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Mineirão, Messi e retrospecto! Veja as curiosidades de Brasil x Argentina

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Lance

Brasil e Argentina se enfrentam nesta terça-feira (02), às 21h30, no Mineirão, pela semifinal da Copa América. O confronto tem tudo para ser o mais esperado da competição continental, já que reúne os maiores rivais do continente.

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Lembranças de uma derrota, confrontos entre companheiros de time, atletas que marcaram uma geração e o histórico da partida. O iG Esporte mostra por que vale a pena ficar ligado nesse Brasil x Argentina .

Mineirão

David Luiz no 7x1
Mowa Press

Brasil levou 7×1 da Alemanha no Mineirão

O estádio do Mineirão guarda más lembranças a seleção brasileira em semifinais. Há cinco anos atrás, o Brasil dava seu maior vexame na história ao perder por 7 a 1 para a Alemanha, nas semifinais da Copa do Mundo de 2014. O único remanescente daquela equipe que está na Copa América é o volante Fernandinho, que está com presença incerta na partida, já que está com dores no joelho direito. 

A última vez que Brasil e Argentina se enfrentaram no estádio do Mineirão, em 2016, a Seleção Brasileira venceu por 3 a 0, pelas eliminatórias sul-americanas para a Copa de 2018. A Argentina nunca venceu o Brasil no estádio de Minas Gerais.

Daniel Alves e Messi

Daniel Alves comemora com Messi
Manu Fernandez/AP

Daniel Alves comemora com Messi

O lateral-direito Daniel Alves e o atacante Lionel Messi foram companheiros de Barcelona (ESP), entre os anos de 2008 e 2016. Ambos fizeram parte do grandioso time de Pep Guardiola, que ganhou praticamente todos os troféus possíveis no período. 

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No Barça, eles venceram três Mundiais, três Liga dos Campeões, três Supercopa Europeia, seis Campeonatos Espanhol, quatro Copa do Rei da Espanha, e quatro Supercopa da Espanha. Dos 33 títulos de Messi, 23 foram ganhos ao lado de Daniel Alves.

Gabriel Jesus e Aguero

Os companheiros de Manchester City (ING) e concorrentes no ataque do clube inglês, Sergio Aguero e Gabriel Jesus, se enfrentarão no Brasil x Argentina. Nos Citizens, o argentino é o titular do ataque, e marcou 28 gols na última temporada. Além disso, ele é o maior artilheiro da história do clube inglês, com 227 gols desde 2011. 

Por outro lado, o brasileiro marcou 16 gols em 40 jogos na última temporada, saindo da reserva na maioria dos jogos. Porém, o jovem tem a confiança do treinador Guardiola no clube inglês.

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Brasil leva a melhor na última Eliminatória

Na última partida entre as duas seleções nas Eliminatórias, o Brasil venceu a Argentina por 3 a 0, com gols de Phillippe Coutinho, Neymar e Paulinho. Em Buenos Aires, nesta mesma Eliminatória, a partida acabou empatada em 1 a 1.

Equilíbrio na década

Neymar e Mascherano
Heuler Andrey/Mowa Press

Neymar, Mascherano, Brasil, Argentina

O confronto Brasil x Argentina é marcado por muito equilíbrio nesta década. Foram cinco vitórias da Seleção Brasileira, contra quatro dos hermanos, além de um empate. As partidas foram em amistoso, Eliminatórias para a Copa do Mundo e também edições do Superclássico das Américas.

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Revanche para os argentinos

O último encontro entre as duas seleções na Copa América aconteceu na final da edição de 2007, disputada na Venezuela. O Brasil venceu por 3 a 0, com gols de Júlio Baptista, Ayala contra e Daniel Alves. Esta será a chance de revanche para os argentinos.

Messi contra o Brasil

Messi recebe a marcação de Elias
Ng Han Guan/AP

Messi recebe a marcação de Elias

O astro Lionel Messi não costuma se dar bem quando o rival é o Brasil. Desde que passou a defender a sua seleção, Messi já enfrentou o Brasil em nove oportunidades até aqui. São três vitórias, um empate e cinco derrotas, com o argentino marcando quatro gols e não dando nenhuma assistência. No último encontro, em amistoso em 2017, o craque do Barcelona levou a melhor, com a Argentina vencendo por 1 a 0.

