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Mais de 60 vídeos mostram que médico e prefeito no Ceará estuprava pacientes

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Reprodução/TV Globo

Nos vídeos, prefeito aparece penetrando as pacientes, afirmando que precisava ‘devirar’ o útero delas

O médico José Hilson de Paiva (PCdoB), que é prefeito da cidade de Uruburetama (CE), foi denunciado por praticar violações sexuais mediante fraude. A denúncia toma como base 63 vídeos, aos quais a redação da TV Globo teve acesso, filmados pelo próprio médico, que mostram cenas de abuso e estupro dentro dos consultórios em que Paiva atendia pacientes, sob o pretexto de ser ginecologista.

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Divulgada pelo programa Fantástico na noite deste domingo (14), a denúncia aponta que os abusos ocorriam há décadas no Ceará , em dois consultórios do médico, sendo um deles na própria casa do prefeito, onde ele atendia pacientes. O segundo consultório fica no hospital público da cidade.

Nas gravações, que não foram divulgadas devido ao teor sexual e criminoso, o médico é visto com a boca nos seios das mulheres, sob o pretexto de estar tirando secreção. Além disso, aparece penetrando as pacientes, afirmando que precisava “devirar” o útero delas.

Por enquanto, o Ministério Público já ouviu o relato de seis mulheres que dizem ser vítimas de abuso do prefeito. Por sua vez, O doutro Hilson, como gosta de ser chamado, afirma que nunca fez “nada forçado” e que as acusações são “jogada da oposição”. “Querem me derrubar”, diz o médico.

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O programa dominical ouviu uma das vítimas, que contou que nunca havia sido consultada por um ginecologista e, por isso, não sabia se os procedimentos seguidos pelo prefeito eram normais em uma consulta ginecológica. “Se ele estava dizendo que era daquela maneira, eu tinha que acreditar”, relata a mulher.

Outra vítima disse só ter voltado a se consultar com ele porque o prefeito também é o único ginecologista da cidade do Ceará . Hoje com 70 anos, o político foi eleito prefeito de Uruburetama em 2016 com 76% dos votos.

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Fonte: IG Nacional
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Ernesto Araujo diz que crise ambiental é “mentira da esquerda” contra Bolsonaro

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Marcos Corrêa/PR

Ministro publicou uma série de tweets sobre as queimadas da Amazônia

O ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo afirmou, na noite desta quinta-feira (22), que o Brasil está sendo alvo de uma “campanha internacional feroz” sobre as queimadas da Amazônia e que a crise ambiental seria uma “mentira da esquerda” para esconder que o presidente Jair Bolsonaro está “reerguendo o Brasil”. 

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“Por que o Brasil está sendo alvo de uma campanha internacional tão feroz e injusta no tema ambiental? Simples. Porque o governo do Bolsonaro está reerguendo o Brasil. A ‘crise ambiental’ parece ser a última arma q resta no arsenal de mentiras da esquerda para abafar esse fato”, escreveu Ernesto Araújo em sua conta do Twitter. 

O ministro afirmou ainda que a esquerda tem aliados na mídia internacional e os utiliza para atacar o Brasil. “Incapaz de convencer os brasileiros do contrário, a esquerda foro-de-são-paulina recorre a seus aliados na mídia internacional e à caixa de ressonância dos ambientalistas radicais (manipulados por décadas de propaganda) para atacar o seu próprio país e questionar sua soberania”, escreveu. 

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Araújo disse ainda que o governo está “reabrindo a economia, expulsando a corrupção, combatendo o crime” e atuando “como país grande, colocando seu peso em favor da liberdade e dignidade humana, contra a ideologia de gênero e outros mecanismos de controle psicossocial”. 



“Esses avanços incomodam gente q quer o Brasil de volta ao seu curral, q tem saudade do Brasil fechado no círculo vicioso do clientelismo e estagnação, do Brasil insignificante no mundo. Sim, muitas forças nacionais e internacionais querem recolonizar o Brasil. Não conseguirão”, concluiu o ministro. 


Fonte: IG Política
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Caso Flordelis: depoimentos apontam que plano para matar pastor surgiu em 2018

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Reprodução

Com informações colhidas nos depoimentos, investigadores concluíram que o crime foi premeditado

Os depoimentos dos filhos da deputada Flordelis dos Santos foram fundamentais para que investigadores da Polícia Civil concluíssem que o assassinato do pastor Anderson do Carmo, ocorrido em junho, estava sendo planejado desde outubro de 2018. Além disso, para a polícia, as contradições nos dois depoimentos oficiais da deputada apontam que ela pode ter participação no crime.

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A discordância de Flordelis que mais chamou a atenção dos investigadores foi o relato do momento do crime. No primeiro depoimento, no dia 16 de junho, a deputada disse que “estava dormindo, quando foi acordada por barulhos de arma de fogo. Que, como mora perto de comunidade, não achou nada estranho, tendo voltado a dormir. Que alguns minutos depois, foi acordada por gritos de dentro da sua casa”. A informação foi veiculada pelo SBT Rio.

Já no segundo depoimento, ocorrido oito dias depois, ela disse que, na hora do crime, estava conversando com um dos filhos, quando escutou seis tiros — versão que foi relatada também na coletiva de imprensa.

