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Saúde

Mais de 2,5 mil casos de sarampo foram confirmados no Brasil, aponta boletim

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Casos de sarampo no Brasil podem aumentar: só no Amazonas há mais de 7 mil casos em investigação
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Casos de sarampo no Brasil podem aumentar: só no Amazonas há mais de 7 mil casos em investigação

O número de casos de sarampo no Brasil foi atualizado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (31). Segundo as informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre a situação, até o dia 29 de outubro foram confirmados 2.564 casos.

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Atualmente, dois surtos de sarampo no Brasil foram registrados: no Amazonas, onde 2.126 casos foram comprovados e há 7.611 em investigação, e em Roraima, com 345 casos confirmados e 50 em investigação.

Apesar de apresentar um número maior de casos no novo boletim, o Ministério da Saúde informa que nos estados do Amazonas e Roraima, o aumento de casos registrado deve-se a notificações de semanas anteriores, que ainda estavam em investigação, e que foram confirmadas.

”Portanto, não se trata de novos casos notificados, já que em ambos estados, a curva de novos casos é decrescente. Em Roraima, a maior concentração de casos se deu entre fevereiro e abril deste ano. Já no Amazonas, a queda no número de casos se dá a partir do início de agosto, sendo o pico em meados de julho”, escreveu a pasta.

Os surtos estão relacionados à importação, já que o genótipo do vírus (D8) que está circulando no país é o mesmo que circula na Venezuela, país que enfrenta um surto da doença desde 2017.  

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Alguns casos isolados e relacionados à importação foram identificados nos estados de São Paulo (3), Rio de Janeiro (19); Rio Grande do Sul (43); Rondônia (2), Pernambuco (4), Pará (17), Distrito Federal (1) e Sergipe (4). Até o momento, no Brasil, foram confirmados 14 óbitos por sarampo, sendo quatro óbitos no estado de Roraima e 8 no Amazonas.

O Ministério da Saúde, de janeiro a outubro de 2018, encaminhou aos Estados de Rondônia, Amazonas, Roraima, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Sergipe e Distrito Federal o quantitativo de 13,2 milhões de doses da vacina tríplice viral, para atender a demanda dos serviços de rotina e a realização de ações de bloqueio, intensificação e campanha de vacinação para prevenção de novos casos de sarampo .

Em relação à Campanha Nacional de Vacinação contra sarampo, todos os estados que apresentam casos confirmados de sarampo alcançaram a meta mínima de 95% de cobertura vacinal, com exceção do Distrito Federal.

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De acordo com o Ministério da Saúde, a pasta permanece acompanhando a situação do sarampo no Brasil e prestando o apoio necessário aos Estados. Cabe esclarecer que as medidas de bloqueio de vacinação, mesmo em casos suspeitos, estão sendo realizadas em todos os estados.

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Saúde

Mulher conta que irmã desmaiou enquanto mexia em seu cabelo: “Assustador”

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Em uma publicação do Facebook, Alicia Brown Phillips, do Tennessee, nos Estados Unidos, relata uma situação inusitada e apavorante que viveu no começo do mês. Conforme conta, ela estava enrolando o cabelo da sua irmã, Gracie, quando a menina começou a ficar pálida, com os lábios azuis e com as pupilas dilatadas.

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Reprodução/Facebook/Alicia Brown Phillips

Em uma postagem feita no Facebook, Alicia conta que a irmã, Gracie, desmaiou enquanto ela mexia em seu cabelo

Logo em seguida, Gracie não respondeu mais e ficou mole por cerca de um minuto, chegando a desmaiar. Antes, as mãos também passaram a tremer. Depois, ela voltou ao normal e disse que se sentia melhor. A garota contou que lembra de seus familiares falando com ela, mas que não conseguia enxergá-los. 

“Eu estava chorando. Ela estava muito confusa”, escreve Alicia na postagem. A irmã foi levada ao hospital e, após passar por alguns exames, os resultados dizem que ela está bem. Os médicos apontam que ele teve uma forma de “síncope do cabelo” , que ocorre, geralmente, entre crianças de 5 a 13 anos (normalmente meninas) quando mexem em seus cabelos. 

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Ao site da revista “People”, Dan Fain, chefe de neurologia pediátrica no Hospital Infantil Helen DeVos, explica que, as puxar os fios, os nervos do couro cabeludo estimulam o nervo que regula a pressão sanguínea e o batimento cardíaco, o que faz com que o ritmo de ambos diminua. E, por isso, as pequenos podem se sentir como Gracie.

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“Eu nunca ouvi falar disso antes”, diz a autora do post na rede social. “Eles [os médicos] disseram que veem cerca de 1 a 5 casos por ano. Acontece ao escovar, enrolar, trançar ou secar, por conta de uma estimulação nervosa no couro cabeludo . Com isso, algumas crianças têm convulsões como sintomas”, destaca. 

Dan Fain ainda diz que, para ajudar na prevenção da crise, o ideal é que, antes de manusear os cabelos, a criança esteja sentada, alimentada e hidratada. “Tenha certeza que as crianças estão sentadas em frente ao espelho em vez de ficar de pé. Ou pentear os fios depois do café da manhã ou um copo de água”, orienta. 

“Aparentemente muito raro, mas tão assustador para ver isso acontecer”, destaca Alicia. Especialistas ainda recomendam que, depois da criança sofrer a condição , os pais devem levá-la ao médico para garantir que não haja nenhum problema mais grave, como as complicações cardíacas.

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A publicação de Alicia sobre a história do cabelo viralizou no Facebook e recebeu quase 90 mil reações, 221 compartilhamentos, 45 mil comentários. Por lá, pessoas relataram que já passaram por episódios parecidos. “Aconteceu com a minha filha quando ela tinha 9 anos de idade”, diz uma. “Quando minha filha teve pela primeira vez, me assustou muito”, diz outra.

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Hemorroidas: saiba quais os sintomas, as causas e os tratamentos disponíveis

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Women's Health

Este pode até ser um assunto que não te deixe tão confortável, mas se você chegou até aqui, provavelmente precisa se informar sobre os principais sintomas e causas das hemorroidas. De acordo com André Augusto, cirurgião geral do Instituto Endovitta (SP), a vergonha em falar sobre esse tema é um dos principais motivos pelos quais a doença costuma ter diagnóstico demorado, tornando o tratamento mais difícil.

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Sente dor quando vai ao banho? Você pode ter hemorroidas; veja quais as causas, os sintomas e os tratamentos da condição

Mas não existem motivos para isso! Pesquisas realizadas nos Estados Unidos apontam que 10,5 milhões de pessoas sejam portadoras de hemorroidas . Além disso, estima-se que apareça 1 milhão de casos novos ao ano. Abaixo, o profissional esclarece os principais tópicos sobre o assunto. Confira!

Sintomas das hemorroidas

André explica que essa patologia se caracteriza pela inflamação no tecido que reveste o canal anal, impedindo o sangue de passar nessa região: “Isso faz com que a veia fique dilatada, inchada, dolorida e sangrando.”

Com isso, os principais sintomas da doença são o sangue no papel higiênico após a limpeza, dor ao evacuar e inchaço ao redor do ânus. “É possível também que a pessoa sofra com coceira, dificuldade para defecar e dor anal, que pode surgir ao andar ou sentar”, indica.

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Vale ressaltar que existem dois tipos de hemorroidas. A interna acontece quando as veias ficam dentro do ânus ou na parte inicial do reto. Já a externa é quando o inchaço se projeta para fora, podendo ser identificada facilmente.

Causas e diagnóstico das hemorroidas

Estas são algumas das causas consideradas responsáveis pelo aparecimento da doença: genética ou hereditariedade, esforço para evacuar, esforço físico excessivo, infecções anais, permanecer por longo período sentado e dietas pobres em fibras. Fatores como idade, gravidez, obesidade, prática do sexo anal e histórico familiar também podem facilitar seu aparecimento.

Geralmente, o diagnóstico é feito a partir da análise da região anal do paciente, onde são observadas as anormalidades no canal anal e no reto. “Em muitos casos, pedimos um exame de sangue oculto nas fezes. Outros testes como anuscopia, retossigmoidoscopia e colonoscopia também podem ser solicitados”, explica André.

Possíveis tratamentos

Em alguns casos, é possível tratar as hemorroidas com métodos caseiros como banhos de assento com água morna de 10 a 15 minutos, uso de roupas íntimas de algodão, evitar segurar a vontade de evacuar, não fumar, evitar coçar a área e ingerir bastante fibras e água. Além disso, o uso de analgésicos, anti-inflamatórios e pomadas com corticóides para redução de dor e inchaço pode ajudar.

