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Saúde

Mais Médicos: inscrição para formados no exterior será dias 13 e 14 de fevereiro

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Primeiro edital para o programa Mais Médicos foi criado em novembro após a saída dos médicos cubanos
Divulgação/ Ministério da Saúde

Primeiro edital para o programa Mais Médicos foi criado em novembro após a saída dos médicos cubanos

Os médicos brasileiros formados no exterior, mas sem registro, no país terão os dias 13 e 14 para fazer inscrição nas vagas em aberto do programa Mais Médicos
. Os candidatos deverão entrar no site do programa e indicar em quais municípios desejam realizar o atendimento à população.

O processo ocorrerá na próxima semana. No dia 13, o Ministério da Saúde irá divulgar os municípios com vagas remanescentes dos Mais Médicos
. Nos dois dias seguintes, os médicos que obtiveram diplomas no exterior, mas não têm registro no Brasil escolherão a cidade de sua preferência entre as que disponibilizaram vagas.

No dia 19, será divulgada a lista dos inscritos, das vagas ocupadas e dos municípios contemplados. De acordo com o Ministério da Saúde
, os profissionais sem registro vão passar por um “módulo de acolhimento”, onde serão oferecidas aulas e haverá avaliação pela equipe do programa, com aplicação de exames e outras formas de verificação da condição de atuação dos inscritos. 

Há aproximadamente 1.500 vagas em aberto, segundo o último balanço do Ministério da Saúde, divulgado no dia 15 de janeiro.

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Das 8.517 vagas abertas com a saída de Cuba
do acordo de cooperação que viabilizava a presença de profissionais daquele país no programa, foram realizadas novas chamadas nas quais as vagas foram ocupadas por 7 mil médicos com registro no país até o momento da atualização.

O programa foi criado em 2013, durante o governo de Dilma Rousseff, com o objetivo de ampliar a assistência em regiões com carência de profissionais.

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As inscrições para o programa Mais Médicos
foram abertas no dia 20 de novembro, com o objetivo de preencher as vagas que ficaram abertas com a saída dos cubanos. A decisão do país caribenho de sair do país foi tomada após Cuba citar “referências diretas, depreciativas e ameaçadoras” feitas pelo presidente Jair Bolsonaro.

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Saúde

Família de brasileiros está internada nas Filipinas por suspeita de coronavírus

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RIO — Uma família de brasileiros que viajou a Wuhan, cidade chinesa onde surgiu o surto do coronavírus , está internada nas Filipinas sob suspeita de terem contraído a nova doença.

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A doença respiratória causada pelo coronavírus já atinge 13 países

Os pacientes seriam um casal e uma criança de 10 anos, que apresentou febre e dificuldade para respirar na madrugada na madrugada de sábado. As informações foram divulgadas pela rede filipina ABS-CBN News.

Os pais também foram isolados por precaução, mas não apresentam os mesmos sintomas — o pai manifestou apenas dor de garganta. Os três estão internados em um hospital na cidade de Palawan.

Segundo o jornal Estado de S. Paulo, o Ministério das Relações Exteriores tenta contatar a família via embaixada brasileira em Manila , a capital do país asiático, para acompanhar a situação. Procurado pelo GLOBO, o Itamaraty não respondeu se obteve êxito até a publicação desta matéria.

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No Brasil, cinco casos suspeitos foram apurados e descartados pelo Ministério da Saúde. Na última quinta-feira, a pasta anunciou a instalação um Centro de Operações de Emergência (COE) para tratar do surto. O comitê trabalha, por enquanto, no nível mais baixo de emergências. Até o momento, nenhum cidadão brasileiro está entre os mais de 2 mil casos confirmados de infecção pelo coronavírus ao redor do mundo.

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Em entrevista ao GLOBO, o pesquisador da Fiocruz Rivaldo Venâncio disse considerar provável a chegada do vírus ao Brasil. Na última sexta-feira, a instituição anunciou a criação de uma “sala de situação” para monitorar o caso.

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— Considerando a grande circulação de pessoas entre os continentes, é bastante provável que esse vírus chegue ao Brasil. Mas é importante que a população saiba que a identificação do novo coronavírus no país não deverá ser motivo para alarde ou pânico — afirmou Venâncio.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Mioma, cisto e endometriose: entenda os problemas ginecológicos mais comuns

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Se você sofre com dores frequentes na região pélvica ou qualquer anormalidade no ciclo menstrual, deve ficar atenta aos sintomas dos miomas uterinos, cistos ovarianos e da endometriose, as doenças mais frequentes no sistema reprodutor feminino, segundo a Organização Mundial de Saúde. 

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shutterstock/Reprodução

Problemas ginecológicos são comuns

Embora, em geral, as doenças não representem danos graves, o grande problema é que o diagnóstico desses problemas ginecológicos pode demorar anos, o que afeta a qualidade de vida da mulher e causa complicações, como a infertilidade.

O que são cistos de ovário?

De acordo com o médico ginecologista e obstetra Wallace Viana, “muita gente acha que um cisto é uma doença e, na grande maioria das vezes, não é”. O profissional explica que cada ovulação nasce de um pequeno cisto que, por volta do 13º dia do ciclo menstrual, será liberado pelo ovário para fecundação. 

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O problema surge quando existe alguma falha nessa liberação, fazendo com que o cisto permaneça no ovário e cause desconforto e riscos para a mulher, além de atrapalhar a ovulação . O principal sintoma, nesse caso, é a irregularidade menstrual. 

 “A dor só aparece caso eles aumentem muito de tamanho ou ocorra algum sangramento em função do rompimento desses pequenos cistos”, indica o médico. 

Com funciona o diagnóstico e o tratamento dos cistos?

Apesar de não apresentarem grande risco, “existem cistos que inspiram cuidados e precisam ser observados”, ressalta Wallace. Nesse caso, é preciso fazer o acompanhamento periódico com o ginecologista, com exame físico e ecográfico. 

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Na maioria dos casos, os cistos simples de ovário tendem a se dissolver sozinhos, mas há a possibilidade de se fazer um tratamento clínico com anticoncepcionais, dependendo do caso. 

O que é um mioma uterino? 

Também conhecidos como fibromas, miomas são nódulos que se formam nas paredes do útero, atingindo também a parte muscular do órgão. De acordo com a OMS, cerca de 40% das mulheres desenvolvem o problema em algum momento da vida mas, assim como no caso dos cistos, os miomas não são necessariamente perigosos. 

O principal sintoma desse tumor benigno é o sangramento excessivo durante a menstruação, com coágulos. Caso não tratado, o mioma pode fazer com que a mulher permaneça mais dias menstruada do que sem o sangramento durante o mês.

Além disso a doença causa cólicas, dor pélvica e no momento da relação sexual, e – em casos extremos –  pode levar a um quadro de anemia pelo alto volume de sangue perdido. 

Com funciona o diagnóstico e o tratamento dos miomas?

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Acompanhamento é fundamental para diagnóstico

O mioma não possui formas de prevenção e, justamente por isso, o acompanhamento de rotina com o ginecologista é altamente recomendado. O diagnóstico definitivo é feito com o exame ultrassom.

“A retirada ou do mioma ou do útero é o tratamento definitivo, mas não é indicado para todas as pacientes. Vai depender da idade, da resposta aos tratamentos clínicos e do desejo de ter filhos”, explica Wallace. 

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O que é endometriose? 

A endometriose se caracteriza pela presença de focos de células menstruais fora do útero. “Ao invés do sangue descer para o absorvente, ocorre um refluxo, o que faz o sangue voltar pelas trompas e se depositar nos ovários , nas próprias trompas e até mesmo nas paredes intestinais ou na bexiga”, explica o ginecologista. 

Leia mais: Conheça os exames que toda mulher deve fazer em diferentes idades

Entre os sintomas da doença que atinge cerca de 10% da população mundial estão cólicas menstruais muito fortes. Entretanto, é importante destacar que existem outros sinais importantes, como dor ao evacuar, dor durante a relação sexual e, em alguns casos, infertilidade. 

Como funciona o diagnóstico e o tratamento da endometriose?

Uma das maiores dificuldades de diagnóstico da endometriose é que ela leva, em média, 10 anos para ser identificada. “Muitas vezes a doença é silenciosa, mas existem casos em que a reclamação da paciente não é ouvida ou é menosprezada”, explica o médico obstetra Rafael Pazzelo. O profissional reforça a importância de buscar um médico que analise os sintomas associados.

Após o diagnóstico, o tratamento é cirúrgico, feito por videolaparoscopia, e consiste na completa retirada dos focos de endometriose que estão danificando tecidos de outros órgãos como os ovários e a bexiga, por exemplo.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Coronavírus: funcionários de hospital usam fralda por falta de tempo

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A doença respiratória causada pelo coronavírus já atinge 13 países em quatro continentes

Trabalhadores chineses da área da saúde estão usando fraldas para adultos porque não têm tempo de ir ao banheiro devido à grande demanda de pacientes em decorrência do surto do novo coronavírus . Outros preferem usar as fraldas para não precisarem remover seus trajes de proteção e correr o risco de rasgá-los. As informações foram dadas pelo The Independent .

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Os moradores de Wuhan , epicentro da epidemia do coronavírus na China, descrevem como um filme de terror o cenário caótico atual nos hospitais da cidade. Corredores lotados, pacientes abandonados e uma espera angustiante e interminável. Até o momento, o coronavírus matou 56 pessoas e infectou outras 2 mil.

No hospital da Cruz Vermelha, vários pacientes relataram o seu cansaço e impotência diante da AFP . Todos aceitaram comentar a situação, mas preferiram não se identificar.

“Há dois dias não durmo e fico andando de hospital em hospital. No melhor dos casos, irão me atender amanhã de manhã”,  conta um homem, de 30 anos, que está com febre e gostaria de ser examinado.

A epidemia gerou uma psicose na cidade. Muitas pessoas têm ido às urgências hospitalares desesperadas para saber se contraíram o novo vírus.

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Na entrada do hospital, uma longa fila de doentes exercitam a paciência durante a longa espera. No local, aguardam sua vez para ser atendidos em pé ou sentados em pequenos bancos de plástico. Outros, mais prevenidos, trouxeram suas próprias cadeiras desmontáveis.

Diante da multidão de pacientes, os esforços parecem insuficientes: a epidemia surgiu no país pouco antes do Ano Novo chinês, quando milhares de trabalhadores retornam para as suas cidades de origem, sobrecarregando o sistema de saúde de cada um desses locais.

“As enfermeiras são muito determinadas, mas o gerenciamento dessa situação é caótico”, admite uma mulher, de 60 anos, que se apoia no filho para conseguir manter-se de pé. Segundo o seu relato, ela teve a sorte de “somente esperar cinco horas para ser atendida”.

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Pouco depois, um idoso queixou-se de ter perdido todo o dia à espera do atendimento e ser mandado para casa por não haver camas disponíveis.

Fonte: IG SAÚDE

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