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Policia Federal

Operação Monograma combate falsidade eleitoral e lavagem de dinheiro

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Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (12/8) a Operação MONOGRAMA, para combater falsidade eleitoral e lavagem de dinheiro. A operação de hoje é um desdobramento da Operação Acrônimo, deflagrada em 2015

Foram cumpridos dois mandados judiciais de busca e apreensão em Belo Horizonte, ambos expedidos pela 32ª Zona Eleitoral da Capital.

As investigações apontaram possíveis delitos eleitorais, nos quais empresas de consultoria, mediante a simulação de prestação de serviços, teriam sido usadas para o recebimento de vantagens ilícitas em montante superior a R$ 3 milhões. Corroboradas por colaboração premiada, as provas indicaram que os valores recebidos decorreram de atuação de agente político em benefício de negócios de empresa brasileira no Uruguai.

Em razão de novo entendimento jurisprudencial, as investigações que anteriormente eram conduzidas pelo Superior Tribunal de Justiça, passaram a tramitar na 32ª Zona Eleitoral em Belo Horizonte a partir de em junho de 2019.

Haverá coletiva de imprensa, às 11h, na sede da PF em Belo Horizonte (Rua Nascimento Gurgel, 30, Gutierrez).

 

 

(31) 3330-5270

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

Operação Praesidium cumpre mandados contra grupo que planejava atentado contra policiais federais

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Chuí/RS –  A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (22/08) a Operação Praesidium, para desarticular grupo criminoso investigado por planejar atentado contra policiais federais que atuam na região.

 Quatro mandados de busca e apreensão são cumpridos nos municípios de Santa Vitória do Palmar e na Penitenciária de Rio Grande. Cerca de 30 policiais  federais e agentes da Susepe (Superintendência dos Serviços Penitenciários) participam da ação.

 A Policia Federal instaurou inquérito em julho deste ano após receber informações que indicavam conluio entre um detento da Penitenciária de Rio Grande e pessoas de Santa Vitória do Palmar para cometer atentado contra a vida de policiais federais que atuam no combate ao tráfico de drogas.

 A ação criminosa planejada seria uma represália às ações da Polícia Federal na região, como as operações Anjos da Praia e Strike, que resultaram na prisão de mais de 100 pessoas por tráfico de drogas e na apreensão de cerca de três toneladas de entorpecentes entre os anos de 2016 e 2019 no extremo sul do estado.

 

 

Contato: (53) 3264-9000

 

PRAESIDIUM – O nome da operação corresponde à palavra latina que significa “proteção” e da qual também se originou a palavra “presídio”.

 

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF desarticula grupo criminoso responsável por fraudes em licitações e contratos na Paraíba

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Campina Grande/PB – A Polícia Federal deflagrou hoje (22/8), em conjunto com a Controladoria-Geral da União – CGU/PB e com o Ministério Público Federal – MPF/PB, a segunda fase da Operação Famintos, para combater fraudes em licitações, superfaturamento de contratos administrativos, corrupção e organização criminosa, na Paraíba.

 A operação contou com a participação de 60 policiais federais, sendo realizado o cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão,  em residências, escritórios e empresas dos investigados, bem como de 8 mandados de prisão, sendo 5  mandados de prisão temporária e 3 mandados de prisão preventiva.  Todos os mandados foram cumpridos na cidade de Campina Grande/PB. As ordens foram expedidas pela Justiça Federal de Campina Grande/PB.

 ENTENDA O CASO

 A primeira fase da Operação Famintos foi deflagrada no dia 24/7/2019, tendo contado com a participação de 260 policiais federais e 16 auditores da CGU. Na ocasião, foram cumpridos 67  mandados de busca e apreensão, em órgãos públicos e nas residências, escritórios e empresas dos investigados, bem como de 17 mandados de prisão.

 Esta segunda etapa da Operação visa ampliar a desarticulação do núcleo empresarial da organização criminosa, responsável pela criação de “empresas de fachada”, utilizando-se de pessoas que tinham consciência de suas situações na condição de “laranjas”. As empresas, então constituídas em nome de pessoas que não eram as reais proprietárias e administradoras, eram utilizadas pelos criminosos para fraudar as licitações, conferindo um falso caráter competitivo aos processos licitatórios.

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 CRIMES INVESTIGADOS

Os investigados responderão, de acordo com suas condutas, pelos crimes de fraudes em licitação, superfaturamento de contratos, corrupção e organização criminosa, cuja pena, somada, poderá ultrapassar 20 (vinte) anos de reclusão.

 COLETIVA DE IMPRENSA

Será concedida entrevista coletiva às 10hs, na Delegacia da Polícia Federal em Campina Grande/PB, com participação dos três Órgãos envolvidos nos trabalhos (PF, MPF e CGU).

 

 

Contato: (83) 3269-9422

 

 

NOME DA OPERAÇÃO

O nome da operação FAMINTOS é uma alusão à voracidade demonstrada pelos investigados em direcionar as contratações para o grupo criminoso.

 

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF investiga possível crime eleitoral depois de apreensão de R$ 1,2 milhão em táxi no Tocantins

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Palmas/TO – A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (22/8) a Operação Milhão II, visando aprofundar a investigação iniciada após a apreensão de R$ 1,2 milhão, em espécie, realizada em 02/10/2018, próximo da data das eleições gerais do último pleito.

Aproximadamente 40 policiais federais cumprem sete mandados judiciais de busca e apreensão, todos expedidos pela 3ª Zona Eleitoral de Porto Nacional, nas cidades de Silvanópolis/TO, Porto Nacional/TO, Candangolândia/DF e Brasília/DF.

A investigação teve início com a apreensão do dinheiro que estava sendo transportado em um táxi, abordado na TO-050, sentido Porto Nacional/TO a Palmas/TO. Durante as diligências, os detentores do dinheiro não comprovaram a origem lícita, o seu destino ou qualquer justificativa para estarem na posse de vultosa quantia, com indicativos de que seria destinada a compra de votos. Nesta nova fase, investiga-se incoerência e inconsistência da versão apresentada por uma pessoa que compareceu a sede da PF em Palmas alegando ser dono do dinheiro apreendido.

Os investigados devem responder, na medida de suas participações, pelos crimes de compra de votos e associação criminosa.

 

 

E-mail: cs.srto@dpf.gov.br

 

***O nome da operação faz alusão a considerável quantia em dinheiro apreendida.

Fonte: Polícia Federal
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