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Saúde

Ministério da Saúde admite legitimidade do uso do termo “violência obstétrica”

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violência obstétrica
Reprodução/Pixabay

Debate sobre a violência obstétrica ganhou espaço em campanhas de especialistas e grupos de apoio ao parto humanizado

O Ministério da Saúde reconheceu o direito das mulheres de usarem o termo violência obstétrica, para representar experiências vivenciadas durante o parto e nascimento que configurem maus tratos, desrespeito e abusos à parturiente. A posição veio após a recomendação expedida pelo Ministério Público Federal em São Paulo.

A pasta informou ainda que vem adotando medidas para reduzir o número de ocorrências de situações de atendimento inadequado, para que haja um avanço na qualidade da atenção obstétrica e neonatal, incluindo o respeito à autonomia das mulheres, o acolhimento e o cuidado seguro e humanizado.

Segundo o Ministério da Saúde, os abusos e maus tratos durante o parto em instituições de saúde afetam os direitos das mulheres ao cuidado respeitoso, além de ameaçar o direito à vida, à saúde, à integridade física e a não discriminação.

Em maio, o Ministério da Saúde havia divulgado um despacho em que decidia abolir o uso do termo “violência obstétrica” , usado para definir casos de violência física ou psicológica contra mulheres na hora do parto. O relator do documento alegava que a definição tinha “viés ideológico”. 

Nos últimos anos, o debate sobre a violência obstétrica ganhou espaço em campanhas de especialistas, grupos de apoio ao parto humanizado e até do próprio Ministério da Saúde. A pasta definia a agressão como aquela que ocorre na gestação ou parto, podendo ser “física, psicológica, verbal, simbólica e/ou sexual, além de negligência, discriminação e/ou condutas excessivas ou desnecessárias ou desaconselhadas”. 

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Roséola é comum durante a infância; saiba os sintomas e quais cuidados ter

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O exantema súbito, conhecido como roséola, é uma das doenças mais comuns durante a infância. Normalmente, a infecção viral afeta crianças entre seis meses e um ano de idade, mas pode surgir até os seis. Quando ela aparece, muitos pais e responsáveis costumam ficar preocupados. No entanto, não é preciso entrar em desespero.

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A roséola é uma infecção viral em que a criança apresenta febre, manchas vermelhas pela pele e outros sintomas

Conforme explica Patricia Rezende, pediatra do Grupo ProntoBaby, a roséola é uma doença benigna. “Ela é, geralmente, ocasionada pelo Herpesvirus 6 (HHV6) ou o Herpesvirus 7 (HHV7), mas também pode ocorrer após infecção por outros vírus, como adenovírus e enterovirus”, destaca a profissional.

Sintomas da roséola

Os principais sintomas da roséola são três a cinco dias de febre alta, que desaparece subitamente, e manchas vermelhas pelo corpo que surgem assim que a febre acaba. “Ela pode chegar a 39ºC/40ºC”, destaca Cristiane de Oliveira Breda, pediatra da Cia. da Consulta.

Além disso, dor de garganta moderada, nariz escorrendo, tosse, olhos inchados e avermelhados, diminuição do apetite, diarreia não tão intensa e irritabilidade são outros sinais. “Inicialmente, essa doença é facilmente confundida com um quadro de resfriado ou gripe”, aponta Cristiane. 

No entanto, no caso da exantema súbito, cerca de 12 a 24 horas depois que a febre some, a pele fica avermelhada por até sete dias em diversas regiões do corpo, com placas que, geralmente, não coçam. “Como é uma doença benigna que caminha para a cura espontaneamente, os sintomas tendem a desaparecer no decorrer dos dias”, ressalta Patricia.

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Transmissão e diagnóstico

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A transmissão da doença infecciosa é pelo ar e, por isso, é importante ter alguns cuidados no dia a dia para preveni-la

O vírus pode ser transmitido pelo contato direto com os fluídos corporais, como gotículas de saliva, secreção, espirro e tosse durante a fase febril da doença. “É bastante infecciosa e altamente transmissível”, alerta a pediatra do Grupo ProntoBaby. A contaminação pode ocorrer também por compartilhamento de canudos, copos e outros itens.

