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Tecnologia

Modo privado: WhatsApp permite responder mensagens de grupos no chat particular

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Nova atualização do WhatsApp possibilita envio de mensagens de grupos de forma privada
Reprodução

Nova atualização do WhatsApp possibilita envio de mensagens de grupos de forma privada

Uma nova atualização do WhatsApp criou mais uma novidade para as conversas em grupo: a partir de agora, é possível citar uma mensagem enviada por algum membro do grupo em uma conversa particular. A nova função já está disponível para os usuários de Android que estão com a atualização do aplicativo em dia. A versão atual é a 2.18.335.

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Chamada “responder em particular”, a nova atualização do WhatsApp aparece quando o usuário clica em cima de uma mensagem enviada por qualquer pessoa que participe de um determinado grupo. Ao selecionar essa opção, basta escrever a resposta – ela será transferida e enviada diretamente para o chat privado, junto com a citação escolhida.

A novidade é inspirada no “responder”, que já acontece há algum tempo tanto em grupos como em conversas particulares. Para a utilização nos grupos, a diferença é que agora, caso o usuário não queira, não precisa mais enviar a resposta na frente de todo mundo.

 A ferramenta é vista como uma forma de facilitar a contextualização da resposta, que ficou mais direta, uma vez que em um mesmo chat podem existir mensagens de diversos assuntos. Dessa forma, também não será mais preciso explicar em um bate-papo privado sobre o qual assunto citado no grupo você está falando: basta clicar no “responder em particular.”

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A função promete atuar como substituta do “conversar com”, que não será excluído, mas pode acabar em desuso. Nele, o usuário também pode chamar o membro de um determinado bate-papo para uma conversa privada, mas não consegue anexar a frase na qual está respondendo.

A novidade, entretanto, tem alguns impedimentos. Não será possível enviar a mensagem de um usuário do grupo para qualquer um da sua lista de contatos, nem mesmo para qualquer membro do chat : apenas o próprio autor da fala poderá receber uma resposta em uma conversa particular.

Atualização do WhatsApp ainda não funciona para Iphone


Até o momento, nova atualização do WhatsApp só está disponível para Android
ALV / Flickr

Até o momento, nova atualização do WhatsApp só está disponível para Android

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Apesar de já estar funcionando no Android , a nova atualização do WhatsAapp ainda não está disponível para iPhone, mas deve chegar em breve. A última versão do aplicativo para celulares da Apple é a 2.18.101. 

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Senhas de usuários do Facebook e do Instagram foram lidas por funcionários

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Usuários de aplicativos pertencentes ao Facebook tiveram suas senhas expostas à funcionários da empresa
shutterstock

Usuários de aplicativos pertencentes ao Facebook tiveram suas senhas expostas à funcionários da empresa


O Facebook confirmou, nesta quinta-feira (21), que usuários de suas redes sociais tiveram suas senhas expostas aos funcionários da empresa. Segundo a companhia administrada por Mark Zuckerberg, senhas do Facebook, Facebook Litte (a versão mais leve do aplicativo, para quem utiliza celulares antigos e com pouca memória) e do Instagram puderam ser lidas.

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“Como parte de uma revisão da rotina de segurança em janeiro, descobrimos que algumas senhas de usuário estavam armazenadas em um formato legível dentro de nossos sistemas de armazenamento de dados”, diz a nota oficial do Facebook , assinada pelo vice-presidente de engenharia, segurança e privacidade Pedro Canahuati.

Segundo ele, a falha que permitia que as senhas fossem guardadas de forma legível para os funcionários já foi resolvida, e não é necessário que os usuários troquem de senha. Apesar disso, o vice-presidente diz que a empresa vai “notificar todos cujas senhas foram encontradas armazenadas dessa forma.”

