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Nacional

Manifestação pelo governo em Brasília tem boneco de “Super-Moro”

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moro
Reprodução
Boneco inflável do Super-Homem com o rosto do ministro Sérgio Moro

Os atos em apoio ao governo Bolsonaro pelo Brasil estão levando milhares de pessoas às ruas. Muitos estão encontrando maneiras criativas de críticar ou exaltar políticos brasileiros. Após um boneco representando o  presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM)
, caracterizando o parlamentar com “traídor” e “171” no Rio de Janeiro, os manifestantes de Brasília também abusaram da imaginação para homenagar o ministro Sergio Moro.

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Os organizadores da marcha inflaram um enorme boneco do Super-Homem com o rosto do ministro da Justiça e Segurança Pública em frente à Praça dos Três Poderes. Na plataforma que leva o boneco, estão os dizeres: “Moro, herói brasileiro”.

A figura do ministro fez sucesso e centenas de manifestantes foram até o local para tirar fotos com o “Super-Moro”. Apesar dos recentes rachas entre apoiadores do governo, o ministro, que foi o responsável pela condenação em primeira instância do ex-presidente Lula na Lava Jato, se mantém como unanimidade entre os apoiadores de Bolsonaro.

Fonte: IG Nacional
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Deputados do PSL pedem prisão preventiva de Lula a Augusto Aras

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Deputados Sanderson (PSL-RS) e Carla Zambelli (PSL-SP) com o pedido de prisão preventiva de Lula em mãos, entregando a Augusto Aras.

Os deputados Carla Zambelli (PSL-SP) e Sanderson (PSL-RS) deram entrada no pedido de prisão preventiva contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva . O documento foi entregue nas mãos do procurador-geral da República, Augusto Aras , nesta segunda-feira (11). Antes dos deputados, o senador Major Olímpio também deu entrada na mesma solicitação. 

O requerimento de Zambelli e Sanderson solicitam a instauração de um inquérito policial por afirmarem que Lula incita “violência com o intuito de promover desagregação, confusão e balbúrdia”. 

Leia mais: Bolsonaro ameaça usar Lei de Segurança Nacional para prender Lula de novo

A declaração do petista após sua soltura em um discurso realizado no Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo do Campo gerou a inquietação dos parlamentares. Na sua fala, Lula afirmou: “a gente tem que seguir o exemplo do povo do Chile, do povo da Bolívia, a gente tem que resistir”. 

Para os deputados, o ex-presidente Lula tem como intenção atacar e não apenas se defender. A mesma alegação foi feita pelo protocolo do Major Olimpio (PSL-SP), que afirmou em sua conta oficial do Twitter que é inaceitável que Lula “incite a violência e a desordem”.

Fonte: IG Política
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Nacional

Bolsonaro ameaça usar Lei de Segurança Nacional para prender Lula de novo

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Marcos Corrêa/PR – 15.7.19
Presidente Jair Bolsonaro reclamou dos atuais discursos do ex-presidente Lula e ameaçou usar lei para detê-lo.

O pronunciamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que disse aos militantes para “seguir o exemplo do povo do Chile e atacar” incomodou Jair Bolsonaro . O atual presidente afirmou que, caso Lula tente subverter a ordem constitucional, será enquadrado na Lei de Segurança Nacional (LSN) para voltar à prisão. 

“A Lei de Segurança Nacional está aí para ser usada. Alguns acham que os pronunciamentos, as falas desse elemento [ Lula ], que por ora está solto, infringem a lei. Agora, nós acionaremos a Justiça quando tivermos mais do que certeza de que ele está nesse discurso para atingir os seus objetivos”, disse Bolsonaro em entrevista ao Antagonista. 

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Bolsonaro analisou o cenário internacional e fez comparativos com a Argentina, alegando que “não houve nenhum badernaço, porque já era uma tendência a turma da Cristina voltar ao poder, como voltou”. Por esse motivo, não seria admitida a reprodução dos protestos do Chile no Brasil para manter a estabilidade nacional. 

“Agora tem que se preparar porque, na América do Sul, o Brasil é a cereja do bolo. Se nós aqui entrarmos em convulsão, complica a situação”, complementou Bolsonaro

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O filho do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), disse em entrevista que se no Brasil ocorrer o que acontece no Chile, é possível implantar um novo Ato Institucional de número 5, o  mais rígido em privação de autonomia e liberdade de expressão implementado durante a ditadura militar no país.

Uma série de políticos e instituições recriminaram a fala do deputado, incluindo o próprio Jair Bolsonaro. ‘Quem quer que fale de AI-5 está sonhando’, disse o presidente

Fonte: IG Política
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Nacional

“Não há nenhum golpe na Bolívia”, afirma ministro Ernesto Araújo

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Marcos Corrêa/PR
Ministro apontou fraude eleitoral maciça como estopim da queda de Morales na Bolívia

Após o anúncio de renúncia do agora ex-presidente da Bolívia Evo Morales, o ministro Ernesto Araújo utilizou as redes sociais para falar sobre o tema. Em postagem, ele afirmou que não houve golpe e que a saída se deu após “tentativa de fraude eleitoral”.

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“Não há nenhum golpe na Bolívia . A tentativa de fraude eleitoral maciça deslegitimou Evo Morales, que teve a atitude correta de renunciar diante do clamor popular. Brasil apoiará transição democrática e constitucional. Narrativa de golpe só serve para incitar violência”, disse o chanceler na noite deste domingo (10).

No Brasil, nomes como  Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula , solto no último final semana, também se pronunciaram sobre o tema. Em postagem, o presidente falou sobre eleições com o uso de cédulas de papel e daria “a certeza que fatos como o da Bolívia não acontecerão no Brasil. A lição que fica para nós é a necessidade, em nome da democracia e transparência, de contagem de votos que possam ser auditados”.

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Já o petista disse que “é lamentável que a América Latina tenha uma elite econômica que não saiba conviver com a democracia e com a inclusão social dos mais pobres”.

Relembre o caso

O anúncio foi feito após as  Forças Armadas pedirem que Evo deixasse o cargo  e ele mesmo ter convocado novas eleições . “Me dói muito que nos tenham levado ao enfrentamento. “Enviei  minha renúncia para a Assembleia Legislativa Plurinacional”, afirmou em pronunciamento na televisão. O vice-presidente Álvaro García Linera , que estava ao lado de Morales, também renunciou.

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“Quero pedir desculpas por ter sido exigente durante o trabalho. Não foi para Evo, foi para o povo boliviano”. “Aqui não termina a vida, segue a luta”, disse Morales ao encerrar sua fala.

Além deles, também renunciaram o presidente da Câmara, Victor Borda, e a presidente do Senado boliviano, Adriana Salvatierra. Nessa situação, o próximo na linha sucessória para assumir a presidência é Petronio Flores, presidente do Tribunal Constitucional, entidade equivalente ao Supremo Tribunal Federal na Bolívia .

Fonte: IG Política
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