conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Nacional

Operação contra lavagem de dinheiro e jogo do bicho mira escola de samba do Rio

Publicado


Operação contra jogo do bicho e lavagem de dinheiro tem como alvo principal a Acadêmicos do Grande Rio
Reprodução/TV Globo

Operação contra jogo do bicho e lavagem de dinheiro tem como alvo principal a Acadêmicos do Grande Rio

Agentes da Polícia Civil estão cumprindo, desde as primeiras horas desta quinta-feria (6), 11 mandados de busca e apreensão em uma operação que apura a prática de lavagem de dinheiro e a exploração ilegal de apostas, com o jogo do bicho, no Rio de Janeiro. 

Leia também: Vídeo: idosa é feita refém por assaltante, mas é salva pela PM-RJ

Os principais alvos da operação policial são membros da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. As investigações são feitas pelos agentes da Cívil, junto a integrantes do Ministério Público do Rio de Janeiro. Atualmente, o jogo do bicho é considerado, não só contravenção, mas um crime de formação de quadrilha. 

De acordo com as informações passadas pela Polícia Civil, os alvos da operação são o presidente de honra da Grande Rio , Antônio Jaider Soares da Silva, e mais quatro suspeitos, Leandro Jaider Soares da Silva, Dagoberto Alves Lourenço, Paulo Henrique Melo Rufino e Yuri Reis Soares.

Além dos mandados de busca e apreensão, que estão sendo cumpridos em Duque de Caxias, a polícia determinou também o bloqueio e sequestro de bens dos investigados. No total, o valor afetado pelo bloqueio é de R$ 20 milhões.

Veja Mais:  Dona Marta tem tiroteio no início da manhã pelo terceiro dia consecutivo

Leia também: Megaoperação cumpre mais de 400 mandados contra facções criminosas em 15 estados

Parte das buscas feitas pelas equipes acontece na quadra da escola de samba , também em Duque de Caxias, e no seu barracão, na Cidade do Samba, no centro da cidade do Rio de Janeiro.

A investigação policial constatou a existência de várias operações financeiras suspeitas superiores a R$ 100 mil em dinheiro envolvendo os indiciados. Também foi identificada uma série de operações imobiliárias para comportar a lavagem de dinheiro. 

Tais operações vinham “configurando a prática da lavagem de capitais com a prática da mescla de ativos ilícitos com atividades econômicas exercidas pelos investigados, além de dissimulação de propriedade de imóveis por meio de pessoas interpostas [laranjas] e de instituições financeiras para dissimular a movimentação, origem e propriedade de recursos ilícitos”, diz a nota da Polícia Civil.

Segundo as investigações, Antônio Jaider é apontado como chefe da organização criminosa, sendo responsável por controlar a exploração de jogos de azar em Duque de Caxias. Ele também figura como sócio de empresas ao lado do filho, Yuri Soares Reis, e do sobrinho, Leandro Jaider Soares da Silva.

Leia também: Bolsonaro promete acabar com indulto de Natal para criminosos

Os dois são investigados como braços operacionais da quadrilha na operação de lavagem de capitais e no controle financeiro da organização. Dagoberto Alves Lourenço é citado como homem de confiança de Antônio e Leandro Jaider.

Veja Mais:  COE resgata três turistas que se perderam em trilha na Serra do Mar, em SP

Segundo a Polícia, seria de Dagoberto a responsabilidade pelas operações nas contas bancárias relacionadas às empresas e à escola de samba. Paulo Henrique Melo Rufino é apontado como laranja do grupo e responsável pela lavagem de capitais das contravenções penais de jogo do bicho e jogo de azar.

* Com informações da Agência Brasil.

Comentários Facebook

Nacional

Polícia Militar de São Paulo sufoca o crime com mais de 20 mil homens nas ruas

Publicado

Mais do que prender, a verdadeira função da Polícia Militar do Estado de São Paulo é previnir e inibir qualquer tipo de crime que possa ocorrer pelas ruas e estradas do País.

Operação da Polícia Militar contou com 7.974 viaturas em todo o Estado
Divulgação/PMSP

Operação da Polícia Militar contou com 7.974 viaturas em todo o Estado

Pensando nisso, a Polícia Militar realizou nessa terça-feira (15) a segunda edição da “Operação São Paulo Mais Seguro”. Mais de 20 mil Policiais e 8.078 viaturas se espalharam pelas 645 cidades do Estado para garantir a sensação de segurança para a população.

“O foco desse tipo de operação é previnir e sufocar o crime. A prioridade dessa vez era a área urbana e rural, mas também tivemos efetivos em rodovias. Nós distribuímos nosso pessoal de acordo com o centro de inteligência, o efetivo estava em locais com mais ocorrências, isso passa a sensação de segurança para população. As pessoas precisam sentir que estão seguras e os indicadores mostram que a violência vem diminuindo”, afirma o porta-voz da PM, Major Massera.

De acordo com a PM, a Operação São Paulo Mais Seguro não foi uma ação isolada e outras do mesmo tipo devem seguir acontecendo. “Tivemos a primeira operação no começo do ano com bons números, mas agora na segunda os números foram ainda mais significativos. Isso prova que está dando certo e vamos continuar nesse caminho”, comemora o Major.

A ação resultou em 73.024 abordagens, sendo 204 pessoas presas e/ou apreendidas e 104 foragidos capturados. Também houve a apreensão de 31,9 quilos de drogas. Mais de 37,7 mil veículos foram vistoriados e 81 motoristas 81 autuados por consumo de álcool. A PM também recuperou 52 carros produtos de roubo ou furto e retirou das ruas 48 armas de fogo.

Veja Mais:  Moro determina bloqueio de R$ 50 milhões de ex-chefe de gabinete de Beto Richa

“Eu percebo uma motivação no efetivo. É uma ação nova e importante que o Policial tem aderido e quando isso acontece os resultados vão melhorando”, finaliza o Major Massera

Tratada como prioridade pelo novo governador João Doria, a segurança nunca havia recebido uma mobilização deste tipo em São Paulo. “Profissionalismo, dedicação, espírito público e compromisso de todos, do mais jovem soldado ao mais experiente Coronel, foram as grandes marcas de tamanho trabalho de alta ostensividade e de mobilização de tropa em todo Estado”, celebra o Comandante Geral da Polícia Militar, Marcelo Vieira Sales.

Doria e o Comandante Geral da Polícia Militar de São Paulo, Marcelo Viera Salles
Divulgação

Doria e o Comandante Geral da Polícia Militar de São Paulo, Marcelo Viera Salles

Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Theresa May enfrenta votação que pode tirar primeira-ministra do cargo

Publicado


Depois de derrota histórica no Brexit, Theresa May enfrenta moção de desconfiança no Parlamento britânico
Reprodução/UK Prime Minister

Depois de derrota histórica no Brexit, Theresa May enfrenta moção de desconfiança no Parlamento britânico

A maré não está a favor da primeira-ministra Theresa May. Após sofrer derrota histórica no parlamento britânico , durante votação realizada a fim de decidir os termos do Brexit, a líder enfrentará mais uma votação decisiva. Uma moção de desconfiança contra o governo de May, que pode, inclusive, resultar na perda do seu cargo, será avaliada pelo Parlamento, nesta quarta-feira (16).

A votação foi trazida à tona pelo líder do Partido Trabalhista – oposto ao de May – Jeremy Corbyn, que taxou a administração da primeira-ministra de “governo de zumbi” e alegou que May não está apta ao cargo.  O líder ainda destacou que, em dois anos, a ministra não havia sido capaz de fechar um acordo para o Brexit que satisfizesse a maioria do Parlamento.

Em dezembro, Theresa May já havia vencido votação parecida, proposta pelo seu próprio partido, o Conservador. Apesar do caos instalado no Parlamento, a primeira-ministra diz estar confiante de que vencerá esta segunda moção e que uma eleição nacional no Reino Unido é a pior coisa que o país pode fazer agora. A votação está prevista para acontecer no final do dia.

O referendo popular que disse sim ao Brexit foi realizado em 23 de junho de 2016, porém, quase três anos depois foi marcada a data para que a saída realmente aconteça. Um acordo precisa ser fechado até o dia 29 de março, às 23h do horário local. Caso contrário, o Reino Unido corre o risco de sair do bloco sem conseguir acordar os seus termos.

Veja Mais:  COE resgata três turistas que se perderam em trilha na Serra do Mar, em SP

Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

PF prende suspeito de participar da morte de Gegê do Mangue, chefe do PCC

Publicado


Jefte dos Santos, preso por envolvimento no assassinato de Gegê do Mangue e Paca
REPRODUÇÃO/POLÍCIA FEDERAL

Jefte dos Santos, preso por envolvimento no assassinato de Gegê do Mangue e Paca

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quarta-feira (16), em Itanhaém, litoral de São Paulo, Jefte Ferreira dos Santos, acusado de envolvimento no  assassinato dos líderes do PCC Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca, em fevereiro do ano passado. 

Jefte era considerado foragido e foi denunciado pelo Ministério Público por participação no assassinato de Gegê do Mangue e Paca. Ele foi preso em Itanhaém, onde estava em uma casa de praia com a namorada. Depois, foi levado para a Superintendência da PF na capital e deve ser transferido para o Ceará, onde ocorre a investigação do caso.

De acordo com o Ministério Público do Ceará, Jefte não participou do crime de forma direta, mas contribuiu na logística e no transporte de executores. Ele e sua mãe também recepcionaram parte da quadrilha que matou os criminosos em um hotel de Fortaleza. 

Os dois líderes da facção foram assassinados no dia 15 de  fevereiro e encontrados no dia seguinte, em uma área de mata em Aquiraz, região metropolitana de Fortaleza. Segundo o Ministério Público , eles foram mortos por roubarem o próprio PCC em ações de exportações de drogas. 

Leia também: Moro cria órgão de inteligência para combater ações de facções em presídios

Veja Mais:  Bolsonaro e Mourão recebem hoje diploma do TSE que confirma resultado da eleição

A polícia acredita que os dois estivessem controlando o tráfico de drogas no Paraguai e atuando também na Bolívia, além de participarem de assaltos a bancos. A suspeita é de que o assassinato dos chefes da facção tenha sido ordenado por Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho, o principal líder do PCC em liberdade atualmente.

No mesmo mês, outros três integrantes que teriam participado do assassinato dos dois chefes também foram mortos no bairro Tatuapé, zona leste de São Paulo. Segundo a polícia, as mortes foram consideradas “queima de arquivo”. 

Depois, Wagner Ferreira da Silva, o Cabelo Duro , e Eduardo Ferreira da Silva, o Borel, também foram assassinados a tiros. Em julho, foi a vez de Cláudio Roberto Ferreira, conhecido como Galo, que morreu tendo o carro atingido por 70 tiros de fuzil. 

Gegê do Mangue era considerado um dos principais chefes do PCC pelo Ministério Público de São Paulo. Ele já tinha sido condenado a 47 anos, 7 meses e 15 dias de prisão pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e formação de quadrilha armada.

Comentários Facebook
Continue lendo

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana