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Policia Federal

Operação Cartão Vermelho combate facção criminosa na região de Santa Cruz do Sul/RS

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Santa Cruz do Sul/RS – A Polícia Federal, com apoio da Polícia Civil e da Brigada Militar, deflagrou hoje (11/6) a Operação Cartão Vermelho, que visa o combate à facção estabelecida na região. Os crimes investigados são tráfico de drogas, lavagem de capitais, sonegação fiscal e organização criminosa. Estima-se que o dinheiro movimentado pelo grupo, oriundo de roubos, contrabando, exploração de jogos e do tráfico de drogas supere o patamar de meio milhão de reais ao mês.

Participam da Operação 25 policiais federais, 20 policiais militares e 10 policiais civis, com o objetivo de cumprir três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão. Também foram obtidas quebras de sigilo bancário, sequestro de contas e restrições de veículos usados pela quadrilha.

As investigações iniciaram em outubro de 2018, quando a Polícia Federal recebeu a informação de que um automóvel estaria transportando droga para ser distribuída na região. Policiais federais realizaram a abordagem ao veículo, mas não localizaram a droga. Três homens estavam no carro e transportavam 28 mil reais em dinheiro vivo. Um deles informou que era atleta profissional de futebol e que os valores eram oriundos dessa atividade, porém, não apresentou provas dessa condição, originando o nome da Operação Cartão Vermelho.

O veículo apresentava indícios de já ter sido usado para transporte de drogas (segundo detecção por acionamento de cão farejador). Os três homens foram liberados, o veículo foi retido e o dinheiro depositado em conta judicial, iniciando-se o trabalho de investigação pela Polícia Federal.

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A apuração posterior indicou que um dos homens que estava no veículo teria assumido o posto de braço-direito do líder de uma facção criminosa que atua na região, após a prisão de integrantes do grupo na Operação Cúpula, da Polícia Civil.

O inquérito policial também identificou que as contas tituladas pelos implicados eram usadas para depósitos para pessoas físicas e empresas localizadas nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo, provavelmente para pagamento de fornecedores de armas e drogas.

 

 

 

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF combate exploração sexual de crianças e adolescentes

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Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (17/6) a Operação “Curie”, para combater distribuição  e arquivamento de imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes, em Minas Gerais.

Foi cumprido um mandado judicial de prisão preventiva, expedido pelo 35ª Vara da Justiça Federal de Belo Horizonte. O preso é médico, tem 37 anos e reside no bairro da Pampulha, em Belo Horizonte. Além de guardar e compartilhar arquivos de pornografia infanto-juvenil por meio da internet, ele filmava exames médicos íntimos que realizava em suas pacientes.

Ele foi encaminhado para a penitenciária Nelson Hungria, onde permanecerá à disposição da Justiça. Se condenado, poderá cumprir até 6 anos de reclusão e pagar multa.

As investigações prosseguirão no sentido de verificar as redes de contato do preso.

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

Operação SOS Karipuna investiga organizações criminosas que atuavam em terra indígena em Rondônia

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Porto Velho/RO – A Polícia Federal iniciou a deflagração simultânea de duas operações policiais nesta manhã (17/06/2019), no bojo da ação denominada SOS Karipuna, com o objetivo de desarticular organizações criminosas instaladas na região da Terra indígena karipuna, com ponto central de atuação no distrito de União Bandeirantes, município de Porto Velho/RO.

Os trabalhos são frutos de ações conjuntas com o Ministério Público Federal do Estado de Rondônia, através da Força Tarefa Amazônia, e com o Exército Brasileiro, no bojo da Operação Ajuricaba V, contando com o apoio essencial do IBAMA, FUNAI, Polícia Militar Ambiental/RO, Força Nacional de Segurança Pública, CENSIPAM e Receita Federal. Ações de fiscalização ambiental e assistência social também integram as operações supracitadas.

A Ti Karipuna é formada por uma área de proteção federal de 153 mil hectares, homologada em 1998, onde vivem cerca de cinco famílias remanescentes daquela etnia, totalizando aproximados de 35 silvícolas. Está localizada na porção noroeste do estado de Rondônia, dentro da faixa de fronteira, abrangendo os municípios de Porto Velho/RO e Nova Mamoré/RO. Nos últimos anos, a região vem sofrendo com intensa atuação criminosa de madeireiros e grileiros, sendo constatado que 11 mil hectares já foram devastados em razão da atuação dos invasores.

Em uma das operações, na qual se investiga o loteamento e comercialização ilegal de glebas no interior da Ti Karipuna, popularmente conhecida por “grilagem de terras”, estão sendo cumpridos 4 mandados de prisão temporária, 5 de prisão preventiva, 15 mandados de busca e apreensão, além de outras 22 medidas constritivas como quebras de sigilo bancário, suspensão das atividades e lacração de estabelecimentos, e sequestro de bens dos investigados até o valor de R$ 46,09 milhões.

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Nesta investigação restou demonstrado que um grupo se utilizava de uma associação e uma empresa de georreferenciamento para iludir supostos compradores de lotes no interior da TI KARIPUNA, com a falsa promessa de regularização dos terrenos junto aos órgãos responsáveis.

Os investigados responderão, na medida de sua participação, pelos crimes de estelionato (art. 171, CP), incitação ao crime (art. 286, CP), invasão de terras da União (art. 20, Lei nº 4.947/66), desmatamento ilegal (art. 50-A, Lei nº 9.605/98), bem como constituição e participação em organização criminosa (art. 2º, Lei nº 12.850/13), podendo ser condenados a penas superiores a 21 (vinte e um) anos de reclusão.

Na segunda operação, na qual se investiga esquema ilegal de obtenção de créditos virtuais para a comercialização de madeira extraída da TI KARIPUNA através do SISDOF, sistema de emissão de documento de origem florestal, estão sendo cumpridos 06 mandados de prisão preventiva e 21 mandados de busca e apreensão.

Dentre as diversas falsidades apuradas, constatou-se a sub-exploração dos Planos de Manejo, em especial aqueles homologados nas divisas de Terras Indígenas e de Unidades de Conservação, ou muito próximos a elas, a exemplo da TI KARIPUNAS.

Simplificadamente, as fraudes no Sistema DOF têm por objetivo principal “esquentar” créditos de produtos florestais, situação lhe dará o aspecto de regularidade, muito embora se tenha comprovado que as madeiras comercializadas tenham sido retiradas ilegalmente do interior da TI KARIPUNA, mediante a inserção de dados falsos no sistema do IBAMA.

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Durante esta investigação, a Polícia Federal identificou a prática dos crimes de furto ilegal de madeira (art. 155, § 4º, CP), estelionato (art. 171, CP), receptação (art. 180, CP), falsificação e uso de documento falso (art. 297, 299, 304 e 307, CP), diversos crimes ambientais (Lei nº 9.605/98), lavagem de dinheiro (Lei nº 9.613/98), crimes contra a ordem tributária (Lei nº 8.137/90), além da constituição de organização criminosa (Lei nº 12.850/13), cujas penas máximas ultrapassam 60 (sessenta) anos de prisão.

No total, serão cumpridos 15 mandados de prisão e 34 de busca e apreensão, em ao menos quatro municípios de RO e um do MS, expedidos pela 5ª Vara da Justiça Federal de Porto Velho/RO.

As medida investigativas e judiciais também tem como objetivo coibir a continuidade do loteamento e desmatamento da TI, procedendo a prisão de grileiros e madeireiros ilegais, a apreensão e destruição (quando necessário) de máquinas e equipamentos que operem ilegalmente na reserva indígena, além da fiscalização de estoques madeireiros dos estabelecimentos comerciais, neutralização da rede de comunicações clandestina da ORCRIM e a realização de levantamentos periciais para determinar loteamentos irregulares e outros eventuais crimes ambientais ali flagrados.

Os presos, após interrogados, serão encaminhados para o sistema prisional estadual onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.

 

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF combate trabalho escravo no ES

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal no Espírito Santo realizou, entre os dias 7 e 12 de junho, operação de combate ao trabalho escravo no interior do Estado, juntamente com o Ministério do Trabalho, Defensoria Pública da União e o Grupo Especial de Fiscalização Móvel da Secretaria Especial da Previdência do Trabalho, identificando 132 trabalhadores em situação irregular, sendo sete deles menores de idade em situação de trabalho infantil.

 Nas abordagens, foram identificados 90 trabalhadores sem contrato empregatício. Não houve prisão em flagrante pois em nenhuma situação fora constatada condição análoga a de escravo.

 A operação foi realizada nas cidades de Sooretama, Pancas, Santa Teresa, São Roque e Vila Valério, na região Norte do Estado, em propriedades de cultivo de café e coco.

 

 

 

 

Fonte: Polícia Federal
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