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Musas abrem jogo sobre vício em fotos: “Chego a tirar 100 selfies por dia”

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O cotidiano das pessoas se encontra profundamente entrelaçado com as redes sociais, local onde o privado se torna público. Nesse contexto, os autorretratos, mais conhecidos como selfies , têm crescido de maneira notável com o passar do tempo, tal como a preocupação com a imagem. Profissões diretamente relacionadas à imagem como musas e blogueiras praticamente vivem de autorretratos, algo que passou a ser um vício.


Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais
Divulgação | CO Assessoria

Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais

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Tendo em mente que essa necessidade insaciável de tirar fotos de si mesmas para postar nas redes sociais é considerado até como um transtorno, algumas musas se manifestaram sobre a presença da famosa selfie em suas vidas e como lidam com a imagem na internet.

Suzy Cortez


Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais
Ilona Brown | CO Assessoria

Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais

Campeã do concurso Miss Bumbum 2015, Suzy Cortez é uma das viciadas em tirar fotos de si mesma e postar nas redes. Sobre isso, a modelo declarou: “Chego a tirar 100 selfies por dia. Trabalho com fotografia, então sou muito exigente para escolher a selfie perfeita”. Suzy Cortez já foi capa de revistas como a edição portuguesa da Playboy , e será capa da Sexy ano que vem.

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Fabiana Britto


Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais
Divulgação | CO Assessoria

Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais

A modelo Fabiana Britto chegou a participar de um programa televisivo na Itália, intitulado “SelfieLaSfida”, no qual competiu contra outras mulheres para ver quem tirava a selfie mais criativa. Na ocasião, foi finalista. “Amo tirar fotos o tempo todo”, a musa não esconde o vício.

Débora Porto


Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais
Divulgação | CO Assessoria

Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais

Débora Porto é viciada em tirar fotos de si mesma, mas nem todas acabam nas redes sociais, levando em conta sua exigência para postar a imagem perfeita: “Eu curto uma foto bem posicionada e harmoniosa. A imagem é muito importante para mim, imagem é tudo!”.

Cida Alves


Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais
Patrick Brito | CO Assessoria

Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais

Diferente das outras garotas, Cida Alves não se considera uma viciada em tirar selfie. A sósia da humorista Tatá Werneck declarou que tira uma ou duas fotos, e seleciona apenas as melhores quando pretende postar em suas redes sociais. A modelo é bem exigente: “Coloco defeito em tudo”.

Dani Sperle


Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais
Divulgação | CO Assessoria

Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais

Dani Sperle também faz parte do time das garotas que não são viciadas em tirar fotos de si mesmas. A modelo não tem o costume de tirar tanta selfie assim, e é seletiva quando o assunto é postar uma foto: “Não posto qualquer coisa”.

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Nathy Kihara


Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais
Divulgação | CO Assessoria

Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais

Nathy Kihara não é tão fã de autorretratos. De acordo com a modelo, postar um ensaio já editado pelo fotógrafo é mais prático. “Confesso que gosto de gravar muitos story, sobre tudo o que eu faço”, declarou.

Jessica Lopes


Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais
Divulgação | CO Assessoria

Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais

Já no caso de Jessica Lopes, o vício em tirar selfie é um exercício de autocontrole: “Tento dividir nas postagens e em duas contas em perfis diferentes. Meu mundo pessoal e do artístico é difícil, um trabalho diário”.

Flávia Tamayo


Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais
Divulgação | CO Assessoria

Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais

Musa das Eleições, Flávia Tamayo também é viciada em tirar fotos de si mesma, e não abandona o hábito. De acordo com a modelo, a selfie “foi a melhor coisa já inventada pela humanidade”.

Pollyana Silva


Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais
Divulgação | CO Assessoria

Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais

Musa do Sertanejo, Pollyana Silva declarou que não fica um dia sem tirar uma foto nova, sendo uma verdadeira amante de selfie e entrando para o time das viciadas. 

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Poliana Palad


Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais
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Musas falam sobre o vício em tirar selfies e postar nas redes sociais

Leia também: Musas falam sobre assédio sofrido nas redes sociais

Outra integrante do time de musas viciadas em selfie é Poliana Palad, que já foi capa da edição italiana da revista Playboy . “Temos que nos exibir para os outros, mostrar que está tudo bem e que somos fortes, pois isso é o que somos”, a modelo declarou. 