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Freguesia do Brasil na Copa América

Pela Copa América , os brasileiros são os atuais fregueses. Em 32 jogos válidos da competição, os albicelestes venceram 15 partidas, enquanto a canarinho apenas nove, além de oito empates. São 38 gols do Brasil contra 52 da Argentina .

Fonte: IG Esportes
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Flamengo goleia Avaí por 6 a 1 diante de 69 mil torcedores

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No jogo que encerrou a 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, o campeão Flamengo goleou o Avaí por 6 a 1 no estádio do Maracanã diante de 69.090 torcedores.

Com a vitória desta quarta a equipe da Gávea voltou a estabelecer novos recordes em uma edição do Brasileiro disputado por 20 clubes no formato de pontos corridos: É o maior pontuador (90), alcança o maior número de vitórias (28) e tem o melhor ataque (86 gols).

O jogo

O triunfo rubro-negro começou a ser construído aos 10 minutos de partida. Após cobrança de falta ensaiada, Rafinha recebe na ponta direita, cruza para a área, Lincoln domina e toca para o uruguaio Arrascaeta, que chega chutando de primeira.

Mas o Avaí deu a falsa impressão de que reagiria. Aos 21, Lourenço acerta um chute muito forte de fora da área para vencer o goleiro César.

Com o empate o Flamengo voltou a pressionar, e empatou aos 36 minutos do primeiro tempo com Diego. O camisa 10 fez um golaço ao acertar chute colocado da entrada da área.

Mas ainda faltava o gol dele, do artilheiro Gabigol. E dois minutos depois o camisa 9 chegou a seu gol de número 25 na competição. Após receber passe de Arrascaeta, Gabigol acerta cruzado de fora da área.

O quarto veio apenas na etapa final, aos 11 minutos, quando, após boa trama do ataque do Flamengo, a bola sobra limpa para Lincoln bater na saída do goleiro Vladimir.

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Porém, o melhor estava por vir. Aos 38 minutos, o ataque do Flamengo faz uma bela troca de passes que termina com gol do jovem Reinier.

E ainda deu tempo para o jovem atacante do time da Gávea fazer mais um. Aos 42 minutos Rafinha cruza na medida para Reinier apenas escorar para dar números finais ao jogo.

Goleada palmeirense

Outra equipe que goleou em casa foi o Palmeiras. O time paulista recebeu o Goiás em São Paulo e triunfou por 5 a 1.

O Palmeiras abriu o placar aos 21 minutos. Após bela jogada individual, Lucas Lima tocou em profundidade para Zé Rafael tocar na saída do goleiro.

Cinco minutos depois o esmeraldino chegou a empatar com Rafael Moura em cobrança de pênalti.

Mas depois a equipe paulista tomou conta da partida. Aos 33 minutos Dudu recebe de Zé Rafael para bater de primeira e fazer 2 a 1.

O terceiro do Palmeiras saiu aos 24 minutos da etapa final. O jovem Gabriel Veron marcou após Jean tocar para o meio da área.

Aos 36 Verón atua como garçom para Dudu fazer o quarto.

E o mesmo Verón volta a aparecer aos 44, agora superando o goleiro Tadeu e dando números finais ao confronto.

Calvário do Cruzeiro

Quem continua vivendo um calvário é o Cruzeiro. A equipe mineira foi até Porto Alegre e foi derrotada por 2 a 0 pelo Grêmio.

Com isso chega à ultima rodada da competição ocupando a zona do rebaixamento. Para conseguir fugir da Segunda Divisão em 2020, no domingo o Cruzeiro precisa derrotar o Palmeiras, e torcer por um tropeço do Ceará, que enfrenta o Botafogo.

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Nesta quarta, Ferreira abriu o placar aos 23 minutos do segundo tempo. Ele marcou após receber passe de Pepê.

E o mesmo Pepê deu números finais ao jogo aos 39 minutos em cobrança de pênalti.

Empate na Fonte Nova

O único empate do dia aconteceu no confronto entre Bahia e Vasco no estádio da Fonte Nova.

O atacante Gilberto abre o placar aos 44 minutos de jogo em cobrança de pênalti.