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Já em relação ao contágio, é bastante comum em bebês que frequentam os mesmos ambientes. “O vírus também pode ser repassado por um portador que não esteja com os sintomas da doença, como um adulto, por exemplo”, pontua Patricia. 

De acordo com Cristiane, o diagnóstico é clínico. “O médico vai ouvir a história, examinar a criança e diagnosticar que é roséola”, afirma. No entanto, um exame sorológico pode ser solicitado em caso de dúvidas para confirmar a doença. 

Como é feito o tratamento?

Para o tratamento, apenas os sintomas são tratados. Assim, são indicados medicamentos para controlar a febre e o desconforto da criança. “Além disso, indicamos a ingestão de líquidos para garantir uma boa hidratação e repouso do paciente. As manchas na pele se resolvem por si só. Em casos graves, a criança deve retornar ao pediatra”, destaca Patricia.

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Recomendações importantes

Algumas medidas simples, como a higienização das mãos da criança com água e sabão ou gel antisséptico e dos utensílios de uso pessoal e brinquedos, ajudam a prevenir a disseminação da doença. “É preciso adotar bons hábitos de higiene e evitar o contato com outras crianças que estejam com a doença”, destaca Patricia.

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Pelo fato da roséola ser viral, é importante destacar que, enquanto a criança apresentar os sintomas, a recomendação é que ela não frequente creches, escolas ou qualquer outro ambiente fechado e com aglomeração de pessoas. 

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Vacinação preventiva contra o sarampo começa hoje em todo o Brasil

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A partir desta quinta-feira (22), as crianças de seis meses a menores de um ano devem ser vacinadas contra o sarampo em todo o Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação é preventiva e deve alcançar 1,4 milhão de crianças, que não receberam a dose extra, chamada de dose zero, além das previstas no Calendário Nacional de Vacinação, aos 12 e 15 meses.

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A vacinação contra o sarampo é preventiva e deve alcançar 1,4 milhão de crianças, que não receberam a dose extra

“Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral mais varicela, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as doses”, esclarece o ministério.

A pasta enviará 1,6 milhão de doses a mais para os estados. O objetivo é intensificar a vacinação desse público-alvo, que é mais suscetível a casos graves e óbitos. A medida é uma resposta imediata do ministério devido ao aumento de casos da doença .

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“Nós estamos preocupados com essa faixa etária porque em surtos anteriores foram as crianças menores de um ano que evoluíram para casos mais graves e óbitos. Por isso, é preciso que todas as crianças na faixa prioritária sejam imunizadas contra o vírus do sarampo, considerando a possibilidade de trânsito de pessoas doentes para regiões afetadas e não afetadas”, diz Wanderson Oliveira, secretário de Vigilância em Saúde.

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De acordo com o ministério, o país registrou nos últimos 90 dias, entre 19 de maio a 10 de agosto deste ano, 1.680 casos confirmados de sarampo, em 11 estados: São Paulo (1.662), Rio de Janeiro (6), Pernambuco (4), Bahia (1), Paraná (1), Goiás (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Espírito Santo (1), Sergipe (1) e Piauí (1). 

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Além de vacinar as crianças na faixa etária prioritária, o ministério, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde, também orienta estados e municípios a realizarem o bloqueio vacinal. Ou seja, em situação de surto ativo do sarampo , quando identificado um caso da doença em alguma localidade, é preciso vacinar todas as pessoas que tiveram ou tem contato com aquele caso suspeito em até 72 horas.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Roséola é comum durante a infância; saiba os sintomas e quais cuidados ter

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O exantema súbito, conhecido como roséola, é uma das doenças mais comuns durante a infância. Normalmente, a infecção viral afeta crianças entre seis meses e um ano de idade, mas pode surgir até os seis. Quando ela aparece, muitos pais e responsáveis costumam ficar preocupados. No entanto, não é preciso entrar em desespero.

