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Marvel anuncia vinda de Brie Larson para promover “Capitã Marvel” na CCXP 2018

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A Marvel utilizou as redes sociais nesta tarde de quinta-feira (9) para anunciar a vinda de Brie Larson, a Capitã Marvel , ao Brasil. Isso devido ao fato de que a atriz vai estrelar um painel do seu filme na Comic Con Experience, a CCXP 2018 , que acontece em dezembro.


A atriz Brie Larson, que dá vida à protagonista do filme
Reprodução/Twitter

A atriz Brie Larson, que dá vida à protagonista do filme “Capitã Marvel”, virá ao Brasil para a CCXP 2018

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Desde setembro, os fãs de quadrinhos têm recebido notícias que aproximam cada vez mais o filme estrelado por Brie Larson da realidade. O filme, que tem previsão para estrear em 2019, traz consigo um ar nostálgico ao ter uma heroína clássica como a Capitã Marvel como protagonista.

A página do Twitter da Marvel acabou de anunciar a vinda da atriz para o Brasil, e a notícia foi bem recebida pelos fãs. 

Fãs expressam empolgação sobre vinda de Brie Larson à CCXP 2018


Brie Larson dá vida a Capitã Marvel
Divulgação

Brie Larson dá vida a Capitã Marvel

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Na publicação da Marvel, que já atinge a casa do milhar quando o assunto são as curtidas, os fãs não hesitaram em demonstrar quão bem essa notícia foi recebida. “Eu não estava preparada”, uma fã respondeu ao tuíte. “Eu já estou acampando na porta do hotel”, um fã apontou.

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Já os que não podem assistir Brie Larson na CCXP 2018 lamentaram: “Não é no dia que eu vou, estou em prantos”, um fã escreveu. “E eu não vou. Quero chorar”, outro acrescentou.

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Isabella se emociona ao revelar que sofria abusos na infância

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A sister Isabella chocou as colegas de confinamento na tarde desta sexta-feira (18) no “BBB 19” após revelar um abuso sofrido na infância. Algumas das integrantes estavam reunidas após o almoço e quando a câmera principal corta para o cômodo, a loira está contando sua história.

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Em conversa com sister no
Reprodução/Globo

Em conversa com sister no “BBB 19”, Isabella relata que sofreu abuso quando era criança

“Eu lembro dele sentado na cama e do rosto dele, bem nítido. Tanto que ele foi preso uns anos depois”, falou Isabella emocionada. As colegas prestaram sua solidariedade para a participante do “BBB 19” .

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A estudante de medicina ainda continuou: “Tem coisas que acham que as crianças não vão contar, que não vão entender, não vão lembrar ou não vão ter coragem. Demorei muito tempo para entender o que tava acontecendo”. E edição do programa, porém, mudou de câmera antes que a potigar prosseguisse.

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Isabella tem sido o centro de algumas polêmicas nos últimos dias, principalmente envolvendo o participante Rodrigo. Depois de não conseguir dormir por conta do ronco do brother, ela reuniu todos para tentar pensar em uma solução, deixando-o desconfortável com a situação.

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“Estou do lado da verdade”, diz repórter que acusa Datena de assédio sexual

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Bruna Drews acusa Datena de assédio sexual
Reprodução/Instagram

Bruna Drews acusa Datena de assédio sexual

Depois de acusar Datena de assédio sexual, a repórter da TV Bandeirantes Bruna Drews, de 35 anos, usou suas redes sociais para desabafar. Em sua conta do Instagram, a jornalista publicou uma foto da frase “Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas”, de uma companha contra o assédio, e fez um pequeno desabafo.

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“Estou do lado da verdade! Consciência limpa e tranquila! Faço isso por todas as mulheres que são obrigadas a passar por isso diariamente”, escreveu Bruna, que trabalha na mesma emissora de Datena .

Entenda o caso envolvendo Datena


A repórter Bruna Drews acusa o jornalista e apresentador Datena de assédio sexual
Reprodução/Band

A repórter Bruna Drews acusa o jornalista e apresentador Datena de assédio sexual

Bruna Drews , de 35 anos, está acusando o apresentador José Luiz Datena, de 61, de assédio sexual. Segundo o site “Notícias na TV”, ela afirma em representação protocolada no Ministério Público que o apresentador do “Brasil Urgente” teria lhe dito que ela não precisava emagrecer porque já “era muito gostosa”, que diversas vezes teria se masturbado pensando nela e que achava “um desperdício” a profissional “namorar uma mulher” .

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Ainda de acordo com a repórter, o assédio teria acontecido no dia 7 de junho do ano passado, durante a comemoração do fim das gravações do quadro “A Fuga”, do extinto “Agora É com Datena”, em um bar na região central de São Paulo. Bruna contou que só decidiu processar o apresentador agora porque, após o suposto assédio, teve uma grave crise de depressão e pânico. Em licença médica desde julho, um mês após o ocorrido, Bruna também está movendo ação trabalhista contra a Bandeirantes, à qual acusa de ter sido conivente com Datena.

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Em contato com o Ministério Público de São Paulo, a reportagem do iG Gente confirmou a representação feita pela repórter contra o âncora do “Brasil Urgente”. O órgão encaminhou a representação para a Polícia Civil abrir uma investigação formal a respeito.

Bruna trabalhou na Record, mas em 2014 foi para a Band a convite de Luiz Cacci. Um ano depois de entrar na emissora, vitou repórter do “Brasil Urgente”, mas não conseguiu se adaptar ao jornalismo policial. A pressão do trabalho e as ameaças de morte por parte de bandidos a fizeram se sentir exposta e ela acabou desenvolvendo síndrome do pânico. Em julho de 2016, começou uma série de afastamentos para tratamentos médicos, que se estenderam até hoje.

