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Esportes

Organização da Fórmula Indy desmente prefeito e nega etapa no Rio em 2020

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Trajeto da Fórmula Indy anunciado pelo prefeito Marcelo Crivella e que foi negado pela IndyCar
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Trajeto da Fórmula Indy anunciado pelo prefeito Marcelo Crivella e que foi negado pela IndyCar

A revista de automobilismo dos Estados Unidos, RACER , publicou nesta sexta-feira que não haverá nenhuma etapa da Fórmula Indy no Rio de Janeiro em 2020. Na última quarta-feira, o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, publicou um vídeo em seu Twitter anunciando um circuito no Sambódromo da Marquês de Sapucaí .

De acordo com a publicação, um funcionário da IndyCar comunicou que o interesse da cidade de receber uma prova da Fórmula Indy foi bem recebido pela cúpula da modalidade, porém não é algo concreto e não existem planos para realizar o evento daqui dois anos.

O problema para trazer uma etapa da categoria para o Brasil seria econômico. A Racer explica que a IndyCar não tem recebido apoio financeiro para realizar a prova em solo verde e amarelo. A organização até tem pesquisado várias cidades pelo país, mas sem acertar com nenhuma.

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Hoje são três os pilotos brasileiros que correm na Fórmula Indy: Tony Kanaan, Matheus Leist e Pietro Fittipaldi. O Brasil é considerado a maior base de fãs da modalidade fora dos Estados Unidos.

Assista abaixo ao vídeo que o prefeito Crivella publicou em seu Twitter para anunciar a corrida. De acordo com as palavras do político, o trajeto que os pilotos percorreriam teria início no Sambódromo da Marquês de Sapucaí e passaria pela Avenida Presidente Vargas.

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A cidade do Rio de Janeiro recebeu etapas da Fórmula Indy entre os anos de 1996 e 200. São Paulo também já recebeu provas da Indy 300 entre os anos de 2010 e 2013. A última edição do evento foi realizada em Brasília, no ano de 2015.

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Brasil entra na briga para sediar a Copa do Mundo feminina em 2023

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Taça da Copa do Mundo feminina
FIFA/ Divulgação

Taça da Copa do Mundo feminina

O Brasil foi um dos dez países que expressaram interesse em sediar a Copa do Mundo feminina da Fifa em 2023 – lembrando que a edição deste ano de 2019 será na França, a partir de junho. Além do País, também estão interessados em receber a competição outros três sul-americanos (Argentina, Bolívia e Colômbia).

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As Coreias do Sul e do Norte informaram à Fifa que pretendem concorrer à Copa do Mundo feminina com uma candidatura conjunta. Além dos dois países vizinhos, Japão, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul também formalizaram interesse em sediar o evento.

Segundo a Fifa , esse é o maior número de países a indicar interesse em sediar uma competição entre mulgeres desde a primeira edição do evento, em 1991.

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“A Fifa implementará um processo justo e transparente, que incluirá um modelo claro de avaliação e um compromisso concreto com sustentabilidade e direitos humanos. Todos os livros de apostas serão publicados na íntegra no FIFA.com em outubro de 2019”, disse a entidade máxima do futebol.

As confederações nacionais terão agora que registrar suas candidaturas até 16 de abril deste ano, sendo que o anúncio do país-sede deve ser feito em março do ano que vem. Entre os possíveis candidatos, nenhum ainda sediou uma Copa do Mundo feminina.

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De todos os países candidatos ao torneio feminino, cinco deles já sediaram a Copa do Mundo masculina:  Brasil (duas vezes), Argentina, Coreia do Sul, Japão e África do Sul.

De 1991 para cá, Suécia (1995), Estados Unidos (1999), Estados Unidos (2003) novamente, China (2007), Alemanha (2011) e Canadá (2015) foram os países que já receberam um Mundial feminino.

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A próxima edição da Copa do Mundo feminina será realizada de 7 de junho a 7 de julho deste ano, na França. O Brasil está no grupo C do campeonato, ao lado de Austrália, Itália e Jamaica. A seleção brasileira estreia no dia 9 de junho contra as jamaicanas.

Fonte: IG Esportes
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Esportes

Café com Leite

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Às vezes eu vou à padaria perto da minha casa, a mais perto de lá ainda não dá para ir à pé, sabe como é né… Para que facilitar se podemos complicar? Quando entro lá na “padoca”, parece que encontro o Paraíso. Quantos pães, quantas opções para matar a fome, mais que isso, matar a fome em grande estilo: croissants, misto-quente, queijo-quente, sonho… ah os sonhos e como a gente sonha…

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Mas o que me faz ir na padaria é o café com leite , aquele leite cremoso, coloco adoçante porque estou de regime. Aí chega o pão quente com manteiga (não na chapa porque derrete a manteiga e tenho azia) e parece que um mundo se abre em minha frente. É bom demais. Ultimamente não faço isso com frequência, mas quando faço, parece que fica cada vez melhor.


Café com leite e pão na chapa
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Café com leite e pão na chapa

Quando eu era criança, ia bater uma bola com amigos e desconhecidos e como sempre fui baixinho para a média, poucos “botavam fé” em mim. No começo eu ia para o fim da fila, era o último a ser escolhido e me chamavam de “café com leite”. Eu ficava “p” da vida, quando começava a pelada, eu arrebentava, esmerilhava, era uma questão de honra para mim provar para eles, que eu não era “café com leite”.

Ser “café com leite” era repugnante para mim, me ofendia com isso e buscava fazer o meu melhor, jogava acima da minha capacidade, geralmente jogava com moleques mais velhos e eles não aliviavam, vinham um baixinho esmerilhando e metiam a bota, batiam até na alma e eu aguentava as pancadas e ia para cima. No jogo seguinte, eu já era um dos primeiros a serem escolhidos, o que era motivo de orgulho para mim. Eu pensava que na vida tudo seria assim: provar para todo mundo que eu era capaz, ter sangue-quente nas veias, não ser “café com leite”. 

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Você já foi
shutterstock/Reprodução

Você já foi “café com leite” no futebol?

O que faz alguém ser considerado “café com leite”? pessoas, adversários, rivais, consideram o oponente fraco, sem brio, sem qualidades para ganhar, abaixo do nível, incapaz, fraco, medíocre e fica até sem graça ganhar dele. Você conhece um time assim? Eu conheço…


São Paulo perdeu do Palmeiras no final de semana passado
Twitter/Reprodução

São Paulo perdeu do Palmeiras no final de semana passado

Nem imagina que time seja? É, é o São Paulo Futebol Clube , que quando chegou ao ápice, ao ponto mais alto das cadeia-alimentar, tornando-se o “Soberano” e depois de 10 anos de fracassos sequenciais e frequentes, se tornou o time “café com leite”. Nada gourmet e muito menos trivial. Ou alguém acha que os rivais, especialmente os grandes paulistas, têm medo ou até respeito, o que é pior, pelo São Paulo? Isso acabou, já era, uma história de 90 anos destruída na última década. É o leite azedou.


Leco é o presidente do São Paulo
Rubens Chiri/Divulgação

Leco é o presidente do São Paulo

O clube não tem oposição atuante, aliás nem oposição mais tem, não tem nenhuma cabeça pensante que vislumbre um futuro melhor, uma retomada, a volta à filosofia campeã e vencedora que construiu sua história. O torcedor não aguenta mais passar vergonhas e humilhações, mas ele não joga, apenas torce.

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Se o time contrata uma estrela, ela se apaga automaticamente apenas por entrar no Morumbi, parece que há algo enterrado lá no campo, seria um sapo morto ou apenas a dignidade de uma instituição gigante que é tratada com desprezo pelos adversário e pior, pelos próprios dirigentes, que não pensam no SPFC e sim em seus interesses próprios. Os resultados colhidos nesse período, são o reflexo do que é feito internamente. Os bons são-paulinos se afastaram do comando do clube, talvez devessem buscar essa retomada com força e garra, para não serem chamados de “café com leite”, igual eu fazia quando criança.


São Paulo Futebol Clube
Divulgação

São Paulo Futebol Clube

Além de organização, planejamento, torcida, estádio, estrutura, títulos e história, um time grande precisa ter enraizada em suas fileiras, uma filosofia vencedora, não o “tanto faz quanto fez”, o “ganhar e perder dá no mesmo”. Nisso se transformou o Tricolor paulista: um clube sem alma vencedora. O clube perdeu mais da imensa maioria dos clássicos que disputou nesse período, uma vergonha, os rivais já sabem que os 3 pontos estão garantidos, seja em casa ou no Morumbi; nem acham mais graça em vencer os jogos, é algo corriqueiro, virou “carne de vaca”.

 O São Paulo virou o “café com leite” da turma. Se ainda fosse, ao menos, um “café com leite” gourmet, sei lá, um cappuccino que impusesse respeito, amargo (nada descafeinado), um café duplo, forte, importado, sei lá…

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O famoso capuccino
shutterstock/Reprodução

O famoso capuccino

Como está na moda, o SPFC precisa mudar o mindset de perdedor e conformado, para vencedor e competitivo. Jogadores são “queimados”, os treinadores “triturados” e os dirigentes a cada ano, demonstram sua incompetência. Mais do que parar no tempo e no espaço, como alertou num passado recente Rogério Ceni, o São Paulo perdeu o bonde da história. E além de perder a condução, esse bonde está a ponto de atropelar o clube se dó nem piedade. Vexames e mais vexames se acumulam nesse período recente.

Nesse ano, o Tricolor não venceu nenhum time da 1ª divisão, perdeu os 3 clássicos disputados. É bem verdade que vareio mesmo, levou do Santos, equilibrou os jogos contra Corinthians e Palmeiras, mas de nada adiantou, o resultado foi o mesmo. Algo está faltando, ou não? Seria necessária a maior vergonha da história, o rebaixamento no Brasileirão, para que as coisas entrem nos trilhos? Talvez sim, talvez não. A maioria dos gigantes que passaram por isso, se recuperaram e voltaram a vencer e impor respeito.


São Paulo não ganha clássico
Divulgação

São Paulo não ganha clássico

Alguma coisa precisa ser feita o quanto antes. A torcida não aguenta mais pagar por um café aguado e leite estragado. Não se trata de ter vontade e raça nos jogos, isso ajuda, mas não resolve. A fórmula do sucesso é inversa à formula do fracasso. Simples assim. Será que não dá para inverter os pólos? Do negativo para o positivo? O Mestre Cuca vem aí, daqui a um mês ele chega no CT da Barra Funda. E me vem a pergunta: será que ele entende alguma coisa no preparo de um bom “café com leite”?


Cuca em sua chegada ao São Paulo
Site oficial

Cuca em sua chegada ao São Paulo

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Dica do Narrador
: faça exercícios fonoaudiológicos antes das transmissões, exercícios de dicção, respiração e velocidade de fala.

Fonte: IG Esportes
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Esportes

Do Oscar à profissão de ‘pai treinador’. Conheça os projetos de Kobe Bryant

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Kobe Bryant venceu o Oscar de melhor curta de animação em 2018 por 'Dear Basketball'
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Kobe Bryant venceu o Oscar de melhor curta de animação em 2018 por ‘Dear Basketball’

Aposentado das quadras desde 2016, Kobe Bryant tem tido uma vida muito agitada. Curta de animação, livro, programa de televisão, lançamento de marca de bebidas esportivas, academia de treinamento esportivo e treinador do time de sua filha de 12 anos.

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Em entrevista à revista americana de basquete Slam, Kobe Bryant comentou sobre seus projetos atuais e rechaçou qualquer possibilidade de retornar ao Los Angeles Lakers, time que defendeu durante 20 anos na NBA, em um cargo de dirigente.

Para entender o atual momento de Kobe é importante entender toda a trajetória do ex-jogador fora das quadras de basquete. Em 2013 ele iniciou sua trajetória de investimentos fundando a Kobe Inc.

No mesmo ano adquiriu 10% da bebida isotônica BodyArmor por US$ 4 milhões (cerca de R$ 15 milhões na cotação atual). Para comemorar sua aposentadoria lançou um box de cartas junto com a Panini chamado de ‘HeroVillan’, onde os fãs poderiam ter cards de toda sua carreira.