O Dia teve acesso aos depoimentos dos filhos de Flordelis. Kelly Cristina dos Santos relatou, no dia 24 de junho, que, no dia do crime, “todos que moravam na casa estavam muito tranquilos”, o que lhe causou estranheza. Kelly, que mora na Região dos Lagos, relatou que sabia que a irmã Marzi colocava remédio na comida de Anderson, e que ele consumia o medicamento sem ter conhecimento do que tomava, “ficando letárgico e com muita falta de ar”. Flordelis costumava dizer, segundo Kelly, que “iria dar o remedinho para ele ficar calminho” e que “quando Anderson não estivesse mais ali, as coisas iriam melhorar”.

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Ainda segundo Kelly, Flordelis dizia aos filhos que “todas as proibições ou coisas ruins que ocorriam eram culpa de Anderson”. Antes de os fi lhos prestarem depoimento, Flordelis fez uma reunião com eles, na igreja, e avisou que saberia todo o conteúdo através do advogado. “Isso é coação, não tem outra explicação”, afirma Angêlo Máximo, advogado da família do pastor.

Já Wagner Pimenta, o Misael, disse que recebeu um bilhete de Flordelis dizendo que ela “tinha jogado o celular de Anderson da Ponte Rio-Niterói”. Outro fi lho, Luan Santos, afirmou que, após o enterro, Flordelis disse: “Agora acabou”. E ofereceu todos os ternos do pastor para ele, além de uma passagem para os Estados Unidos. As irmãs Marzi, Simone e Lorraine, além da deputada, são apontadas em depoimentos como mentoras do crime.

Deputada declara amor ao pastor

Em nota publicada no Facebook, Flordelis nega as acusações dos filhos. “O que ganhei com a morte do meu marido? Eu só perdi. Todos do nosso relacionamento sabem que estou falando a verdade”, escreveu, e voltou a se declarar: “Éramos mais que marido e mulher, éramos uma dupla”.

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Ela acusa Misael de ter apagado informações do telefone do pastor. “Sobre o celular, por que Misael não contou que, no dia do velório, mandou um amigo da família ir lá em casa tirar o celular do carregador e levar pra ele e, quando o rapaz chegou até ele, Misael apagou um monte de coisas? Agora eu pergunto: Apagou o quê? E printou outras, depois fotografou, sem que o rapaz percebesse, devolvendo o celular para afirmar depois que me foi entregue”.

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Fonte: IG Política
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Defesa diz que Cabral corre riscos em Bangu 8 e pede transferência

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Tânia Rêgo/Agência Brasil

Sérgio Cabral

A defesa do ex-governador Sérgio Cabral aguarda há cinco meses um pedido de transferência de Bangu 8, onde ele está há mais de dois anos e meio, para uma unidade prisional da Polícia Militar, a mesma onde está o também ex-governador Luiz Fernando Pezão. O pedido foi feito em março deste ano ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, mas ainda não houve resposta.

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O advogado Márcio Delambert, que representa Cabral , alega na peça que o ex-governador corre riscos em Bangu 8, principalmente desde que passou a adotar uma nova postura, de confessar seus atos e citar nomes de pessoas envolvidas.

“O acusado encontra-se recolhido ao cárcere há aproximadamente 2 anos e 6 meses e vem respondendo, nessa condição de encarcerado, inúmeras ações penais, mais precisamente 29 processos, no âmbito da Justiça Federal. Com efeito, recentemente, reviu sua postura perante a justiça, em especial esse juízo, e vem confessando paulatinamente seus delitos, sempre que interrogado. É certo que sua inédita postura resta por desagradar inúmeras pessoas, já tendo percebido tal fato no seio da própria unidade prisional a que se encontra recolhido”, escreveu Delambert, na petição datada de 26 de março.

Em outro trecho, o advogado cita que políticos que tiveram projeção destacada, como ex-presidentes ou até o ex-governador Pezão, não foram recolhidos em presídios comuns.

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“Por outro lado, o acusado foi presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro , senador da República e governador do Estado do Rio de Janeiro por dois mandatos, fato notório. Sabe-se que a própria legislação concede tratamento prisional diferente aos presidentes, ex-presidentes, aos governadores e ex-governadores, sobretudo, para proteger a dignidade do cargo e segurança física da pessoa, antes da formação definitiva de sua culpa no regular processo.

Nesse contexto, no passado recente das operações policiais em todo país, especialmente os governadores e ex-governadores vêm sendo recolhidos em ambientes prisionais distintos como quartéis de polícia, salas de Estado Maior ou mesmo na própria Superintendência da Polícia Federal”, citou o advogado.

Delambert lembrou os casos dos ex-presidentes Lula e Michel Temer, além dos ex-governadores Eduardo Azeredo (MG), Luiz Fernando Pezão (RJ), Moreira Franco (RJ) e Beto Richa (PR), que ficaram acautelados em unidades prisionais diferenciadas.

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O advogado disse que ainda não teve resposta de Bretas, que mandou, segundo ele, consultar a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (SEAP) e também o Ministério Público Federal (MPF).

Fonte: IG Política
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