion
  • Marielle Franco
  • Nara Almeida
  • Vitória Gabrielly
  • Mac Miller
  • Eduardo Carneiro
  • Anthony Bourdain

Segundo o Google, os resultados se referem às pesquisas com aumento significativo no número de buscas em um período sustentado de 2018 na comparação com 2017.

Duas listas mundiais do Google Trends 2018 trazem dados obtidos no Brasil. O presidente eleito Jair Bolsonaro foi o 6º nome mais buscado entre os nomes mais pesquisados, e “greve dos caminhoneiros” foi o 9º acontecimento mais procurado no Mundo.

Veja abaixo as personalidades e acontecimentos mais pesquisados no mundo em 2018 no Google:

Pessoas

Jair Bolsonaro aparece no 6º lugar entre os termos mais pesquisados na categoria mundial de pessoas
Reprodução/Twitter

Jair Bolsonaro aparece no 6º lugar entre os termos mais pesquisados na categoria mundial de pessoas

  • Meghan Markle
  • Demi Lovato
  • Sylvester Stallone
  • Logan Paul
  • Khloe Kardashian
  • Jair Bolsonaro
  • Brett Kavanaugh
  • Hailey Baldwin
  • Stormy Daniels
  • Cardi B

Acontecimentos

  • Copa do Mundo
  • Furacão Florence
  • Resultado da loteria Mega Millions
  • Casamento real
  • Resultado das eleições (em especial a americana)
  • Furacão Michael
  • Confirmação de Brett Kavanaugh na suprema corte dos EUA
  • Atirador na Flórida
  • Greve dos Caminhoneiros
  • Fechamento do governo, ou ‘government shutdown’, nos EUA

“O ano na pesquisa tem como objetivo refletir os tópicos verdadeiramente exclusivos de 2018, e nos esforçamos para capturá-lo por meio da exploração dos novos e interessantes termos de pesquisa do ano. Os termos em alta tendem a identificar melhor o que as pessoas estavam curiosas em 2018 em relação a 2017”, informa o Google sobre a pesquisa com os termos mais pesquisados no Brasil e no Mundo.

Veja Mais:  Whatsapp limita encaminhamento de mensagens para combater fake news

Comentários Facebook

Tecnologia

Senhas de usuários do Facebook e do Instagram foram lidas por funcionários

Publicado


Usuários de aplicativos pertencentes ao Facebook tiveram suas senhas expostas à funcionários da empresa
shutterstock

Usuários de aplicativos pertencentes ao Facebook tiveram suas senhas expostas à funcionários da empresa


O Facebook confirmou, nesta quinta-feira (21), que usuários de suas redes sociais tiveram suas senhas expostas aos funcionários da empresa. Segundo a companhia administrada por Mark Zuckerberg, senhas do Facebook, Facebook Litte (a versão mais leve do aplicativo, para quem utiliza celulares antigos e com pouca memória) e do Instagram puderam ser lidas.

Leia também:  Conhece os chans? Autores do massacre em Suzano acessavam fóruns da deep web

“Como parte de uma revisão da rotina de segurança em janeiro, descobrimos que algumas senhas de usuário estavam armazenadas em um formato legível dentro de nossos sistemas de armazenamento de dados”, diz a nota oficial do Facebook , assinada pelo vice-presidente de engenharia, segurança e privacidade Pedro Canahuati.

Segundo ele, a falha que permitia que as senhas fossem guardadas de forma legível para os funcionários já foi resolvida, e não é necessário que os usuários troquem de senha. Apesar disso, o vice-presidente diz que a empresa vai “notificar todos cujas senhas foram encontradas armazenadas dessa forma.”

Leia também: Netflix aumenta preço dos serviços no Brasil; confira os novos valores

Canahuati também afirmou que, até o momento, a investigação não descobriu nenhum trabalhador que tenha abusado do acesso a esses dados . “Essas senhas nunca estiveram visíveis a qualquer pessoa de fora do Facebook, e até o momento não foram encontradas evidências de que alguém de dentro as acessou ou fez mau uso delas”, escreveu,

Veja Mais:  Bill Gates exibe pote de cocô ao apresentar vaso sanitário que funciona sem água

Falha do Facebook atingiu milhões de usuários


De acordo com o comunicado do Facebook, milhões de usuários foram afetados pelo problema
Pixabay

De acordo com o comunicado do Facebook, milhões de usuários foram afetados pelo problema


Apesar de o comunicado evitar grandes repercussões, afirmando que o problema já foi resolvido e que não é preciso alarde, muitos usuários das plataformas ( Instagram , Facebook e Facebook Lite ) foram atingidos. “Serão notificados centenas de milhões de usuários do Facebook Lite, dezenas de milhões de outros usuários do Facebook e dezenas de milhares de usuários do Instagram”, avisa a nota.

Envolvido com  diversas polêmicas de vazamento de dados ao longo do ano passado, o Facebook disse, ainda, que vai trabalhar para evitar que problemas como esse se repitam. “Fizemos mudanças para evitar que problemas semelhantes voltem a acontecer e, como precaução, estamos notificando as pessoas cujas senhas foram armazenadas desta forma”, informou.

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

Pais afirmam ver Momo ensinando suicídio em vídeos infantis; YouTube nega

Publicado


Boneca Momo foi inserida por hackers em alguns vídeos infantis do YouTube e ensina crianças a cometerem suicídio
Reprodução/Twitter

Boneca Momo foi inserida por hackers em alguns vídeos infantis do YouTube e ensina crianças a cometerem suicídio


Pais e responsáveis afirmam que uma boneca macabra está assustando crianças em todo o mundo. Batizada de Momo, a personagem, que tem aparência assustadora, teria sido inserida em diversos vídeos de conteúdo infantil do YouTube Kids, plataforma feita especialmente para crianças, aparecendo em momentos aleatórios, no meio das imagens, com mensagens suicídas. 

Leia também: Conhece os chans? Autores do massacre em Suzano acessavam fóruns da deep web
Sem qualquer aviso prévio, essas imagens da Momo  estariam aparecento dentro de vídeos feitos para o público infatil. Assim, enquanto as crianças assistem um determinado programa ou o clipe de uma música, as imagens são interrompidas para darem lugar à boneca.

De acordo com depoimentos, a boneca dá instuções, em inglês, de como cometer suicídio .  Além do áudio ensinando como cortar os pulsos com diversos objetos que podem estar presentes em casa, também há imagens demonstrando o ato, fazendo com que se torne facilmente imitável pelas crianças.

Há relatos de aparição da boneca no meio de vários vídeos do YouTube Kids : alguns em que crianças fazem slime, em episódios de desenho e até mesmo roubam alguns minutos de músicas infantis, como a famosa ” Baby Shark “. 

Veja Mais:  Google lança aba lateral dedicada às propostas dos candidatos à Presidência

No Twitter, diversos usuários começaram a confirmar o problema, deixando o assunto entre os mais comentados da rede social. Os internautas afirmam que as crianças de sua família ou de conhecidos já conhecem a  boneca Momo e que estão com medo dela.

Leia também: Má influência? Gamers rebatem associação de videogames ao massacre em Suzano

Há também relatos de que, além de cometer suicídio, a personagem estimula as crianças a fazerem outros desafios, como esfaquear outras pessoas da casa. Para influenciar os pequenos a realmente fazerem o ato, a boneca retorna no fim do vídeo com ameaças e diz que, caso a criança não cumpra a ordem, ela vai voltar para pegá-la durante a noite. Assim, causando medo, é mais provável que a criança realmente o faça.

Confira:




Veja Mais:  iFood, Rappi e Uber Eats: conheça as diferenças entre os aplicativos de delivery


















Veja Mais:  Twitter testa lista de sugestões de perfis para usuários deixarem de seguir


YouTube diz que Momo não foi encontrada





Em resposta à polêmica, o YouTube se pronunciou, em nota, alegando que não foi encontrado “nenhum vídeo que promova um desafio Momo no YouTube Kids” e pedindo para que qualquer conteúdo com “atos nocivos ou perigosos” seja denunciado. 

Leia também: Netflix aumenta preço dos serviços no Brasil; confira os novos valores

“Sobre o desafio Momo : não encontramos nenhum vídeo que promova um desafio Momo no #YouTubeKids. Qualquer conteúdo que promova atos nocivos ou perigos é proibido no YouTube. Se encontrar algo parecido, denuncie”, escreveu a empresa no Twitter.




Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

Má influência? Gamers rebatem associação de videogames ao massacre em Suzano

Publicado


Jogadores de videogames rebateram a fala do vice-presidente brasileiro sobre a relação dos games ao ataque em Suzano
Pixabay

Jogadores de videogames rebateram a fala do vice-presidente brasileiro sobre a relação dos games ao ataque em Suzano

O vice-presidente do Brasil, general Hamilton Mourão, relacionou o uso videogames violentos ao massacre ocorrido na última quarta-feira (13) em Suzano, quando dois assassinos atacaram, armados, a Escola Estadual Professor Raul Brasil e mataram oito pessoas antes de cometerem suicídio. 

Leia também: Conhece os chans? Autores do massacre em Suzano acessavam fóruns da deep web

“Hoje a gente vê essa garotada viciada em videogames violentos. Só isso que fazem. Quando eu era criança e adolescente, jogava bola, soltava pipa, jogava bola de gude, hoje não vemos mais essas coisas. É isso que temos que estar preocupados”, disse Mourão.

A declaração do vice-presidente veio logo após a informação de que os atiradores, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25, eram amantes de jogos tidos como violentos, como Call of Duty , GTA e Fortnite .

No dia seguinte, vários internautas utilizaram a hashtag #somosgamersnaoassassinos, que ficou entre os assuntos mais falados no Twitter, para defender os jogadores, também chamados de gamers , e debater a relação (ou falta de) entre os videogames e o massacre em Suzano .

Veja Mais:  Instagram libera recurso de troca de mensagens por áudio; veja como mandar













Muitos aproveitaram a discussão para afirmar que, muitas vezes, a “culpa” dos acontecimentos acabam sendo jogadas para os jogos, enquanto outros problemais sociais, como a segurança pública, e pessoais, como a saúde mental desses gamers, são ocultados.


Veja Mais:  Google lança aba lateral dedicada às propostas dos candidatos à Presidência




















É também o que pensa o estudante do último semestre de Ciências Sociais da PUC-Campinas e jogador semi-profissional de videogames, Lucas Freitas. “Depois que uma tragédia como essa acontece, geralmente é uma saída mais confortável apontar a culpa dos jogos do que enxergar um possível isolamento social, um problema psicológico… Aí acaba virando uma cultura”, explica.

Segundo ele, os incentivos de violência podem vir de diversos lugares além dos jogos (como a televisão, por exemplo), mas isso não necessariamente quer dizer que a pessoa vai reproduzir esse comportamento. “O indício de violência sempre acontece, mas a gente precisa entender que para uma pessoa ser influenciada por isso, tem algo errado no inconsciente, na saúde mental. Precisa observar se ela é isolada, se tem depressão…”, disse.

Veja Mais:  Whatsapp limita encaminhamento de mensagens para combater fake news

Leia também: O que já sabe sobre o massacre que deixou oito vítimas fatais em Suzano?

Freitas acrescenta, ainda, que os videogames são um tipo de mídia muito novo, que começou na década de 1990 e que é consumido por pessoas mais jovens. Dessa forma, é natural que quem não utiliza esse tipo de produto o condene. “A tendência é culpar uma mídia que você não consome. Com a ampliação e o público dos games , envelhecendo, isso deve ser superado”, acrescentou.

Em Oxford, estudo não comprovou relação de videogames e agressividade 


Uma pesquisa feita no Reino Unido não encontrou indícios de agressividade em jovens relacionada à videogames
Getty Images

Uma pesquisa feita no Reino Unido não encontrou indícios de agressividade em jovens relacionada à videogames


Um estudo que reuniu mais de mil jovens entre 14 e 15 anos, além de seus respectivos responsáveis, foi feito por pesquisadores da Universidade de Oxford , no Reino Unido, e comprovou que o hábito de jogar games violentos não tem relação com a agressividade de jovens.

De acordo com a pesquisa, que não encontrou nenhuma prova de agressividade vinda desses videogames, o que pode acontecer é que os jogos provoquem sentimentos de raiva ou outras sensações. Apesar disso,  nenhum desses sentimentos pode ser relacionado a comportamentos agressivos.

Leia também: Terceiro suspeito de participar no massacre em Suzano é liberado após depoimento

“A ideia de que videogames violentos incitam agressões no mundo real é popular, mas isso não foi muito bem testado com o passar do tempo”, explicou o professor Andrew Przybylski, diretor de pesquisa do Oxford Internet Institute.



Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana