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Novo Sandero automático enfrenta os rivais Gol e Onix. Qual vence?

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Caue Lira/iG

Novo Sandero passa a ter filete de LED nos faróis em todas as versões entre as novidades

No Brasil, os hatches compactos ainda reinam no mercado, mesmo com a subida meteórica dos SUVs. Conforme o balanço mensal da Fenabrave, em julho, os pequenos representaram 33,6% das vendas ante 25,7% dos utilitários esportivos. Mas, hoje em dia, a maior procura é pelas versões com motores acima de 1.0 litro de cilindrada.

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Pois bem, neste comparativo, a reportagem de iG Carros reúne o Novo Sandero diante dos rivais VW Gol e Chevrolet Onix, em versões automáticas, cada vez mais vendidas em tempos em que o anda e para do trânsito caótico tem incomodado cada vez mais gente. Na briga, o modelo da marca francesa mostra melhorias, mas será o suficiente para sair com a vitória?

Vamos começar pela questão do preço. O Sandero 1.6 automático CVT parte de R$ 62.990, valor que dá direito a itens como central multimídia (que passou a ser compatível com Apple Car Play e Android Auto na linha 2020) com os principais controles na coluna de direção, computador de bordo e sensores no para-choque traseiro para ajudar nas manobras. Se quiser passar para a versão topo de linha para ter ar digital, câmera de ré, faróis de neblina e rodas de aro 16, o carro passa a custar R$ 65.990.

Acontece que o VW Gol começa em R$ 58.120 com um pacote já bem recheado de equipamentos que inclui computador de bordo, chave canivete, farol de neblina, vidros e travas elétricas. Todo equipado, o hatch da Volkswagen chega nos R$ 63.860, mas com a melhor central multimídia do segmento, além de volante revestido de couro multifuncional com hastes para trocas do câmbio de seis marchas.

E o Chevrolet Onix , líder de vendas no Brasil, aparece como o mais caro dos três se vier com câmbio automático, já que o item faz parte do enorme pacote R7L que vem com uma porção de equipamentos que acabam subindo demais o preço, que chega a R$ 67.880 com pintura metálica. Na lista, destaca-se o monitoramento da pressão dos pneus e o sistema OnStar, que apenas o modelo da GM oferece. Entretanto, é bom lembrar que essa versão topo de linha, ao contrário de outras, deverá dar lugar à nova geração que chega em outubro.

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Vida difícil para o Renault Sandero

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Renault Sandero tem o maior vão livre do solo dos três hatches automáticos, mas conta com controle de estabilidade

Então, na questão do equilíbrio entre custo e benefício, o VW Gol é mais interessante. Além disso, consegue convencer mais no dia a dia como hatch compacto automático. Rodamos bastante com o carro tanto na cidade quanto na estrada e ficou claro que o modelo da marca alemã tem o conjunto mais bem acertado dos três. Já começa pela posição de dirigir, com ponto H (base do assento) um pouco mais baixo, mas na altura suficiente para ter boa visibilidade, o que acaba com aquela sensação de estar na cadeira do juiz de um jogo de tênis.

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No Onix, a questão da ergonomia certamente será revista na nova geração, já que no atual a posiçao de guiar mais alta não combina com o painel baixo. E no Sandero quase nada mudou por dentro, exceto pelo volante, que passou a ter os comandos do controlador de velocidade (“piloto automático”). O novo câmbio pode ter trocas sequenciais, mas apenas na própria alavanca. Aliás, é preciso de um tempo para se acostumar ao reduzir movendo-a para frente e passar uma marcha adiante para trás, na maioria dos carros isso é ao contrário.

O motor do VW Gol é o mais potente do trio. Rende 120 cv e 16,8 kgfm a 4000 rpm, ante 118 cv e 16 kgfm do Sandero. Em ambos, há duplo comando no cabeçote e variador de fase na admissão. Uma das únicas vantagens do Renault é o acionando por corrente, que dispensa trocas periódicas. E o motor 1.4 da GM é robusto, mas o que rende menos: 106 cv e meros 13,9 kgfm a altos 4.800 rpm, com apenas 8 válvulas.

Enfim, a Renault resolveu instalar controle eletrônico de estabildade no Sandero 1.6,mas apenas nas versões automáticas . Pudera, já que o carro tem o maior vão livre do solo. São nada menos que 185 mm, contra 163 m do Gol e meros 120 m do Onix. Mais alto, o modelo da marca francesa tende a inclinar mais nas curvas, o que não o deixa tão firme quanto os outros dois rivais. Porém, para quem gosta de dirigir, a tocada do Volkswagen agrada mais com uma série de fatores.

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Começa pelas hastes atrás do volante, continua com as respostas mais ágeis do câmbio de seis marchas e segue com um pouco mais de disposição do motor. No Onix, além de faltar um pouco de fôlego, o pequeno botão para trocas sequenciais na alavanca dificulta o manuseio. E no Sandero nota-se um novo ajuste da suspensão, mais voltada para o conforto e alguma melhora no isolamento acústico, que se comparado às primeiras unidades do Sandero melhorou bastante.

Equilíbrio no consumo

Quem compra um hatch compacto, mesmo com câmbio automático, também leva em consideração o consumo. Nesse quesito, conforme os números do Inmetro, o Renault é ligeiramente mais econômico na cidade, com 8,1 km/l de etanol e 11km/l de gasolina, ante 7,9 km/l e 11,6 km/l do GM e 7,7 km/l e 11,1 km/l do VW, respectivamente.

Na estrada, porém, ainda conforme o Inmetro, o que gasta menos é o Onix, com 9,7 km/l no etanol e 14 km/l na gasolina contra 9,6 km/l e 13,6 km/l do Gol e 8,8 km/l e 12,8 km/l do Sandero. Portanto, com gasolina, o VW tem autonomia teórica na estrada de 610 km, ante 590 km do Renault e 626 km do GM.

O espaço do Renault é o maior dos três e o nível de acabamento evoluiu, pelo menos na versão topo de linha avaliada. São 2,59 m de entre-eixos, ante 2,53 m do GM e 2,47 m do VW, cujo porta-malas de 285 é quase do mesmo tamanho do Onix (280 l), mas menor que do Sandero (320 litros). Na prática, porém, a diferença entre os três é pequena quanto ao espaço para bagagem, o que o Sandero leva mais vantagem é no espaço para acomodar cinco ocupantes.

Conclusão

Entre prós e contras, o VW Gol sai com a vitória não apenas pela relação entre custo benefício, mas pelo conjunto mais bem acertado, o que inclui o conjunto mecânico e o comportamento dinâmico do carro em qualquer situação.

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Assim como no caso do Onix, mesmo quando chegar a nova geração do VW Gol, a atual deverá continuar sendo produzida, pelo menos em algumas versões, como opção mais em conta. E o novo Sandero fica em segundo lugar no comparativo, com melhorias na questão do conforto e acabamento, mantendo o bom espaço de sempre entre suas principais qualidades.

Ficha técnica

Chevrolet Onix 1.4 LTZ

Preço:  a partir de R$ 66.290 (67.880 completo, com pintura metálica)
Motor: 1.4, quatro cilindros, flex  
Potência: 106 cv (E) / 98 cv (G) a 6.000 rpm  
Torque: 13,9 kgfm (E) / 12,9 kgfm (G) a 4.800 rpm  
Transmissão: automática, de seis marchas 
Suspensão: independente McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira)  
Freios: disco ventilado (dianteira), tambor (traseira)  
Pneus: 185/65 R 15 
Porta-malas: 280 litros  
Tanque: 54 litros  
Consumo: 7,9 km/l na cidade e 9,7 km/l na estrada (etanol), 11,6 km/l na cidade e 14 km/l na estrada (gasolina)

0 a 100 km/h: 12s

Vel. max: 171 km/h

Ficha Técnica

Renault Sandero 1.6 automático 

Preço: a partir de R$ 62.990 (R$ 65.490 na versão Intense avaliada)

Motor: 1.6, quatro cilindros, flex  
Potência: 118 cv (E) / 115 cv a 5.500  
Torque: 16 kgfm a 4.000  
Transmissão: automática do tipo CVT, simula seis marchas  
Suspensão: independente (dianteira), eixo de torção (traseira)  
Freios: disco ventilado (dianteira), tambor (traseira)  
Dimensões: 4,08 m (comprimento), 1,73 m (largura), 1,57 m (altura), 2,59 m (entre-eixos)  
Porta-malas: 320 litros  
Tanque: 50 litros  
Consumo: 8,1 km/l (cidade), 8,8 km/l (estrada) com etanol  
11,8 km/l (cidade) km/l e 12,8 km/l (estrada) com gasolina

 0 a 100 km/l: 11s

Vel. Max: 177 km/h

Ficha técnica

VW Gol 1.6 Trend automático

Preço:  a partir de R$ 58.120 (R$ 63.860 completo)

M otor: 1.6, quatro cilindros, flex  
Potência: 120 cv (E) / 110 cv (G) a 5.750 rpm  
Torque: 16,8 kgfm (E) / 15,8 kgfm (G) a 4.000 rpm  
Transmissão: automático, seis marchas , tração dianteira  
Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo de torção (traseira)  
Freios: Discos ventilados (dianteiros) / tambores (traseiros)  
Pneus: 195/55 R15  
Dimensões: 3,89 m (comprimento) / 1,66 m (largura) / 1,46 m (altura), 2,47 m (entre-eixos)  
Tanque: 55 litros  
Porta-malas: 285 litros  
Consumo etanol: 7,7 km/l (cidade) / 9,6 km/l (estrada)  
Consumo gasolina: 11,1 km/l (cidade) / 13,6 km/l (estrada)  
0 a 100 km/h: 10,1 s
Velocidade máxima: 185 km/h

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Peugeot revela a Landtrek, picape média que chega ao Brasil em 2021

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Peugeot Landtrek foi desenvolvida em parceria com a fabricante chinesa Changan

A Peugeot revelou as primeiras imagens oficiais de sua nova picape média, a Landtrek . Aguardada no Brasil para meados de 2021, o modelo é uma nova investida na estratégia de focar em veículos comerciais da marca francesa, prática que vem trazendo retorno para a Peugeot nos últimos anos.

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O modelo nasceu de uma parceria entre a Peugeot e a fabricante chinesa Changan. Na dianteira, a Landtrek traz elementos visuais com inspirações claras no 3008, o carro-chefe da marca francesa depois do 208. Destaque para os filetes em LED nos farois dianteiros. Sua traseira lembra levemente a Alaskan, picape da Renault que também deverá chegar no Brasil em 2021.

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De acordo com a Peugeot, o novo modelo tem 5,33 metros de comprimento (com cabine simples) e 192 m de largura, com capacidade para levar até 1 tonelada. Sua lista de equipamentos será composta por seis airbags, alerta de saída de faixa, quatro câmeras de assistência (nas versões mais caras) e ar-condicionado de duas zonas. 

Na Europa, o modelo terá motores 2.4 turbo (de 210 cv de potência, a gasolina) e 1.9 turbo (de 150 cv, diesel), com opção de câmbio automático ou manual, ambos de seis velocidades. Não há informações sobre o conjunto mecânico para o mercado brasileiro.

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Seguindo as declarações da Peugeot na última edição da Fenatran, o Salão Internacional de Transporte Rodoviário de Cargas, a picape será lançada em outras regiões antes de chegar no Brasil. 

Fonte: IG CARROS

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Audi e-tron chega em abril na categoria dos SUVs elétricos

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Entre os principais atrativos do Audi e-tron estão seus sistemas conseguem recuperar até 30% da capacidade da bateria

O Audi e-tron, primeiro SUV elétrico da marca, é confirmado para iniciar as vendas em abril. Em pré-venda desde novembro por R$ 459.990. Ele será vendido em 14 concessionárias da marca, estruturadas às necessidades da novidade, com técnicos especializados em venda e manutenção. As lojas estão localizadas nas cidades de Barueri (SP), Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Londrina (PR), Florianópolis, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Vitória, além de 3 em São Paulo. Todas inclusive com os carregadores rápidos.

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Junto da chegada do Audi e-tron , a marca alemã anunciou uma expansão de sua linha de recarga em parceria com a Engie. Serão investidos R$ 10 milhões até 2022 para colocar 200 carregadores espalhados pelo Brasil, a maioria na cidade de São Paulo, para além dos mais de 300 já presentes em estabelecimentos públicos em todo o Brasil. Estes pontos poderão ser usados por qualquer carro elétrico , de qualquer marca, desde que tenha compatibilidade. Três anos depois de colocar esse plano em prática, em 2025, a Audi terá lançado mais de 30 modelos híbridos e elétricos.

