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Saúde

Novo tratamento do câncer por congelamento evita que a célula se espalhe

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Raymond Bergan e sua equipe do Instituto OHSU Knight Cancer estão trabalhando no novo tipo de tratamento do câncer
Kristyna Wentz-Graff/OHSU

Raymond Bergan e sua equipe do Instituto OHSU Knight Cancer estão trabalhando no novo tipo de tratamento do câncer

Cientistas do Instituto OHSU Knight Cancer, dos Estados Unidos, estão desenvolvendo uma nova técnica para tratar o câncer tida como inédita e promissora. Publicada na revista “Nature Communications” nesta sexta-feira (22), um artigo mostrou que o procedimento deve impedir que o câncer se espalhe para outras áreas do organismo.

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A estratégia é “congelar” a célula cancerígena para que ela não se movimente evitando, assim, uma metástase. A novidade está sendo encarada como uma mudança na perspectiva na luta contra o câncer , segundo os cientistas. Isso porque, até então, a maioria das pesquisas em oncologia se concentram em matar o tumor.

A pesquisa mostrou que os testes foram feitos com a molécula KBU2046, composto que inibiu o movimento de células do câncer em quatro diferentes tipos de células cancerígenas humanas: câncer de mama , próstata, colorretal e pulmão.

“O movimento é a chave. Se as células cancerígenas se espalharem por todo o seu corpo, elas vão tirar sua vida. Podemos tratar, mas esse movimento vai tirar sua vida”, diz em nota Raymond Bergan, professor de oncologia médica no OHSU. 

“Estamos estudando uma maneira completamente diferente de tratar o câncer”, conclui Bergan.

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De acordo com ele, todos que estão trabalhando na técnica realizaram diversos estudos na química para pensar um composto que só inibiria o movimento de células do câncer, sem afetar as outras células saudáveis.

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Tratamento do câncer quer bloquear proteína ligada ao movimento


Pesquisadores tiveram trabalho para encontrar uma proteína que impedisse a movimentação do câncer com poucos efeitos colaterais
shutterstock

Pesquisadores tiveram trabalho para encontrar uma proteína que impedisse a movimentação do câncer com poucos efeitos colaterais

Para conseguir impedir que a célula se movimente, Bergan contou com a ajuda do laboratório de Karl Scheidt, professor de química e farmacologia da Universidade de Northwestern, onde foram pesquisados novos compostos que pudessem bloquear essa condição nas células cancerígenas. O desafio era encontrar substâncias com poucos efeitos colaterais.

“Começamos com uma substância química que impedia as células de se moverem. Depois, sintetizamos o composto várias vezes para que ele fizesse um trabalho perfeito de parar as células sem efeitos colaterais”, diz Karl Scheidt, em nota.

Segundo o professor da Universidade de Northwesterm, o KBU2046 se liga a proteínas das células de forma específica para somente impedir o movimento. Não há outra ação sobre as estruturas celulares, o que diminui os efeitos colaterais e a toxicidade. “Levamos anos para descobrir”, comemora, em nota.

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A ideia é que a droga possa ser administrada em cânceres iniciais para diminuir ao máximo que o tumor se espalhe para o resto do corpo e o paciente tenha um tumor intratável no futuro. Cientistas estimam que serão necessários dois anos e US$ 5 milhões para que os primeiros testes da nova técnica de tratamento do câncer sejam realizados em seres humanos.

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Saúde

Hospital aplica anticoncepcional vencido em pacientes na zona leste de SP

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hospital
Reprodução/Facebook

Hospital Tibe Setúbal, na zona leste de São Paulo

Ao menos seis mulheres que tiveram filhos recentemente na maternidade do Hospital Municipal Tide Setúbal, no distrito de São Miguel Paulista, zona leste de São Paulo, receberam anticoncepcional com prazo de validade vencido. As informações são do jornal  Agora

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Desde 2016, hospitais da rede municipal oferecem o medicamento conhecido como Implanon, um implante inserido sob a pele do braço da mulher, utilizado para evitar a gravidez. Mulheres em situação de rua ou dependentes químicas podem adquirir o anticoncepcional gratuitamente. Em abril deste ano, o serviço também foi estendido para adolescentes de até 17 anos em situação de vulnerabilidade social. 

O lote do medicamento, que tem duração total de 36 meses, chegou ao Hospital Tide Setúbal em setembro de 2019 e estava vencido desde 4 de março deste ano. No entanto, uma das médicas do hospital percebeu o problema apenas no dia 14 de maio.

As seis pacientes que já haviam tido o contraceptivo injetado foram avisadas para retornar ao hospital. Além disso, de acordo com o jornal, outras duas funcionárias do local também receberam o medicamento. Duas unidades do lote de Implanon ainda teriam sido cedidas no dia 7 de maio ao Hospital Professor Alípio Corrêa Neto, na mesma região.

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Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde afirmou que tomou conhecimento do problema apenas quando foi informada pelo jornal, nessa segunda-feira (20). O órgão informou ainda que alertou 23 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 10 maternidades que fornecem o medicamento. 

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O servidor Sandro Xavier Bezerra, que faz parte do Condefi (Conselho Deliberativo e Fiscalizador) da Autarquia Hospitalar Municipal, protocolou uma denúncia no Ministério Público para investigar o caso. A direção do Tide Setúbal afirmou que quatro pacientes já retiraram os implantes do anticoncepcional, enquanto as outras duas já agendaram o processo. 