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Canahuati também afirmou que, até o momento, a investigação não descobriu nenhum trabalhador que tenha abusado do acesso a esses dados . “Essas senhas nunca estiveram visíveis a qualquer pessoa de fora do Facebook, e até o momento não foram encontradas evidências de que alguém de dentro as acessou ou fez mau uso delas”, escreveu,

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Falha do Facebook atingiu milhões de usuários


De acordo com o comunicado do Facebook, milhões de usuários foram afetados pelo problema
Pixabay

De acordo com o comunicado do Facebook, milhões de usuários foram afetados pelo problema


Apesar de o comunicado evitar grandes repercussões, afirmando que o problema já foi resolvido e que não é preciso alarde, muitos usuários das plataformas ( Instagram , Facebook e Facebook Lite ) foram atingidos. “Serão notificados centenas de milhões de usuários do Facebook Lite, dezenas de milhões de outros usuários do Facebook e dezenas de milhares de usuários do Instagram”, avisa a nota.

Envolvido com  diversas polêmicas de vazamento de dados ao longo do ano passado, o Facebook disse, ainda, que vai trabalhar para evitar que problemas como esse se repitam. “Fizemos mudanças para evitar que problemas semelhantes voltem a acontecer e, como precaução, estamos notificando as pessoas cujas senhas foram armazenadas desta forma”, informou.

Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Pais afirmam ver Momo ensinando suicídio em vídeos infantis; YouTube nega

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Boneca Momo foi inserida por hackers em alguns vídeos infantis do YouTube e ensina crianças a cometerem suicídio
Reprodução/Twitter

Boneca Momo foi inserida por hackers em alguns vídeos infantis do YouTube e ensina crianças a cometerem suicídio


Pais e responsáveis afirmam que uma boneca macabra está assustando crianças em todo o mundo. Batizada de Momo, a personagem, que tem aparência assustadora, teria sido inserida em diversos vídeos de conteúdo infantil do YouTube Kids, plataforma feita especialmente para crianças, aparecendo em momentos aleatórios, no meio das imagens, com mensagens suicídas. 

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Sem qualquer aviso prévio, essas imagens da Momo  estariam aparecento dentro de vídeos feitos para o público infatil. Assim, enquanto as crianças assistem um determinado programa ou o clipe de uma música, as imagens são interrompidas para darem lugar à boneca.

De acordo com depoimentos, a boneca dá instuções, em inglês, de como cometer suicídio .  Além do áudio ensinando como cortar os pulsos com diversos objetos que podem estar presentes em casa, também há imagens demonstrando o ato, fazendo com que se torne facilmente imitável pelas crianças.

Há relatos de aparição da boneca no meio de vários vídeos do YouTube Kids : alguns em que crianças fazem slime, em episódios de desenho e até mesmo roubam alguns minutos de músicas infantis, como a famosa ” Baby Shark “. 

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No Twitter, diversos usuários começaram a confirmar o problema, deixando o assunto entre os mais comentados da rede social. Os internautas afirmam que as crianças de sua família ou de conhecidos já conhecem a  boneca Momo e que estão com medo dela.

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Há também relatos de que, além de cometer suicídio, a personagem estimula as crianças a fazerem outros desafios, como esfaquear outras pessoas da casa. Para influenciar os pequenos a realmente fazerem o ato, a boneca retorna no fim do vídeo com ameaças e diz que, caso a criança não cumpra a ordem, ela vai voltar para pegá-la durante a noite. Assim, causando medo, é mais provável que a criança realmente o faça.

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YouTube diz que Momo não foi encontrada





Em resposta à polêmica, o YouTube se pronunciou, em nota, alegando que não foi encontrado “nenhum vídeo que promova um desafio Momo no YouTube Kids” e pedindo para que qualquer conteúdo com “atos nocivos ou perigosos” seja denunciado. 

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“Sobre o desafio Momo : não encontramos nenhum vídeo que promova um desafio Momo no #YouTubeKids. Qualquer conteúdo que promova atos nocivos ou perigos é proibido no YouTube. Se encontrar algo parecido, denuncie”, escreveu a empresa no Twitter.




Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Má influência? Gamers rebatem associação de videogames ao massacre em Suzano

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Jogadores de videogames rebateram a fala do vice-presidente brasileiro sobre a relação dos games ao ataque em Suzano
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Jogadores de videogames rebateram a fala do vice-presidente brasileiro sobre a relação dos games ao ataque em Suzano

O vice-presidente do Brasil, general Hamilton Mourão, relacionou o uso videogames violentos ao massacre ocorrido na última quarta-feira (13) em Suzano, quando dois assassinos atacaram, armados, a Escola Estadual Professor Raul Brasil e mataram oito pessoas antes de cometerem suicídio. 

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“Hoje a gente vê essa garotada viciada em videogames violentos. Só isso que fazem. Quando eu era criança e adolescente, jogava bola, soltava pipa, jogava bola de gude, hoje não vemos mais essas coisas. É isso que temos que estar preocupados”, disse Mourão.

A declaração do vice-presidente veio logo após a informação de que os atiradores, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25, eram amantes de jogos tidos como violentos, como Call of Duty , GTA e Fortnite .

No dia seguinte, vários internautas utilizaram a hashtag #somosgamersnaoassassinos, que ficou entre os assuntos mais falados no Twitter, para defender os jogadores, também chamados de gamers , e debater a relação (ou falta de) entre os videogames e o massacre em Suzano .

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Muitos aproveitaram a discussão para afirmar que, muitas vezes, a “culpa” dos acontecimentos acabam sendo jogadas para os jogos, enquanto outros problemais sociais, como a segurança pública, e pessoais, como a saúde mental desses gamers, são ocultados.


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É também o que pensa o estudante do último semestre de Ciências Sociais da PUC-Campinas e jogador semi-profissional de videogames, Lucas Freitas. “Depois que uma tragédia como essa acontece, geralmente é uma saída mais confortável apontar a culpa dos jogos do que enxergar um possível isolamento social, um problema psicológico… Aí acaba virando uma cultura”, explica.

Segundo ele, os incentivos de violência podem vir de diversos lugares além dos jogos (como a televisão, por exemplo), mas isso não necessariamente quer dizer que a pessoa vai reproduzir esse comportamento. “O indício de violência sempre acontece, mas a gente precisa entender que para uma pessoa ser influenciada por isso, tem algo errado no inconsciente, na saúde mental. Precisa observar se ela é isolada, se tem depressão…”, disse.

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Freitas acrescenta, ainda, que os videogames são um tipo de mídia muito novo, que começou na década de 1990 e que é consumido por pessoas mais jovens. Dessa forma, é natural que quem não utiliza esse tipo de produto o condene. “A tendência é culpar uma mídia que você não consome. Com a ampliação e o público dos games , envelhecendo, isso deve ser superado”, acrescentou.

Em Oxford, estudo não comprovou relação de videogames e agressividade 


Uma pesquisa feita no Reino Unido não encontrou indícios de agressividade em jovens relacionada à videogames
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Uma pesquisa feita no Reino Unido não encontrou indícios de agressividade em jovens relacionada à videogames


Um estudo que reuniu mais de mil jovens entre 14 e 15 anos, além de seus respectivos responsáveis, foi feito por pesquisadores da Universidade de Oxford , no Reino Unido, e comprovou que o hábito de jogar games violentos não tem relação com a agressividade de jovens.

De acordo com a pesquisa, que não encontrou nenhuma prova de agressividade vinda desses videogames, o que pode acontecer é que os jogos provoquem sentimentos de raiva ou outras sensações. Apesar disso,  nenhum desses sentimentos pode ser relacionado a comportamentos agressivos.

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“A ideia de que videogames violentos incitam agressões no mundo real é popular, mas isso não foi muito bem testado com o passar do tempo”, explicou o professor Andrew Przybylski, diretor de pesquisa do Oxford Internet Institute.



Fonte: IG Tecnologia
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