conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Carros e Motos

Mercedes de R$ 1,7 milhão tem 5 unidades vendidas no Brasil

Publicado


Mercedes AMG GTR Pro arrow-options
Divulgação

Mercedes-Benz AMG GTR Pro tem itens exclusivos baseados nos carros de corrida da marca alemã sediada em Stuttgart

A restrita lista dos supercarros mais caros do Brasil recebe mais um integrante: o Mercedes AMG GTR Pro, que tem 5 unidades vendidas o País, cada uma pelo equivalente a R$ 1,7 milhão. Ao todo, apenas 750 serão fabricadas. O modelo tem produção limitada e é considerado o mais rápido feito pela marca alemã com itens e acertos exclusivos para se aproximar dos carros de corrida.

LEIA MAIS: Veja quais são os 5 carros mais caros do Brasil hoje em dia

Estamos falando de um superesportivo com motor V8 4.0 biturbo, de 577 cv e 71,3 kgfm de torque, números para acelerar de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos, diz a fabricante. Para conter todo esse ímpeto esportivo, o Mercedes AMG GTR Pro vem com freios de fibra de cerâmica que ficam parcialmente à mostra atrás das enormes rodas de aro 20.

Além disso, tanto a parte estrutural quando a aerodinâmica receberam mudancas em relação do AMG GTR convencional. Há defletores de ar e aerofólio de carbono, além de difusores na traseira para ajudar a manter o supercarro o mais grudado no chão possível. Para melhorar o arrefecimento do motor e dos freios, foram adotadas novas entradas de ar.

Muda também a suspensão, com ajustes manuais tanto das molas quanto dos amortecedores, seguindo o acerto adotado no AMG GT4 de competição. Para completar, instalaram novas barras estabilizadoras e vetorização de torque por frenagem, o que ajuda a tornar o carro ainda mais equilibrado nas curvas.

Veja Mais:  Chery Tiggo 8 passa por mudanças antes de chegar ao Brasil

 LEIA MAIS: Aceleramos na pista o superesportivo Mercedes-AMG GT R de R$ 1,2 milhão

 Como não poderia deixar de ser em um superesportivo que deverá ser usado tanto nas ruas quanto nas pistas,  ao volante do Mercedes AMG GTR Pro é possível escolher por quatro modos de condução: básico, avançado pro e mestre, com variações em diversos ajustes, inclusive na atuação dos controles eletrônicos de estabilidade e tração.

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook

Carros e Motos

Linha 2020 da Honda CFR chega ao longo do semestre com novas tecnologias

Publicado

source
Honda CRF arrow-options
Divulgação

Os novos grafismos para as Honda CRF 250R (Foto) e 250X, que chegam em outubro e novembro, respectivamente

A linha 2020 das Honda CRF 250 e 450 estão prestes a chegar às lojas. O modelo de competição conta com cinco versões focadas nas diferentes necessidades de cada modalidade do motociclismo off road: seja o motocross, rali ou enduro. Entretanto, a maior novidade é a introdução do sistema HSTC em todas as CRF 450, que aprimora as capacidades de transmitir a potência do motor ao solo. Para as 250R e 250X, chegam novos grafismos.

LEIA MAIS: Scooter Honda ADV 300 será mostrado em novembro com mais custo-benefício

Aprofundando-se no funcionamento do HSTC da Honda CRF 2020, ele trabalha no controle da tração, minimizando a perda de aderência nas acelerações, buscando uma progressão eficaz e ganho de velocidade. O sistema não possui sensor de velocidade da roda, mas atua gerenciando a potência por meio do atraso do ponto de ignição controlado pelo sistema PGM-FI, que detecta alterações na rotação do motor características da perda de aderência.

E há três opções de programação disponíveis à esse equipamento: o modo 1, que intervêm de maneira suave e progressiva, reduzindo o patinamento. É especialmente adequado para melhor controle da roda traseira em curvas mais fechadas. O modo 2, um pouco mais permissivo, e o 3, com atuação rápida e intensa, adequado para terrenos muito escorregadios.