Mas, aos 39 do segundo tempo, Marrony deixa tudo igual.

No próximo domingo acontece a última rodada do Brasileiro, com todas as partidas realizadas às 16h (horário de Brasília).

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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No interior paulista, dupla latina constrói futuro através do beisebol

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A crise humanitária pela qual passa a Venezuela impulsionou a migração de moradores do país. De 2017 para cá, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, 504.142 venezuelanos entraram no Brasil. Conforme o “Relatório de Conjuntura: Tendências na Imigração e Refúgio no Brasil”, eles respondem por 67,06% das mais de 52 mil solicitações de refúgio feitas entre janeiro e agosto deste ano.

A maior parte desses migrantes entra no Brasil via Roraima. Foi o caso de Kevin Medina, de 15 anos, que há cerca de um ano deixou Valencia, na região de Carabobo (a 130 quilômetros de Caracas), com a mãe. “Estávamos longe da fronteira. Foram 12 horas de ônibus. Uma viagem muito cansativa. Chegando em Roraima, pegamos um Uber até o aeroporto. Depois, um voo até Brasília e outro até o Rio de Janeiro”, relata.

Na capital fluminense, a estadia na casa de um familiar foi curta. Apenas uma semana. De lá foram de ônibus para São Paulo. Mais precisamente para Ibiúna. No município interiorano, a 70 quilômetros da capital paulista, funciona desde 2017 uma academia para revelar talentos do beisebol mantida pela Major League Baseball (MLB, sigla em inglês). Pouco difundido no Brasil, o esporte é o mais popular da Venezuela. Kevin, por exemplo, pratica a modalidade desde os sete anos.

Não demorou para o jovem arremessador de 1,90m ser aprovado nos testes e integrar o projeto, desenvolvido no centro de treinamentos administrado pela MLB em parceria com a Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol (CBBS). Mas, a condição física do garoto recém-chegado da Venezuela obrigou a preparação a ir além do campo.

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“O Kevin realmente chegou bem magrinho aqui. [Do início do ano para cá] já cresceu bem, ganhou mais de 10 quilos. Foi um trabalho de adaptação, tanto na alimentação como na suplementação, que tem ajudado muito”, revela Thiago Caldeira, um dos técnicos da academia da MLB.

A convivência com os treinadores (que falam espanhol) e os companheiros brasileiros ajudou na adaptação. Agora, o próprio Kevin auxilia outro jovem latino. Steven Castillo tem 14 anos e é de Tola, no departamento de Rivas, na Nicarágua. A região onde fica a cidade, a 84 quilômetros da capital Manágua, é uma das mais humildes do país, que também tem o beisebol como esporte principal.

Divulgação/Caio Parente/Major League Baseball Brasil

Steven Castillo veio da Nicarágua para o Brasil  – Divulgação/Caio Parente/Major League Baseball Brasil

Aliás, Steven (que já defende seleções de base nicaraguenses) integrava uma academia semelhante à de Ibiúna em sua terra natal. A iniciativa por lá acabou não prosseguindo, mas o jovem conseguiu chamar a atenção de uma conterrânea, hoje encarregada de outro programa mantido pela liga. “A senhora Priscila Cisnero avaliou Steven e nos mandou vídeos. Cruzei essas informações com outras que já tínhamos dele e, obviamente, aceitamos que ele viesse ao Brasil”, diz o gerente de desenvolvimento da MLB, Henry González.

“Estava treinando com um tio. Primeiro, trouxeram [ao Brasil] quatro nicaraguenses. Continuei esperando, queria fazer esse teste. Quando fiz, éramos cinco arremessadores. Atirei a bola a 83 milhas [cerca de 133 quilômetros por hora], e um deles, mais velho, a 85 milhas [quase 137 quilômetros por hora]. Pensei que não iria dar para mim e fui embora triste. Mas, depois de quatro semanas, eles me chamaram para a academia”, afirma Steven, cuja bola já atinge 90 milhas (mais de 144 quilômetros por hora).

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Futuro longe de casa

Desde o início da academia, 16 jovens formados em Ibiúna foram contratados por franquias da MLB. Hoje, todos atuam nas chamadas ligas de acesso, seis níveis diferentes de torneios (Classe A curta, Classe A, Classe A-Avançada, Double-A e Triple-A) que preparam os atletas para a Major League, a divisão de elite na qual atuam os principais jogadores do beisebol mundial.