“Contudo, caso os sintomas da doença persistam, é necessária a intervenção cirúrgica minimamente invasiva”, indica André. “Existem, ainda, os tratamentos alternativos como a coagulação infravermelha e a ligadura elástica”, completa.

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A coagulação infravermelha é um tratamento não-cirúrgico. Nele, é introduzida uma pequena sonda acima da hemorróida, por onde e a luz infravermelha é aplicada. Inicia-se, assim, o processo de coagulação dos vasos que levam sangue a região, fazendo com que elas encolham.

O processo de diminuição dos tecidos pode levar algumas semanas. A ligadura elástica, por sua vez, é um procedimento para diminuir o calibre das veias com melhora dos sintomas das hemorroidas .

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Mulher recebe rim do marido em pote plástico ao cobrar resultado de exame no RJ

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Na quarta-feira (17), a costureira Maristher Fukuoka, de 56 anos, foi até o Hospital Municipal Raul Sertã, em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, para cobrar providências após esperar quatro meses pelo resultado de uma biópsia no rim do seu marido.  Após discutir com funcionários da unidade, ela teve a confirmação de que o exame ainda não tinha sequer sido realizado.

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Reprodução/RJ1

Maristher Fukuoka, de 56 anos, e o marido, Sebastião Mory, de 62, que sofre com dores no rim desde o começo do ano

Diante da situação, ela recebeu de volta o rim que havia sido removido de seu marido. O órgão estava armazenado em uma garrafa plástica, que ainda tinha um rótulo de “polpa de maracujá”.

Maristher conta que seu marido, o mecânico Sebastião Mory, de 62 anos, sofre com dores nos rins desde o início do ano e chegou a ficar internado em março, quando teve o órgão retirado no dia 20. Segundo médicos, o rim tinha um tumor, e a biópsia esclareceria se o caso era maligno ou benigno.

A partir da alta, Maristher voltou ao hospital periodicamente para saber o resultado, mas era sempre informada de que o exame não estava pronto. Seu marido continuava a sofrer de dores no rim e estava sendo medicado apenas com analgésicos.

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No último dia 14, um funcionário revelou a ela por telefone que nenhum exame estava sendo feito por falta de profissionais. Segundo esse funcionário, o rim não tinha sido levado ao laboratório, apesar de os registros do hospital apontarem que ele tinha sido levado ao Rio de Janeiro em 23 de março.

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Indignada, ela voltou ao hospital na última quarta-feira. “Falei alto, comecei a ficar revoltada e fiz um escândalo que não sei como consegui fazer. Não sei de onde tirei forças”, conta ela, que ainda se sentou no chão e esperou que alguma providência fosse tomada.

“Fiquei muito nervosa andando com aquilo na rua”

Funcionários do hospital continuavam a dizer que o órgão tinha sido levado para a biópsia, o que ela rebateu. Para sua surpresa, após muita cobrança, uma funcionária do hospital entregou a ela a garrafa plástica com o rim de seu marido e disse o nome de três laboratórios privados que ela poderia procurar por si mesma.

“Saí do hospital e fiquei muito nervosa andando com aquilo na rua. Não sabia onde levar”, conta ela, que foi andando com o marido até um dos laboratórios. “Fui eu e meu marido com aquele pote pela rua, perguntando pelo laboratório que eu nem sabia onde era. Fomos perguntando”, conta.

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O exame no laboratório particular custou R$ 600 e Maristher e Sebastião ainda aguardam o resultado, que deve ficar pronto até 14 de agosto. A costureira conta que já tem um advogado para processar o hospital municipal.

Inquérito será instaurado para apurar rótulo de “polpa de maracujá”

Procurada, a Prefeitura de Nova Friburgo reconheceu problemas na realização de biópsias no hospital. “O Hospital Municipal Raul Sertã está com uma demanda reprimida na realização das biópsias devido ao desligamento do profissional que, até então, realizava o serviço”, diz o município.

“Tão logo possível, a Municipalidade providenciou a contratação de um novo profissional (que já está atuando) para efetuar este tipo de procedimento. Sendo assim, a tendência é que, em breve, este tipo de serviço esteja normalizado na unidade”, continua.

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A prefeitura também afirmou que as peças de biópsia “são normalmente armazenadas em recipientes plásticos comuns, após serem devidamente higienizados e esterelizados”. “A respeito do rótulo no recipiente, em que consta escrito ‘polpa de maracujá’, será instaurado um inquérito administrativo para identificar os responsáveis e aplicar as sanções cabíveis”.

Fonte: IG Saúde
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