conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Economia

Natal deve movimentar R$ 53,5 bilhões na economia do País

Publicado


Entre os que não vão presentear ninguém neste Natal (9%), os motivos se dividem entre falta de importância dada ao feriado (26%), desemprego (23%) ou falta de dinheiro (17%)
Rovena Rosa/Agência Brasil

Entre os que não vão presentear ninguém neste Natal (9%), os motivos se dividem entre falta de importância dada ao feriado (26%), desemprego (23%) ou falta de dinheiro (17%)

Uma pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) indica que o Natal deste ano deve injetar aproximadamente R$ 53,5 bilhões na economia do País. Segundo o estudo, as projeções permanecem no mesmo patamar do ano passado.

Leia também: Cesta básica fica mais cara em 16 capitais em outubro, aponta Dieese

O levantamento aponta 72% dos brasileiros planejam comprar presentes para terceiros no Natal , o que representa 110,1 milhões de consumidores. Entre os que não vão presentear (9%), os motivos se dividem entre falta de importância dada ao feriado (26%), desemprego (23%) ou falta de dinheiro (17%). Os que ainda não decidiram representam 19% dos entrevistados.

Os consumidores ouvidos na pesquisa devem comprar, em média, entre quatro e cinco presentes, gastando o valor médio de R$ 115,90. O índice também revela que o número dos que pretendem desembolsar entre R$ 101 e R$ 200 com presentes cresceu na comparação com 2017, passando de 10% para 16%, e que cerca de um terço (33%) desse percentual está na faixa acima dos 55 anos.

Veja Mais:  Comissão da reforma da Previdência tem primeira reunião; veja o que está em jogo

Entre os que compraram presentes em 2017, 27% afirmam que vão gastar um valor superior este ano, enquanto outros 30% planejam gastar a mesma quantia e 22%, menos. Considerando os que vão gastar mais, 29% planejam adquirir um presente melhor, enquanto 25% reclamam do aumento dos preços. Há ainda quem economizou ao longo do ano (22%).

Dos consumidores que vão diminuir gastos, a principal razão deve-se à situação financeira ruim e ao orçamento apertado (34%). As outras razões dividem-se entre a busca pela economia (30%), outras prioridades de compra (14%), como a casa própria ou um automóvel, e desemprego (12%).

Leia também: Por que a queda do preço da gasolina nas refinarias não chega aos postos

Para o presidente do SPC, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia reforça por que a data é a mais aguardada do ano para consumidores e comerciantes. “Embora o cenário econômico atual não esteja tão favorável, a expectativa positiva para o Natal dá indícios sobre a disposição dos brasileiros em consumir”, avalia.

Natal virtual


Segundo o levantamento, quanto ao local escolhido para as compras de Natal deste ano, as lojas de departamento (42%) dividem a preferência dos consumidores com as lojas online (40%)
Shutterstock

Segundo o levantamento, quanto ao local escolhido para as compras de Natal deste ano, as lojas de departamento (42%) dividem a preferência dos consumidores com as lojas online (40%)

Quanto ao local escolhido para as compras de Natal, este ano as lojas de departamento (42%) dividem a preferência dos consumidores com as lojas online (40%). Três quartos (75%) desses compradores virtuais farão pelo menos metade de suas compras pela internet . Na sequência aparecem os shopping centers (34%) e o comércio de rua (30%).

Veja Mais:  Preço da gasolina nas refinarias será o menor desde agosto, anuncia Petrobras

Leia também: Duas em cada três operações bancárias são feitas via internet e telefone

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a internet vem se consolidando como um importante canal de vendas no País. “Cada vez mais, os consumidores usam os canais virtuais para compras, principalmente pela comodidade e praticidade, além da possibilidade de comparar preços e encontrar uma maior diversidade de produtos”, comenta.

Presenteados e presentes


A pesquisa da CDNL e do SPC também aponta que os filhos (57%) continuam sendo os principais beneficiários dos presentes de Natal, seguidos pelos maridos e esposas (48%)
Shutterstock

A pesquisa da CDNL e do SPC também aponta que os filhos (57%) continuam sendo os principais beneficiários dos presentes de Natal, seguidos pelos maridos e esposas (48%)

A pesquisa da CDNL e do SPC também aponta que os filhos (57%) continuam sendo os principais beneficiários dos presentes. Na sequência estão maridos e esposas (48%), mães (46%), irmãos (24%), sobrinhos (21%), pais (20%) e namorados (17%).

As roupas (55%) permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal. Calçados (32%), perfumes e cosméticos (31%), brinquedos (30%) e acessórios (19%), como bolsas, cintos e bijuterias, completam a lista de produtos mais procurados para a data.

Leia também: Mais da metade dos brasileiros não confiam nos descontos da Black Friday

Para o levantamento, foram ouvidas 761 pessoas nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no  Natal . Depois, a partir de 607 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo na data. A margem de erro é de 3,5 e 4 pontos percentuais, respectivamente, para um intervalo de confiança de 95%.

Veja Mais:  Eletrobras deve liquidar Amazonas Energia caso leilão de privatização fracasse

*Com informações da Agência Brasil

Comentários Facebook

Economia

Câmara aprova texto-base da nova lei de licitações

Publicado

Câmara dos Deputados
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Câmara aprova texto-base da nova lei de licitações


O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (25), o texto-base do projeto da nova Lei de Licitações . Os destaques apresentados à matéria serão votados nesta quarta-feira, conforme um acordo entre os partidos, para permitir, antes disso, a votação de quatro projetos de lei relacionados a desastres com barragens. O acerto foi feito a pedido dos deputados que fazem parte da Comissão Externa de Brumadinho , que apura a tragédia causada pelo rompimento de uma barragem no município mineiro, no início deste ano. 

Leia também: Cade prepara medidas para tentar evitar cartéis em licitações

 A proposta dá uma nova roupagem à legislação em vigor – editada há 25 anos e considerada defasada. Após passar pela Câmara – onde recebeu 117 emendas – o texto da nova lei das licitações seguirá para o Senado. Segundo Coutinho, um dos objetivos da nova lei é punir o mau uso do dinheiro público.

“É um grande avanço em que todos vão ganhar: União, estados e municípios. A inovação tem como base experiências detectadas ao redor do mundo”, afirmou o relator, deputado Augusto Coutinho (Solidariedade-PE).

Entre os principais pontos do projeto está a exigência de contratação de um seguro de 30% para obras com valores acima de R$ 200 milhões. Se a empreiteira não terminar o projeto , a seguradora conclui a obra ou ressarce o órgão público. Alguns críticos afirmam que o dispositivo poderá prejudicar, principalmente, as empresas de menor porte, que não têm fôlego para pagar um seguro equivalente a um terço do total orçado para o empreendimento. Mas o relator não concorda com essa interpretação.

Veja Mais:  Novas marcas no franchising: faturamento do setor cresce e atrai novas franquias

“O seguro-garantia para a execução das obras vai fazer com que os grandes projetos tenham continuidade. Haverá uma mudança importante, para melhor”, destacou Coutinho.

O projeto reduz de 90 para 45 dias o prazo para que os órgãos públicos paguem as empresas responsáveis pela execução dos projetos licitados. O atraso no repasse permite a cobrança de juros e correção monetária. Os pagamentos serão feitos por ordem cronológica, pela data dos contratos. O relator explicou que a medida tem como finalidade a redução dos atrasos e evitar a paralisação de obras públicas.

“O pagamento será sequenciado. O gestor não paga a quem ele quiser. Terá que cumprir uma sequência, uma ordem cronológica, em que é sempre preciso quitar uma dívida anterior antes de ir para frente”, enfatizou o parlamentar.

Penas maiores para fraudes

O texto prevê, ainda, a ampliação do limite de dispensa de licitação para contratações. Em obras de engenharia, haverá um aumento de  R$ 33 mil para R$ 100 mil. Na modalidade de serviços, o valor subir de R$ 17,5 mil para R$ 33 mil. Pelo projeto, a pena para infrações em processos licitatórios aumentará para quatro a oito anos de prisão. Atualmente, a reclusão é por um período de três a seis anos. Também está prevista no texto a possibilidade de interceptação telefônica e até prisão preventiva durante as investigações.

Modalidades como tomada de preços e convite serão extintas com a nova lei. A inversão de fases passará a ser a regra: primeiro se julga a proposta e depois são cobrados os documentos de habilitação do vencedor.

Veja Mais:  STF suspende venda da TAG, subsidiária da Petrobras

Outro ponto destacado pelo relator no projeto da Lei das Licitações é a criação, até 2023, de um portal nacional de transparência. Nele, serão divulgadas todas as licitações no Brasil. Qualquer cidadão terá, pela internet, acesso a editais, lances e a situação das obras contratadas. 