Veja Mais:  Ford revela Mustang Shelby GT500 no Salão de Detroit,o mais potente da história

LEIA MAIS: Confira a lista das 5 motos trail mais em conta de cada marca, que valem a pena

Como se não bastasse, vem associado tanto ao sistema eletrônico de largada selecionável em três níveis — o primeiro, que é voltado à lama, o padrão para o asfalto, e o mais agressivo, também para asfalto — quanto ao recurso EMSB, que vai soltando a potência cada vez mais entre os modos Standard, Smooth ou Agressive.

Modelos

Honda CRF 450RX (R$ 45.890) e CRF 450R (R$ 44.462)

Honda CRF arrow-options
Divulgação

Honda CRF 450RX: Motocicleta de topo, pensada mais para um uso prolongado

Com chegada agendada para outubro, a RX é o modelo mais elaborado para a prática enduro, segundo a fabricante, a cross CRF 450 RX deriva diretamente da CRF 450R de motocross que chega em setembro. As diferenças se concentram à novidades como roda de 18 polegadas (aro 19 na CRF 450R), tanque de combustível de plástico e com maior capacidade (8,5l contra 6,3l) e cavalete lateral de alumínio forjado.

LEIA MAIS: Nova Triumph Street Scrambler 1200 XE acaba de chegar ao Brasil

As diferenças em relação à irmã “R” estão na roda traseira de 18 polegadas (19″ na CRF 450R), tanque de combustível de plástico (titânio na CRF 450R) e maior capacidade (8,5l contra 6,3l). Entretanto, ambas trazem o motor monocilíndrico de 62 cv, 116 kg, controle de arrancada, sistema eletrônico de auxílio à largada selecionável em três níveis: lama, iniciante e seco e três níveis diferentes de potência: padrão, leve ou agressivo. Outro ponto em comum a ambas é o guidão Renthal, os aros de alumínio pretos e o sistema de partida elétrica.

Veja Mais:  Audi e-tron GT é o novo carro de Tony Stark em Vingadores: Ultimato

Honda CRF 450X (R$ 45.482)

Honda CRF arrow-options
Divulgação

Honda CRF 450X: Apesar de bastante similar à RX, esta é pensada para um uso mais prolongado nas trilhas

Nas lojas em novembro, é voltada mais ao uso extensivo, chega em novembro trazendo ventoinhas nos radiadores, o que auxilia justamente à sua proposta. Outro diferencial é o câmbio de seis marchas — ante 5 marchas nas outras duas — e a presença de um conjunto de carenagem com farol e quadro de instrumentos, com velocímetro, dois hodômetros, indicador de consumo instantâneo, médio e autonomia restante. Sua potência é reduzida para 45 cv.

LEIA MAIS: Além da moto de 250 cc, Harley-Davidson deverá ter outras de baixo custo

Honda CRF 250R (R$ 41.402)

Honda CRF arrow-options
Divulgação

CRF 250R:Tem ajuste que privilegia a transmissão de potência ao solo de maneira mais agressiva

Chega em outubro com o motor monocilindro da CRF 250 RX, com duplo comando de válvulas (DOHC) que desenvolve 44 cv e tem ajuste que privilegia a transmissão de potência ao solo de maneira mais agressiva, característica desejável no motocross. Além disso, o acerto das suspensões Showa é mais rígido que na CRF 250RX, assim como a roda traseira é de 19 polegadas (18 polegadas na CRF 250RX). Um diferencial particular na Honda CRF 250R é o tanque de menor capacidade (6,3l) feito de titânio, o que faz dela a mais leve da família: apenas 108 kg com todos os fluidos.

Veja Mais:  Ford EcoSport e Ranger têm descontos que podem chegar a R$ 25 mil

Honda CRF 250RX (R$ 42.830)

Honda CRF arrow-options
Divulgação

Honda CRF 250RX: Pode-se dizer que é idêntica à “irmã” 250R, mas é mais sutil na dirigibilidade, segundo a marca

Derivada da CRF 250R de motocross, a CRF 250RX utiliza o mesmo chassi e motor, que a R, entretanto, tem acerto diferente, que resulta em respostas menos agressivas ao acelerador. Como nas Honda CRF 450R e CRF 450RX, também estão presentes na CRF 250RX o controle de arrancada, sistema eletrônico de auxílio à largada selecionável em três níveis: lama, iniciante e seco e três níveis diferentes de potência: padrão, leve ou agressivo. Chega às concessionárias em novembro.

