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Economia

Morte de cachorro em unidade do Carrefour gera onda de protestos

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Cachorro que morreu teria sido envenenado e espancado por um funcionário do Carrefour
Reprodução Twitter

Cachorro que morreu teria sido envenenado e espancado por um funcionário do Carrefour

Ativistas e protetores de animais tem se manifestado nas redes sociais e realizados protestos contra uma unidade da rede de hipermercados Carrefour de Osasco, na Grande São Paulo. Segundo relatos, um funcionário da loja teria envenenado e espancado um cachorro na última quarta-feira (28), causando sua morte.

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De acordo com a versão de Isabela Marcelino, que fez a denúncia em suas redes sociais, o animal estava pelos arredores da unidade do Carrefour há cerca de uma semana, quando foi espancado por um dos seguranças do local a pedido de um superior.

“O cachorro foi quase morto a pauladas por um segurança da loja a mando de seu superior responsável, só porque pessoas importantes e diretores da matriz da empresa visitariam a loja. Para fazer “bonito”, não queriam o cachorro abandonado rodando por lá. Mandaram eliminar o animal como se não fosse nada e da pior forma possível!”, escreveu Isabela no Facebook, em um post que já reúne mais de 22 mil compartilhamentos.

Carrefour culpa Centro de Controle de Zoonoses pela morte

O vira-lata chegou a ser socorrido pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). mas não resistiu ao ferimentos e morreu. 

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Em nota, o Carrefour afirmou que “repudia qualquer tipo de maus-tratos contra animais” e que afastou a equipe responsável pela segurança. A rede de hipermercados confirmou que o cachorro circulava pelo estacionamento da empresa há alguns dias, alegando que a tentativa de afastar o animal “pode ter ocasionado um ferimento na pata”. 

A empresa também diz que o CCZ foi acionado diversas vezes para retirar o cachorro do local, mas não compareceu, e culpa o Centro pela morte.  “No momento da abordagem dos profissionais do órgão para imobilização, o cachorro desfaleceu em razão do uso de um “enforcador”, tipo de equipamento de contenção”, diz a nota oficial do Carrefour.

Um inquérito foi aberto na Delegacia Especializada de Osasco para investigar o caso. O vereador da cidade, Ralfi Silva, e o delegado Bruno Lima, eleito deputado estadual pelo PSL, acompanham as investigações.

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No Facebook, Lima repudia o comunicado do Carrefour, afirmando que a loja tenta “jogar toda responsabilidade para a Zoonoses, emitindo um comunicado ridículo, sendo que testemunhas presenciaram e relataram a ação do segurança”.  O vereador Silva também defendeu o CCZ , com “repúdio e indignação à nota do Carrefour”. Também na rede social, Silva publicou um vídeo do momento em que os profissionais atendem o cachorro machucado “com muito respeito e carinho durante o resgate”.

Confira:

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A Prefeitura de Osasco informou que o Departamento de Fauna e Bem-Estar Animal foi acionado no dia 28 para prestar socorro a um cachorro ” ferido e sangrando”, possível vítima de atropelamento.  De acordo com a nota, somente no sábado (1) o departamento recebeu a denúncia de que 
” se tratava de um caso de maus tratos”. 

Ativistas protestam pela morte do animal

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Além da repercussão do caso nas redes sociais, defensores dos direitos dos animais realizaram, ontem (3), um protesto na unidade do Carrefour que protagonizou a história. Confira:

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Economia

Nova greve dos caminhoneiros será batizada de Lorenzoni, diz líder da categoria

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Pessoa enrolada em uma bandeira do Brasil em frente a uma rua, com caminhão passando atrás
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Nova greve de caminhoneiros pode acontecer ainda este mês

Irritado com as atitudes do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a principal liderança dos caminhoneiros, Wanderlei Novaes, conhecido como Dedeco, disse que batizará a nova greve da categoria, que está programada para o próximo dia 29 de abril, de Lorenzoni.

Dedeco se irritou com o fato do ministro ter “negociado com as pessoas erradas”. O caminhoneiro, que foi o grande representante da categoria nas paralisações do ano passado, disse que dará o nome do ministro para a greve para que o governo “não esqueça com quem deve negociar”.

O ministro,  em um áudio envidado para um outro líder de caminhoneiros , havia garantido que o governo já deu uma “trava na Petrobras” em relação à periodicidade no aumento do diesel . A mensagem foi postada em um grupo de Whatsapp de lideranças da categoria no dia 27 de março, antes do presidente  Jair Bolsonaro intervir na política de preços da estatal.

“Nós estamos trabalhando muito, já demos um trava na  Petrobras  . Qualquer modificação de preço, no mínimo entre 15 e 30 dias de variação, não pode ter menos do que isso”, afirmou Onyx , reforçando que o presidente está “focado” e que tem “várias coisas bacanas” que estão sendo trabalhadas para categoria.

“Por outro lado, nós estamos resolvendo aquela questão dos postos e vamos pra cima da fiscalização. Eu venho insistindo muito nisso, o presidente entrou nisso. Tu vai (sic) ver, que muitas coisas vão acontecer já nesta semana”, ponderou.

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O áudio foi divulgado pela revista  Veja  nesta sexta-feira (19) e também obtido pelo jornal O Globo . Um dia antes da postagem no grupo dos caminhoneiros, a estatal havia anunciado mudança da periodicidade do aumento dos combustíveis .

Na mensagem, o ministro também adianta que  Bolsonaro  iria se manifestar em redes sociais, o que ocorreu no dia seguinte. Lorenzoni reforça ainda que as demandas da categoria serão atendidas.

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“O capitão aqui não vai jamais abrir mão de defender e proteger os caminhoneiros”, garantiu, se referindo ao presidente. Procurada, a Casa Civil informou que não irá se manifestar sobre o áudio de Onyx. Apesar do pacote de “bondades” anunciado à categoria na última semana, lideranças dos caminhoneiros garantem que a greve segue firme para o final de abril.

Fonte: IG Economia
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Economia

Entenda como funcionam as criptomoedas

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As criptomoedas existem desde 2009 quando o Bitcoin foi criado pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto, mas ainda geram muitas dúvidas. Por ter um formato inovador, o mercado sofre com desconfianças de quem não entende como funcionam as criptomoedas.

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Diferente das moedas tradicionais, controladas pelo Banco Central, as criptomoedas são moedas virtuais descentralizadas que não possuem uma regulamentação específica. Entender como funcionam as criptomoedas pode ser ainda mais difícil devido a grande volatilidade que sofrem – picos de valorização podem ser seguidos de desvalorização e isso pode acontecer em poucos dias.


A imagem mostra o desenho de três criptomoedas diferentes
shutterstock

O entendimento de como funcionam as criptomoedas pode aumentar a confiança nesse mercado

Porém, é importante ficar de olho nesse mercado. Grandes entidades financeiras, como FMI e Banco Mundial, estão começando a dar uma atenção maior para as criptomoedas por acreditar que elas podem ser o futuro. Isso se explica pela falta de burocracia e segurança dada pelo sistema de blockchain, onde as transações com moedas virtuais são realizadas.

Blockchain na prática

A negociação de todas as criptomoedas – Bitcoin, Ethereum, Ripple, Litecoin, etc – se dá pela internet, nas redes blockchain. As redes são um sistema transparente que contabiliza todas as transações realizadas e que garantem o anonimato uma vez que os usuários não são identificados por dados, mas sim com códigos que representam o endereço da carteira.

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Durante a transação, os dados ficam agrupados em blocos que possuem sua identidade denominada hash. Cada bloco carrega a sua identidade somada ao do bloco anterior e ficam encadeados um ao outro. Dessa forma, para modificar qualquer informação seria necessário quebrar a criptografia do bloco em questão, do anterior e assim por diante.

Essa complexa tecnologia de dados por trás do blockchain é o que garante a segurança das transações. A diretora geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, comentou que essa rede é  um sistema de armazenamento seguro de registros e proteção a direitos de propriedade. “Poderia ajudar os mercados financeiros a funcionar com mais eficiência”, pontuou.

Os usos das criptomoedas

Com o auge do Bitcoin no ano de 2014, graças à sua valorização histórica de aproximadamente 1900%, mais pessoas passaram a saber da existência das criptomoedas. A consequência disso foi um interesse maior por esse mercado.

Atualmente, as criptomoedas costumam ser utilizadas, principalmente, para quatro fins: investidores que entendem como funcionam as criptomoedas e apostam nas rápidas valorizações e desvalorizações para comprar e vender visando rentabilidade; pessoas que precisam fazer remessas de dinheiro internacionais e não querem sofrer com a burocracia ou altas taxas dos bancos; pessoas que desejam fazer uma compra em determinado site que aceita moedas virtuais; ou aquelas que compram para acumular por acreditar que a criptomoeda valerá muito no futuro.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Reforma da Previdência: “Quem ganha menos, pagará menos”, diz Bolsonaro

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Bolsonaro
Alan Santos/PR

Jair Bolsonaro comentou em seu Twitter a reforma da Previdência e indicou ferramenta para cálculo da aposentadoria

O presidente Jair Bolsonaro publicou nesta sexta-feira (19) uma mensagem em sua conta no Twitter sobre a reforma da Previdência. Na publicação, defende que a reforma garantirá que “quem ganha menos, pagará menos e quem ganha mais, pagará mais”.

Bolsonaro ainda cita o serviço disponível na página do Ministério da Economia que faz o cálculo da aposentadoria de acordo com as regras da reforma da Previdência .

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Na última quarta-feira (17), o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, confirmou que o governo aceitou negociar pontos da reforma da Previdência para facilitar a aprovação do texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

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“Tivemos uma primeira conversa com membros de vários partidos, que têm algumas restrições ao projeto como ele se encontra. Iniciamos um diálogo, mas não existe meio acordo. O acordo tem que ser feito por inteiro. Vamos continuar a conversar”, declarou o secretário.

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Originalmente, a votação da reforma da Previdência na CCJ estava prevista para o dia 17, mas foi adiada para a próxima semana .

Fonte: IG Economia
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