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No ar, a jornalista mostrava uma boa relação com o apresentador e não parecida se incomodar com os elogios. Bruna cita dois momentos que considerou “absurdos”. Um foi quando Datena interrompia algumas reportagens para elogiar sua beleza e a ocasião em que pediu para um cinegrafista mostrasse para os telespectadores todo o seu corpo.

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O ronco, racismo reverso, e o pouco que o “BBB” mudou até hoje

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O “BBB” começou nesta semana sua 19ª edição. Desde 2000 anônimos de todo o Brasil se inscrevem no reality show aspirando de fama a sucesso profissional, e no caminho mostram quem são ao ficar confinados numa casa cheia de câmeras acompanhando seus movimentos.


Tereza fala sobre
Reprodução/Globo

Tereza fala sobre “racismo” com mulheres brancas e mostra como tema evoluiu pouco entre participantes

Mas, ao longo desses 19 anos nem sempre as edições foram um reflexo da população brasileira. Pelo contrário, a população negra, por exemplo, sempre foi relegada ao papel de coadjuvante nesse tempo, sendo uma minoria nas edições. Para se ter uma ideia, somente na 15ª edição do “ BBB ” houve um aumento no número de negros, que somaram quatro pessoas, entre 13 integrantes da casa.

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O que antes parecia ser uma “cota” vem mudando ao longo das edições, e o reflexo disso são debates mais aprofundados e embasados. Isso não significa que os participantes não tenham demonstrado racismo, o que ainda é recorrente a cada edição. Munik Nunes, vencedora da edição de 2016, chegou a comentar durante o confinamento que a colega Geralda parecia a “nêga” do BBB por fazer todo o trabalho doméstico.

Em 2014 o participante Cássio chegou a dizer, em tom de brincadeira, que era acusado de assassinato por ter “atravessado uma afrodescendente” durante uma relação sexual. Essas atitudes na maioria das vezes passaram ilesas, justamente por conta da falta de representatividade, que impedia que essas falas fossem contestadas e apontadas como racistas.

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Em 2018, a situação não melhorou muito. Apenas três participantes eram negros e uma delas, Nayara, saiu com o maior índice de rejeição da história do reality. Apesar de não estar entre as mais “queridas” da edição, nenhum comportamento da sister justificava uma rejeição tão alta: ela não fez barraco com ninguém, não xingou nem desrespeitou ninguém, muito menos teve algum comportamento que a tornasse uma “vilã”.

O próprio Cássio, que na época de sua declaração criminosa chegou a ser investigado, saiu com apenas 62% dos votos, enquanto Nayara superou os 90% em um paredão triplo.

O racismo e a nova edição do “BBB”


Rodrigo foi alvo de reunião para debater seu ronco e participantes e espectadores veem racismo
Reprodução/Globo

Rodrigo foi alvo de reunião para debater seu ronco e participantes e espectadores veem racismo

Com uma edição novinha em folha há quatro dias no ar, o racismo voltou a ser pauta, dessa vez sendo contestado. Um comentário da participante Tereza, que pouco antes tinha ganhado o carinho do público por conta de seu desempenho em uma prova de resistência, gerou comentários dentro e fora da casa. Ela chegou a dizer que mulheres brancas também sofrem racismo e, mesmo depois de mudar a designação “racismo”, manteve seu comentário original, sendo apoiada por Isabella. Gabriela e Rízia, com muita paciência, explicaram que o que elas sofrem não é racismo e que o preconceito racial é muito mais complexo e histórico.

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O dilema coloca em prática, mais uma vez, pequenas atitudes que os negros combatem diariamente em suas vidas, e acabam revivendo na “casa mais vigiada do Brasil”.

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Ao longo das últimas edições, nessas conversas, o lugar de fala negro no reality tem sido mais expressivo. Tanto Nayara como Viegas, outro participante do “BBB 18”, participavam do movimento negro e puderam colaborar para o fortalecimento do debate na edição. Ainda assim Gleici, vencedora em 2018, sofreu diversos ataques racistas, com um perfil no Twitter chamando-a de “macaca” e tentando eliminá-la do reality.

Em 2019, mesmo com o esforço de Gabriela e Rízia outra confusão tem levantado a questão racial: o ronco. O participante Rodrigo, negro, tem sido criticado por conta de seu alto ronco e a mesma Isabella reuniu todos para tentar encontrar uma solução, já que estava difícil de dormir. O problema, que outros participantes apontaram posteriormente, é que Gustavo, branco, também roncava. Alguns integrantes na casa apontaram racismo no desconforto de Isabella, e o próprio Rodrigo se mostrou desconfortável com a situação, apesar de preferir não apontar racismo pois estaria “prejulgando” as pessoas.

Um pode argumentar que o “Big Brother” não é um “palanque”, mas o programa é, de certa forma, um experimento social, e não cumprirá sua função adequadamente se não permitir e principalmente ampliar o debate social no Brasil. Essas pessoas tem muito tempo ocioso e passam o dia conversando sobre os mais diversos assuntos. Por que não falar sobre as dores e alegrias de suas vidas? Como consequência, eles têm a oportunidade de conhecer mundos muito distantes dos seus próprios, e é essa troca que os enriquece e permite a convivência entre eles.  

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O “ BBB ” existe até hoje por que temos curiosidade em acompanhar o comportamento das pessoas. Mas nós mudamos e a maneira como vemos televisão também. Sendo assim, debates que ficavam em segundo plano começam a tomar a frente, e os realitys, assim como a programação, tem que achar uma forma de acompanhar.

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