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Economia

Orçamento do governo prevê novos concursos e contratação de até 40 mil em 2019

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Concursos preveem criação de mais de mil vagas e autorizam contratação de mais de 40 mil para preenchimentos
Arquivo/Agência Brasil

Concursos preveem criação de mais de mil vagas e autorizam contratação de mais de 40 mil para preenchimentos

O projeto de lei orçamentária anual (PLOA) de 2019 projeta a criação de 2.095 cargos, após não serem realizados concursos e consequentemente a criação de novas vagas neste ano. Além disso, o governo diz que pode contratar até 40.632 servidores por concurso para ocupar cargos que já existem e estão vagos ou para substituir terceirizados.

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A previsão de novas vagas representa mudança nos planos iniciais do governo, uma vez que, apenas quatro meses atrás, o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão assegurava que o projeto de orçamento para 2019 não iria prever a realização de concursos .

Segundo a proposta do governo, as 2.095 novas vagas são para a composição do quadro de pessoal de novas universidades, nas regiões de Catalão (GO), Delta do Parnaíba (PI), Rondonópolis (MT), Jataí (GO) e Agreste de Pernambuco (PE), além da Agência Nacional de Águas (ANA). 

O Ministério do Planejamento explica ainda que o próximo governo “poderá conceder novas autorizações, desde que asseguradas as condições orçamentárias”, ressaltando que não há previsão de autorizações para a realização das seleções.

Em decorrência do ajuste fiscal , os concursos públicos nos órgãos do Poder Executivo Federal devem permanecer restritos, sendo que esses números são apenas estimativas de contratações e preenchimento de cargos, informa a pasta.

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Além das contratações, o projeto de lei orçamentária anual (PLOA) apresenta estimativa de receitas e fixação de todas as despesas do governo para o ano seguinte, seguindo o plano plurianual e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Para a definição do projeto de lei, no entanto, falta ainda a aprovação de deputados e senadores. A cada ano, o documento deve ser enviado ao Congresso até 31 de agosto, para ser aprovado (ou não) pela classe política até 22 de dezembro. Em caso de aprovação, torna-se Lei Orçamentária Anual (LOA). 

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Preenchimento de cargos por meio de concursos


Maior parte das vagas dos concursos em 2019 será para o Ministério da Educação
Reprodução/Wikipedia

Maior parte das vagas dos concursos em 2019 será para o Ministério da Educação

O universo das 40.632 vagas já existentes que podem vir a ser preenchidas no ano que vem, 36.056 são para cargos civis, sendo 70% deles para o Ministério da Educação. A substituição de terceirizados abrirá 230 postos, além de 2.320 para o efetivo militar e 2.026 para policiais civis, militares e bombeiros do Distrito Federal.

Esteves Colnago , ministro do planejamento, informou em agosto que grande parte das vagas da Educação são para que o ministério possa ter flexibilidade para contratar professores, devido à alta rotatividade.

Recursos para preenchimento de cargos em concursos públicos autorizados ou realizados neste ano , como os da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) estão calculados dentro desta previsão.

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Em 2018, a Lei Orçamentária Anual não previu criação de cargos, e os preenchimentos autorizados representaram menos da metade dos previstos para 2019, que trazem o maior número desde 2014.

A criação de cargos e os preenchimentos autorizados desde 2014

  • 2014 – 43.405 criações previstas e 59.571 provimentos autorizados;
  • 2015 – 12.598 criações previstas e 34.558 provimentos autorizados;
  • 2016 – 16.547 criações previstas e 10.969 provimentos autorizados;
  • 2017 – 3.861 criações previstas e 18.690 provimentos autorizados;
  • 2018 – nenhuma criação prevista e 20.298 provimentos autorizados;
  • 2019 – 2.095 criações previstas  e 40.632 provimentos autorizados.

Nos poderes Legislativo e Judiciário , que podem autorizar as contratações de forma independente e costumam preencher um contingente menor, são 2.046 vagas para provimento, sendo 130 previstas e 1.916 com provimento autorizado.

Para o Ministério Público da União e o Conselho Nacional do Ministério Público, estão previstas outras 12 criações , e para a Defensoria Pública da União, mais 455 cargos novos. No Poder Judiciário, há previsão de autorização para provimento de 677 cargos, além de 1.582 na Defensoria Pública da União.

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Somando os três poderes e a substituição de terceirizados, a previsão é de 4.354 vagas a serem criadas e 43.145 para serem preenchidas em concursos públicos no Brasil no próximo ano, que irá marcado o início do governo de Jair Bolsonaro (PSL).

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Economia

Copom mantém Selic em 6,5% ao ano na última reunião de 2018

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Em maio, o BC interrompeu a sequência de quedas da Selic e a manteve em 6,5%, surpreendendo o mercado financeiro
Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Em maio, o BC interrompeu a sequência de quedas da Selic e a manteve em 6,5%, surpreendendo o mercado financeiro

Pela sexta vez seguida, o Banco Central (BC) não alterou a taxa de juros básicá da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a Selic em 6,5% ao ano na última reunião do órgão do ano, que terminou no fim da tarde desta quarta-feira (12). A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

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Com a decisão, a Selic continua no menor nível desde o início da série histórica do BC em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que chegassem a 6,5% em março de 2018.

Em comunicado, o Copom informou que aumentou a possibilidade de a  inflação ser mantida em níveis baixos e que diminuiu o risco da não aprovação de reformas estruturais. Segundo a nota, o cenário internacional continua desafiador para os países emergentes, com a possibilidade de alta dos juros em países desenvolvidos e de agravamento de tensões comerciais.

Em maio, o BC interrompeu a sequência de quedas da Selic e manteve a taxa em 6,5% ao ano, numa decisão que surpreendeu o mercado financeiro. Na ocasião, o BC alegou que a instabilidade internacional, que se manifestou na valorização do dólar nos últimos meses, influenciou a decisão.

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A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o IPCA acumula 4,05% nos 12 meses terminados em novembro, abaixo do centro da meta de inflação, que é de 4,5%. Apenas em novembro, o índice ficou negativo em 0,21%, a menor taxa para o mês desde 1994.

Inflação


De 2016 a 2017, a inflação começou a diminuir por causa da recessão, da queda do dólar e da supersafra de alimentos
Shutterstock

De 2016 a 2017, a inflação começou a diminuir por causa da recessão, da queda do dólar e da supersafra de alimentos

No Relatório de Inflação divulgado no fim de setembro pelo BC, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2018 em 4,4%. De acordo com o último  Boletim Focus , pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo banco, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,71%.

Do fim de 2016 ao final de 2017, a inflação começou a diminuir por causa da recessão econômica, da queda do dólar e da supersafra de alimentos. Os índices haviam voltado a cair no início deste ano, afetados pela demora na recuperação da economia, mas subiram depois da greve dos caminhoneiros, que provocou desabastecimento de alguns produtos no mercado, e por causa da alta do dólar nos últimos meses.

Selic baixa, crédito alto


A redução da Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo
Pixabay/Reprodução

A redução da Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo

A redução da Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo. No último Relatório de Inflação, o BC projetava crescimento da economia de 1,4% para 2018, estimativa revista para baixo ao longo do ano. Os analistas econômicos ouvidos pelo Focus, por sua vez, preveem crescimento de 1,3% do PIB (Produto Interno Bruto).

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A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reduzi-la, o Copom enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic , a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

*Com informações da Agência Brasil

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Economia

8 dicas para descubrir se você tem perfil para empreender no setor de educação

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Estima-se que o mercado de educação, levando em conta os setores público e privado, em todos os níveis, movimenta mais de R$ 134 bilhões ao ano. Só o ensino de idiomas fatura mais de R$ 35 bilhões. De acordo com pesquisas de empresas do setor, só 3% da população brasileira é fluente em outra língua que não o português, o que mostra que há uma grande lacuna a ser preenchida para empreender em educação e aproveitada por escolas e instituições que atuam nesse segmento.


Descubra se você tem perfil para empreender no setor de educação
Divulgação

Descubra se você tem perfil para empreender no setor de educação

No mercado de trabalho, é cada vez mais comum a escolha por profissionais bilíngues. Não à toa, 77% das pessoas que buscam cursos para aprender outras línguas o fazem com objetivo de atingir crescimento profissional. No setor de franchising, as franquias de educação movimentaram mais de R$ 2,6 bilhões no primeiro trimestre deste ano, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). O resultado representa um incremento de 0,3% sobre o registrado no mesmo período do ano passado. Em número de unidades, as franquias do segmento expandiram sua atuação em 1,5% na mesma base de comparação,um dado relevante para pensar em empreender em educação .