Quando se aposentou em 2016, aos 38 anos, ele era o terceiro atleta que mais faturava fora das quadras e com mais tempo livre, os projetos aumentaram.

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Conhecido como Black Mamba, Kobe abriu há pouco tempo a Mamba Sports Academy , na Califórnia, em que oferece treinamento para jovens que querem seguir a carreira de atleta, em diferentes modalidades.

Em 2018, ele produziu e lançou com a ESPN + seu programa de televisão intitulado Detail. A produção tem como foco principal o estudo do basquete e tentar passar aos espectadores um entendimento fácil de todas as estratégias do esporte.

Ainda no ano passado ele foi mais longe ainda. Junto com o produtor Glen Keane, Kobe Bryant criou o curta de animação ‘Dear Basketball’ e fez história como o primeiro atleta de basquete a ganhar um Oscar.


Kobe Bryant terá livro de fantasia lançado no meio de 2019
reprodução/ slam

Kobe Bryant terá livro de fantasia lançado no meio de 2019

O interesse pelo público infanto-juvenil continuou em um projeto ainda mais ambicioso. No meio de 2019, Kobe lançará o livro ‘ Wizenard Series: Training Camp ’ que conta a história de um treinador de time de basquete chamado Rolabi Wizenard misturando fantasia e magia.

“O que clicou em mim foi que praticar esportes é torná-lo algo mágico. Dentro disso, tentamos ensinar às crianças, através da Wizenard, como processar suas emoções interiores – boas, más, indiferentes. Ensinamos-lhes compaixão e empatia, ética no trabalho e atenção aos detalhes. É assim que acredito que devemos contar histórias”, disse ele à revista Slam .

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Para fazer o livro, Kobe contou com a ajuda de Wesley King, um aclamado autor de ficção para jovens adultos. King foi o escritor e Kobe uma espécie de ‘criador’. Foi dele que veio toda a história, inspirada em treinadores que conheceu nos tempos de NBA e até em sua personagem preferida: Mary Poppins.

“Se você olhar para a qualidade do livro, saberá que não estou brincando. Se você olhar para as pessoas que eu contratei para a nossa divisão de publicações, os escritores, os editores, todos eles são pesos-pesados. Quando você olha para isso, você entende o quão sério nós somos”, diz o ex-atleta que não tem uma quantidade certa para a série de livros, mas outros títulos estão a caminho.


Kobe Bryant treina a equipe da filha Gigi, a número 02 que está com a bola
reprodução/ slam

Kobe Bryant treina a equipe da filha Gigi, a número 02 que está com a bola

Deu para perceber que Kobe Bryant não se distanciou do basquete totalmente. Cada projeto seu tem a influência da modalidade, mas ele garante que não pensa em voltar ao Lakers, na NBA, como um possível dirigente.

“Eu não estou interessado. Nem em um par de anos. Eu não quero ser um GM. Eu não quero ter uma equipe. Eu não quero treinar. Eu não tenho interesse em nada disso. Essa é uma resposta fácil para mim”, comentou na entrevista.

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Porém, existe uma garota de 12 anos que fez Kobe voltar para a beirada de uma quadra de basquete e ela se chama Gianna Maria-Onore Bryant, ou somente Gigi. A filha do meio do ex-astro da NBA atua em um time da União Atlética Amadora – AAU e ganhou o astro como treinador.

Há seis meses Kobe e mais dois treinadores comandam a equipe de meninas, que treinam cinco vezes por semana. Durante conversa com o fotógrafo da Slam , Kobe exaltou seu time “Você deveria ter nos visto há seis meses. As garotas estão fazendo um progresso incrível. Apenas espere até nos ver daqui a seis anos”, disse ele.

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Kobe Bryant pode ter dito que não treinaria nenhuma equipe, que não queria ser GM de nenhum time da NBA, mas pelos próximos seis anos, até Gigi ir à faculdade, ele estará no banco de reservas como um bom e dedicado treinador/pai.

**Para ler toda a entrevista de Kobe Bryant que inspirou essa matéria e foi publicada na Slam,  clique aqui (o texto é originalmente em inglês)

Fonte: IG Esportes
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