Leia também: Já ouviu falar em molusco contagioso? Conheça a infecção viral que atinge a pele

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A roséola é uma infecção viral em que a criança apresenta febre, manchas vermelhas pela pele e outros sintomas

Conforme explica Patricia Resende, pediatra do Grupo ProntoBaby, a roséola é uma doença benigna. “Ela é, geralmente, ocasionada pelo Herpesvirus 6 (HHV6) ou o Herpesvirus 7 (HHV7), mas também pode ocorrer após infecção por outros vírus, como adenovírus e enterovirus”, destaca a profissional.

Sintomas da roséola

Os principais sintomas da roséola são três a cinco dias de febre alta, que desaparece subitamente, e manchas vermelhas pelo corpo que surgem assim que a febre acaba. “Ela pode chegar a 39ºC/40ºC”, destaca Cristiane de Oliveira Breda, pediatra da Cia. da Consulta.

Além disso, dor de garganta moderada, nariz escorrendo, tosse, olhos inchados e avermelhados, diminuição do apetite, diarreia não tão intensa e irritabilidade são outros sinais. “Inicialmente, essa doença é facilmente confundida com um quadro de resfriado ou gripe”, aponta Cristiane. 

No entanto, no caso da exantema súbito, cerca de 12 a 24 horas depois que a febre some, a pele fica avermelhada por até sete dias em diversas regiões do corpo, com placas que, geralmente, não coçam. “Como é uma doença benigna que caminha para a cura espontaneamente, os sintomas tendem a desaparecer no decorrer dos dias”, ressalta Patricia.

Veja Mais:  Campanha de vacinação contra sarampo e pólio acaba nesta sexta-feira

Transmissão e diagnóstico

criança com roséola arrow-options
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A transmissão da doença infecciosa é pelo ar e, por isso, é importante ter alguns cuidados no dia a dia para preveni-la

O vírus pode ser transmitido pelo contato direto com os fluídos corporais, como gotículas de saliva, secreção, espirro e tosse durante a fase febril da doença. “É bastante infecciosa e altamente transmissível”, alerta a pediatra do Grupo ProntoBaby. A contaminação pode ocorrer também por compartilhamento de canudos, copos e outros itens.

Leia também: Conhece a doença mão-pé-boca? Saiba quais os sintomas e os tratamentos

Já em relação ao contágio, é bastante comum em bebês que frequentam os mesmos ambientes. “O vírus também pode ser repassado por um portador que não esteja com os sintomas da doença, como um adulto, por exemplo”, pontua Patricia. 

De acordo com Cristiane, o diagnóstico é clínico. “O médico vai ouvir a história, examinar a criança e diagnosticar que é roséola”, afirma. No entanto, um exame sorológico pode ser solicitado em caso de dúvidas para confirmar a doença. 

Como é feito o tratamento?

Para o tratamento, apenas os sintomas são tratados. Assim, são indicados medicamentos para controlar a febre e o desconforto da criança. “Além disso, indicamos a ingestão de líquidos para garantir uma boa hidratação e repouso do paciente. As manchas na pele se resolvem por si só. Em casos graves, a criança deve retornar ao pediatra”, destaca Patricia.

Veja Mais:  Longe da meta, Brasil tem dia D da vacinação de crianças contra sarampo e pólio

Recomendações importantes

Algumas medidas simples, como a higienização das mãos da criança com água e sabão ou gel antisséptico e dos utensílios de uso pessoal e brinquedos, ajudam a prevenir a disseminação da doença. “É preciso adotar bons hábitos de higiene e evitar o contato com outras crianças que estejam com a doença”, destaca Patricia.

Leia também: Mãe relata luta para descobrir síndrome de Prader-Willi na filha: “Não se mexia”

Pelo fato da roséola ser viral, é importante destacar que, enquanto a criança apresentar os sintomas, a recomendação é que ela não frequente creches, escolas ou qualquer outro ambiente fechado e com aglomeração de pessoas. 

Fonte: IG Saúde
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