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Morre Marcelo Yuka, músico e fundador da banda O Rappa, aos 53 anos

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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa
Reprodução/Instagram

Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa

Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, o Marcelo Yuka, fundador e ex-baterista do grupo O Rappa morreu no final da noite desta sexta-feira (18) aos 53 anos, no Rio de Janeiro. O músico estava internado no hospital Quinta D’Or, zona norte da capital fluminense, desde o dia 4 de janeiro, quando uma notícia falsa sobre a morte do músico viralizou nas redes sociais. Em seguida a família não divulgou mais informações sobre o estado de saúde de Yuka. A causa da morte foi uma infecção generalizada. 

Em agosto do ano passado, o músico havia sofrido um AVC, no entanto, em seu perfil no Instagram, mostrava que estava ativo com seus projetos pessoais.  Marcelo Yuka  foi um dos fundadores da banda carioca de reggae-rock  O Rappa , em 1993 e após do grupo F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados).

Leia também: Marcelo Yuka segue internado e família barra informações sobre estado clínico

Em novembro de 2000, ficou paraplégico após um assalto, quando foi baleado nove vezes ao sair de seu carro para tentar proteger uma mulher que estava sendo assaltada. A tragédia impossibilitou o baterista de continuar na banda de reggae-rock. No entanto,  Marcelo Yuka  continuou com projetos no mundo da música, além de ser filiado ao partido político PSOL desde 2010.

Veja Mais:  Fãs de Stan Lee prestam homenagens em sua estrela na Calçada da Fama

O último trabalho do músico foi o disco “Canções para depois do ódio”, lançado em janeiro de 2017, produzido enquanto  Yuka  estava internado num quarto de hospital, onde passou boa parte do ano. O fundador e ex-baterista do  O Rappa  deixou sua marca na música brasileira através das letras que escreveu para a banda em canções como “A feira”, “Minha alma (A paz que eu não quero)” e “O que sobrou do céu”, nos anos 1990.

Leia também: Marcelo Yuka está internado em estado grave e gera desinformação sobre morte

Em seu trabalho,  Marcelo Yuka  sempre abordou questões da realidade brasileira como desigualdade social e racismo. Com a banda F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), criou ainda uma ONG epônima, através da qual lutou em prol das pesquisas com células-tronco.

Leia também: “Me precipitei”, lamenta produtor que anunciou a morte de Marcelo Yuka na web

Além da música,  Yuka  atuou como ativista, participando de entidades como a FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional do Rio de Janeiro), em parceria com o AfroReggae, e a B.O.C.A. (Brigada Organizada de Cultura Ativista), que tem como objetivo levar atividades culturais para a população carcerária.

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Morre Marcelo Yuka, músico e fundador da banda O Rappa, aos 53 anos

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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa
Reprodução/Instagram

Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa

Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, o Marcelo Yuka, fundador e ex-baterista do grupo O Rappa morreu no final da noite desta sexta-feira (18) aos 53 anos, no Rio de Janeiro. O músico estava internado no hospital Quinta D’Or, zona norte da capital fluminense, desde o dia 4 de janeiro. A causa da morte ainda não foi divulgada, até o fechamento desta publicação.

Em agosto do ano passado, o músico havia sofrido um AVC, no entanto, em seu perfil no Instagram, mostrava que estava ativo com seus projetos pessoais.  Marcelo Yuka  foi um dos fundadores da banda carioca de reggae-rock  O Rappa , em 1993 e após do grupo F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados).

Leia também: Marcelo Yuka segue internado e família barra informações sobre estado clínico

Em novembro de 2000, ficou paraplégico após um assalto, quando foi baleado nove vezes ao sair de seu carro para tentar proteger uma mulher que estava sendo assaltada. A tragédia impossibilitou o baterista de continuar na banda de reggae-rock. No entanto,  Marcelo Yuka  continuou com projetos no mundo da música, além de ser filiado ao partido político PSOL desde 2010.

O último trabalho do músico foi o disco “Canções para depois do ódio”, lançado em janeiro de 2017, produzido enquanto  Yuka  estava internado num quarto de hospital, onde passou boa parte do ano. O fundador e ex-baterista do  O Rappa  deixou sua marca na música brasileira através das letras que escreveu para a banda em canções como “A feira”, “Minha alma (A paz que eu não quero)” e “O que sobrou do céu”, nos anos 1990.

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Leia também: Marcelo Yuka está internado em estado grave e gera desinformação sobre morte

Em seu trabalho,  Marcelo Yuka  sempre abordou questões da realidade brasileira como desigualdade social e racismo. Com a banda F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), criou ainda uma ONG epônima, através da qual lutou em prol das pesquisas com células-tronco.

Leia também: “Me precipitei”, lamenta produtor que anunciou a morte de Marcelo Yuka na web

Além da música,  Yuka  atuou como ativista, participando de entidades como a FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional do Rio de Janeiro), em parceria com o AfroReggae, e a B.O.C.A. (Brigada Organizada de Cultura Ativista), que tem como objetivo levar atividades culturais para a população carcerária.

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Jornalista reforça acusação contra Datena: “Alguém precisa parar esse homem”

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A jornalista e repórter do “Brasil Urgente”, na Band, Bruna Drews, 35 anos, em entrevista ao programa “Fofocalizando”, no SBT, falou sobre as denúncias de assédio sexual ao apresentador da emissora José Luiz Datena.

Na entrevista, a jornalista repercutiu a denúncia divulgada inicialmente pelo portal “Notícias da TV” nesta sexta-feira (18) – que noticiou que uma representação foi protocolada no Ministério Público de São Paulo em que Bruna afirmou que o apresentador teria lhe dito que ela não precisava emagrecer porque já “era muito gostosa”, que diversas vezes teria se masturbado pensando nela e que achava “um desperdício” a profissional “namorar uma mulher”.

A repórter Bruna Drews acusa o jornalista e apresentador Datena de assédio sexual
Reprodução/Band

A repórter Bruna Drews acusa o jornalista e apresentador Datena de assédio sexual

“Era nítido meu constrangimento, coisas que eu não aguentava”, afirmou Bruna Drews. As frases teriam sido ditas em um bar durante a confraternização de fim das gravações de um quadro do extinto programa “Agora é Com Datena“, em julho do ano passado, em que Bruna estava como repórter.

Bruna Drews acusa Datena de assédio sexual

Reprodução/Instagram

Bruna Drews acusa Datena de assédio sexual

“Estávamos frente à frente no restaurante (quando ele teria a assediado). Eu relatei o ocorrido para a Band , que me mandou para casa descansar e não procurou o Datena, não procurou testemunhas. Alguém precisa parar esse homem”, disparou Bruna ao “Fofocalizando”.

A profissional também disse que desde que o assédio foi cometido, ela procurou seus advogados para lhe orientar sobre os procedimentos que poderia tomar. Bruna está de licença médica desde julho do ano passado e movendo também uma ação trabalhista contra a emissora, ainda segundo o “Notícias da TV”.

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Após a denúncia, a jornalista usou o seu perfil no Instagram para desabafar. “Estou do lado da verdade! Consciência limpa e tranquila! Faço isso por todas as mulheres que são obrigadas a passar por isso diariamente”, declarou Bruna na rede social, ao compartilhar uma imagem do movimento “Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas”.

Datena nega todas as acusações

“Sempre elogiei esta moça ao vivo no “Brasil Urgente”, como faço com outros repórteres homens e mulheres, pela beleza e competência, acima de tudo. Ao vivo pra todo Brasil. Ela há muito tempo vem pedindo vários afastamentos por motivos psicológicos, alegando problemas de família, pessoais e trabalho. Sempre a apoiei, como faço com os profissionais com quem trabalho, e ela me agradeceu pessoalmente por isto nos poucos contatos que tive com ela na Band (foram raras as vezes que conversamos fora do ar)”, disse o apresentador em sua defesa ao portal Uol .

“Quanto ao episódio que ela se refere, ela estava visivelmente mais magra e perguntei na frente de todos se estava com problemas. Ela disse que sim e que iria procurar ajuda médica. Passou mal durante as gravações, que mandei parar para que ela fosse atendida e retomar outro dia em que estivesse melhor. No final das gravações deste programa, dias depois no Bar do Tonico, com boa parte da equipe, reiterei a ela que era bonita e competente e que não precisava emagrecer mais para trabalhar em TV, preocupado com sua saúde”, explicou Datena .

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