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Policia Federal

Operação Monograma combate falsidade eleitoral e lavagem de dinheiro

Publicado

Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (12/8) a Operação MONOGRAMA, para combater falsidade eleitoral e lavagem de dinheiro. A operação de hoje é um desdobramento da Operação Acrônimo, deflagrada em 2015

Foram cumpridos dois mandados judiciais de busca e apreensão em Belo Horizonte, ambos expedidos pela 32ª Zona Eleitoral da Capital.

As investigações apontaram possíveis delitos eleitorais, nos quais empresas de consultoria, mediante a simulação de prestação de serviços, teriam sido usadas para o recebimento de vantagens ilícitas em montante superior a R$ 3 milhões. Corroboradas por colaboração premiada, as provas indicaram que os valores recebidos decorreram de atuação de agente político em benefício de negócios de empresa brasileira no Uruguai.

Em razão de novo entendimento jurisprudencial, as investigações que anteriormente eram conduzidas pelo Superior Tribunal de Justiça, passaram a tramitar na 32ª Zona Eleitoral em Belo Horizonte a partir de em junho de 2019.

Haverá coletiva de imprensa, às 11h, na sede da PF em Belo Horizonte (Rua Nascimento Gurgel, 30, Gutierrez).

 

 

(31) 3330-5270

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

Operação Títeres investiga esquema de candidaturas laranjas nas eleições de 2018

Publicado

Boa Vista/RR – A Polícia Federal deflagrou hoje (11/12) a Operação Títeres*, que tem o objetivo de investigar associação criminosa que seria responsável por fraudes e desvios de recursos públicos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha durante o pleito eleitoral de 2018.

Policiais Federais cumprem 06 mandados de Busca e Apreensão em Boa Vista, Roraima. Os mandados foram expedidos pela justiça da 1ª Zona Eleitoral de Roraima, após representação da Autoridade Policial pelas medidas e manifestação favorável do Ministério Público Eleitoral.

As investigações tiveram início após constatação que determinado partido político, em Roraima, obteve um índice de “custo de votos em reais” referente às candidatas ao cargo de deputado federal ou estadual vinte vezes superior à média brasileira.

Com a análise dos dados, a PF identificou candidatas aos referidos cargos que, apesar dos recursos recebidos, obtiveram um número irrisório de votos. Certa candidata teria recebido quase R$ 105.000,00 e obtido apenas 9 votos, por exemplo.

Os indícios constantes no Inquérito Policial apontam que se tratariam de candidatas “laranjas”, que seriam utilizadas para obtenção de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha para o grupo criminoso. Tais recursos seriam, então, destinados a candidatos que efetivamente disputariam o pleito ou utilizados para pagamentos de empresas de fachadas, ou por serviços que não teriam sido executados.

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Apesar das candidatas investigadas serem de um partido político, a maior parte dos recursos destinados a elas seria oriunda de outro partido que participava de mesma coligação à época.

A autorização e execução da transferência de recursos do Fundo de Financiamento Especial de Campanha dependeria da presidência estadual dos partidos, bem como deles também dependeriam a escolha de candidatos e aprovação de suas respectivas prestações de contas.

Os principais crimes investigados são participação em associação criminosa, a falsidade ideológica eleitoral e a apropriação de valores do financiamento eleitoral, crimes cujas penas, somadas, podem chegar a 14 anos.

*O nome da operação faz referência aos títeres, fantoches movidos por terceiros por meio de cordéis ou manipulação direta das mãos de seu operador

Comunicação Social da PF em Roraima
cs.srrr@dpf.gov.br
(95)3261-1500

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

Polícia Federal deflagra operação que combate desvios de recursos públicos em Alagoas

Publicado

Maceió/AL – A Polícia Federal deflagrou, em conjunto com a Controladoria Geral da União e o Ministério Público Federal, na manhã de hoje (11/12), a Operação Florence “Dama da Lâmpada” que investiga fraudes, desvios de recursos e corrupção de agentes públicos na prestação de serviços de OPME – Órtese, Prótese e Materiais Especiais – no Estado de Alagoas.

Estão sendo cumpridos 32 mandados de busca e apreensão, 09 mandados de prisão preventiva e 07 mandados de prisão temporária nas cidades de Maceió/AL e Arapiraca/AL.

As investigações, que foram iniciadas em maio, apontaram que valores destinados à determinada entidade sem fins lucrativos, ultrapassam os R$ 30 milhões nos últimos três anos. Foi constatada a monopolização dos serviços de OPME em Maceió/AL e Agreste alagoano, celebração de Termo de Colaboração injustificadamente direcionada para entidade comandada por servidor público estadual, pagamentos sem comprovação dos correspondentes serviços prestados, confusão patrimonial entre a entidade sem fins lucrativos e seus dirigentes, transferências injustificadas de recursos financeiros a servidores responsáveis pela avaliação e monitoramento dos serviços prestados constantes do Termo de Colaboração.

Pesquisas realizadas pela CGU demonstraram que os valores repassados à entidade investigada correspondem a mais de 1/3 do montante de recursos do Sistema Único de Saúde – SUS, aplicados no Estado de Alagoas, no exercício de 2018 em procedimentos de OPME – Órteses, próteses e materiais especiais.

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A ação, que visa desarticular organização criminosa que atua em serviços de OPME – órtese, prótese e materiais especiais no Estado de Alagoas, apura o cometimento dos crimes de Fraude à Licitação, Corrupção Ativa e Passiva, Peculato, Constituição de Organização Criminosa, Falsidade Ideológica, Prevaricação, Advocacia Administrativa e Lavagem de Dinheiro. As penas, somadas, variam de 18 a 45 anos de detenção ou reclusão, conforme o caso.

A Operação conta com a participação de 6 servidores da CGU, além de 100 policiais federais de 06 Estados.

Haverá coletiva de imprensa na Sede da Polícia Federal em Alagoas na manhã de hoje, às 10h.

 

Comunicação Social da PF  AlagoasCS/GAB/SR/PFAL82-99327-7671 ou 3216-6723imprensa.al@dpf.gov.br

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF e PC desarticulam organização criminosa de tráfico transnacional de drogas

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Florianópolis/SC – A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Civil do estado de Santa Catarina, deflagrou nesta quarta-feira (11/12) a Operação Conexão Itália, para desarticular organização criminosa que atuava no tráfico de drogas. A partir de Santa Catarina, essa organização realizava tráfico transnacional com o envio de cocaína para a Europa na intenção de receber MDMA, para a produção de ecstasy.

Mais de 50 policiais, entre federais e civis de Santa Catarina, cumprem mandados expedidos pela Justiça Federal. São 13 mandados de busca e apreensão, sendo quatro em Florianópolis/SC, dois em São José/SC, dois em Balneário Camboriú/SC, um em Curitiba/PR e quatro na capital de São Paulo. Também estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária.

O desencadeamento da operação de hoje é consequência das investigações, com prisão e apreensão de drogas, realizadas por delegacias especializadas da Polícia Civil de Santa Catarina nos meses de julho a setembro deste ano. Nesse período dois comerciantes foram presos na sede de empresa de produtos esportivos de Florianópolis/SC. Com eles foram apreendidos 26 kg de cocaína, 11 kg de comprimidos de ecstasy, 1,8 kg de haxixe e 4 kg de MDMA, já dispostos embalados em malas.

No desdobramento dessas ações, verificou-se que o objetivo da organização criminosa era a remessa internacional de cocaína para o continente europeu, com o consequente recebimento da droga sintética MDMA. Essa substância é base para a produção de ecstasy – também conhecido como doce ou bala – uma das drogas mais presentes nas baladas de jovens de classe média e alta no Brasil e em vários países do mundo.

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Por suas condutas, os investigados responderão por tráfico transnacional de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa, cuja a pena culminada pode ultrapassar os 30 anos de prisão.

Conexão Itália faz referência à condição de um dos principais acusados que tem cidadania dupla – brasileira e italiana – e que se valia dessa condição para realizar várias viagens internacionais.

* Não haverá coletiva a imprensa.

 

cs.srsc@dpf.gov.br| www.pf.gov.br

Fonte: Polícia Federal
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