conecte-se conosco


Economia

Mais da metade dos brasileiros não vai gastar o 13º salário em compras de Natal

Publicado


50,7% dos brasileiros afirmaram que não vão utilizar o 13º salário nas compras de Natal
Rovena Rosa/Agência Brasil

50,7% dos brasileiros afirmaram que não vão utilizar o 13º salário nas compras de Natal

Mais da metade dos brasileiros afirmou que não vai gastar o 13º salário em compras de Natal neste ano. A pesquisa, realizada pelo Reclame Aqui, foi divulgada nesta quarta-feira (5).

Leia também: Pagamento do 13º salário vai injetar mais de R$ 200 bilhões na economia

De acordo com o levantamento, 50,7% da população revelou que não pretende usar o 13º salário nas compras de fim de ano. Os outros 49,3%, no entanto, vai reservar pelo menos uma parte do pagamento para as comemorações de Natal e Ano Novo.

Entre eles, 27% pretende utilizar uma pequena parte do benefício nas compras. Outros 14% afirmaram que vão gastar uma grande fatia do pagamento, e 6% dos respondentes disseram que vão usar todo o salário nas festividades.

Grande parte dos brasileiros que resolveram poupar o 13° neste fim de ano resolveu adiantar as comprar para tentar economizar. Ainda segundo a pesquisa do Reclame Aqui, 34% dos consumidores anteciparam as compras natalinas durante a Black Friday , que aconteceu em 23 de dezembro neste ano

Dessa parcela que entrou de cabeça no dia de liquidações, 6,9% aproveitou a data e comprou todos os presentes de Natal . Outros 26,8% disseram que compraram na Black Friday, mas ainda devem adquirir mais produtos até o final do ano. 

Veja Mais:  Tribunal derruba liminar que suspendia fusão entre Boeing e Embraer

De acordo com o Reclame Aqui, a maioria dos consumidores deve gastaraté R$ 500 com as compras da época: 34,1% disse que vai desembolsar até R$ 200 e 23,7% afirmou que pretende gastar entre R$ 200 e R$ 500.

Os outros 17% querem gastar entre R$ 500 e R$ 1 mil, enquanto 12,7% devem optar por presentes que custam acima de R$ 2 mil. Os presentes que têm preço entre R$ 1 mil e R$ 2 mil estão na mira de 12,5% das pessoas.

Confira a lista dos produtos preferidos na hora de presentear:

  1. Roupas e acessórios – 21%
  2. Brinquedos – 12% 
  3. Calçados – 10,1%
  4. Produtos de beleza – 8,7%
  5. Livros –  7%

27% prefere poupar ou investir o 13º salário, diz pesquisa


11% das pessoas prefere não gastar e guardar o 13º salário para despesas de começo de ano
Divulgação

11% das pessoas prefere não gastar e guardar o 13º salário para despesas de começo de ano

Um levantamento Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) feito em novembro revelou que dois (23%) em cada dez trabalhadores que recebem 13º salário devem utilizar ao menos uma parte para comprar presentes de Natal. A maioria (27%), entretanto, prefete poupar ou investir a quantia recebida.

Outros 17% dos trabalhadores dizem que vão utilizar o dinheiro extra para quitar dívidas em atraso, enquanto 16% vão gastar o recurso durante as festividades de Natal e Ano Novo e 13% vão pagar despesas essenciais da casa, como contas de água e luz.

Veja Mais:  Dívida pública cai 0,14% e chega a R$ 3,748 trilhões em julho

Leia também: Quando deve ser pago o 13º? Veja calendário

A pesqisa ainda afirma que 11%  vai guardar o 13º salário para cobrir tributos e impostos típicos de início de ano, como IPTU e IPVA, por exemplo.

Comentários Facebook
publicidade

Economia

Petrobras reduz preço da gasolina nas refinarias em 1,5%

Publicado


A Petrobras adota essa política de reajuste do preço da gasolina desde 2017; até agora, valores já subiram 21,04%
Divulgação/Petrobras

A Petrobras adota essa política de reajuste do preço da gasolina desde 2017; até agora, valores já subiram 21,04%

Depois de anunciar uma alta de 1,12% no preço da gasolina nas refinarias válida para esta quinta-feira (13), a Petrobras comunicou que voltará a reajustar os valores para baixo a partir de amanhã (14). Com a decisão, o preço do litro do combustível passará dos atuais R$ 1,6121 para R$ 1,5878.

Leia também: Petrobras prevê investimentos de US$ 84,1 bilhões nos próximos cinco anos

A Petrobras adota essa política de reajuste dos preços desde julho de 2017. De acordo com a metodologia, as mudanças podem acontecer mais frequentemente, inclusive todos os dias, e refletem os preços praticados nos mercados internacionais e a cotação do dólar. Desde então, segundo o jornal  Valor Econômico , o preço da gasolina nas refinarias acumula alta de 21,04%.

O preço médio do litro do diesel nas refinarias, por sua vez, caiu 15,3%, chegando a  R$ 1,7984 por litro. O reajuste está em vigor desde o dia 29 de novembro e é válido até o próximo sábado, dia 15. O desconto corresponde ao quinto período da terceira fase do Programa de Subvenção ao Preço do Diesel, criado pelo governo após a greve dos caminhoneiros

Nas bombas


O preço da gasolina nas postos de combustível terminou a semana passada em queda de 2,3%, chegando a R$ 4,402
Marcelo Camargo/Agência Brasil

O preço da gasolina nas postos de combustível terminou a semana passada em queda de 2,3%, chegando a R$ 4,402

O preço médio da gasolina nas postos de combustível terminou a semana passada em queda de 2,3% (R$ 0,10), chegando a R$ 4,402 por litro. Os valores foram apurados pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP).

Veja Mais:  Tribunal derruba liminar que suspendia fusão entre Boeing e Embraer

Em novembro, a queda do preço da gasolina nas bombas foi de cerca de 4%, ou o equivalente a R$ 0,21. A redução, apesar de benéfica ao consumidor, foi 13 pontos percentuais menor do que a de 17% adotada nas refinarias no período.

Leia também: Preço da gasolina nos postos cai pela sétima semana consecutiva, indica ANP

Em 2018, segundo a ANP, o preço médio praticado nos postos acumula alta de 7,76%. A variação é mais de duas vezes maior do que a inflação esperada para o ano todo. De acordo o último Boletim Focus , o mercado espera que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do País, fique em 3,71%.

Entenda o preço da gasolina


Do preço da gasolina, 27% correspondem aos valores praticados nas refinarias e outros 45% aos impostos incidentes
Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

Do preço da gasolina, 27% correspondem aos valores praticados nas refinarias e outros 45% aos impostos incidentes

De acordo com cálculos feitos pela própria  Petrobras , os valores praticados nas refinarias equivalem a 26% do preço pago pelos consumidores nos postos. Essa porcentagem aproximada leva em conta a coleta de preços feita pela estatal entre os dias 2 e 8 de dezembro em 13 capitais e regiões metropolitanas do País.

Outros 47% são formados basicamente por tributos. Destes, 31% correspondem ao ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), recolhido pelos estados, e outros 16% são relativos à Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e ao PIS/Cofins, de competência da União.

Veja Mais:  Inflação recua 0,09% em agosto e deixa governo mais longe da meta de 4,5% ao ano

A diferença entre os impostos estaduais e federais está na forma com que são cobrados. O ICMS varia de acordo com o que é praticado nos postos, então cada vez que o preço da gasolina sobe, os estados arrecadam mais dinheiro. O PIS/Cofins e a Cide, ao contrário, são valores fixados por litro: o primeiro é de R$ 0,7925 e o segundo, de R$ 0,10.