Modelos, preços e chegada às lojas

CRF 250R – R$ 41.402, com chegada em Outubro;
CRF 250RX – R$ 42.830, com chegada em Novembro;
CRF 450R – R$ 44.462, com chegada em Setembro;
CRF 450X – R$ 45.482, com chegada em Novembro;
CRF 450RX – R$ 45.890, com chegada em Outubro.

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook
Continue lendo

Carros e Motos

Brasil x Chile: 5 gols a favor do país vizinho quando o assunto é carro

Publicado

source

A reportagem de iG Carros esteve em Santiago (Chile), para o lançamento do novo Volvo S60, cujos detalhes daremos a seguir. Antes disso, aproveitamos para contar algumas diferenças entre Brasil e Chile quando o assunto é carro.  De acordo com o que vimos por lá, ainda temos que evoluir em alguns aspectos até em relação ao pequeno país vizinho. 

LEIA MAIS: Um roteiro de 2.600 km no Chile com um Nissan X-Trail – parte 1

A Volvo explicou que uma das razões da apresentação do novo S60 ter sido no Chile fica por conta das boas vendas da marca no país, equivalente ao volume vendido no Brasil, apesar de nós termos uma população mais de 10 vezes maior (209 milhões, ante 18,5 milhões). Abaixo, acompanhe 5 fatos sobre o Chile que nos chamaram atenção. 

1 – Todas as marcas do mundo

mazda 3 Sedan arrow-options
Reprodução/Pinterest

Mazda 3 Sedan é um dos modelos usados pelos táxis de Santiago. Mas há vários outros modelos que não temos no Brasil

 Enquanto no Brasil, volta e meia, algumas marcas acabam desistindo de disputar um lugar ao sol no mercado, no Chile (quase) todas as fabricantes estão disponíveis. Pode-se importar modelos de qualquer marca sem pagar imposto, uma vez que não há produção local. São 22 acordos de livre-comércio com 60 países, incluindo a China.

Veja Mais:  Audi e-tron GT é o novo carro de Tony Stark em Vingadores: Ultimato

O fim da produção de carros no Chile se deu em 2008, quando a GM encerrou as atividade de sua fábrica. Mas, como atualmente o mercado chileno de automóveis e comerciais leves gira em torno de 418 mil unidades anuais (ante cerca de 2,5 milhões no Brasil), nem compensa fabricar.

De qualquer forma, pudemos ver no trânsito carros como o belo Mazda 3 Sedan e outros mais exóticos, como o Skoda Yeti e o Suzuki Ignis. As picapes tem bas vendas por lá, onde vimos modelos diversos, entre os quais algumas Ford F150 Platinum.

2- Gasolina com 5% de etanol

gasolina arrow-options
Carlos Guimarães/ iG

Posto da Petrobras, em Santiago. vende gasolina com apenas 5% de etanol e 93 octanas por R$ 4,67 o litro

 Em postos BR, veja só, constatamos que o preço da gasolina comum no Chile estava sendo vendida por 829 pesos, o que equivale a cerca de R$ 4,67 numa conversão simples, ante R$ 4,33 no Brasil. Acontece que no país vizinho o combustível tem apenas 5% de etanol, ante 27,5% aqui.

Portanto, o rendimento da gasolina chilena é bem maior, uma vez que o poder calorífico do etanol é bem menor. Resultado: paga-se quase o mesmo no Chile, mas o combustível dura mais tempo no tanque.

3 – Pedágio por quilômetro rodado

 Durante o teste-drive do novo Volvo S60 rodamos quase 300 quilômetros pelas estradas chilenas. E reparamos que a cobrança por pedágio é bem mais justa. Primeiro porque existe o pagamento por quilômetro percorrido, debitado automaticamente pelo reconhecimento da placa do veículo. Ou seja, paga-se pelo o que se roda, apenas.

