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“O Sétimo Guardião” marca retorno de Luiza Tomé e Isabela Garcia à Globo

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“O Sétimo Guardião”, próxima novela da Globo que estreia na segunda-feira (12) no lugar de “Segundo Sol”, marcará a volta de Luiza ToméIsabela Garcia à faixa das 21 horas da emissora.

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Luiza Tomé e Isabela Garcia estão de volta à Globo em
Reprodução/Instagram/Globo

Luiza Tomé e Isabela Garcia estão de volta à Globo em “O Sétimo Guardião”

Luiza Tomé assinou com a Globo um contrato por obra e, depois de 14 anos fora da emissora, está de volta.  Em “O Sétimo Guardião” , a atriz viverá Scarlet e formará par com Ypiranga, vivido por Paulo Betti, o prefeito que amava obras e queria transformar sua cidade em Londres. A dupla revive o casal inesquecível de “A Indomada”.

A última novela que a atriz fez na emissora foi “Começar de Novo”, em 2004. Depois disso, ela foi para a Record, onde esteve no elenco de tramas como “Luz do Sol”, “Bela, a Feia”, “Dona Xepa”, “Milagres de Jesus”, “Escrava Mãe”, “Apocalipse”, entre outras.

Durante seu tempo afastada da emissora, além de trabalhar bastante em novelas da Record, Luiza também usou bastante suas redes sociais, onde mostrava a rotina e o corpão.

Ao contrário de Luiza, Isabela Garcia não ficou afastada da emissora, mas desde 2011, quando viveu  Daysi Damasceno em “Insensato Coração”, ela não estava no horário nobre da emissora de Roberto Marinho.

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Na nova novela, a atriz viverá Judith, empregada no casarão de Egídio (Antônio Calloni). Muito leal ao seu patrão, ela é casada com Robério, um homem ambicioso e de caráter duvidoso vivido por Heitor Martinez , que também está retornando para a emissora após 14 anos.

Depois de anunciar seu retorno a emissora, teve seu vínculo encerrado em dezembro de 2017, mas em julho já estava de volta.  “As pessoas nem perceberam que saí”, disse recentemente.

Além de Luiza e Isabella, a novela marca outros atores que estavam afastados da TV, como por exemplo Carolina Dieckmann, que ficou morando por alguns anos nos Estados Unidos. Viviene Araújo, que interpretá Neide na trama, esteve em “Rock Story”, em 2016, e depois também ficou afastada.

Paolla Oliveira em clipe


Banda Fortunia lança clipe com participação de Paolla Oliveira
Ygor de Oliveira

Banda Fortunia lança clipe com participação de Paolla Oliveira

A banda “Fortunia” lança nesta sexta-feira (9) o clipe de Se Existe Amor , que conta com a participação de Paolla Oliveira. A gravação aconteceu em um galpão abandonado em São Paulo. A música estará disponível a partir da data em todas as plataformas digitais.

A música romântica no estilo de Rock/Pop, tem como fonte principal dois temas importantes: o relacionamento entre casal e o amor próprio. “No primeiro caso um amor a distância e suas dificuldades, porém a canção ressalta que qualquer obstáculo não existe para quem tem sentimento, e mesmo o medo de sofrer, que pode colocar em risco esta relação, deve ser enfrentado e se lutar sempre quando o sentimento valer a pena”, reflete Mike, baterista da banda. 

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“A outra interpretação fala do amor próprio, de se ter força para se reinventar e ter um recomeço. A música leva uma mensagem positiva para todos os fãs, o que é uma característica desde o início da banda”, completa. 

O vocalista Douglas Roger, que é irmão de Paolla, explica que quando a banda decidiu que a próxima música teria uma participação especial, perguntou a ela se conhecia alguma cantora que topasse entrar no projeto. “Na semana seguinte, ela se prontificou a participar, já que havia adorado a música e gostaria de enfrentar este novo desafio”, festeja.

Inauguração com famosos

 Murilo Rosa e Fernanda Tavares receberam na manhã da última quarta-feira (7) amigos para um brunch animado em São Paulo. Eles inauguram a marca Minutri com foco em comida prática e saudável. O casal está à frente do projeto e esperam abrir lojas em todo o Brasil. “Resolvi empreender em algo que pode transformar de forma real a vida das pessoas”, revela o ator. “E eu me preocupo bastante com a qualidade dos alimentos que minha família consome. Por que não investir numa marca para ajudar todos?”, acrescenta Fernanda.

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Morre Marcelo Yuka, músico e fundador da banda O Rappa, aos 53 anos

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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa
Reprodução/Instagram

Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa

Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, o Marcelo Yuka, fundador e ex-baterista do grupo O Rappa morreu no final da noite desta sexta-feira (18) aos 53 anos, no Rio de Janeiro. O músico estava internado no hospital Quinta D’Or, zona norte da capital fluminense, desde o dia 4 de janeiro, quando uma notícia falsa sobre a morte do músico viralizou nas redes sociais. Em seguida a família não divulgou mais informações sobre o estado de saúde de Yuka. A causa da morte foi uma infecção generalizada. 

Em agosto do ano passado, o músico havia sofrido um AVC, no entanto, em seu perfil no Instagram, mostrava que estava ativo com seus projetos pessoais.  Marcelo Yuka  foi um dos fundadores da banda carioca de reggae-rock  O Rappa , em 1993 e após do grupo F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados).

Leia também: Marcelo Yuka segue internado e família barra informações sobre estado clínico

Em novembro de 2000, ficou paraplégico após um assalto, quando foi baleado nove vezes ao sair de seu carro para tentar proteger uma mulher que estava sendo assaltada. A tragédia impossibilitou o baterista de continuar na banda de reggae-rock. No entanto,  Marcelo Yuka  continuou com projetos no mundo da música, além de ser filiado ao partido político PSOL desde 2010.

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O último trabalho do músico foi o disco “Canções para depois do ódio”, lançado em janeiro de 2017, produzido enquanto  Yuka  estava internado num quarto de hospital, onde passou boa parte do ano. O fundador e ex-baterista do  O Rappa  deixou sua marca na música brasileira através das letras que escreveu para a banda em canções como “A feira”, “Minha alma (A paz que eu não quero)” e “O que sobrou do céu”, nos anos 1990.

Leia também: Marcelo Yuka está internado em estado grave e gera desinformação sobre morte

Em seu trabalho,  Marcelo Yuka  sempre abordou questões da realidade brasileira como desigualdade social e racismo. Com a banda F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), criou ainda uma ONG epônima, através da qual lutou em prol das pesquisas com células-tronco.

Leia também: “Me precipitei”, lamenta produtor que anunciou a morte de Marcelo Yuka na web

Além da música,  Yuka  atuou como ativista, participando de entidades como a FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional do Rio de Janeiro), em parceria com o AfroReggae, e a B.O.C.A. (Brigada Organizada de Cultura Ativista), que tem como objetivo levar atividades culturais para a população carcerária.

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Morre Marcelo Yuka, músico e fundador da banda O Rappa, aos 53 anos

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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa
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Músicos lamentam morte de Marcelo Yuka, ex-baterista e fundador do grupo de reggae O Rappa

Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana, o Marcelo Yuka, fundador e ex-baterista do grupo O Rappa morreu no final da noite desta sexta-feira (18) aos 53 anos, no Rio de Janeiro. O músico estava internado no hospital Quinta D’Or, zona norte da capital fluminense, desde o dia 4 de janeiro. A causa da morte ainda não foi divulgada, até o fechamento desta publicação.

Em agosto do ano passado, o músico havia sofrido um AVC, no entanto, em seu perfil no Instagram, mostrava que estava ativo com seus projetos pessoais.  Marcelo Yuka  foi um dos fundadores da banda carioca de reggae-rock  O Rappa , em 1993 e após do grupo F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados).

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Em novembro de 2000, ficou paraplégico após um assalto, quando foi baleado nove vezes ao sair de seu carro para tentar proteger uma mulher que estava sendo assaltada. A tragédia impossibilitou o baterista de continuar na banda de reggae-rock. No entanto,  Marcelo Yuka  continuou com projetos no mundo da música, além de ser filiado ao partido político PSOL desde 2010.