Leia também: Cade vai investigar suposto abuso da Petrobras no mercado de refino

Do restante do preço da gasolina , 12% correspondem ao custo do etanol anidro, que, segundo a lei, deve compor 27% da gasolina comum. Os últimos 15%, por sua vez, são relativos aos custos e ao lucro de distribuidores e postos. Em maio, essa fatia era de 12%, o que sugere um aumento de três pontos percentuais na margem de lucro desses agentes.

Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

“Ser patrão no Brasil é um tormento”, diz Bolsonaro ao criticar lei trabalhista

Publicado


Bolsonaro cobrou que leis trabalhistas sejam mais próximas da informalidade, reafirmando a dificuldade ser patrão no Brasil
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Bolsonaro cobrou que leis trabalhistas sejam mais próximas da informalidade, reafirmando a dificuldade ser patrão no Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), voltou a falar sobre as dificuldades de ser empresário no Brasil e reforçou críticas às leis trabalhistas em vigor no País, chegando a cobrar que estas se aproximem do trabalho informal. As declarações foram feitas durante reunião com parlamentares do DEM, nesta quarta-feira (12), em Brasília.

Leia também: Merkel avalia que Bolsonaro dificulta acordo entre União Europeia e Mercosul

“As leis trabalistas têm de aproximar, no que for possível, da informalidade”, afirmou Bolsonaro, em trecho de vídeo transmitido ao vivo pelo deputado federal Francisco Floriano (DEM-RJ) em seu Facebook. Confira o vídeo abaixo:

O capitão reformado também fala sobre outras questões, como a demarcação de terras indígenas e de quilombolas e as mudanças no Brasil. “Não demarcarei 1 cm² de terra a mais”, disse Bolsonaro, acrescentando ataques ao PT e cobrando união da direita. “Nós agora somos governo, não é mais a esquerda. Mas nós temos que estar unidos.”

Bolsonaro ainda afirma que “não quer impor, não vai, e sequer tem força para impor coisas de sua cabeça”, reforçando a necessidade de união , sugerindo mostrar os projetos aos líderes de partidos antes de enviá-los ao Congresso, para aumentar a chance de aprovação. “Dá para mudar o destino do Brasil, depende de nós. E todo mundo vai ganhar com isso, sem exceção”, argumentou.

Veja Mais:  Salário mínimo em novembro deveria ter sido de R$ 3.959,98, aponta Dieese

Sobre sua força popular e o crescimento do PSL, seu partido, o presidente eleito questiona: “Quem sou eu para levar 30 mil pessoas [a Juíz de Fora, em comício]? Não sou eu, é o simbolismo de ser diferente. Eu jamais esperava fazer 15 deputados federais, fizemos 52.”

A cobrança de união e a necessidade desta para “vencer a guerra” contra a esquerda marcaram o discurso de Bolsonaro. “Se a gente der errado, o PT volta. A gente enfrenta esses caras desde 1922, esse tipo de filosofia. Eles hibernam, esperam o momento adequado para voltar das cinzas, como estão agora. Eu não quero eliminar o PT, eu quero colocá-lo em seu devido lugar pelo voto.”

Leia também: Bolsonaro diz que quer “fatiar” reforma da Previdência e priorizar idade mínima

Leis trabalhistas no governo Bolsonaro


Luciano Hang, dono da Havan, é citado por Bolsonaro em sua crítica às leis trabalhistas
Reprodução

Luciano Hang, dono da Havan, é citado por Bolsonaro em sua crítica às leis trabalhistas

O presidente eleito se mostra a favor da maior liberdade da economia e do menor contole do estado às relações entre empresários e trabalhadores , e, mais uma vez, criticou a legislação trabalhista e argumentou que é difícil ser patrão no País, falando também programas sociais.

Bolsonaro conta com Paulo Guedes , seu ‘superministro’ da Economia, para aprovar reformas estruturais de cunho liberal, entre elas uma nova revisão da lei trabalhista, que buscaria estimular investimentos e passar confiança ao empresariado, ao prometer maior flexibilização do trabalho.

Veja Mais:  Dívida pública cai 0,14% e chega a R$ 3,748 trilhões em julho

Apesar de não dar detalhes, é esperado que os pontos no artigo 7º da Constituição, que trata de direitos como a previsão do pagamento de 13º salário, férias, salário mínimo e outras questões não sejam alteradas. Durante a campanha, seu vice, Hamilton Mourão, caracterizou o 13º salário como “jabuticaba”, sendo prontamente corrigido.

Ao reafirmar a dificuldade de ser empresário no Brasil, Bolsonaro cita o caso de Luciano Hang , da empresa Havan, que recebeu multa de R$ 100 milhões por supostamente ter coagido funcionários a apoarem o presidente eleito durante o período eleitoral.

“Nós queremos que tenha fiscalização sim, mas que chegue no órgão a ser fiscalizado e que a empresa seja atendida como amiga. Vê o que está errado, faz observações, dá um prazo, e depois volta pra ver se a exigência foi atingida. E aí multa. Não fazer como está aí”, disse o presidente eleito.

Leia também: Temer diz que PIB chegaria a 3,5% no ano, não fosse a greve dos caminhoneiros

“Eu, por exemplo, poderia ter uma microempresa com cinco funcionários, não tenho porque eu sei das consequências se meu negócio der errado ou quiser mandar alguém embora”, afirmou Bolsonaro ao defender a flexibilização das leis trabalhistas no Brasil.

Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Abono salarial do PIS começa a ser pago hoje para 1,7 milhão de trabalhadores

Publicado


Pagamentos do abono salarial para nascidos em dezembro começa nesta quinta-feira (13)
Reprodução

Pagamentos do abono salarial para nascidos em dezembro começa nesta quinta-feira (13)

O sexto lote do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) começa a ser pago nesta quinta-feira (13). Neste lote, os valores serão destinados aos trabalhadores da iniciativa privada nascidos em dezembro, que estejam cadastrados no programa. 

Leia também: Copom mantém Selic em 6,5% ao ano na última reunião de 2018 

De acordo com o Ministério do Trabalho, cerca de 1,7 milhão de trabalhadores poderão sacar o abono salarial , que devem receber, ao todo, R$1,3 bilhão.  

O pagamento é feito nas agências da Caixa Econômica Federal . Para o clientes do banco, os valores começaram a ser depositados na terça-feira (11) e o dinheiro já está disponível na conta. 

O prazo final para sacar o benefício é  em 28 de junho de 2019 e serve para todos os trabalhadores favorecidos pelo programa. Quem perde o prazo de saque do abono deve ficar sem o dinheiro, que vai para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Leia também: Projeto de reforma tributária que unifica dez impostos avança na Câmara

Quem pode receber o abono salarial?


Saques do abono salarial do PIS devem ser feitos na Caixa Econômica Federal
Arquivo/Agência Brasil

Saques do abono salarial do PIS devem ser feitos na Caixa Econômica Federal

O valor do abono salarial varia de R$ 80 a R$ 954, de acordo com o tempo trabalhado no ano passado. Assim, quem esteve empregado o ano todo recebe o valor cheio, equivalente a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é de um doze avos do salário mínimo (R$ 79,5), e assim sucessivamente.

Veja Mais:  Ibovespa sobe mais de 1% após ataque a Bolsonaro

Têm direito ao pagamento os trabalhadores inscritos no PIS há pelo menos cinco anos, que tenham trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias naquele ano. Também é preciso que a remuneração mensal média no tempo trabalhado tenha sido de até dois salários mínimos e que os dados do funcionário tenham sido fornecidos corretamente pelo empregador à Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Leia também: Temer diz que PIB chegaria a 3,5% no ano, não fosse a greve dos caminhoneiros

 Esse é o último lote do abono salarial do PIS disponibilizado em 2018. Para os servidores públicos, que são inscritos no Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), não haverá mais saques neste ano.

*Com informações da Agência Brasil

Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana