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Carros e Motos

Mini Cabrio 2019 fica ainda mais irreverente sem capota. Veja avaliação

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Sendo atualmente uma das  opções mais em conta do mercado de conversíveis, o Mini Cabrio recebe as mudanças já aplicadas na versão coupé. O modelo segue as mesmas novidades pontuais, como: novos faróis em LED, lanternas com desenho do Reino Unido e novas rodas exclusivas.

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Nosso contato foi com o Mini Cabrio Cooper S, que usa motor 2.0, turbo ,de 192 cavalos, 28,5 kgfm de torque máximo, força suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em 7,1 segundos, diz a fabricante. A linha 2019 do modelo recebeu uma outra alteração interessante, o novo câmbio automático, de 7 marchas com dupla embreagem, praticamente o mesma que equipa o BMW X2.

Ao volante,  o modelo agrada, principalmente, pelo conceito Go Kart Feeling , que une a maneira de condução baixa, melhorando o centro de gravidade, bom posicionamento do motorista, condução direta e estabilidade do modelo.

O Mini Cooper S Cabrio agrada bastante para quem busca esportividade em um modelo mais acessível nessa categoria. O volante de resposta direta, motor e câmbio respondem bem a uma pegada mais esportiva com estabilidade, que transmite confiança para acelerar em curvas e se divertir mesmo em um carro com menos de 200 cavalos.

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Outro ponto que ajuda todo esse conceito de esportividade é o ronco do escapamento. Desde a versão S, o MINI Cooper já empolga para quem busca um carro esportivo de fábrica, e na versão JCW o ronco é ainda mais bonito.

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Mais detalhes do Mini Cabrio 2019


Mini Cabrio 2019 ganha novas lanternas de LED com a bandeira da Inglaterra estilizada entre as novidades
Renato Maia/Falando de Carro

Mini Cabrio 2019 ganha novas lanternas de LED com a bandeira da Inglaterra estilizada entre as novidades

O único ponto que não agrada no carro, mas já era completamente previsível justificável, é a suspensão. Como se trata de um carro com proposta e, de fato, esportivo, com entre-eixos bem curto, conforto não é um dos pontos forte desse conversível. Mesmo no modo normal, é notável que o carro balança e sente os buracos e imperfeições das ruas, mas para quem entende a proposta do carro, consegue usá-lo sem reclamar.

Como estamos falando de um veículo premium, o preço não é dos mais convidativos, porém, na categoria de conversíveis, o Mini Cooper Cabrio é hoje o modelo mais barato a venda no mercado.

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Partindo de R$ 146.990 na versão Cooper Cabrio, o modelo que usa motor 1.5 traz o essencial do conceito, já o Mini Cooper S Cabrio chega em seus R$ 176.990 com motor 2.0 turbo, mais tecnologia embarcada e detalhes diferentes para a versão.

E temos a versão mais esportiva do Mini Cabrio , a JCW, que agrega potência extra no motor (231 cv) e praticamente bancos exclusivos. Essa versão topo pode chegar aos R$ 196.990, deixando a versão S com um bom custo benefício.

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Renault Zoe 2019: primeiras impressões do modelo elétrico na cidade

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Renault Zoe
Cauê Lira/iG Carros

O Renault Zoe parte de R$ 149.990 em sua versão única, Intense. Seus rivais são Chevrolet Bolt e Nissan Leaf

Já andei em uma boa variedade de veículos elétricos nos últimos anos, entre os quais posso enumerar Chevrolet Bolt , Nissan Leaf e Fiat 500e. O Renault Zoe permanecía como incógnita, mesmo sendo um dos carros eletrificados mais vendidos na Europa. Apresentado no Salão do Automóvel 2018, o modelo já emplacou mais de 20 unidades no Brasil, e a marca francesa está muito interessada em finalmente consagrá-lo por aqui.

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Uma das estratégias para o Renault Zoe inclui o lançamento de uma nova plataforma de car-sharing que, inicialmente, será utilizada por funcionários do projeto Cubo, do Itaú. Trata-se de um grupo de start-ups erradicadas na zona sul de São Paulo, que buscam soluções de mobilidade para o futuro. Entre elas, a Joycar, líder em carro compartilhado no Brasil.

De acordo com Ricardo Gondo, presidente da Renault do Brasil, a intenção é iniciar o car-sharing com o Zoe e estendê-lo para outros veículos da marca, como Duster, Captur, Oroch e Kangoo. É um debate interessante, uma vez que a maneira como interpretamos a mobilidade nos dias de hoje está fadada ao desuso em algumas décadas.

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Em breve, você não precisará comprar um carro próprio. No lugar disso, as fabricantes poderão disponibilizar um pacote de assinaturas de acordo com a sua necessidade semanal. Precisa de um carro para ir ao trabalho? O trio Zoe, Leaf e Sandero pode satisfazer suas necessidades. Quer fazer uma mudança e precisa de um veículo com caçamba? Invista na Oroch. Para viagens, talvez um Captur ou o próprio Logan.

É um debate inteligente que soluciona muitos dos problemas de mobilidade dos dias de hoje. Entre eles, o trânsito, poluição e otimização de espaço. Mas voltemos ao Zoe.

Combustão? Nunca mais

De acordo com a ONG Observatório do Clima, a emissão de gases tóxicos responsáveis pelo efeito estufa teve o maior crescimento em treze anos, apenas no período entre 2015 e 2016. Nos últimos dois anos, foram 2,6 milhões de toneladas de CO2 enviados à atmosfera apenas no Brasil.

O combustível fóssil também é um recurso finito, além de ser uma das principais causas dos danos na camada de ozônio. Esses impactos já são sentidos nos meios urbanos e na natureza. A cidade de Linfen, na China, é conhecida por ser a mais poluída do mundo, onde há uma densa névoa de fumaça e as pessoas precisam andar com máscaras para amenizar os problemas respiratórios.

Nem precisamos ir tão longe para sentir as consequências. De acordo com um estudo divulgado pelo Instituto de Saúde e Sustentabilidade do Rio de Janeiro, a poluição no trânsito já mata mais que acidentes de carro na cidade. Entre 2006 e 2012, o levantamento mostrou que 36.194 mil pessoas morreram de problemas respiratórios, enquanto apenas 16.441 estiveram envolvidas em fatalidade de trânsito.

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O Zoe é um veículo simples e apertado, na mesma filosofia dos subcompactos que visam mais a funcionalidade que qualquer outra característica. Com o carro cheio durante um breve passeio pela zona sul de São Paulo, os três adultos no banco de trás tiveram dificuldades para se acomodar.

O acabamento interno também não abre sorrisos, ainda que o Zoe seja bem montado. Seu painel é simples e lembra o Sandero, além do cluster digital com poucas opções de customização (mostra apenas autonomia, velocidade e odômetro).

Por outro lado, seus 92 cv se mostraram suficientes para rodar com cinco adultos a bordo. Acionando o modo econômico, o Zoe é capaz de utilizar a energia cinética que seria perdida durante as frenagens para recarregar a bateria. Neste processo, ganha-se alguns quilômetros de autonomia. De acordo com a Renault, o Zoe é capaz de rodar por 300 km com “tanque cheio”.

A suspensão do Renault Zoe trabalha bem na cidade, com acerto um pouco mais rígido que enfrenta os obstáculos urbanos com louvor. A brincadeira é cara, custando R$ 149.990 em sua versão única, Intense. Para um carro que, na Europa, tem o preço da versão mais cara do Clio, é bem salgado. Mas fica o respaldo para a Renault, que em vinte anos continuará enaltecendo o legado do Zoe como um dos primeiros veículos elétricos do Brasil.

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Fonte: IG Carros
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5 carros de Roberto Carlos, que faz 78 anos

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Dodges e Roberto Carlos
Divulgação/ Pinterest

O Rei posa na frente dos modelos da Dodge dos anos 70 na época do filme “Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora”

Em plena Sexta-Feira da Paixão, “o Rei”, Roberto Carlos, completa 78 anos de vida. Para se ter uma breve ideia da sua ligação com carros basta assistir às cenas iniciais de um dos filmes do qual participou. “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura”. Em 1967,ainda na época da Jovem Guarda, ele aparece dirigindo um roadster esportivo GT Tormento, como se estivesse com a faca entre os dentes, perseguido por um Cadillac Fleetwood.

