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Policia Federal

PF deflagra Operação Contorno Norte para combater contrabando de cigarros

Publicado

Maringá/PR – A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (11/6) a Operação Contorno Norte, para prender  líderes de organização criminosa especializada no contrabando de cigarros de origem paraguaia.

Cerca de 80 policiais federais cumprem 20 mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Nova Esperança/PR, Guaíra/PR, Umuarama/PR, Alto Paraíso/PR e Mundo Novo/MS. Além disso, foram deferidos judicialmente o bloqueio de contas bancárias, o sequestro de bens imóveis e a apreensão de veículos vinculados aos investigados.

As investigações tiveram início em maio de 2016, após uma carreta carregada com cigarros contrabandeados colidir com um veículo onde estavam um casal e uma criança no Contorno Norte de Maringá/PR, levando à morte a mulher.

As apurações permitiram identificar uma organização criminosa responsável pelo transporte da carga contrabandeada. Foi constatado que os cigarros eram introduzidos em território nacional a partir de Salto Del Guairá, no Paraguai, utilizando uma rede de funcionários, olheiros, barqueiros, carregadores e motoristas.

Durante os três anos de apuração, a Polícia Federal prendeu 204 membros da organização criminosa, realizou 130 flagrantes de contrabando, além da apreensão de 156 caminhões e outros 60 veículos utilizados nos crimes. Também foram apreendidas cerca de 105 mil caixas de cigarros, o equivalente a 52 milhões de maços. As mercadorias foram avaliadas em R$ 250 milhões pela Receita Federal, gerando aproximadamente R$ 360 milhões em tributos e multas.

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Verificou-se ainda que grande parte das carretas utilizadas nos transportes ilícitos eram oriundas de furtos e/ou roubos, com posterior clonagem das placas. O grupo chegou a utilizar 6.700 linhas telefônicas cadastradas em nome de terceiros para a prática do crime.

Os presos responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, contrabando, receptação qualificada, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, falsidade ideológica e corrupção ativa, bem como pelo homicídio culposo, lesão corporal culposa, abandono do local do acidente e favorecimento pessoal, quanto ao acidente que iniciou os trabalhos.

Será concedida entrevista coletiva, às 10 horas, na Delegacia de Polícia Federal em Maringá/PR.

 

 

 

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

Operação Praesidium cumpre mandados contra grupo que planejava atentado contra policiais federais

Publicado

Chuí/RS –  A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (22/08) a Operação Praesidium, para desarticular grupo criminoso investigado por planejar atentado contra policiais federais que atuam na região.

 Quatro mandados de busca e apreensão são cumpridos nos municípios de Santa Vitória do Palmar e na Penitenciária de Rio Grande. Cerca de 30 policiais  federais e agentes da Susepe (Superintendência dos Serviços Penitenciários) participam da ação.

 A Policia Federal instaurou inquérito em julho deste ano após receber informações que indicavam conluio entre um detento da Penitenciária de Rio Grande e pessoas de Santa Vitória do Palmar para cometer atentado contra a vida de policiais federais que atuam no combate ao tráfico de drogas.

 A ação criminosa planejada seria uma represália às ações da Polícia Federal na região, como as operações Anjos da Praia e Strike, que resultaram na prisão de mais de 100 pessoas por tráfico de drogas e na apreensão de cerca de três toneladas de entorpecentes entre os anos de 2016 e 2019 no extremo sul do estado.

 

 

Contato: (53) 3264-9000

 

PRAESIDIUM – O nome da operação corresponde à palavra latina que significa “proteção” e da qual também se originou a palavra “presídio”.

 

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF desarticula grupo criminoso responsável por fraudes em licitações e contratos na Paraíba

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Campina Grande/PB – A Polícia Federal deflagrou hoje (22/8), em conjunto com a Controladoria-Geral da União – CGU/PB e com o Ministério Público Federal – MPF/PB, a segunda fase da Operação Famintos, para combater fraudes em licitações, superfaturamento de contratos administrativos, corrupção e organização criminosa, na Paraíba.

 A operação contou com a participação de 60 policiais federais, sendo realizado o cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão,  em residências, escritórios e empresas dos investigados, bem como de 8 mandados de prisão, sendo 5  mandados de prisão temporária e 3 mandados de prisão preventiva.  Todos os mandados foram cumpridos na cidade de Campina Grande/PB. As ordens foram expedidas pela Justiça Federal de Campina Grande/PB.

 ENTENDA O CASO

 A primeira fase da Operação Famintos foi deflagrada no dia 24/7/2019, tendo contado com a participação de 260 policiais federais e 16 auditores da CGU. Na ocasião, foram cumpridos 67  mandados de busca e apreensão, em órgãos públicos e nas residências, escritórios e empresas dos investigados, bem como de 17 mandados de prisão.

 Esta segunda etapa da Operação visa ampliar a desarticulação do núcleo empresarial da organização criminosa, responsável pela criação de “empresas de fachada”, utilizando-se de pessoas que tinham consciência de suas situações na condição de “laranjas”. As empresas, então constituídas em nome de pessoas que não eram as reais proprietárias e administradoras, eram utilizadas pelos criminosos para fraudar as licitações, conferindo um falso caráter competitivo aos processos licitatórios.

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 CRIMES INVESTIGADOS

Os investigados responderão, de acordo com suas condutas, pelos crimes de fraudes em licitação, superfaturamento de contratos, corrupção e organização criminosa, cuja pena, somada, poderá ultrapassar 20 (vinte) anos de reclusão.

 COLETIVA DE IMPRENSA

Será concedida entrevista coletiva às 10hs, na Delegacia da Polícia Federal em Campina Grande/PB, com participação dos três Órgãos envolvidos nos trabalhos (PF, MPF e CGU).

 

 

Contato: (83) 3269-9422

 

 

NOME DA OPERAÇÃO

O nome da operação FAMINTOS é uma alusão à voracidade demonstrada pelos investigados em direcionar as contratações para o grupo criminoso.

 

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF investiga possível crime eleitoral depois de apreensão de R$ 1,2 milhão em táxi no Tocantins

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Palmas/TO – A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (22/8) a Operação Milhão II, visando aprofundar a investigação iniciada após a apreensão de R$ 1,2 milhão, em espécie, realizada em 02/10/2018, próximo da data das eleições gerais do último pleito.

Aproximadamente 40 policiais federais cumprem sete mandados judiciais de busca e apreensão, todos expedidos pela 3ª Zona Eleitoral de Porto Nacional, nas cidades de Silvanópolis/TO, Porto Nacional/TO, Candangolândia/DF e Brasília/DF.

A investigação teve início com a apreensão do dinheiro que estava sendo transportado em um táxi, abordado na TO-050, sentido Porto Nacional/TO a Palmas/TO. Durante as diligências, os detentores do dinheiro não comprovaram a origem lícita, o seu destino ou qualquer justificativa para estarem na posse de vultosa quantia, com indicativos de que seria destinada a compra de votos. Nesta nova fase, investiga-se incoerência e inconsistência da versão apresentada por uma pessoa que compareceu a sede da PF em Palmas alegando ser dono do dinheiro apreendido.

Os investigados devem responder, na medida de suas participações, pelos crimes de compra de votos e associação criminosa.

 

 

E-mail: cs.srto@dpf.gov.br

 

***O nome da operação faz alusão a considerável quantia em dinheiro apreendida.

Fonte: Polícia Federal
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