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Para economizar em casamento, noiva toma medida drástica: não servir comida

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Organizar o casamento dos sonhos geralmente exige um bom investimento. E uma noiva, que não foi identificada, decidiu tomar uma medida um tanto quanto drástica para reduzir os gastos com o grande dia. Ela pretende não servir nenhuma comida aos convidados.

Noivos querem um casamento ao ar livre, mas decidem economizar em algo apontado como crucial e ideia gera polêmica
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Noivos querem um casamento ao ar livre, mas decidem economizar em algo apontado como crucial e ideia gera polêmica

O caso foi compartilhado por uma das madrinhas da noiva em um grupo no Facebook sobre casamento e logo deu o que falar. A tal madrinha, que também não foi identificada, está indignada com a decisão dos noivos e resolveu pedir ajuda online. Veja os detalhes da história.

Casamento sem comida

Noivos sonham com uma casamento ao ar livre, e tudo parecia ótimo até esse detalhe da comida

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Noivos sonham com uma casamento ao ar livre, e tudo parecia ótimo até esse detalhe da comida

No post na rede social, a madrinha diz que conhece a noiva há 10 anos e que ela e o futuro marido querem uma união ao ar livre, com um clima relaxado, em uma grande propriedade. A ideia é incluir diversos itens feitos à mão e até uma fogueira. “Vai ser super fofo”, escreve a madrinha .

Até então, tudo parecia ótimo. O problema vem a seguir. A mulher fala que, para cortar gastos, os noivos decidiram não servir nenhum tipo de comida no grande dia. “Como assim? Será um evento de um dia inteiro, indo até a noite, e não terá comida “, fala a madrinha bastante indignada.

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Ela continua o post, dando uma ideia inusitada: “Vou acabar pedindo uma pizza para mim, para o meu parceiro e para alguns amigos”.

“Vai acabar sendo uma bagunça”, prevê a mulher, que pede ajuda: “Como madrinha, devo dizer alguma coisa? É normal cortar isso [a comida] para economizar?”. Ela ainda questiona se está ou não exagerando ao achar que ter um serviço de buffet e comida é algo importante para o evento.

Casamento deve ter comida, sim!

Pode não servir nenhuma comida no casamento para economizar? Internautas acham que não
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Pode não servir nenhuma comida no casamento para economizar? Internautas acham que não

Nos comentários, segundo o jornal The Sun, os participantes do grupo também se mostraram indignados. “Se você fará um evento de um dia inteiro, comida não é algo opcional”, escreve um. “Se você não pode pagar para que todos tenham comida, então convide menos pesssoas ou faça um evento menor e mais curto”, sugere outro.

A atitude dos noivos também foi apontada como falta de educação. “Já que vai durar o dia inteiro, é muito rude com os convidados não servir nada”, comenta mais um internauta.

Outro ainda dá uma solução: “Por que não pedir para algumas pessoas preparem pratos frios, tipo saladas, e levem para o casamento ? Não gastaria muito e as pessoas não passariam fome”.

Fonte: IG Delas
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“Não imagino minha vida sem minha barba”, diz mulher sobre aceitar pelos faciais

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Rose Geil lutou contra os pelos faciais por 20 anos e investiu em inúmeros tratamentos para conter o surgimento deles e evitar que isso interferisse em sua autoestima. A norte-americana de 42 anos revela ao Daily Star que precisava se barbear desde os 13.

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mulher decide aceitar pelos faciais
Reprodução/Instagram/@lunchboxscoresagain

Rose resolveu parar de lutar contra os pelos faciais e se sente bem melhor. “Não imagino minha vida sem minha barba”

Rose sofre da síndrome dos ovários policísticos, doença que eleva a produção de hormônios masculinos em mulheres, e mantinha os sintomas em segredo para evitar sofrer bullying. Para isso, um dos artifícios usados por ela era carregar sempre na bolsa uma lâmina para cortar os pelos faciais durante o dia.

Depois de anos de tratamento para combater a síndrome, Rose decidiu aceitar o corpo e abriu mão de aparar os pelos e, com isso, passou a cultivá-los. Desde então, a mulher já ganhou até prêmios de barbas mais bonitas e derrotou vários homens nas competições.

“Fiquei cerca de cinco dias sem me barbear, com amor próprio e me olhando no espelho, dizendo: ‘Não sou medonha e repugnante e isso realmente me agrada’”, conta ela ao portal.

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O amor próprio tem papel importante nessa história de autoaceitação. Apesar de ser vítima de comentários “cruéis” devido aos sintomas da síndrome dos ovários policísticos , Rose se sente bem com os pelos faciais. “Os homens me perguntam por que estou de vestido, tenho problemas quando uso banheiros femininos”, fala a mulher.

“As pessoas levam um tempo para aceitar que sou mulher. Elas ficam procurando alguma coisa na minha calça que não existe. É embaraçoso”, diz Rose. “Se eu não tivesse barba , isso não aconteceria”, opina.

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A norte-americana faz questão de enfatizar ter mais coisas positivas do que negativas em parar de lutar contra a natureza e assumir os pelos faciais . “Agora, meus banhos passaram de 20 minutos para sete minutos e eu não posso nem imaginar quanto dinheiro gastei com navalhas na minha vida”, afirma ela. “Não imagino minha vida sem minha barba”, finaliza.

Fonte: IG Delas
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“Depois de três anos casada, meu marido saiu do armário”, relata fisioterapeuta carioca

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Foto: Reprodução

Do site Maria Claire – “Sempre fui uma menina romântica, que sonhava em me casar e formar uma família. Fui criada pela minha avó com muita rigidez. Durante a adolescência, só tive namoros longos. No fim de 2009, quando me formei em fisioterapia, aos 22 anos, conheci Rafael, que era enfermeiro no hospital em que eu trabalhava. Ele era carinhoso e me pareceu uma pessoa boa, sensata. No início, não fiquei interessada, mas ele insistiu tanto para sair comigo que acabei cedendo — parecia realmente apaixonado por mim. Depois de alguns encontros, começamos a namorar.

Pouco depois, no entanto, comecei a ouvir comentários relativos à sua sexualidade. Muita gente dizia que ele parecia ser gay, mas não dei bola. Era muito nova ainda e não percebia nada demais nas atitudes dele. Mas como o povo não parava de fazer piadinhas maldosas, resolvi conversar com ele sobre o assunto. Ele negou de pé junto, disse que se tratava de pura inveja e intriga da oposição. Como já estava totalmente envolvida, acreditei nele

Em janeiro de 2010, na volta de uma viagem para praia, ele me pediu em casamento. Fiquei surpresa, nem estávamos a tanto tempo juntos… Ele alegou que nós dois já vínhamos de relacionamentos anteriores longos e por isso não deveríamos esperar muito tempo para subir ao altar. Quatro meses depois, nos casamos. Com vestido de noiva, igreja, festa e tudo mais que tínhamos direito. Passamos a lua de mel em Buenos Aires, foi um sonho. Tudo parecia perfeito no primeiro ano de casada. Vivíamos superbem, estávamos entrosados na cama e fora dela.

Exatamente um ano depois do nosso casamento, em maio de 2011, nasceu nossa primeira filha. Nessa mesma época, minha sogra faleceu de câncer. E os problemas começaram a aparecer.

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A chegada de nossa segunda filha, em março de 2012, coincidiu com sua brusca mudança de comportamento comigo. Rafael dizia que eu havia engravidado de propósito, como se isso fosse algum castigo. Com isso, começaram as agressões verbais, as brigas, o descaso e o abandono. Ele começou a chegar muito tarde em casa, inventava mil plantões no hospital, falava que estava sempre trabalhando. Nessa época, pedi demissão para cuidar das meninas e mergulhei numa depressão profunda.

Nas duas gestações engordei bastante, desenvolvi hipertensão e hiperêmese gravídica (uma complicação da gravidez que causa vômitos e sensação de desmaio), chegando até a ficar internada muitas vezes. O descaso dele era tanto que, quando nossa segunda filha nasceu, ele não queria pegar a criança no colo. Dizia que seu choro era chato, irritante e ainda que ela era feia. Era uma total rejeição absoluta. Nossa relação ia de mal a pior, nem sexo nós fazíamos mais. Me lembro que ele me humilhava de todas as formas, vivi o caos!

Em dezembro de 2012, minha caçula teve uma pneumonia e ficou internada. Quando teve alta, ele pediu a separação. Até então, éramos da igreja e frequentávamos os cultos evangélicos. Desesperada, recorri ao pastor que fez com que ele voltasse atrás. Mantivemos o casamento, mas ele sempre inventava plantões atrás de plantões para justificar sua ausência em casa. E continuava sem me tocar. A relação homem e mulher já não mais existia. Eu suportava isso por causa das crianças, mas não era fácil.

Em fevereiro de 2013, após voltar de um culto na igreja, peguei seu telefone enquanto ele dormia — dias antes, vi Rafael digitando sua senha de bloqueio. Algo dentro de mim dizia que ali descobriria o que o fez se afastar de mim e da nossa família. Não deu outra. Haviam várias trocas de mensagens dele com outro homem. Fiquei chocada! Constatei que ele havia me traído com um cara e que, inclusive, os dois tinham viajado juntos para praia. Percebendo que eu estava demorando no banheiro e que seu telefone não estava mais ao lado da cama, ele começou a esmurrar a porta para que eu abrisse. Dei um ‘print’ em tudo, encaminhei para o meu celular e abri a porta.

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Sem saída, Rafael confessou a traição. Disse então que aquela não tinha sido a primeira vez, mas que nunca havia tido coragem de me contar. Ainda teve a cara de pau de dizer que podíamos manter o nosso casamento, mas que continuaria saindo com outros homens. De acordo com suas próprias palavras, por causa da provável desaprovação da mãe, ele já havia reprimido esse desejo por muito tempo.

Fiquei em estado de choque. Passei dias sem comer nem tomar banho. Paralisada em frente à TV assistindo àqueles programas evangélicos, na esperança de que tudo aquilo fosse um pesadelo. Minha mãe teve que buscar minhas filhas, estava totalmente fora de mim, não tinha condição alguma de cuidar delas. Não conseguia aceitar. Depois de três anos casada, meu marido havia saído do armário.

Depois disso, ele me pediu um prazo para sair de casa, organizar sua vida e procurar um canto pra viver. Nesse período, foram sumindo várias coisas sem que eu percebesse. Os presentes que havíamos ganhado no casamento desapareceram. E, como se não bastasse toda a humilhação de ser trocada por um homem, o safado ainda começou a me difamar no Facebook, no hospital onde eu trabalhava… Dizia a todos que estávamos nos separando porque eu o havia traído com meu ex noivo, pode?

Se passaram dois meses até eu sair do choque, mas esse dia chegou. Aí dei um basta! Expulsei Rafael de casa. Ele foi, mas me deixou com as dívidas que fez em meu nome enquanto éramos casados. Algumas pago até hoje, seis anos depois de separada, como a de um carro que ele comprou e não pagou. Acredito que ele só pague a pensão das meninas por medo de ir preso. Raramente dá algum presente para elas.

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Elas sabem que o pai é gay, não gosto de esconder nada das minhas filhas. Já estão com sete e oito anos e passam os fins de semana com Rafael a cada 15 dias. Parece que agora ele se assumiu mesmo. Menos mal!

Há dois anos, descobri como é ser amada e respeitada por um homem. Reencontrei o Leonardo, meu primeiro namorado ainda da época escola. Ele é marceneiro e me adicionou nas redes sociais após minha separação. Na época, comprei um armário novo para o quarto das meninas e chamei ele para montar. Começamos a nos falar sempre, até que marcamos um jantar. Nunca mais nos largamos. Depois de dez meses, ele veio morar comigo.

Em dezembro de 2017, já estava divorciada e nos casamos no civil. De véu e grinalda, com festa, tudo como manda o figurino. Leonardo, meu atual marido, é um supercompanheiro, íntegro e sincero. E se dá muito bem com minhas filhas.  O filho dele Patrick, de 14 anos, também mora com a gente. Ele tem síndrome de ‘Gorlin-Goltz’, uma doença rara que atrapalha o desenvolvimento, e perdeu a mãe ano retrasado.

Também voltei a estudar, estou no terceiro período de direito. Quero ser advogada para ajudar todas as mulheres que passam por situações humilhantes, como eu. Tive alta da terapia, e não tenho mais vergonha do que vivi. Tudo foi muito doído, mas me fez crescer imensamente e me tornar a mulher forte e determinada que sou hoje.”

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Expulsa de casamento, madrinha envia cobrança de R$6,5 mil para noiva

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O que você faria se fosse madrinha de casamento da sua amiga, mas ela te expulsasse da festa de despedida de solteira? Uma internauta anônima de Nova Jersey, Estados Unidos, decidiu cobrar a noiva de todos os gastos que teve — inclusive com o evento que foi expulsa.

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noiva chorando
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A noiva expulsou a madrinha de despedida de solteira e, por isso, recebeu uma nota fiscal cobrando pelos ‘serviços’ dela

A madrinha compartilhou o caso em um grupo fechado no Facebook, contando como a festa de despedida de solteira foi “arruinada” pela noiva e que, depois, acabou sendo expulsa do cargo e de qualquer coisa que envolvia o casamento.

“Nós fomos para Maryland (320 km de Nova Jersey) e a noiva começou a agir como a maior ‘bridezilla’ de todas. Qualquer coisa a irritava e ela estava surtando por tudo, reclamando o tempo todo que seus sapatos a machucavam. Ela arruinou todo o final de semana com os comentários mais egoístas e materialistas. Nada era bom o bastante”, desabafou.

“Para mim, a gota d’água foi quando eu disse que todas nós gastamos muito dinheiro com a viagem e eu deixei meus dois filhos pequenos em casa para passar o fim de semana com ela. Ela me respondeu que também fez sacrifícios para estar ali, pois deixou o noivo e o cachorro em casa. Eu não estava acreditando que ela estava comparando um cão com duas crianças.”

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nota fiscal
Reprodução/Facebook

A madrinha fez uma nota fiscal listando todos os gastos que teve com o casamento da noiva

“Resumindo a história: ela foi embora da viagem às três da madrugada e nos deixou em outro estado. Então, já que eu não estou mais convidada para o casamento, enviei uma nota fiscal  .”

Ela compartilhou uma foto da cobrança que mandou para a noiva, totalizando US$1621 (cerca de R$6,489).

O valor inclui desde os gastos com o chá de panela, a despedida de solteira e o vestido que ela iria usar no dia do casamento.

Na nota fiscal, ela menciona os gastos com o buffet, decorações, camiseta e óculos de sol que usou na viagem, hotel e até corridas de táxi.

Ainda há um valor de US$45 (R$180) cobrado por cada hora que ela gastou organizando tudo, o que deu cerca de R$1621 no total.

“A noiva arruinar o fim de semana de todas com uma atitude egoísta e materialista: não tem preço”, escreveu no papel.

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Nota fiscal de madrinha causa polêmica entre internautas

Enquanto alguns internautas apoiaram a madrinha e brincaram sobre enviar suas próprias notas fiscais para as “bridezillas” que tiveram que lidar, outros acharam que era ela quem estava “sendo horrível” sobre toda a situação.

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“Não sei o que é pior, o fato da noiva ter abandonado as meninas na festa ou dessa mulher ter anotado todos os centavos que ela gastou com o casamento, incluindo óculos de sol de US$6 (R$24) e corridas de táxi”, escreveu uma mulher. “Não acho que tenho uma necessidade de atenção tão grande para ser tão mesquinha”, disse outra. E você, leitora, o que acha?

Fonte: IG Delas
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