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No Paraná, a ministra adiantou que lançará novo programa de habitação rural

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A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, anunciou na manhã desta sexta-feira (8) em Cascavel (PR) que irá lançar em breve um novo programa de habitação rural. “Nós vamos sentar com a Caixa Econômica, com o Ministério do Desenvolvimento Regional, para discutir esse assunto. Inclusive, esse financiamento é mais simples porque o próprio produtor pode construir sua moradia. O projeto já existe, dentro da Secretaria de Agricultura Familiar, mas está sendo melhorado para atingir uma gama maior de pessoas”, afirmou.

Durante entrevista após visita à feira Show Rural Coopavel no município paranaense, a ministra falou sobre as relações comerciais no setor do agronegócio com os outros países. Comentou que a aproximação política com os Estados Unidos “não tem nada a ver com a nossa condição de grandes parceiros comerciais da China, que a cada ano incorpora mais pessoas ao mercado consumidor”. Comentou sobre a importância de fechar mais negócios dentro da América do Sul e citou o exemplo do Peru, “é um país onde precisamos abrir mercado para carne. Estamos trabalhando isso. Enfim, precisamos manter os mercados que temos, mas também abrir novos para os produtos brasileiros”.

Tereza Cristina adiantou durante o evento sobre as negociações que tem feito em torno do seguro rural e de crédito agrícola, “uma coisa que aflige muito os produtores. E hoje me confirmaram R$ 1 bilhão já de proposta para compra de equipamentos negociados durante a feira. Isso mostra a confiança no governo e nas políticas públicas que serão implantadas”, afirmou.

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Sobre o seguro, observou “Seguro nós já temos, mas ele ainda não atende uma massa maior de produtores. Estamos fazendo alguns estudos junto à Conab, junto à Secretaria de Política Agrícola, com instituições financeiras, para achar um modelo. Os Estados Unidos levaram 40 anos pra chegarem ao modelo de hoje. Se houve uma intempérie e o agricultor não produziu, o cheque chega pelo Correio. Esse é o mundo dos sonhos, a que não tenho pretensão de chegar em quatro anos. Mas temos como avançar”.

“Se não temos mais dinheiro no Tesouro para equalizar as nossas taxas, a gente precisa achar novas alternativas. E no seguro é possível diminuir a taxa de juros. Porque se há seguro, portanto, o risco é menor, e a taxa de juros deve cair”, afirmou.

A ministra participou do lançamento de novas tecnologias da Embrapa, como novas variedades de feijões e de um medidor de potássio, que permite verificar o teor no próprio local de plantio. Tereza Cristina destacou a importância da inovação para o setor. “Nós temos que ter uma agricultura que já está no 5.0 (em que os equipamentos ganham maior autonomia). Ontem, recebi uma empresa que têm 10 mil drones voando na China. Esse é o futuro da agricultura. A gente precisa estar antenado com o que vai acontecer”.

Tereza Cristina participou ainda do lançamento de livro infantil sobre o plantio direto, tecnologia utilizada para maior preservação do solo, e comentou sobre a retirada do antidumping que vigorava para o leite em pó importado da União Europeia e da Nova Zelândia.

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Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Feira da Agricultura Familiar leva otimismo para produtores

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Considerada pelos produtores como a colheita do ano, a 21ª Feira da Agricultura Familiar na Expointer, que começou neste sábado (24) e segue até 1º de setembro, traz otimismo e empolgação aos expositores do evento. Esse entusiasmo é justificado: durante os próximos dias, eles terão a chance de comercializar produtos e ter acesso a novos mercados no maior evento de promoção comercial apoiado pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

É em busca dessa oportunidade que Luiz Zanchetta, de 65 anos, e a mulher Doraci Zanchetta, 64, expõem pela primeira vez o mel que produzem em Veranópolis, cidade a 160 km de Porto Alegre (RS). “Esperamos o melhor. Todo mundo sabe que essa feira é uma vitrine. Qualquer resultado que conseguirmos aqui vai ser bom. Poder divulgar e tornar nosso mel conhecido já é ótimo”, afirma o produtor.

Embora o “mel da longevidade” seja produzido desde 2009, só neste ano eles conseguiram legalizá-lo e apresentá-lo em feiras de todo o Rio Grande do Sul. Segundo Doraci, a presença nessas exposições é sempre vantajosa. “Em 2019, já participamos de oitos feiras e em todas tivemos um ótimo retorno. Aqui não vai ser diferente”, diz. 

Veterano na Feira da Agricultura Familiar na Expointer, Flávio Antônio Franz, 64, compartilha da mesma opinião do casal. Pela terceira vez no pavilhão, ele reconhece que o momento é o ideal para fortalecer e valorizar os chips de aipim e batata doce produzidos em Santa Clara do Sul (RS). “A divulgação nessa feira é muito grande. Para alguns, é como se fosse a colheita do ano. Eu e minha esposa fazemos questão de vir, pois nossa agroindústria é pequena e aqui podemos dar um grande passo para fortalecer nosso negócio”, comenta.

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Selo

Flávio foi o primeiro produtor a solicitar o Selo Nacional da Agricultura Familiar (Senaf) no estande do Mapa preparado para atender os feirantes que estão no Pavilhão da Agricultura Familiar. Ele afirma que se interessou em obter o selo para “reconhecer e valorizar o que produzimos”.

Até o dia 1º de setembro, funcionários do ministério estarão na feira para fazer o cadastramento dos interessados em obter o selo. Para solicitá-lo, basta informar o número do CNPJ, no caso de DAP Jurídica, ou CPF, para DAP Familiar. Em seguida, será preenchido um formulário com todas as informações sobre o empreendimento e os produtos nos quais o agricultor pretende aplicar o selo.

Artesanato

Além de produtos como queijos, linguiça, doces, sucos, cachaça, vinhos e geleias, a feira também oferece uma variedade de artesanatos que valorizam a cultura local. É o caso do estabelecimento da índia Knté, 56 anos, onde são vendidos produtos fabricados pelos indígenas da etnia Kaingang.

“A feira é boa para divulgarmos nossa cultura, através do nosso artesanato. Aqui também podemos reforçar que precisamos conviver em harmonia, sem discriminação”, diz Knté. 

Público

Quem visitar a 21ª Feira da Agricultura Familiar na Expointer poderá percorrer 316 espaços de comercialização. Os estandes estão divididos em estabelecimentos das agroindústrias do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Amapá.

Caroline Vian, 32, viajou cerca de 160 km, de Nova Bréscia (RS) até Esteio (RS) para prestigiar a feira. “Esse é o segundo ano que venho. Gosto porque aqui encontro produtos variados e inspiração para ter a minha própria agroindústria”, diz.

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Na próxima quinta-feira (29), a ministra Tereza Cristina e o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, estarão no Pavilhão. Neste dia, serão entregues Selos da Agricultura familiar a agricultores e assinados os primeiros contratos para a construção e reformas de casa entre o Banco do Brasil e beneficiários do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Serviço:

21ª Feira da Agricultura Familiar na Expointer

Data: 24 de agosto a 1º de setembro de 2019

Horário: 8h às 20h

Local: Parque de Exposição Assis Brasil – Esteio (RS)

Informações à imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social
Washington Luiz
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Conclusão das Negociações do Acordo de Livre Comércio entre o MERCOSUL e a EFTA – Nota Conjunta dos Ministérios das Relações Exteriores, da Economia e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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Foram concluídas nesta sexta-feira (23/08), em Buenos Aires, as negociações do acordo de livre comércio entre o MERCOSUL e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), bloco integrado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein. As negociações entre os dois blocos foram lançadas em janeiro de 2017 e finalizadas após dez rodadas.

A conclusão do acordo entre o MERCOSUL e a EFTA é mais um resultado dos esforços de expansão da rede de acordos comerciais do Brasil e do MERCOSUL e ocorre logo após a conclusão do acordo entre o MERCOSUL e a União Europeia, em junho passado.

Com um PIB de US$ 1,1 trilhão e uma população de 14,3 milhões de pessoas, a EFTA é o nono maior ator no comércio mundial de bens e o quinto maior no comércio de serviços. Com outros 29 acordos comerciais já firmados, os quatro países do bloco estão entre os maiores PIB per capita do mundo e conformam mercado consumidor de grande relevância global.

O acordo MERCOSUL-EFTA estabelece compromissos de desgravação tarifária e de natureza regulatória, como nas áreas de serviços, investimentos, compras governamentais, facilitação de comércio, cooperação aduaneira, barreiras técnicas ao comércio, medidas sanitárias e fitossanitárias, defesa comercial, concorrência, desenvolvimento sustentável, regras de origem e propriedade intelectual.

O acordo ampliará mercados para produtos e serviços brasileiros, promoverá incremento de competitividade da economia nacional, ao reduzir custos produtivos e garantir acesso a insumos de elevado teor tecnológico com preços mais baixos. Os consumidores serão beneficiados com acesso a maior variedade de produtos a preços competitivos.

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Com a entrada em vigor do acordo, o Brasil contará com a eliminação imediata, pelos países da EFTA, das tarifas aplicadas à importação de 100% do universo industrial O acordo também proporcionará acesso preferencial para os principais produtos agrícolas exportados pelo Brasil, com a concessão de acesso livre de tarifas, ou por meio de quotas e outros tipos de concessões parciais. Serão abertas novas oportunidades comerciais para carne bovina, carne de frango, milho, farelo de soja, melaço de cana, mel, café torrado, frutas e sucos de frutas.

Os compromissos assumidos permitirão maior agilidade e redução de custos dos trâmites de importação, exportação e trânsito de bens, além de contribuir para a maior integração da economia brasileira às cadeias de valor bilaterais, regionais e globais.

O acordo garantirá acesso mútuo em setores de serviços, tais como comunicação, construção, distribuição, turismo, transportes e serviços profissionais e financeiros. Contará com obrigações de transparência em compras públicas e fomentará a concorrência nas compras do Estado, resultando na otimização da relação custo-benefício das licitações e na economia de recursos públicos.Os compromissos acordados garantirão às empresas brasileiras acesso ao mercado de compras públicas da EFTA, avaliado em cerca de US$ 85 bilhões.

Os compromissos em barreiras técnicas ao comércio consolidam a agenda de boas práticas regulatórias que o Brasil vem implementando nos últimos anos, ao mesmo tempo em que preservam a capacidade regulatória do governo.

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Segundo estimativas do Ministério da Economia, o acordo MERCOSUL-EFTA representará um incremento do PIB brasileiro de US$ 5,2 bilhões em 15 anos. Estima-se um aumento de US$ 5,9 bilhões e de US$ 6,7 bilhões nas exportações e nas importações totais brasileiras, respectivamente, totalizando um aumento de US$ 12,6 bilhões na corrente comercial brasileira. Espera-se um incremento substancial de investimentos no Brasil, da ordem de US$5,2 bilhões, no mesmo período.

Em 2018, a corrente de comércio entre Brasil e EFTA totalizou US$ 4,5 bilhões, com exportações de US$ 1,7 bilhão, compostas principalmente por ouro, produtos químicos como óxido de alumínio, café, soja, carnes e preparações alimentícias diversas, e importações de US$ 2,8 bilhões, com proeminência em produtos farmacêuticos e químicos orgânicos, máquinas e equipamentos, petróleo e gás, peixes e crustáceos.

A EFTA é parceiro relevante do Brasil em serviços e investimentos. Os fluxos do comércio de serviços são estimados pela Confederação Nacional da Indústria em cerca de US$ 4 bilhões. A Suíça, maior economia da EFTA, é o quinto maior investidor estrangeiro direto no Brasil, pelo critério de controlador final, com estoque de US$ 24,4 bilhões em 2017, cerca de 5% do total. Os investimentos diretos suíços concentram-se, sobretudo, nos setores financeiro, de seguros, da indústria de transformação e comércio. Por outro lado, segundo dados do Banco Central, o investimento direto brasileiro nos países da EFTA chegou a US$1,8 bilhões, em 2017. Os investimentos do Brasil na EFTA encontram-se principalmente nos setores financeiro, manufatura de papel e celulose e mineração.

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Fonte: MAPA GOV
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Armazena MT 2019 reúne mais de 300 pessoas

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Política Agrícola e Logística

Armazena MT 2019 reúne mais de 300 pessoas

Participaram produtores rurais, estudantes, indústrias e agentes bancários

23/08/2019

Mais de 300 pessoas participaram da segunda edição da Feira de Negócios Armazena MT, realizada pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), nesta sexta-feira (23) no Cenaruim Rural, em Cuiabá. O encontro reuniu produtores rurais, agentes bancários, indústrias do setor, estudantes, técnicos na área e autoridades. Dentre os assuntos debatidos e apresentados nas palestras, destaca-se os dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), que mostram que um déficit de armazenagem de 38,5 milhões de toneladas.

Superintendente do Imea, Daniel Latorraca, mostrou durante apresentação que a capacidade estática para cobrir a produção mato-grossense é de apenas 57,8% de toda produção do Estado, que é a maior do país. Além disso, conforme estudos do Instituto, que acompanha o crescimento da produção estadual, em 2028 será necessário ter uma capacidade de armazenagem para 123,4 milhões de toneladas.

O representante do Imea falou ainda sobre as vantagens e importância de o produtor rural possuir armazém na propriedade, a principal delas é o custo final da produção. “Nossa apresentação foi na linha de demonstrar aos produtores a viabilidade de possuir um armazém na sua propriedade e os benefícios que isso pode trazer pra ele, dentre eles garantir maior qualidade nos produtos, diminuir custos e ter condições de aguardar os melhores momentos e maneiras para negociar”, disse Latorraca.

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A deficiência na capacidade de armazenagens de grãos é uma preocupação antiga dos produtores rurais, bem como as entidades representativas. De acordo com vice-presidente Norte da Aprosoja Mato Grosso, Zilto Donadello, o Armazena MT tem com um dos objetivos fomentar o aumento dos armazéns dentro das propriedades, que representa uma diminuição no custo da produção.

“É um evento extremamente importante para o produtor rural, pois reúne todos os atores do processo, os interessados na aquisição do armazém, as indústrias e os agentes financeiros. Este é um evento que realmente vale a pena o produtor participar, já que essa questão da armazenagem nos preocupa muito há anos. Tivemos a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre linhas de crédito, novos produtos de mercado e também sobre a importância e benefício de possuir armazém na propriedade”, avaliou Zilto Donadello.

Um dos parceiros na realização do evento é a Caixa Econômica Federal. Superintendente regional, Moacyr do Espirito Santo, explicou que o banco tem a intensão de aumentar os investimentos no agro mato-grossense. “É uma enorme satisfação para a Caixa participar de um evento de grande magnitude como esse. Muitos produtores passando por aqui para falar e conhecer mais, especificamente de armazéns.  A participação da Caixa representa um grande marco, pois nossa intenção é participar de forma efetiva do financiamento desses projetos, avançar no mercado do agronegócio e auxiliar no desenvolvimento do setor aqui em Mato Grosso”, enfatizou.

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Para realização do evento a Aprosoja Mato Grosso contou ainda com a DGStark, AGI Brasil, Construtora Lindóia, Construtora Imasa, Motomco, GSI, Engedelta, Jhonrob, Banco do Brasil, Bradesco, Triunfo Soluções, Norte e Frio, Kepler Weber e Sicredi.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA
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