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Policia Federal

PF combate crimes eleitorais no Amapá

Publicado

Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (6/12) a Operação Cícero, com objetivo de apurar esquema criminoso de captação ilícita de votos durante o primeiro turno das eleições gerais de 2018 em Macapá/AP.

Policiais federais dão cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão na cidade de Macapá/AP, expedidos pela Justiça Eleitoral.

Segundo as investigações, o grupo criminoso, no período entre agosto e outubro deste ano, distribuiu diversos botijões de gás, medicamentos e produtos hortifrutigranjeiros, como também atuou no favorecimento de marcação de consultas médicas em troca de obtenção de voto a candidata eleita em 2018 ao cargo de Deputada Estadual.

Ainda de acordo com o apurado, o esquema criminoso beneficiou também candidata eleita em 2018 ao cargo de Deputada Federal, com a realização de transporte irregular de eleitores, concentrado na região dos bairros do Araxá e Pedrinhas, feitos com a ativa organização da candidata em benefício próprio.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de associação criminosa, compra de votos e transporte coletivo de eleitores. Se condenados, poderão cumprir pena de até 13 anos de reclusão.

O nome da operação é uma alusão à obra de Quintus Tullius Cicero, pensador da Roma Antiga, denominada “Como ganhar uma eleição”. O manual ensina estratégias que deveriam ser adotadas em uma campanha política bem-sucedida.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

cs.srap@dpf.gov.br | www.pf.gov.br

(96) 3213-7569

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Policia Federal

PF reprime crimes praticados contra os Correios

Publicado

São Luís/MA – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (13/12) a Operação Hermes e o Gado II, com a finalidade de reprimir crimes de subtração de valores do Banco Postal cometidos por funcionários dos Correios.  A ação contou com o apoio Superintendência dos Correios no Maranhão e ocorreu nas cidades de São Luís/MA, Itapecuru/MA, Imperatriz/MA, Redenção/PA, Bacabal/MA, Santa Inês/MA e Santa Luzia/MA.

Cerca de 60 policiais federais e 2 equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar cumprem 4 mandados de prisão preventiva, 1 mandado de prisão temporária e 11 mandados de busca e apreensão, além do afastamento de oito empregados públicos federais (CORREIOS) em conjunto com outras medidas cautelares diversa de prisão. As ordens judiciais emanaram tanto da Justiça Federal de Bacabal quanto de São Luís. O trabalho ainda contou com o apoio da logística do Fórum da Justiça Estadual em Santa Inês.

Cães farejadores encontraram drogas em poder dos investigados. Foram apreendidos R$ 6 mil na residência de um deles.

As investigações identificaram uma série de irregularidades ocorridas em várias unidades dos Correios no Estado. Em uma delas, constatou-se o envolvimento de pessoas ligadas a uma organização criminosa – ORCRIM. Os desfalques à agência dos Correios da cidade foram utilizados como forma de capitalizar a organização criminosa.

Verificou-se que o funcionário dos Correios, aproveitando-se do seu poder de gerência, subtraía ou facilitava a subtração de numerário do cofre do Banco Postal, deixando em caixa apenas quantidade suficiente para manutenção das atividades regulares da agência. Informava artificialmente, no sistema bancário, que o cofre estava cheio, como se o dinheiro subtraído ainda ali estivesse. Como a subtração de dinheiro do cofre não era registrada no sistema do Banco Postal, tornava-se necessária a criação de uma justificativa para a sua falta. Para isso, a ORCRIM simulava assaltos, o que permitia afirmar que o dinheiro havia sido levado naquele crime. Para aumentar o proveito da atividade criminosa, foram simulados depósitos no Banco Postal, cujos valores logo depois eram sacados e divididos entre os membros da ORCRIM. Em seguida, entravam em cena os laranjas, possuidores de contas no Banco do Brasil, que repassavam aqueles depósitos à ORCRIM, dando uma aparência legal ao dinheiro que alimentava o tráfico de drogas. Praticavam, ainda, a subtração de aparelhos celulares de valor elevado, os quais eram distribuídos aos membros da ORCRIM. Outra vertente utilizada pela quadrilha foi a ativação de cartões de bolsa família e de benefícios previdenciários. O gerente possuía acesso aos sistemas corporativos, habilitava os cartões de benefício, até para pessoas mortas, o que possibilitava a obtenção de empréstimos bancários com os documentos esquentados.

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A previsão do total de valores subtraídos nos sete municípios chega a quase R$ 1 milhão, podendo aumentar até o final das investigações.

O nome da operação é uma alusão ao conto mitológico de mesmo nome, que traz como tema a utilização de subterfúgios, com a finalidade de encobrir os crimes cometidos pelo mensageiro de Zeus.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Maranhão

Contato: (98) 31315105 (98) 991286428

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Policia Federal

PF desarticula grupo criminoso responsável por roubo à agência dos Correios

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Chapecó/SC- A Polícia Federal,  com apoio da Polícia Militar, deflagrou nesta quinta-feira (13/12) a Operação Correio-mor, que busca desarticular grupo criminoso responsável por roubo à agência dos Correios.

Cerca de 20 policiais federais e 10 policiais militares cumprem um mandado de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Chapecó/SC.

A investigação iniciou a partir de prisão em flagrante realizada pela Polícia Militar em 08/11/2018, quando indivíduos armados assaltavam uma agência dos correios, localizada no Bairro Efapi, em Chapecó/SC. No transcorrer da investigação, foram identificadas outras pessoas que possuíram atuação direta ou indireta no assalto e que tinham ligação também com outros crimes.

Os envolvidos responderão pela prática dos crimes de roubo e associação criminosa.

 

Comunicação Social da Delegacia de Polícia Federal em Chapecó/SC

www.pf.gov.br
Contato: (49) 3321-6900

 

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PF investiga grupo criminoso especializado no desvio de recursos públicos

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São Paulo/SP – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (13/12), a Operação Trato Feito, para investigar uma organização criminosa voltada para o desvio de recursos públicos em contratos firmados com o Município de Mauá, na grande São Paulo. A investigação é um desdobramento da Operação Prato Feito, deflagrada em maio deste ano.

Cerca de 234 policiais federais cumprem 2 mandados de prisão preventiva e 54 mandados de busca e apreensão, no estado de São Paulo, e em um Município no Espírito Santo. Dois agentes públicos foram afastados, um contrato com suspeita de fraude foi suspenso e nove empresas foram proibidas judicialmente de contratar com a Administração Pública. Todas as medidas foram decretadas, a pedido da PF, pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

O inquérito policial foi instaurado a partir de informações trazidas aos investigadores durante a análise do material apreendido na Operação Prato Feito, que apontavam oito crimes, além dos que estavam sendo apurados. Os novos elementos trazidos aos autos indicam um esquema em que nove empresas pagavam vantagens ilícitas a agentes públicos e políticos para a compra de apoio na Câmara Municipal de Mauá, sobretudo para a obtenção de contratos superfaturados.

A Operação Prato Feito investigou o desvio de recursos públicos em contratos de diversos municípios, sobretudo aqueles destinados à merenda, uniformes e material escolar.

Os investigados responderão, na medida de suas condutas, pelos crimes de organização criminosa, fraude a licitações e corrupção ativa e passiva, com penas de 1 a 12 anos de prisão.

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Haverá entrevista coletiva, às 11h, no auditório da Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo, localizado na Rua Hugo D’Antola, 95 – Lapa de Baixo.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo

Contato: (11) 3538-5013

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