Fonte: IG Saúde
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Curiosidades

Pedra de 1,3 kg e 18 cm é retirada de dentro da bexiga de paciente na Bahia

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Reprodução

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Uma equipe médica da cidade de Jacobina, região norte da Bahia, retirou uma pedra de mais de 1,3 quilo e com 18 centímetros de comprimento de dentro da bexiga de um homem de 51 anos. O procedimento aconteceu na última segunda-feira (20), no Hospital Antônio Teixeira Sobrinho.

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Segundo os médicos que realizaram a operação, essa é uma das maiores pedras em bexiga já registradas no mundo – se não for a maior. Um caso parecido aconteceu nos Estados Unidos, em 2017, ocasião em que a pedra chegou a ter 12 centímetros de comprimento e 770 gramas.

pedra
Reprodução/Twitter

Cirurgia de retirada da pedra durou uma hora

O lavrador relatava que sentia ardência ao urinar e um peso no pé da barriga há 10 anos, porém o diagnóstico só veio no início deste ano, quando exames identificaram um cálculo com tamanho estimado em 10 centímetros. Durante a cirurgia , porém, a pedra encontrada era, na verdade, bem maior e os médicos precisaram abrir o abdômen do paciente para remover o cálculo.

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A cirurgia de remoção da pedra contou com uma equipe de seis pessoas e durou cerca de uma hora. O paciente passa bem.

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pedra
Reprodução/Twitter/Renan Oliveira Barreto

Médicos suspeitam que pedra pode ser uma das maiores já registradas no mundo

Fonte: IG Saúde
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Artigos

Como dormir bem pode ajudar a emagrecer?

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Uma noite bem dormida pode potencializar o emagrecimento

Uma boa noite de sono pode ser a parceira ideal para quem realiza atividades físicas regularmente, faz acompanhamento alimentar e segue todos os protocolos para emagrecimento. Isso porque, para quem está tentando perder peso, o quanto se dorme, e a qualidade desse sono, pode fazer muita diferença!

Entretanto, em meio ao stress e a rotina corrida, muitas pessoas não têm dormido o suficiente. Um estudo realizado nos Estados Unidos revelou que um em cada três adultos não dorme a quantidade necessária indicada pelos médicos, gastando menos de 7 horas por noite. Segundo a especialista em clínica médica e nutrição funcional, Sarina Occhipinti, perder peso quando se dorme nessas condições pode ser mais difícil. “São diversos fatores a serem somados. Os distúrbios do sono têm grande impacto no ganho de peso e alterações no metabolismo”, alerta.

Segundo outro estudo, também realizado nos Estados Unidos, dormir pouco pode aumentar as chances de obesidade em 89% em crianças e 55% em adultos. Para Sarina, a pessoa pode entrar em um ciclo vicioso, difícil de se livrar. “A perda de sono pode levar à obesidade que, por sua vez, pode levar à perda de sono”, sintetiza. “Nesse caso, é importante buscar ajuda de um especialista para iniciar um tratamento metabólico apropriado”, orienta.

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Dormir pouco dá fome!

Outro ponto importante é que pode ocorrer aumento de apetite em quem foi privado do sono. A razão disso está ligada a dois importantes hormônios: leptina e grelina.“A grelina é liberada pelo estômago para avisar ao cérebro que você está com fome. Já a leptina é liberada pelas células de gordura e sinaliza que você está satisfeito. Quando não se dorme o suficiente, o corpo produz mais grelina e menos leptina”, explica Sarina Occhipinti.

Diante dessas situações, Sarina Occhipinti dá três valiosas dicas para usar o sono a favor do emagrecimento:

1.    Coma alimentos leves antes de dormir

Comer em demasia ou abusar de alimentos gordurosos antes de dormir pode sobrecarregar o sistema digestivo e atrapalhar o sono. Opte por alimentos leves como frutas, legumes e verduras, caso queira comer uma proteina opte por carnes e peixes magros.

2.    Durma em total escuridão

Não desligar todos os aparelhos eletrônicos do quarto, mesmo aquelas pequenas luzes de stand by, pode afetar o sono. A luz azul de comprimento de onda curto, que é emitida em tablets e smartphones, interrompe a produção de melatonina no corpo e, como resultado, pode prejudicar o metabolismo.

“Em escuridão total, a produção de melatonina faz com que você se sinta sonolento e, ainda, pode ajudar na ativação de gordura marrom, que queima calorias”, explica Sarina.

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3.    Deixe o quarto em baixa temperatura

Dormir em temperaturas mais baixas pode ajudar a queimar mais calorias durante a noite. Uma razão provável é que os corpos trabalharam mais para elevar a temperatura do núcleo até uma temperatura estável. “Isso pode ajudar a queimar mais de 100 calorias em 24 horas de sono”, calcula Sarina.

Sobre Sarina Occhipinti

Sarina Occhipinti é especialista em Clínica Médica e em Nutrição Funcional, do Instituto Sari. Atua há 23 anos em ambulatório de obesidade e regulação hormonal, sendo também pós-graduada em Homeopatia e em Manutenção da Homeostase Endócrina e Prevenção de Doenças Relacionadas à Idade. Sarina é certificada em Bioquímica do Metabolismo aplicado à Obesidade e Doenças Crônicas e Degenerativas e em Endocrinologia Avançada pela A4M (Universidade de Washington). É também membro da American Anti-AgingAcademy, da Associação Brasileira de Ozonioterapia e da Associação de Médica de Prática Ortomolecular.

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