LEIA MAIS: Um roteiro de 2.600 km no Chile com um Nissan X-Trail – parte 2

Também é possível efetuar o pagamento nas cabines. O máximo que se paga para rodar 50 quilômetros é 2.500 pesos, o que equivale aproximadamente R$ 14. No Brasil, para rodar das rodovidas Anchieta e Imigrantes o valor é superior a R$ 33, apenas para citar um exemplo.

4 – Trânsito civilizado

trânsito no Chile arrow-options
Reprodução/TripAdvisor

É raro alguém usar a buzina no trânsito de Santiago, onde quase não vimos motos circulando

 Na volta para o Brasil, o ônibus que levou os jornalistas convidados pela Volvo até o aeroporto era grande demais para contornar algumas esquinas. Em uma delas, foi preciso manobrar por mais de 10 minutos indo para frente e para trás. Mesmo assim, apesar das filas de carros que se formaram não apenas atrás,mas nos lados do veículo, ninguém tocou na buzina.

Se você é pedestre e está prestes a atravessar a rua, verá que os carros vão parar antes mesmo de pisar da guia. Além disso, quase não vimos motos. Portanto, nada desses veículos de duas rodas passando entre os carros em comboio de 10, 20, 30, buzinando, acelerando e “costurando”.

Veja Mais:  Nova moto deentrada da Harley-Davidson será lançada em 2020

5 – E o Dodge Charger Interceptor da polícia, hein?

Dodge Charger Interceptor arrow-options
Reprodução/Pinterest

Dodge Charger Interceptor usado pela polícia tem motor V8 de 370 cavalos e portas dianteiras blindadas

 Como curiosidade, não é que um dos carros da polícia de Santigo é um reluzente Dodge Charger Interceptor, com motor HEMI V8 5.7 de 370 cavalos? Entre outros equipamentos, o carro vem com sistema capaz de detectar até 1500 placas por hora, porta dianteiras blindadas e GPS.

LEIA MAIS: Um dos 7 Lykan Hypersport, de 760 cv, chega à frota da polícia de Abu Dhabi

É usado para patrulha e também para perseguições nas estradas, caso seja necessário. No Brasil, os melhores carros que a Polícia Rodoviária tem diusponíveis são Toyota Corolla, Renault Fluence, Volkswagen Jetta e Chevrolet Trailblazer, que andam bem, pero no mucho…

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook
Continue lendo

Carros e Motos

Honda Civic Si 2020 muda na mecânica e no visual

Publicado

source

Motor Show

Honda Civic 2020 arrow-options
Divulgação

Com a baixa na categoria dos esportivos, o Honda Civic Si 2020 é o único cupê abaixo de R$ 200 mil

Assim como o sedã feito no Brasil, o cupê Honda Civic Si também estreia com mudanças na linha 2020. O esportivo da linha ganhou retoque nas molduras dos faróis de neblina, faróis de LED com novo arranjo de luzes, novas luzes traseiras de neblina em LED e novas rodas de 18″ com acabamento na cor preta. No interior, as novidades do cupê ficam por conta dos novos bancos esportivos e do painel com novos detalhes de acabamento na cor vermelha.

LEIA MAIS: VW Jetta GLI: devorador de asfalto nato

No pacote de equipamentos, o Honda Sensing (pacote de segurança composto por itens como farol alto automático e controlador eletrônico de velocidade adaptativo) passa a ser de série, assim como o Active Sound Control, que usa os alto-falantes do sistema de áudio para amplificar o som do motor em acelerações.

LEIA MAIS: Honda Civic 2020 ganha equipamentos, mas perde opção de câmbio manual

Na mecânica, o Honda Civic Si manteve o motor 1.5 turbo calibrado para desenvolver 208 cv. Mas o câmbio manual de seis marchas teve a relação final encurtada em 6%, para garantir arrancadas mais ágeis.

Fonte: IG Carros
Comentários Facebook
Veja Mais:  Audi e-tron GT é o novo carro de Tony Stark em Vingadores: Ultimato
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana