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Mato Grosso

MT Hemocentro completa 25 anos salvando vidas em Mato Grosso

Publicado

Fundado em 15 de março de 1994, o MT Hemocentro completa 25 anos de trabalho voltado para salvar vidas diariamente. O único banco de sangue público do Estado é responsável pela execução da Política Nacional de Sangue do Ministério da Saúde, que contempla diversos serviços ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e garante a cobertura hemoterápica e hematológica de qualidade à população de Mato Grosso.

Diretora da unidade especializada, Silvana Salomão destaca que a data é comemorada pelos servidores com a sensação de dever cumprido. De acordo com ela, os números são motivadores e revelam essa satisfação.

Por ano, a média de doações de sangue na sede e coleta externa realizada pelo Hemobus chega a 18 mil bolsas – sendo que cada bolsa pode salvar quatro vidas. No interior, são mais 12 mil bolsas coletadas em Hospitais Regionais administrados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), cujos bancos de coleta são coordenados pelo MT Hemocentro.

Além desses serviços, por mês, são tratados aproximadamente 700 pacientes no ambulatório do banco de sangue, que recebem transfusão de concentrado de hemácias, plaquetas, plasma e crioprecipitado (para paciente com doença autoimune).

Doadores

O setor de Captação de Doadores de Sangue busca sensibilizar a população para o ato da doação de sangue, utilizando ferramentas de humanização e estratégias educativas, a fim de fidelizar os doadores e efetivar parcerias habituais com empresas e instituições representativas da sociedade em geral.

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“A doação de sangue deve ser voluntária, anônima e altruísta, não devendo o doador, de forma direta ou indireta, receber qualquer remuneração ou benefício em virtude de sua realização, o que torna a tarefa do MT Hemocentro ainda mais desafiadora. Dessa forma, é atribuição da Captação de Doadores de Sangue instigar e mobilizar a sociedade para ser doadora voluntária. Essa é uma tarefa diária e o acesso às informações seguras e verídicas sobre a doação de sangue, com objetivo de assegurar a segurança transfusional, são realizadas de maneira rotineira por meio de palestras externas, eventos públicos e reportagens”, enfatizou a diretora do MT Hemocentro, Silvana Salomão.

A missão de conquistar novos doadores é executada por uma equipe de multiprofissionais; as tarefas desenvolvidas são coordenadas por profissionais de Serviço Social, de Pedagogia, Enfermagem, Psicologia, Comunicação Social, com apoio de Técnicos Administrativos.

O trabalho não consiste apenas na coleta de doação. A captação desenvolve também a manutenção dos estoques sanguíneos e, para tal, torna-se imprescindível em todos os serviços de hemoterapia, cotidianamente, o incentivo às campanhas, parcerias de doação de sangue e a fidelização dos doadores, explica Salomão.

Durante a atuação dos profissionais da Captação de Doadores, percebe-se, ainda hoje, que o tema envolve mitos e tabus comuns em qualquer área do país, com relação ao medo do desconhecido, temor sobre a dor ou possibilidade de contaminação, tamanho da agulha, regularidade das doações, afinar ou engrossar as veias, por exemplo.

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Por isso, a diretora conclui o assunto ao reforçar que, para desmitificar essas crenças, é importante educar a população sobre a importância da doação de sangue de forma responsável e consciente.

Serviço

O MT Hemocentro atende à demanda sanguínea dos prontos-socorros de Cuiabá e de Várzea Grande, do Hospital Universitário Júlio Müller, do Hospital Municipal São Benedito e do Hospital Metropolitano de Várzea Grande. A unidade também é suporte para as 16 unidades de Coleta e Transfusão distribuídas na Hemorrede Estadual.

Para mais informações ou agendamento de campanha para a coleta de doação interna e externa (Hemobus), entre em contato pelo número: (65) 3623-0044.

Para agendar palestra, Hemotur, doação por aférese ou campanha, entre em contato:

Fone: 3623-0044. Ramal 221.

E-mail: comunicahemocentro@ses.mt.gov.br

Sugestão de Pauta

O quê: MT Hemocentro comemora 25 anos salvando vidas.

Dia: 15 de março de 2019 (sexta-feira)

Horário: 08h

Café da manhã com homenagem aos doadores fidelizados mais antigos.

Local: MT Hemocentro, Rua 13 de Junho, Centro-Sul, 1055.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Maior águia do mundo, harpia já perdeu mais de 40% da sua área de distribuição

Publicado

O fato das harpias, aves também conhecidas no Brasil como gavião-real, estarem perdendo habitat ao longo das florestas tropicais da América Central e do Sul já é conhecido por cientistas. Mas a extensão e distribuição dessa perda são assuntos que ainda não foram bem documentados por pesquisadores. Essa demanda foi abordada em estudo recente, publicado na revista internacional PLOS ONE, e os resultados são surpreendentes.

A Harpia é a maior águia do mundo, chegando a 9kg de peso e 2,2m de envergadura. O animal é carnívoro e ocorre em florestas em bom estado de conservação.

Determinado a aprender mais sobre essa ave, o professor de Engenharia Florestal da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Everton Miranda, especialista em predadores, notou que a distribuição das harpias vinha se reduzindo paulatinamente. “Se nada for feito, é uma questão de tempo até que a distribuição da espécie esteja restrita somente à Amazônia”, afirmou.

O estudo foi desenvolvido por pesquisadores da Unemat, câmpus de Alta Floresta, em colaboração com cientistas da UFMT, e instituições de Israel, Inglaterra e Estados Unidos, e mostrou que a perda da distribuição da espécie já chega a mais de 40%.

Coleta de dados – Dadas as dificuldades e custos de se estimar apropriadamente a distribuição da espécie em tempo real, Miranda viu nas bases de dados dos passarinheiros – que são os observadores de aves – uma oportunidade para coletar dados sobre a distribuição dessa espécie elusiva. “Nós selecionamos as bases de dados dos observadores de aves, em particular o Wikiaves, como um caminho para estudar esse fenômeno, já que avistamentos da espécie são comuns em certas regiões onde ela ainda ocorre”, explica Everton Miranda.

Veja Mais:  Servidores da Santa Casa de Cuiabá seguem em greve

Os pesquisadores coletaram ainda dados sobre a presença de florestas e a densidade populacional humana de cada localidade onde os registros ocorreram. Naturalmente, baixas densidades populacionais e a presença de florestas foram os principais fatores determinando a chance de uma área ainda conter harpias. “Em áreas de baixa densidade populacional humana e grande cobertura florestal, nossos modelos indicam a presença de harpias” explica Miranda.

Essas áreas estão principalmente concentradas na Amazônia. Cerca de 93% da distribuição atual da harpia se encontra nessa região. Porém, o pesquisador explica que, apesar de ser considerada uma extensa fortaleza da conservação, para as harpias a Amazônia tem diversas fragilidades: “A região amazônica tem três problemas principais: a degradação de habitat pelo corte seletivo de madeira, que derruba as árvores gigantes que a harpia usa para construir seus ninhos; as terras indígenas, que cobrem 27% da região, onde as harpias são capturadas e mortas para o uso de suas penas”.

Para piorar, há a expansão do desmatamento no sul e sudeste da Amazônia: “Na região do Arco do Desmatamento, além das duas ameaças já mencionadas, a floresta está constantemente sendo carbonizada para dar espaço ao pasto. As harpias já desapareceram da maior parte dessa região” completa o pesquisador. Os outros 7% da distribuição das harpias estão divididos em outras regiões, como a América Central, alguns enclaves florestais no Cerrado, e a Mata Atlântica.

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Agora, os pesquisadores estão começando a propor soluções criativas para o problema “Uma área do estado de São Paulo, na serra do mar, ainda contém grandes extensões florestais dentro dos parques. Nessa área, já não há registro de harpias há muitos anos, embora ainda haja abundância das suas presas”, explica Miranda. “Esse espaço representa a possibilidade de reintrodução da espécie nessa região”. No estudo também participaram Jorge F. S Menezes, Camila C. L. Farias, Charles Munn e Carlos A. Peres.

Outras informações: (65) 3221-0021, Assessoria de Comunicação da Unemat.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Maior águia do mundo, harpia já perdeu mais de 40% da sua área de habitat

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O fato das harpias, aves também conhecidas no Brasil como gavião-real, estarem perdendo habitat ao longo das florestas tropicais da América Central e do Sul já é conhecido por cientistas. Mas a extensão e distribuição dessa perda são assuntos que ainda não foram bem documentados por pesquisadores. Essa demanda foi abordada em estudo recente, publicado na revista internacional PLOS ONE, e os resultados são surpreendentes.

A Harpia é a maior águia do mundo, chegando a 9kg de peso e 2,2m de envergadura. O animal é carnívoro e ocorre em florestas em bom estado de conservação.

Determinado a aprender mais sobre essa ave, o professor de Engenharia Florestal da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Everton Miranda, especialista em predadores, notou que a distribuição das harpias vinha se reduzindo paulatinamente. “Se nada for feito, é uma questão de tempo até que a distribuição da espécie esteja restrita somente à Amazônia”, afirmou.

O estudo foi desenvolvido por pesquisadores da Unemat, câmpus de Alta Floresta, em colaboração com cientistas da UFMT, e instituições de Israel, Inglaterra e Estados Unidos, e mostrou que a perda da distribuição da espécie já chega a mais de 40%.

Coleta de dados – Dadas as dificuldades e custos de se estimar apropriadamente a distribuição da espécie em tempo real, Miranda viu nas bases de dados dos passarinheiros – que são os observadores de aves – uma oportunidade para coletar dados sobre a distribuição dessa espécie elusiva. “Nós selecionamos as bases de dados dos observadores de aves, em particular o Wikiaves, como um caminho para estudar esse fenômeno, já que avistamentos da espécie são comuns em certas regiões onde ela ainda ocorre”, explica Everton Miranda.

