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Parceria entre Mapa e CNA vai levar assistência técnica ao semiárido

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Produtores rurais atendidos pelo AgroNordeste terão assistência técnica e gerencial a partir de mais uma parceria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Foi assinado nesta quarta-feira (13) o convênio entre a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), vinculada ao Mapa, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), da estrutura da CNA.

O convênio prevê a assistência técnica e gerencial a 17.144 estabelecimentos rurais em dez estados do semiárido brasileiro, incluídos no AgroNordeste – Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Piauí, Pernambuco e Minas Gerais. A parceria visa contribuir para a promoção do desenvolvimento da região, de forma a colocar a produção rural do Nordeste no mesmo nível do centro-sul brasileiro.

A ministra Tereza Cristina afirmou que a assistência técnica é fundamental para a evolução da agropecuária brasileira e destacou a importância da parceria entre a Anater e o Senar. “Estamos começando com o Senar e a Anater, mas outros parceiros virão. Tenho certeza de que será um projeto exitoso. É uma coisa que em curto espaço de tempo vai trazer resultados para as famílias que entrarem no projeto. Tenho certeza de que é através da assistência técnica que veremos as pessoas saindo da linha da pobreza na área rural, produzindo e gerando riqueza”, disse.

O valor total do convênio é de R$ 120.009.485,06, sendo R$ 40.001.500,00 da Anater e R$ 80.007.985,06 do Senar. O convênio terá vigência até 31 de dezembro de 2021, com possibilidade de prorrogação. Assinaram o convênio os presidentes da Anater, Ademar Silva Júnior, e do Conselho Deliberativo do Senar, João Martins, que também preside a CNA. A ministra Tereza Cristina e o diretor-geral do Senar, Daniel Klüppel Carrara, assinaram como testemunhas do ato.

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Segundo o presidente da CNA, a assistência técnica é prioridade da instituição. “Nós vamos fazer a grande revolução do meio rural, especialmente do Nordeste que tanto precisa. Nós temos 17 milhões vivendo no meio rural nordestino e vamos fazer um trabalho que vai nos orgulhar”, afirmou João Martins.

O presidente da Anater destacou a importância da parceria com o Senar para levar assistência técnica e gerencial aos produtores rurais do semiárido. “A gente sabe que os resultados rapidamente vão aparecer e, mais do que fazer um trabalho conjunto, vamos levar desenvolvimento para uma região tão carente”, disse.

Segundo o presidente da Anater, o objetivo é dar competitividade à produção agropecuária do semiárido brasileiro. “Não adianta a gente ficar no discurso de que o Brasil é o país do agronegócio, se a gente não ajudar todas as regiões. O Nordeste tem pessoas que vivem da terra, e a gente precisa levar tecnologia e conhecimento para que os pequenos e médios produtores do Nordeste possam produzir em escala para si e para o mercado em geral”, afirmou.

Informações à imprensa
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Aviso de Pauta: Ministério divulga dados sobre PNCRC Vegetal

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulga na próxima segunda-feira (16) os resultados do Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes em Produtos de Origem Vegetal (PNCRC/Vegetal) realizado entre 2015 e 2018. O PNCRC monitora tanto resíduos de agrotóxicos como de contaminantes químicos e biológicos em produtos de origem vegetal. 

Quem dará a entrevista será o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Glauco Bertoldo e o coordenador-geral de Qualidade Vegetal, Hugo Caruso. 

Serviço: Entrevista Coletiva sobre os resultados do Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes em Produtos de Origem Vegetal (PNCRC/Vegetal) 

Quando: Dia 16 de dezembro (segunda-feira), às 14h30 

Local: Auditório Olacyr de Moraes do Ministério da Agricultura – Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Térreo

Informações à Imprensaimprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Pescadores de áreas atingidas pelo óleo vão receber auxílio emergencial a partir de segunda-feira (16)

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O auxílio emergencial concedido a 65.983 pescadores profissionais artesanais de áreas afetadas pela mancha de óleo no litoral brasileiro começa a ser pago na próxima segunda-feira (16). O pagamento segue o calendário de escalonamento dos benefícios sociais, que define o dia do saque conforme o final do Número de Identificação Social (NIS) do beneficiário.

O pagamento será feito pela Caixa entre os dias 16 e 23 de dezembro.

Veja o calendário

Os pagamentos podem ser realizados de acordo com o calendário de escalonamento dos benefícios sociais, conforme segue:

Final do NIS             Data início de pagamento

Finais 1, 2, 3, 4 e 5    16/dezFinal 6                         17/dezFinal 7                         18/dezFinal 8                         19/dezFinal 9                         20/dezFinal 0                         23/dez

Os pescadores poderão retirar o dinheiro com o cartão social em qualquer canal da Caixa, como casas lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui. Os que não têm o cartão poderão sacar em qualquer agência do banco com a apresentação de documento de identificação com foto.

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O auxílio emergencial pecuniário foi criado pela Medida Provisória nº 908/2019 e beneficia pescadores que atuam em municípios dos nove estados do Nordeste, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo atingidos pelo vazamento de óleo. O profissional precisa estar inscrito no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), em situação ativa nas categorias peixes, crustáceos, moluscos e outros, que atuam em área estuarina ou marinha.

O auxílio emergencial corresponde ao valor total de R$ 1.996, que será dividido e pago em duas parcelas de R$ 998. Esse benefício não interfere no recebimento do seguro-defeso pelos pescadores conforme legislação específica.

Pescadores profissionais artesanais

São considerados pescadores profissionais artesanais aquelas pessoas físicas que exercem a pesca com fins comerciais de forma autônoma ou em regime de economia familiar.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) encaminhou a relação dos pescadores ativos no sistema do RGP baseada na lista de municípios atingidos pelo óleo, conforme mapeamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ao Ministério da Cidadania que fará o pagamento dos beneficiários via Caixa Econômica Federal. Os pescadores que se encontram suspensos ou cancelados no sistema do RGP não terão direito ao benefício.

Abaixo a relação por número de RGP dos beneficiários, dividida por estado:

Alagoas

Bahia

Ceará

Espírito Santo

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Maranhão

Paraíba

Pernambuco

Rio Grande do Norte

Rio de Janeiro

Piauí

Sergipe


Informações à imprensa:
imprensa@agricultura.gov.br 

Fonte: MAPA GOV
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Ministra destaca que prioridade da agropecuária é abastecer mercado interno

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou nesta sexta-feira (13) que a prioridade do setor agropecuário é abastecer o mercado brasileiro e depois atender a demanda externa. “Nosso mercado é sempre muito importante, a segurança que a gente tem que dar para nossa sociedade, para os brasileiros”, disse.

A abertura de mercado externo, segundo a ministra, além de permitir o equilíbrio dos preços, também contribui para a melhoria da qualidade da produção nacional. “Então, é sempre muito boa essa possibilidade. A medida que você abre novos mercados, você também sobe a régua da qualidade. Por isso que é importante a gente ver aqui a qualidade”, argumentou a ministra, citando a possibilidade de exportação de lácteos para a China. “Temos um mercado interno grande, um mercado interno robusto”, afirmou.

Na tarde desta sexta-feira, a ministra participou da inauguração do Complexo Avícola da Dália Alimentos, na comunidade de Palmas, em Arroio do Meio (RS). O frigorífico tem capacidade inicial de abate para 55 mil aves/dia, fábrica de farinhas de origem animal e fábrica de rações. O investimento foi de R$ 96 milhões e o início do abate está agendado para o dia 27 de janeiro de 2020.

Participaram da cerimônia o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke; o presidente do Conselho de Administração da Dália Alimentos, Gilberto Antônio Piccinini; e o presidente Executivo da cooperativa, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas; além de parlamentares.

Leite

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Antes da inauguração, a ministra visitou uma unidade de produção de leite da Dália Alimentos, com ordenha robotizada. A cooperativa tem quatro condomínios com tecnologia de ponta, nos municípios de Nova Bréscia, Arroio do Meio, Candelária e Roca Sales. Cada empreendimento conta com três robôs para a ordenha das vacas. A cooperativa investiu cerca de R$ 6 milhões em cada granja, com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Para a ministra, o modelo adotado pela Dália Alimentos pode ser o caminho para a melhoria do setor leiteiro do país. “Estamos vendo este modelo diferente. É um modelo inédito. Eu vejo que pode ser uma das soluções para o problema do leite. Essa cadeia vai ter que trabalhar, e nós estamos trabalhando muito nessa cadeia desde o nosso primeiro dia no Ministério”, afirmou.  “Estou muito esperançosa, achando isso aqui muito diferente, primeiro mundo. Enfim, temos que ver como viabilizar outros sistemas de condomínio, como esses que a cooperativa está fazendo”, completou.

A ministra entende que é necessário profissionalizar o setor leiteiro e aprimorar os métodos de produção para elevar a produtividade e baixar o custo de produção. “A grande maioria dos pequenos produtores produz leite. Agora, o leite tem um problema de custo, que no Brasil ainda é alto. Estamos vendo aqui outros modelos de produção, que a gente pode fazer para levar os pequenos produtores a um modelo que seja mais produtivo, que lhes dê renda, porque senão a gente vai continuar tendo problemas”, disse.

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O projeto da Dália Alimentos reúne pequenos produtores num modelo associativo de produção leiteira. Cada condomínio tem capacidade para alojar 262 animais, sendo 210 vacas em lactação, com ordenha robotizada por meio de um sistema tecnológico sueco. A produção é de 6,5 mil litros/dia, totalizando 2.372.500 litros/ano. O leite é produzido em um local único, com otimização de recursos, equipamentos, mão de obra e tempo investido. Os animais recebem assistência técnica intensiva e alimento balanceado e regular, o que impacta na produtividade e na eficiência.

Informações à imprensa:imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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