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Policia Federal

PF investiga esquema de extração clandestina de manganês

Publicado

Belém/PA – A Polícia Federal deflagrou hoje (6/11) a Operação Migrador, com o objetivo de desarticular grupo criminoso responsável pela extração clandestina de manganês, nos estados do Pará, da Bahia e do Espírito Santo. De acordo com levantamentos preliminares realizados, a quantidade de manganês extraída, assim como os prejuízos causados pela extração clandestina decorrentes do não pagamento de tributos, e ainda os danos ambientais provocados, causaram prejuízos da ordem de aproximadamente R$ 87 milhões.

Policiais federais cumprem 111 mandados judiciais expedidos pela 2ª Vara da Justiça Federal de Marabá/PA. São 24 mandados de prisão preventiva, 29 mandados de busca e apreensão, 52 mandados judiciais de bloqueio de contas bancarias e sequestro de bens e 6 ordens judiciais de suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas. Os mandados de prisão e de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades de Marabá/PA, Parauapebas/PA, Curionópolis/PA, Eldorado dos Carajás/PA, Canaã dos Carajás/PA, Salvador/BA e Vila Velha/ES.

As investigações tiveram início no ano de 2015, após a deflagração da Operação Buriti-Sereno. Com a análise dos documentos e informações coletadas, além de diversas ações investigativas realizadas, constatou-se que existe na região uma verdadeira ação articulada de pessoas e empresas para extração, beneficiamento, transporte e exportação de minério, através da falsificação de documentos públicos e fiscais, com o intuito de dar aparência de licitude a atividade criminosa.

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As diligências apontam que um grupo de empresas e pessoas físicas vem de forma reiterada usurpando minério de manganês extraído, sem autorização dos órgãos competentes, nas regiões conhecidas como Vila União, em Marabá/PA e nas serras do Buriti e Sereno, localizadas entre os municípios de Curionópolis/PA e Parauapebas/PA.

Os investigados responderão pelos crimes de usurpação de bens da união, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica e uso de documento falso. Ao todo as penas pelos crimes investigados podem alcançar mais de 30 anos. Os presos serão encaminhados aos presídios das cidades de Marabá/PA, Salvador/BA e Vila Velha/ES, onde ficarão à disposição da Justiça Federal.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará

Telefone: (91)3214 8029

cs.srpa@dpf.gov.br

*O nome da operação migrador é uma alusão à citação bíblica do livro de Joel, Cap. I, Versículos III a IV que fala do gafanhoto migrador, que após assolar determinada região se muda para outros campos.

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Policia Federal

PF combate furto de veículos e carga em Minas Gerais

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Belo Horizonte/MG – Na manhã de hoje, 21/3, a Polícia Federal, com o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais, deflagrou a Operação “Carga Suja II”, com o objetivo de desmantelar associação criminosa que atuava no furto/roubo de cargas e veículos na região de Congonhas e Conselheiro Lafaiete/MG.

Foram cumpridos três mandados judiciais de prisão preventiva e sete de busca e apreensão, além do bloqueio das contas bancárias dos investigados.

Os investigados responderão pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa, cujas penas podem superar 10 anos de reclusão.

 

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

Operação Big Jhow investiga esquema de moeda falsa pelas redes sociais

Publicado

Cachoeiro de Itapemirim/ES – A Polícia Federal cumpriu na manhã de hoje (13/3) um mandado de prisão preventiva e dois mandados de busca (um deles em Ponta Porã/MS), relacionados à venda de moeda falsa via Facebook, Whatsapp e outras mídias sociais.

O principal investigado utilizava as redes sociais para anunciar a venda de moeda falsa. Ele já havia sido preso anteriormente pela Polícia Federal devido à prática do mesmo tipo de delito e responde a ação penal perante a Seção Judiciária de Cachoeiro de Itapemirim. Foram colhidos diversos elementos de prova indicando que, mesmo após ser solto sob liberdade provisória e respondendo a ação penal, o investigado continuava praticando o comércio de moeda falsa.

Foram apreendidos documentos e equipamentos de informática, que serão analisados a fim de apurar a identidade de todos os que adquiriram cédulas falsas do investigado.

Ao crime em questão é cominada pena de reclusão de 03 a 12 anos (art. 289 do Código Penal).

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

Operação Xeque-Mate III investiga organização criminosa responsável por fraudes em contratos de coleta de lixo na PB

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Cabedelo/PB – A Polícia Federal e o GAECO/MP/PB, com o auxílio da Controladoria Geral da União, deflagraram hoje (22/3) a terceira fase da Operação Xeque-Mate, com objetivo de desarticular a vertente financeira da organização criminosa que foi objeto de medidas judiciais na primeira e segunda fases da operação.

A operação contou com a participação de 65 policiais federais, sendo realizado o cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão, nas residências dos investigados, nos Estados da Paraíba e Rio Grande do Norte, bem como 1 mandado de prisão preventiva. Foram sequestrados 20 imóveis dos investigados, avaliados em mais de R$ 6 milhões. As ordens foram expedidas pela 1ª Vara Criminal da Justiça Estadual de Cabedelo/PB.

O cumprimento das medidas de busca e apreensão e prisão preventiva tem por objetivo inibir esquema de corrupção e fraudes licitatórias referentes aos contratos de manejo de resíduos sólidos (coleta de lixo) da Prefeitura de Cabedelo/PB. Os contratos investigados superam a quantia de R$ 42 milhões.

CRIMES INVESTIGADOS

Os investigados responderão pelos crimes de formação de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e fraude licitatória, cuja penas, somadas, poderão chegar a mais de 30 anos de reclusão.

Será concedida entrevista coletiva conjunta entre PF e GAECO/MP/PB às 10h, na sede da Polícia Federal, localizada em Ponta de Campina, Cabedelo/PB.

Comunicação Social da Polícia Federal na ParaíbaContatos: cs.srpb@dpf.gov.br (83) 99184-9632 (83) 3269 – 9422

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Fonte: Polícia Federal
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