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Os pesquisadores coletaram ainda dados sobre a presença de florestas e a densidade populacional humana de cada localidade onde os registros ocorreram. Naturalmente, baixas densidades populacionais e a presença de florestas foram os principais fatores determinando a chance de uma área ainda conter harpias. “Em áreas de baixa densidade populacional humana e grande cobertura florestal, nossos modelos indicam a presença de harpias” explica Miranda.

Essas áreas estão principalmente concentradas na Amazônia. Cerca de 93% da distribuição atual da harpia se encontra nessa região. Porém, o pesquisador explica que, apesar de ser considerada uma extensa fortaleza da conservação, para as harpias a Amazônia tem diversas fragilidades: “A região amazônica tem três problemas principais: a degradação de habitat pelo corte seletivo de madeira, que derruba as árvores gigantes que a harpia usa para construir seus ninhos; as terras indígenas, que cobrem 27% da região, onde as harpias são capturadas e mortas para o uso de suas penas”.

Para piorar, há a expansão do desmatamento no sul e sudeste da Amazônia: “Na região do Arco do Desmatamento, além das duas ameaças já mencionadas, a floresta está constantemente sendo carbonizada para dar espaço ao pasto. As harpias já desapareceram da maior parte dessa região” completa o pesquisador. Os outros 7% da distribuição das harpias estão divididos em outras regiões, como a América Central, alguns enclaves florestais no Cerrado, e a Mata Atlântica.

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Agora, os pesquisadores estão começando a propor soluções criativas para o problema “Uma área do estado de São Paulo, na serra do mar, ainda contém grandes extensões florestais dentro dos parques. Nessa área, já não há registro de harpias há muitos anos, embora ainda haja abundância das suas presas”, explica Miranda. “Esse espaço representa a possibilidade de reintrodução da espécie nessa região”. No estudo também participaram Jorge F. S Menezes, Camila C. L. Farias, Charles Munn e Carlos A. Peres.

Outras informações: (65) 3221-0021, Assessoria de Comunicação da Unemat.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Detran-MT cassa cinco autoescolas por esquema de venda ilegal de carteiras de motorista

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A Diretoria de Habilitação do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) cassou o credenciamento de cinco Centros de Formação de Condutores (CFCs), em quatro municípios do interior do Estado, por esquema de venda ilegal da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A decisão foi publicada no Diário Oficial de Estado através de portarias, nesta quinta-feira (23.05). Também tiveram o descredenciamento nove diretores e dois instrutores das CFCs cassadas. Com a determinação, as autoescolas estão proibidas de aceitar alunos e têm 30 dias para recorrer.

A cassação do credenciamento foi imposta após a apuração de irregularidades em que os CFCs eram suspeitos de facilitar a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A descoberta das fraudes ocorreu após a deflagração da Operação Fraus, em 2013, pela Polícia Judiciária Civil em 39 municípios.

A facilitação envolvia a emissão de documentos sem a realização de aula teórica e prática, com ausência ou simulação de exames psicológicos ou médicos, com realização de provas práticas por terceiros, entre outras situações, o que configuraria no âmbito penal: falsidade ideológica, falsidade material, corrupção passiva e ativa.

As penalidades impostas decorrem de processos administrativos instaurados no ano de 2016 pelo Detran-MT. Após apuração, foram constatadas infrações previstas na Resolução 358/2010, do Conselho Nacional de Trânsito, que “regulamenta o credenciamento de instituições ou entidades públicas ou privadas para o processo de capacitação, qualificação e atualização de profissionais, e de formação, qualificação, atualização e reciclagem de candidatos e condutores”.

Veja Mais:  Diretoria da MTI reúne servidores para alinhar ações da empresa

Foram cassados os credenciamentos das CFCs Dinâmica, em General Carneiro, Aliança, em Araguaiana, Dinâmica, de Pontal do Araguaia, e Garças e Serra Azul, ambas de Barra do Garças.  Também tiveram a penalidade imposta os diretores Josicarmem Vilela Garcia, Ruivaldo Souza Mascarenhas, Maria Célia Caetano, Alexandre Cornélio de Moura, Elvio Naves Ribeiro, Leandra Oliveira Gomes, Juscilene Sousa Elias Melo, Marcela Vilela Moraes, Arlindo Gomes dos S. Junior e os instrutores Allan Max Melo e Yuri Moreira Silva.

No início do mês, 25 servidores foram demitidos do Detran-MT por envolvimento com o esquema. De acordo com a investigação, os servidores em comum acordo com as CFCs facilitavam a emissão da primeira habilitação ou a renovação da autorização para dirigir em troca de vantagens indevidas.

Fonte: GOV MT
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