Diante desses dados atraentes para quem deseja investir no próprio negócio, você pode estar se perguntando se tem ou não o perfil para empreender no ramo. Vale ressaltar que o interessado em ser franqueado de uma escola de idioma não precisa ser da área pedagógica, mas precisa obviamente gostar de gente e em especial de vendas, afinal a escola precisará prospectar alunos, gerir professores e as áreas relacionadas ao negócio, administrativo, por exemplo. Um exemplo de um perfil, a principio sem relação alguma como setor, é o caso de um dos sócios da rede Rockfeller. Fundada em 2004 em Santa Catarina, a Rockfeller surgiu com a concepção de sempre buscar a excelência no ensino de idiomas. Seu crescimento rápido permitiu que, em 2006, a escola abrisse sua primeira franquia, e, em 2008, fosse oficialmente implementado seu modelo de negócios como franqueadora, levando unidades Rockfeller para todo o Brasil. Hoje são 40 escolas em todas as regiões do país, com alunos e franqueados satisfeitos e uma marca premiada por sua excelência no segmento. A meta é chegar a 50 unidades em 2019 e cem em três anos.

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O sócio fraqueador da Rockfeller, Andre Belz, apesar de ter aptdão com idiomas, estava se formando em dentisa e foi na volta do intercambio, antes de ingressar na faculdade de odontologia, o jovem estudante aceitou o desafio de dar aulas particulares de inglês enquanto esperava para ingressava no curso. Nesse período muita coisa aconteceu até que André se envolveu definitivamente com a area de educação e tempo depois se junto a Renata que era engekheira e o pai dela Romeu Morais para vitazar e remodelar a escola que ela já tinha. Hoje os três sócios franqueadores orgulham-se da escolha. “Ia ser dentista, como pai, e claro que a decisão não foi fácil, foi muito investimento na carreira, mas me envolvir a tal ponto com o lado pedagcigo que na hora da decisão daquilo que ira fazer pelo resto da vida bateu mais forte e assim me tornei franqueador”, conta Belz.

Muitos outros casos na rede seguem esse mesmo caminho. A rede tem vários casos parecidos de pessoas que conheceram a Rockfeller, seja na condição de aluno, empregado e fornecedor e que acabaram se tornando franqueado. “pelo menos 90% da rede são pessoas que de algum modo já conhecia a marca, isso é um fator muito importante se você pensar que elas de fato conhecem profundamente a rede antes de investir”, sintetiza André Belz.

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O franqueador enumera alguns diferenciais da rede e o perfil de quem deseja investir em uma rede de ensino de idioma. Confira:
1 – sendo ou não da área de educação é importante saber que suporte a rede oferece, qual apoio a franquia presta. Isso desde a parte interna da unidade, gestão, administrativo, consultoria de vendas, captação de matriculas, e público final. Aqui na Rockfeller estamos sempre preocupados em oferecer material de ponta, afinal a velocidade com que as coisas mudam é impressionante. Somos a primeira rede a adotar as lousas interativas obrigatórias para toda a rede. Acabamos de reformular toda nossa plataforma digital e nosso material didático, que já era moderno, agora está muito mais inovador e efetivo.

2 – os nossos alunos vêm conquistando bons resultados no exame de proficiência em inglês TOEIC®, um dos mais requisitados na área profissional. A média de pontos dos alunos adultos da rede é de 800, de um total de 990. Crianças e adolescentes também obtêm desempenho semelhante no TOEFL JR®, sendo que 90% dos estudantes atingem 840 pontos de um total de 900.

3 – adotamos o método da sala de aula invertida, uma prática que vem sendo usada lá fora e aqui começa a ser explorada pelas escolas mas ainda não vi nas escolas do ensino de idioma. O aluno é protagonista do seu aprendizado desde o início da aula. As aulas são menos expositivas e mais participativas, ou seja, fogem daquele modelo de o professor falar, o aluno ouvir e fazer as suas atividades de forma passiva dentro e fora da sala de aula. Nessa metodologia, o estudante ‘tem a aula fora da sala’ e chega com todo o conteúdo pronto para colocar em prática com o professor. Ele passa a ser o protagonista do curso.

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4 – a rede também foi pioneira na oferta de aulas de 80 minutos, 20 minutos a mais do que a maioria dos cursos, o que no final do curso garante 60 horas a mais de aprendizado e prática, o equivalente a um ano a mais de conteúdo, na comparação com escolas de idiomas que oferecem cursos de dois anos e meio.

5 – em 2019 a rede lança o modelo Duo, o aluno poderá estudar onde quiser e, a cada 15 dias e quatro aulas completadas na plataforma on-line Rockfeller Play, ele deverá agendar uma aula presencial de conversação na escola pelo aplicativo My Rockfeller.

6 – outra modalidade é a On Demand, que é presencial, mas não há turmas. O estudante faz o curso sozinho por meio da plataforma Rockfeller Play nos RockSpots – espaços modernos com vários computadores onde ele também poderá agendar suas aulas pelo aplicativo My Rockfeller, nos dias e horários que desejar. Durante toda a aula ele contará com o auxílio de um tutor

7 – não se exige ser da area pedagogica, mas o franqueado deve ter aptidão comercial, já que vendas, captação de matriculas é essencial

8 – gostar de gente, de lhe dar com público, é sem dúvida outra questão a ser considerada, isso de forma direta e indireta. Tem que se levar em conta o público aluno e a gestão de funcionários. Seleção e treinamento de professores é importantissimo, claro que a rede odefere todo treinamneto, mas é preciso ficar atento ao capital humano o tempo todo
-ter capacidade de inovar e compartilhar boas práticas. Bom relacionamento interpessoal

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Economia

Projeto de reforma tributária que unifica dez impostos avança na Câmara

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O projeto de reforma tributária de Luiz Carlos Hauly (PSDB) também acaba com o ICMS estadual e o ISS municipal
Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O projeto de reforma tributária de Luiz Carlos Hauly (PSDB) também acaba com o ICMS estadual e o ISS municipal

A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira (11), um projeto de reforma tributária que substitui dez dos atuais impostos de consumo por dois. O texto, de autoria do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), agora segue para votação no plenário da Casa.

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Segundo a reforma tributária proposta por Hauly, devem ser extintos o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), o PIS, o Pasep, a Cofins, o Salário Educação e a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico).

O projeto também acaba com o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) estadual e o ISS (Imposto Sobre Serviços) municipal.

Em substituição, seriam criados o IBS (Imposto sobre Operações com Bens e Serviços), uma espécie de tributação sobre valor agregado, e o IS (Imposto Seletivo), que incidiria sobre operações com bens e serviços específicos. O primeiro seria de competência estadual; o segundo, federal.

As contribuições sobre a folha de pagamento para a Previdência Social (INSS), o Imposto de Renda, o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e outros tributos de importação e exportação seguem em vigor. O IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) continua sob a tutela dos estados, mas suas receitas serão totalmente direcionadas aos municípios.

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A ideia do IBS é semelhante à do IVA (Imposto sobre Valor Agregado), que já é utilizado em diversos países da Europa e da América do Sul e esteve em alta durante a campanha eleitoral. A diferença é que, segundo propunham cinco presidenciáveis na época, o  IVA substituiria apenas o PIS, a Cofins, o IPI, o ICMS e o ISS.

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Novas movimentações na proposta de reforma tributária ficarão para o ano que vem, a depender do governo eleito
Rafael Carvalho/Governo de Transição

Novas movimentações na proposta de reforma tributária ficarão para o ano que vem, a depender do governo eleito

Além dos impostos a serem substituídos, o projeto de Hauly também define detalhes sobre a arrecadação e distribuição dos tributos e o tempo de implementação do novo regime. Quanto à divisão das receitas com os estados, o deputado afirmou que o objetivo é garantir que o modelo seja o mais semelhante possível com adotado atualmente.

O prazo de transição do regime tributário atual para o novo é de 15 anos, divididos em três etapas. De acordo com o tucano, a ideia é que o processo seja realmente gradual, não causando mudanças abruptas no modelo por ora utilizado.

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Antes de ir para a análise do Senado, o projeto ainda será votado no plenário da Câmara. Quaisquer novas movimentações na proposta ficarão para o ano que vem, a depender do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Segundo Hauly, que conversou com Bolsonaro antes da votação, o novo governo ainda não entrou em consenso sobre o modelo de reforma tributária que pretende implantar.

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