Entre esses pratas-da-casa está um estrangeiro. O arremessador nicaraguense Lesther Medrano, que assinou com o Los Angeles Dodgers, foi um dos seis prospectados contratados em 2019. Seguir os passos dele é o sonho do conterrâneo Steven. Mas, para assinar contrato com qualquer franquia, o jovem precisa ter ao menos 16 anos. Assim, o garoto ainda tem mais dois anos para amadurecer e se destacar.

“Nunca imaginei [que estaria jogando beisebol no Brasil], mas essa é a melhor oportunidade e estou lutando pelo meu futuro. Estou sozinho, sinto falta da família, mas estou aqui por um propósito. Meu sonho é melhorar a condição dos meus familiares, ter uma vida nova e ajudar aos que precisam”, afirma Steven.

Um ano mais velho, Kevin pode ser contratado por equipes da liga a partir de 2020. A expectativa é grande. “Quero me destacar, ser alguém importante para mim e minha família. Quero chegar lá [na MLB], mas não só isso. Quero ficar muito tempo, ganhar prêmios”, projeta o garoto, que, apesar da saudade de casa, topa adiar o retorno à Venezuela se isso significar realizar os sonhos.

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“Tenho muita vontade de voltar sim, mas preciso trabalhar. Meu futuro vem primeiro”, encerra.

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Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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Esportes

Após escapar do rebaixamento, Marcão vive clima de indefinição no Flu

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A torcida do Fluminense compareceu em peso na última partida do time no Maracanã no ano de 2019. Quase 40 mil torcedores esperavam a vitória tricolor sobre o Fortaleza para deixar o time praticamente garantido na Sul-Americana. Mas a equipe de Marcão começou o jogo demonstrando uma certa apatia e só acordou no fim do confronto, tarde  demais para fazer o gol. No fim, o empate em 0 a 0 deixou o Fluminense na 14ª posição do Campeonato Brasileiro, com 43 pontos, ultrapassando o Botafogo (15º).

Com isso, o Tricolor segue firme na luta por uma vaga na Sul-Americana, dependendo apenas de si para disputar a competição internacional. O próximo compromisso é contra o Corinthians, domingo (8), às 16h, na Arena Corinthians. Para quem lutava contra o rebaixamento até a rodada anterior, cogitar uma vaga na Sul-Americana é pra ser comemorado? Quem responde é o técnico Marcão.

“O Fluminense é muito grande. Se eu sentar aqui e falar que estou satisfeito por tudo o que a gente passou, eu vou estar mentindo. Fluminense é para estar brigando por vaga na Libertadores, é um clube que o torcedor coloca 40 mil em um jogo às 21h30. É lógico que tem uma sensação de alívio por não estar disputando nas últimas rodadas contra o descenso. Os jogadores e o clube passaram por um ano muito difícil, de troca de gestão, muitas coisas acontecendo internamente. Tudo o que eles fizeram a gente aproveita para enaltecer e engrandecer a todos que participaram deste momento muito difícil.”

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Marcão assumiu o Fluminense depois de campanhas ruins do time com Fernando Diniz e Oswaldo de Oliveira no comando. Apesar de ajudar a salvar o tricolor da degola, o técnico ainda não sabe qual será o seu futuro.

“Hoje eu sou o técnico do Fluminense, mas a gente está em uma competição muito importante. É lógico que a gente estava lutando contra outras grandes equipes para sair do rebaixamento, mas ainda tem um objetivo a conquistar. Depois que acabar tudo isso, a gente senta com o presidente e vê a melhor a situação para todos. Pra mim, para o clube e para a instituição. Desde o momento que a gente sentou aqui foi para se colocar à disposição, de sempre ajudar o Fluminense, essa foi a minha posição desde o momento que entrei no clube.”

O Fluminense terá dois desfalques certos para a partida contra o Corinthians. Yony González recebeu o terceiro cartão amarelo e Dodi foi expulso contra o Fortaleza. Paulo Henrique Ganso deve seguir fora do time devido a uma lesão na coxa esquerda.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Fonte: IG Esportes
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