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O Audi e-tron

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Seu interior carrega a nova linguagem visual da marca, com os equipamentos de última geração

O Audi e-tron tem dois motores elétricos, um em cada eixo. Juntos, entregam 362 cv e 57,2 kgfm. Entretanto, no modo Sport, a função de overboost é acionada, elevando os seus picos para 408 cv e 67,7 kgfm por até oito segundos. Com esse conjunto, o e-tron acelera de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos e atinge a velocidade máxima de 200 km/h. Segundo a Audi, é capaz de uma autonomia máxima de 437 km de autonomia total com uma carga.

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De série, traz uma entrada de recarga rápida (22 kW) que carrega a bateria em 4,5 horas. Como opcional, o SUV elétrico vem com a entrada de recarga ultrarrápida, que atinge 80% da carga em 30 minutos e 100% em 45 minutos. Mesmo que ainda tenha capacidade de recarga em tomadas convencionais, essa seria uma opção mais demorada, uma vez que levaria cerca de 8,5 horas para a recarga completa.

Desde o sistema de navegação com o planejador de rotas e-tron, que mostra os caminhos apropriados com postos de carregamento, cobrança automática nas estações de recarga e controle remoto via celular- o e-tron é extremamente conectado. O carro é equipado com o media center MMI navigation plus, que inclui a tecnologia LTE Advanced e um hotspot de Wi-Fi de série.

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Diversos sistemas de assistência auxiliam o motorista. Por exemplo, o assistente de eficiência promove um estilo de condução econômica exibindo informações preditivas e realizando a recuperação automática de energia. Se o cliente selecionar o assistente de cruzeiro adaptativo, o sistema pode também frear e acelerar o Audi e-tron automaticamente.

Fonte: IG CARROS

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VW Gol Copa 1982: versão especial e limitada a 3 mil unidades

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Durante as décadas de 80 e 90 as séries especiais fizeram bastante sucesso no mercado brasileiro. Elas eram reconhecidas por detalhes de acabamento, motorização e tiragem limitada. E a ideia geral era que a produção menor fazia com que tivessem mais qualidade e, portanto, se tornaram objeto de desejo.

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A Volkswagen nadou de braçada nesse segmento e criou várias séries especiais e limitadas ao longo dos anos. O Gol , recordista de público e crítica na época, foi um dos modelos que teve mais sucesso nessa proposta de aliar algo diferente com um toque exclusivo.

O Gol Copa é um deles. Lançado em 1982 trazia diferenciais estéticos e de acabamento, além da tiragem de 3.000 exemplares. O primeiro deles é o jogo de rodas de 13 polegadas, que fez sucesso no período, além dos adereços relativos à versão nas laterais e no vidro traseiro. Vale destacar os faróis auxiliares e o pequeno spoiler na dianteira.

Internamente o bom acabamento é algo que chama a atenção. Os bancos são mais confortáveis e o volante do Passat TS – com excelente pegada e que depois equiparia o primeiro GT – se destaca. Vale falar também do painel completo, inclusive trazendo o conta-giros do lado direito.

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VW Gol Copa arrow-options
Renato Bellote/iG

O conservadíssimo VW Gol Copa traz todo o charme de sua época

Guiar o Copa é divertido. Quando a Volkswagen lançou o Gol com motor boxer refrigerado a ar escolheu a opção com 1.300 cm³ de cilindrada, o que não agradou o público. Em seguida ele deu lugar ao propulsor de 1,6 litro com dupla carburação, uma escolha muito mais acertada para o compacto.

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Mas voltando às impressões ao volante o carro é ágil, especialmente no caso desse exemplar com os dois carburadores bem afinados. O hatch ganha velocidade e responde prontamente aos estímulos no acelerador, trazendo o som inconfundível do motor “flat four” boxer.

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O Copa voltaria ao mercado nos anos 90, mais precisamente em 1994, e também na década de 2010, mas sem o mesmo brilho dessa primeira versão. Em breve trarei aqui na coluna uma Saveiro a ar com turbo e 210 cv. Até mais.  

Fonte: IG CARROS

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