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Enquanto corrigia saídas de frente e de traseira em um trecho sinuoso, cheio de curvas, Roberto Carlos aparece sorridente no conversível, ao som de “Eu sou terrível”. Quer mais um exemplo do quanto o Rei tem gasolina nas veias? Em “Roberto Carlos a 300km por hora”, em 1971, ele acelera para valer, sem ajuda de dublês, um Dodge Charger R/T, laranja com faixas pretas na carroceria. Veja a seguir, meros 5 dos vários carros do Rei.


1 – Cadillac Serie 62 Conversível – 1960


Cadillac Serie 62 conversível com Roberto Carlos
Divulgação

Cadillac Serie 62 conversível, igual ao que Roberto Carlos trouxe dos Estados Unidos e já foi de Emerson Fittipaldi


Trazido dos Estados Unidos, o belo e imponente conversível americano serviria perfeitamente de inspiraçaõ para os versos iniciais da música “o Bom”, gravada em 1967, que começa assim: ” Meu carro é vermelho, não uso espelho pra me pentear” . O carro vem com motor V8 6.4 que funciona com câmbio automático, de quatro marchas, com alavanca na coluna de direção.

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Não há nenhuma economia de cromados, que estão por toda parte, desde a grade frontal até o para-choque traseiro. A capota de tecido é acionada de modo elétrico, a direção e os freios já contavam com assistência hidráulica. Por dentro, o acabamento é bem caprichado, com enormes bancos revestidos de couro colorido de dois tons, carpete legítimo e muito espaço para cinco ocupantes.

2 – Dodge Charger R/T – 1971


Dodge, Roberto, Carlos
Reprodução/Youtube

Roberto Carlos acelera sem dó o Dodge Charger R/T de 1971, no filme que leva seu nome


O Rei acabou ganhando um desses da Chrysler depois do filme “Roberto Carlos a 300 por hora”. Baseado na carroceria A-Body, o Charger R/T nacional vinha com motor V8 318, de 5.2 litros, capaz de gerar 215 cv de potência bruta (170 cv líquida). O câmbio era manual, de quatro marchas, com alavanca no assoalho e a tração, traseira.

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Os bancos separados vinham revestidos de curvim e jersey e o volante é de três raios para condizer com o aspecto esportivo do carro, que teve destaque no filme, assim como o Gurgel Bugato 70, também com o Rei ao volante, enquanto toca “De tanto Amor”, música tema do longa, que diz nas entrelinhas: “A saudade vai chegar. E por favor meu bem. Me deixe pelo menos só te ver passar”.


3- Jaguar E-Type 1969


Jaguar E-Type de Roberto Carlos
Reprodução/Pinterest

Jaguar E-Type 1969 que Roberto Carlos ganhou de presente da gravadora CBS, na época


O esportivo inglês foi presente da gravadora CBS. O Rei já estava na sua fase melancólica. O carro é um dos ícones de esportividade sobre rodas do fim dos anos 60. Tem motor de doze cilindros e se tornou um dos únicos modelos da época que conseguiam acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 7 segundos.

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O segredo de tanta rapidez estava na favorável relação entre peso e potência, graças à estrutura leve. Para conter todo o ímpeto esportivo, os freios são a disco e a suspensão independente na quatro rodas, um avanço entre os carros do final dos anos 60, quando o Rei lançou o álbum do qual faz parte músicas como “Nas Curvas da Estrada de Santos”, cujo começo diz: “Se você pretende saber quem eu sou. Eu posso lhe dizer. Entre no meu carro na estrada de Santos. E você vai me conhecer”.


4- Oldsmobile Cutlass conversível – 1966


Oldsmobile Cutlass 1966, igual ao de Roberto Carlos
Divulgação

Oldsmobile Cutlass 1966 Conversível que Roberto Carlos também teve na sua coleção de carrões


O conversível americano era vermelho, mas um dos sucessos do novo disco do Rei, em 1966, era “Negro Gato”, cujos versos iniciais falavam de uma história que começava assim: “Eu sou um negro gato de arrepiar. E essa minha vida. É mesmo de amargar.Só mesmo de um telhado. Aos outros desacato Eu sou um Negro Gato!”

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E assim como os gatos, o Oldsmobile é estiloso. A marca da GM não existe mais, entretato, deixou seu legado. O Cutlass conversível 66 de Roberto tem um V8 sob o capô que ronca forte deixando claro que tem força de sobra. São 320 cv e 49 kgfm de torque extraídos de 5,4 litros de cilindrada.

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5 – Chevrolet Coupé – 1933


Chevrolet, cupê, Roberto Carlos
Divulgação

Chevrolet 1933 Hot Rod, preparado com aval de Emerson Fittipaldi e que fez parte de uma promoção da Nestlé


Não é à toa que o hot hod preparado com aval de Emerson Fittipaldi, amigo do Rei, foi pintado de azul claro e branco, cores que Roberto costuma usar com certa frequência, já que é supersticioso. O carro chegou a entrar em uma promoção da Nestlé, intitulada “Em Ritmo de Prêmios”, em 2011.

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Mas é claro que a música tema desse carro é “O Calhambeque”, de 1964. Diferente da versão orginal, o modelo com pintura de dois tons recebeu motor GM 2.4, de quatro cilindros e 141 cv, que chegou a ser usado na picape S10. “O Calhambeque bip bip. Quero buzinar o Calhambeque. Bip dubi indupi dubi” . Parabéns, Rei, Roberto Carlos ! Abaixo, assista à cena descrita no primeiro parágrafo.




Fonte: IG Carros
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5 carros de Roberto Carlos, que faz 78 anos

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Dodges e Roberto Carlos
Divulgação/ Pinterest

O Rei posa na frente dos modelos da Dodge dos anos 70 na época do filme “Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora”

Em plena Sexta-Feira da Paixão, “o Rei”, Roberto Carlos, completa 78 anos de vida. Para se ter uma breve ideia da sua ligação com carros basta assistir às cenas iniciais de um dos filmes do qual participou. “Roberto Carlos em Ritmo de Aventura”. Em 1967,ainda na época da Jovem Guarda, ele aparece dirigindo um roadster esportivo GT Tormento, como se estivesse com a faca entre os dentes, perseguido por um Cadillac Fleetwood.

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Enquanto corrigia saídas de frente e de traseira em um trecho sinuoso, cheio de curvas, Roberto Carlos aparece sorridente no conversível, ao som de “Eu sou terrível”. Quer mais um exemplo do quanto o Rei tem gasolina nas veias? Em “Roberto Carlos a 300km por hora”, em 1971, ele acelera para valer, sem ajuda de dublês, um Dodge Charger R/T, laranja com faixas pretas na carroceria. Veja a seguir, meros 5 dos vários carros do Rei.


1 – Cadillac Serie 62 Conversível – 1960


Cadillac Serie 62 conversível com Roberto Carlos
Divulgação

Cadillac Serie 62 conversível, igual ao que Roberto Carlos trouxe dos Estados Unidos e já foi de Emerson Fittipaldi


Trazido dos Estados Unidos, o belo e imponente conversível americano serviria perfeitamente de inspiraçaõ para os versos iniciais da música “o Bom”, gravada em 1967, que começa assim: ” Meu carro é vermelho, não uso espelho pra me pentear” . O carro vem com motor V8 6.4 que funciona com câmbio automático, de quatro marchas, com alavanca na coluna de direção.

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Não há nenhuma economia de cromados, que estão por toda parte, desde a grade frontal até o para-choque traseiro. A capota de tecido é acionada de modo elétrico, a direção e os freios já contavam com assistência hidráulica. Por dentro, o acabamento é bem caprichado, com enormes bancos revestidos de couro colorido de dois tons, carpete legítimo e muito espaço para cinco ocupantes.

2 – Dodge Charger R/T – 1971


Dodge, Roberto, Carlos
Reprodução/Youtube

Roberto Carlos acelera sem dó o Dodge Charger R/T de 1971, no filme que leva seu nome


O Rei acabou ganhando um desses da Chrysler depois do filme “Roberto Carlos a 300 por hora”. Baseado na carroceria A-Body, o Charger R/T nacional vinha com motor V8 318, de 5.2 litros, capaz de gerar 215 cv de potência bruta (170 cv líquida). O câmbio era manual, de quatro marchas, com alavanca no assoalho e a tração, traseira.

LEIA MAIS: Dodge Charger R/T: versão nacional foi um dos ícones dos anos 70

Os bancos separados vinham revestidos de curvim e jersey e o volante é de três raios para condizer com o aspecto esportivo do carro, que teve destaque no filme, assim como o Gurgel Bugato 70, também com o Rei ao volante, enquanto toca “De tanto Amor”, música tema do longa, que diz nas entrelinhas: “A saudade vai chegar. E por favor meu bem. Me deixe pelo menos só te ver passar”.


3- Jaguar E-Type 1969


Jaguar E-Type de Roberto Carlos
Reprodução/Pinterest

Jaguar E-Type 1969 que Roberto Carlos ganhou de presente da gravadora CBS, na época


O esportivo inglês foi presente da gravadora CBS. O Rei já estava na sua fase melancólica. O carro é um dos ícones de esportividade sobre rodas do fim dos anos 60. Tem motor de doze cilindros e se tornou um dos únicos modelos da época que conseguiam acelerar de 0 a 100 km/h em menos de 7 segundos.

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O segredo de tanta rapidez estava na favorável relação entre peso e potência, graças à estrutura leve. Para conter todo o ímpeto esportivo, os freios são a disco e a suspensão independente na quatro rodas, um avanço entre os carros do final dos anos 60, quando o Rei lançou o álbum do qual faz parte músicas como “Nas Curvas da Estrada de Santos”, cujo começo diz: “Se você pretende saber quem eu sou. Eu posso lhe dizer. Entre no meu carro na estrada de Santos. E você vai me conhecer”.


4- Oldsmobile Cutlass conversível – 1966


Oldsmobile Cutlass 1966, igual ao de Roberto Carlos
Divulgação

Oldsmobile Cutlass 1966 Conversível que Roberto Carlos também teve na sua coleção de carrões


O conversível americano era vermelho, mas um dos sucessos do novo disco do Rei, em 1966, era “Negro Gato”, cujos versos iniciais falavam de uma história que começava assim: “Eu sou um negro gato de arrepiar. E essa minha vida. É mesmo de amargar.Só mesmo de um telhado. Aos outros desacato Eu sou um Negro Gato!”

LEIA MAIS:  Os 10 carros mais irados dos Vilões do cinema!

E assim como os gatos, o Oldsmobile é estiloso. A marca da GM não existe mais, entretato, deixou seu legado. O Cutlass conversível 66 de Roberto tem um V8 sob o capô que ronca forte deixando claro que tem força de sobra. São 320 cv e 49 kgfm de torque extraídos de 5,4 litros de cilindrada.

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5 – Chevrolet Coupé – 1933


Chevrolet, cupê, Roberto Carlos
Divulgação

Chevrolet 1933 Hot Rod, preparado com aval de Emerson Fittipaldi e que fez parte de uma promoção da Nestlé


Não é à toa que o hot hod preparado com aval de Emerson Fittipaldi, amigo do Rei, foi pintado de azul claro e branco, cores que Roberto costuma usar com certa frequência, já que é supersticioso. O carro chegou a entrar em uma promoção da Nestlé, intitulada “Em Ritmo de Prêmios”, em 2011.

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Mas é claro que a música tema desse carro é “O Calhambeque”, de 1964. Diferente da versão orginal, o modelo com pintura de dois tons recebeu motor GM 2.4, de quatro cilindros e 141 cv, que chegou a ser usado na picape S10. “O Calhambeque bip bip. Quero buzinar o Calhambeque. Bip dubi indupi dubi” . Parabéns, Rei, Roberto Carlos !

Fonte: IG Carros
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