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Bilionários dos EUA pedem mais impostos para eles mesmos

Publicado

IstoÉ Dinheiro

abigail disney, george soros e chris hughes
Fotos: Divulgação/Montagem: iG Arte

Abigail Disney, George Soros e Chris Hughes são alguns dos bilionários que defendem a taxação dos mais ricos

Alguns dos maiores bilionários dos Estados Unidos se uniram para pedir mais impostos para eles mesmos e outros detentores de grandes fortunas. Em carta aos candidatos à presidência nas eleições de 2020, nomes como Abigail Disney, uma das herdeiras do complexo de animação e entretenimento, George Soros, magnata famoso por suas ações filantrópicas, e Chris Hughes, um dos fundadores do Facebook, defendem a taxação dos mais ricos para o financiamento de programas sociais.

Leia também: Reajuste da tabela do Imposto de Renda fará parte da reforma tributária

“Estamos escrevendo para chamar todos os candidatos à presidência, sejam eles republicanos ou democratas, para apoiar um imposto sobre a fortuna moderada de um décimo dos 1% mais ricos dos americanos – sobre nós”, disse o comunicado postado no jornal The New York Times nesta segunda-feira (24).

O documento foi assinado por 18 representantes de algumas das famílias mais ricas dos EUA, incluindo Molly Munger, Louise e Robert Bowditch, Sean Eldridge, Stephen English, Agnes e Catherine Gund, Nick Hanauer, Arnold Hiatt, Regan Pritzker, Justin Rosenstein, Stephen Silberstein, Ian Simmons e Liesel Pritzker Simmons.

A carta aberta afirma que a medida faz parte das propostas de campanha dos democratas Elizabeth Warren , Beto O’Rourke e Pete Buttigieg, mas que “algumas ideias são importantes demais aos Estados Unidos para que façam parte de apenas algumas plataformas de candidatos.”

Veja Mais:  Novas marcas no franchising: faturamento do setor cresce e atrai novas franquias

O texto expõe que o valor acumulado por um décimo dos 1% mais abastados do país é equivalente ao total da poupança de 90% das famílias norte-americanas. Os bilionários defendem que o valor dos impostos sejam investidos em ações sociais, como o combate ao aquecimento global , construção de creches, empréstimos para pessoas de baixa renda, entre outras áreas.

Leia também: CCJ aprova admissibilidade da reforma tributária do centrão

“Aqueles de nós que estão assinando esta carta desfrutam de fortunas incomuns, mas cada um de nós quer viver em uma América que resolva os maiores desafios do nosso futuro comum”, afirmou o grupo. 

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Novo acordo da Lava Jato prevê devolução de R$ 819 milhões à Petrobras

Publicado

sede da petrobras
Fernando Frazão/Agência Brasil

Documento se refere a ilícitos cometidos por cerca de 40 pessoas ligadas ao grupo Technip em prejuízo da Petrobras

Um acordo de leniência firmado pela força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba com o grupo Technip prevê a devolução de R$ 819 milhões à Petrobras. O anúncio foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) nesta terça-feira (25), faltando apenas a homologação do acordo pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF (5CCR) para que seja concretizado.

Leia também: Governo projeta redução de 40% no preço do gás sem monopólio da Petrobras

O documento, que se refere a ilícitos cometidos por cerca de 40 pessoas ligadas à Technip em prejuízo da Petrobras , foi firmado no último dia 24 de junho. A empresa participou da construção de pelo menos cinco plataformas de petróleo da Petrobras e foi delatada por um operador financeiro. Depois disso, buscou as autoridades brasileiras para confessar os crimes.

Segundo o MPF do Paraná, o trato celebrado nesta semana é parte de um acordo global e de uma negociação multilateral internacional envolvendo entes como a Controladoria-Geral da União (CGU), a Advocacia-Geral da União (AGU) e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

O valor global a ser pago pela empresa é de R$ 1,1 bilhão (US$ 296 milhões), dos quais R$ 819,7 milhões (equivalente a US$ 214,3 milhões) serão pagos no Brasil e destinados à Petrobras. Desse montante, R$ 630,6 milhões‬ correspondem à reparação de danos e devolução de lucros e R$ 189,1 milhões ao pagamento de multa prevista na Lei de Improbidade Administrativa .

Veja Mais:  Conselho da OAB entra com ação contra pagamento de imposto sindical por boleto

Os valores serão pagos em três parcelas no prazo de dois anos, sendo a primeira em até 30 dias após a assinatura do acordo.

Leia também: Descobertas da Petrobras podem ser o novo pré-sal do gás brasileiro

De acordo com balanço da força-tarefa de Curitiba, o montante recuperado pela Lava Jato a partir de acordos de leniência já chega a R$ 11,7 bilhões. Caso sejam considerados os acordos de colaboração premiada, renúncias voluntárias e repatriações do exterior, o total a ser reavisto pela Operação soma R$ 13, 9 bilhões.

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana