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Nova Audi RS6 chega com visual feito do zero e motor do Lamborghini Urus

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Nova Audi RS6 passa a ser híbrida e a ter visual ainda mais arrojado e indiscreto na linha 2020. Potência salta para 600 cv

A nova geração da perua esportiva Audi RS6 acaba de ser revelada. Com design que segue a linha adotada pelo Q8 e mecânica do Lamborghini Urus, traz, respectivamente, fortes vincos no capô, contornos robustos dos pára-choques, duas enormes saídas de escape e entradas de ar dianteiras, novas assinaturas de LED. 

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Equipada com motor V8 4.0 biturbo, de de 600 cv e brutais 81 kgfm de torque, a nova RS6 é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos e atingir 305 km/h, conforme a fabricante.  Sem preços divulgados, o perua superesportiva estará no Salão de Frankfurt (Alemanha), entre 12 e 22 se setembro.  Na Europa, as vendas começam em março de 2020, ano em que o carro também deverá chegar ao Brasil, mas sem data definida. 

Entre os detalhes da  Audi RS6 que mais chamam atenção estão as rodas de 21 polegadas montadas em pneus 275/35. Como opcional, o carro pode vir com rodas de 22 polegadas e pneus 285/30. Enquanto isso, os freios trazem discos ventilados de 420 mm na dianteira e 370 mm na traseira, com pinças pintadas de preto. E opcionais de carbono-cerâmica (440 mm na dianteira e 370 mm na traseira). As pinças, que segundo a fabricante economizam 34 kg, podem ser pintadas de cinza, azul ou vermelho.

A suspensão também merece atenção especial. Além do sistema de tração integral Quattro que destina até 70% da força para o eixo traseiro, conta com amortecedores pneumáticos ajustáveis em altura. Além disso, o RS Sports Suspension Plus ajusta as respostas das novas molas de aço e o curso dos amortecedores ajustáveis em até três estágios. São eles a altura padrão, 10 mm a menos em velocidades acima dos 120 km/h e 20 mm a mais ao transpor lombadas ou valetas maiores.

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Outro item que pode ser adquirido à parte é o eixo traseiro esterçante. Em baixas velocidades, as rodas traseiras inclinam até 5º em direção oposta às dianteiras para ajudar nas manobras. Em médias e altas velocidades, são 2º no mesmo sentido para melhorar o contorno de curvas.

Sistema híbrido e novos equipamentos

Assim como a nova linha dos carros de topo da Audi, tem o sistema elétrico primário de 48V. O carro esportivo ainda pode desativar quatro dos oito cilindros para economizar combustível em velocidades de cruzeiro. Tamanha tecnologia agregada aumentará a sua popularidade ante os rivais Mercedes E 63 AMG Station Wagon e Porsche Panamera Sport Turismo Turbo.

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O interior da perua Audi RS6 também segue o padrão dos modelos mais recentes da marca alemã. Entre os principais equipamentos, destaca-se o  painel de instrumentos digital com tela de 12,3 polegadas e com mostradores de pressão do turbo, força G, potência e torque. No console central, o carro dispõe da central multimídia de 10,1 polegadas e, logo abaixo, mais um display de 8,6” para outros controles, como o ar-condicionado.

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Embate interno: Citroën C3 1.2 de entrada ou 1.6 AT de topo? Temos um vencedor

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Guilherme Menezes/iG Carros

Apesar de ausentes no Citroën C3 Attraction testado (direita), ele vem com o mesmo DRL e os faróis de neblina do Urban Trail (esquerda)

Testamos as versões de entrada e de topo do Citroën C3, hatch que vem amargando a última colocação em vendas no segmento dos hatches compactos. São as versões 1.2 Attraction manual (R$ 55.790) e a Urban Trail (R$ 72.790). No acumulado de 2019, 2.857 unidades foram emplacadas, quase a metade do “irmão” Peugeot 208 (5.608 unidades), que ocupa a 10ª colocação no ranking da Fenabrave.

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Por que isso acontece? Antes de tentar trocar em miúdos, vamos ver com do que ambas as versões do Citroën C3 são recheadas. Na Attraction , o modelo vem com central Multimídia Citroën Connect (com conectividade para celulares), câmera de ré, rodas de liga leve opcionais, volante revestido com couro, airbag lateral, luzes diurnas de LED (DRL), faróis de neblina, entre outros. Para o Urban Trail , são adicionados bancos bordados, aplique plástico nas caixas de roda, molduras plásticas nas laterais, acabamento metálico no volante, pintura com teto preto e rodas de 16″ com desenho exclusivo. Isso para inserir o modelo em uma proposta aventureira.

Nos conjuntos mecânicos, por sua vez, o modelo de entrada com câmbio manual de cinco marchas oferece o motor 1.2 PureTech de três cilindros, que produz até 90 cv e 13 kgfm. De acordo com os dados do Inmetro, o C3 com motor PureTech tem consumo urbano de 10,6 km/l e 14,8 km/l (com etanol e gasolina, respectivamente) e rodoviário de 11,3 km/l e 16,6 km/l (na mesma sequência). Enquanto isso, o aventureiro migra para o 1.6 de quatro cilindros, que gera até 118 cv e 16,1 kgfm. Segundo o inmetro, tem consumo urbano de 7,6 km/l e 10,9 km/l (com etanol e gasolina, respectivamente) e rodoviário de 9,3 km/l e 13,2 km/l (na mesma sequência).

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Até aí, são números competitivos ante alguns de seus rivais. Então o que explica a sua impopularidade? O primeiro ponto está na imagem da marca, que principalmente a partir da segunda metade da década que se foi, a PSA precisou a rever alguns conceitos. Os projetistas perceberam que o Brasil não era a França no que diz respeito às demandas do mercado consumidor. Nos anos 90, quando a marca firmou as suas atividades no mercado brasileiro — após a abertura das importações — e nos anos 2000, tecnologias inéditas foram tanto o motivo de grande admiração, quanto de afastar a clientela. Mas e quanto ao C3 especificamente?

Impressões

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O Citroën C3 ainda tem seu espaço entre os rivais? Descobrimos nas impressões

Eis então que chegamos no segundo ponto, o mais decisivo para a avaliação. Um dos seus maiores atributos é certamente a personalidade. Ao olhar para ele, não há quem diga que o carro é apenas mais um — o que ocorre bastante com modelos que parecem praticamente iguais entre si e entre outros carros da mesma marca. Suas linhas são suaves e curvas, o que contribui bastante para um visual sutil, moderno e harmônico. No interior, a mesma coisa: o desenho e a disposição dos componentes não geram a sensação de monotonia, mesmo quando se está cercado de plástico.

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O único porém, para mim, com 1,71 m de altura, é a sua ergonomia. No fim das contas eu achei a correta posição de dirigir, mas não foi tão simples. Pelo fato da base do assento ser levemente inclinada para cima em sua extremidade, os pés não ficam bem apoiados no assoalho, o que gera certa estranheza principalmente na hora de migrar o pé direito entre os pedais. Além disso, pelo fato do ponto H (altura do assento) ser relativamente elevado, ao posicionar o volante para alguém da minha altura, ele acaba por ficar muito próximo das pernas, que dificultam o esterçamento. Mas quando o volante é ajustado para ficar mais alto, o condutor é obrigado a manejá-lo um pouco mais alto que o ideal.

A central multimídia tem tela com boa resolução, o sistema touchscreen também agrada e o manuseio é intuitivo. Um grande ponto positivo é o comando do ar-condicionado não ser integrado à ela, como ocorre com o “irmão” C4 cactus, por exemplo. O pareamento com o celular é feito com facilidade, seja por bluetooth, ou por cabo USB. Entretanto, pelo preço e pela lista de equipamentos presente nos rivais, faz falta itens de segurança como controles eletrônicos de tração e estabilidade e assistente de partida em rampa.

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Ao guiá-lo, é possível sentir que absorve bem os impactos do asfalto ruim, ao mesmo tempo que sua direção é macia. Dependendo da velocidade, ela fica mais “pesada” ou mais “leve”, para aumentar a precisão e o conforto quando for mais conveniente. Um ponto que poderia melhorar é o isolamento acústico. Não porque deixou a desejar, mas porque é possível encontrar carros mais silenciosos, na mesma categoria. Em curvas rápidas, é perceptível o movimento de rolagem de carroceria, bem como a sensação de uma baixa rigidez de sua plataforma, que induz uma saída de frente. Mas até aí tudo bem, porque não estamos falando de um esportivo, feito para ser guiado assim.

Attraction vs Urban Trail

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Guilherme Menezes/iG Carros

Após falar sobre o carro, veremos o que cada uma das versões nos oferece

Apesar da semelhança — por serem o mesmo carro — por outro lado, uma versão se diferencia da outra em pontos importantes. A Attraction se destaca pelo seu motor. Ele é mais econômico que o 1.6 e mais esperto também. A sua aceleração de 0 a 100 km/h, feita em 13 segundos, só é mais lenta que os 12,2 segundos do 1.6 pelo fato de que este só é o mais rápido acima dos 70 km/h.

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Quanto ao câmbio dos dois — outro grande diferencial entre eles — o escalonamento das marchas do manual são mais próximas entre si do que no 1.6 automático, o que contribui bastante para as retomadas (além do fato de que o torque máximo do PureTech vem já em 2750 rpm, enquanto no 1.6 chega só em 4750 rpm). Apesar disso, o trambulador do Attraction poderia ter engates mais precisos.

Enquanto isso, o câmbio automático do Urban Trail é muito competente para a economia de combustível no modo Eco, mas peca muito em força, o que obriga o condutor a pressionar o pedal um pouco mais. No modo Sport, ele preserva melhor as respostas do carro, mas não mantém as marchas reduzidas o bastante ao ponto de extrair ao máximo o seu potencial de aceleração. Com isso, o modo Normal é a melhor pedida para um uso geral. Seu funcionamento é suave e conta com boa confiabilidade, uma vez que o componente é produzido pela japonesa Aisin.

Conclusão

Retomando a problemática das vendas do compacto C3, é um carro que teve a sua oportunidade de brilhar, por ser sim um bom carro. Mas com o passar dos anos, a concorrência se modernizou, enquanto o modelo “parou no tempo”, ficando dependente de atualizações menores, sem que isso se traduzisse em uma redução em seus preços.

Na relação custo-benefício, fica claro como o Attraction se sobressai. Isso porque ele não é exatamente inferior ao Urban Trail no que eles se diferem, e ao mesmo tempo custa R$ 17 mil a menos. Inclusive, aos que gostam da marca, por R$ 69.990 (R$ 2.800 a menos do que os R$ 72.790 cobrados pelo Urban Trail), leva-se para casa a versão de entrada do C4 Cactus, um carro de construção e porte superiores em relação ao Citroën C3 .

Fonte: IG CARROS

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Aguardado no Brasil, VW Tarek já é produzido na Argentina

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Reprodução/Twitter

Executivos posam ao lado da linha do VW Tarek, já em produção na Argentina

O VW Tarek deverá ser uma das principais atrações do enxuto Salão do Automóvel de 2020. Conforme a imagem publicada no Twitter do chefe de marketing e vendas da marca alemã, Jürgen Stackmann, as unidades “pré-série” já estão sendo produzidas no Complexo Industrial de Pacheco, na Argentina. Desde que a Spacefox saiu de linha no início do ano passado, a fábrica argentina se concentrava apenas na produção da picape Amarok. 

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O novo SUV da Volkswagen será lançado no começo de 2021 para bater de frente com o Jeep Compass, sucesso absoluto na categoria dos utilitários médios. Podemos esperar pelo motor 1.4 TSI de 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque que já equipa T-Cross, Jetta e Tiguan, com o mesmo câmbio automático de seis velocidades. 

A marca alemã deverá realocar o Tiguan, eliminando as versões de cinco lugares para evitar uma eventual canibalização. O SUV médio, vale lembrar, foi o segundo mais vendido de sua categoria no Brasil em 2019, com 13 mil emplacamentos, perdendo apenas para o Compass.

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Dessa forma, a linha de utilitários esportivos da Volkswagen contará com quatro modelos no começo de 2021: Nivus, T-Cross, Tarek e Tiguan. O Atlas Cross Sport ainda é aguardado para preencher a lacuna deixada pelo Touareg, fechando a gama de SUVs da Volkswagen.

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Fonte: IG CARROS

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Hyundai Creta de entrada surge com desconto de R$ 6,5 mil

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Roberto Assunção

Hyundai Creta

A Hyundai preparou condições especiais para o Creta em seu site de ofertas . Partindo originalmente por R$ 80.990 no configurador da marca, o Creta 1.6 manual na versão Attitude aparece por R$ 74.490 com o pagamento à vista. O abatimento é de R$ 6,5 mil.

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O Creta Attitude conta com motor 1.6 de 130 cv de potência e 16,5 kgfm de torque, com câmbio manual de seis velocidades. De acordo com a Hyundai, o consumo fica na casa dos 7,6 km/l na cidade e 8,2 km/l na estrada com etanol, e 10,4 km/l na cidade e 11,7 km/l na estrada com gasolina.

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Seu porta-malas tem generosos 431 litros de capacidade. No pacote de equipamentos, destaque para volante multifuncional, computador de bordo, sistema start-stop e ancoragem Isofix para fixação de cadeirinhas de bebê. Na versão manual, o Creta não conta com controle de estabilidade. 

Fonte: IG CARROS

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