O último trabalho do músico foi o disco “Canções para depois do ódio”, lançado em janeiro de 2017, produzido enquanto  Yuka  estava internado num quarto de hospital, onde passou boa parte do ano. O fundador e ex-baterista do  O Rappa  deixou sua marca na música brasileira através das letras que escreveu para a banda em canções como “A feira”, “Minha alma (A paz que eu não quero)” e “O que sobrou do céu”, nos anos 1990.

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Em seu trabalho,  Marcelo Yuka  sempre abordou questões da realidade brasileira como desigualdade social e racismo. Com a banda F.UR.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), criou ainda uma ONG epônima, através da qual lutou em prol das pesquisas com células-tronco.

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Além da música,  Yuka  atuou como ativista, participando de entidades como a FASE (Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional do Rio de Janeiro), em parceria com o AfroReggae, e a B.O.C.A. (Brigada Organizada de Cultura Ativista), que tem como objetivo levar atividades culturais para a população carcerária.

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Jornalista reforça acusação contra Datena: “Alguém precisa parar esse homem”

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A jornalista e repórter do “Brasil Urgente”, na Band, Bruna Drews, 35 anos, em entrevista ao programa “Fofocalizando”, no SBT, falou sobre as denúncias de assédio sexual ao apresentador da emissora José Luiz Datena.

Na entrevista, a jornalista repercutiu a denúncia divulgada inicialmente pelo portal “Notícias da TV” nesta sexta-feira (18) – que noticiou que uma representação foi protocolada no Ministério Público de São Paulo em que Bruna afirmou que o apresentador teria lhe dito que ela não precisava emagrecer porque já “era muito gostosa”, que diversas vezes teria se masturbado pensando nela e que achava “um desperdício” a profissional “namorar uma mulher”.

A repórter Bruna Drews acusa o jornalista e apresentador Datena de assédio sexual
Reprodução/Band

A repórter Bruna Drews acusa o jornalista e apresentador Datena de assédio sexual

“Era nítido meu constrangimento, coisas que eu não aguentava”, afirmou Bruna Drews. As frases teriam sido ditas em um bar durante a confraternização de fim das gravações de um quadro do extinto programa “Agora é Com Datena“, em julho do ano passado, em que Bruna estava como repórter.

Bruna Drews acusa Datena de assédio sexual

Reprodução/Instagram

Bruna Drews acusa Datena de assédio sexual

“Estávamos frente à frente no restaurante (quando ele teria a assediado). Eu relatei o ocorrido para a Band , que me mandou para casa descansar e não procurou o Datena, não procurou testemunhas. Alguém precisa parar esse homem”, disparou Bruna ao “Fofocalizando”.

A profissional também disse que desde que o assédio foi cometido, ela procurou seus advogados para lhe orientar sobre os procedimentos que poderia tomar. Bruna está de licença médica desde julho do ano passado e movendo também uma ação trabalhista contra a emissora, ainda segundo o “Notícias da TV”.

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Após a denúncia, a jornalista usou o seu perfil no Instagram para desabafar. “Estou do lado da verdade! Consciência limpa e tranquila! Faço isso por todas as mulheres que são obrigadas a passar por isso diariamente”, declarou Bruna na rede social, ao compartilhar uma imagem do movimento “Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas”.

Datena nega todas as acusações

“Sempre elogiei esta moça ao vivo no “Brasil Urgente”, como faço com outros repórteres homens e mulheres, pela beleza e competência, acima de tudo. Ao vivo pra todo Brasil. Ela há muito tempo vem pedindo vários afastamentos por motivos psicológicos, alegando problemas de família, pessoais e trabalho. Sempre a apoiei, como faço com os profissionais com quem trabalho, e ela me agradeceu pessoalmente por isto nos poucos contatos que tive com ela na Band (foram raras as vezes que conversamos fora do ar)”, disse o apresentador em sua defesa ao portal Uol .

“Quanto ao episódio que ela se refere, ela estava visivelmente mais magra e perguntei na frente de todos se estava com problemas. Ela disse que sim e que iria procurar ajuda médica. Passou mal durante as gravações, que mandei parar para que ela fosse atendida e retomar outro dia em que estivesse melhor. No final das gravações deste programa, dias depois no Bar do Tonico, com boa parte da equipe, reiterei a ela que era bonita e competente e que não precisava emagrecer mais para trabalhar em TV, preocupado com sua saúde”, explicou Datena .

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