conecte-se conosco
Copyright © 2018 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262


Nacional

PGR vai usar emails de Marcelo Odebrecht em inquérito contra Renan Calheiros

Publicado


Senador Renan Calheiros (PMDB-AL) teve sua situação na Justiça ainda mais agravada com emails de Marcelo Odebrecht
Geraldo Magela/Agência Senado – 4.4.17

Senador Renan Calheiros (PMDB-AL) teve sua situação na Justiça ainda mais agravada com emails de Marcelo Odebrecht

Uma série de emails apresentados à Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo empresário Marcelo Odebrecht, delator da Operação Lava Jato, em abril e setembro deste ano, foram incluídos, nesta semana, no inquérito que investiga o senador Renan Calheiros (MDB-AL). Neste inquérito, Renan é investigado por corrupção e lavagem de dinheiro.

Leia também: Filho de testemunha no caso Odebrecht na Colômbia é morto por envenenamento

De acordo com a PGR, os emails de Marcelo Odebrecht possuem informações que mostram uma “atuação concertada” entre Renan e Romero Jucá (MDB-PR), para agirem em benefício da empreiteira dentro do Congresso Nacional. No mesmo inquérito, é investigado o filho de Calheiros, Renan Filho (MDB), atual governador de Alagoas. 

Tal investigação começou em abril do ano passado, justamente após delações de outros ex-executivos da Odebrecht. Os delatores afirmaram ainda que a empreiteira chegou a realizar doações oficiais à campanha de Renan Filho, logo após discutir benefícios que seriam garantidos à Odebrecht pelo seu pai no Senado Federal. 

Em um desses emails apresentados por Marcelo, enviado em 2012, o ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho relata a Marcelo e a Carlos Fadigas – então presidente da Braskem, do grupo Odebrecht – uma reunião com o parlamentar em que uma primeira tentativa de prorrogação dos contratos foi acordada.

Veja Mais:  Olavo de Carvalho e Malafaia travam guerra conservadora nas redes sociais

Leia também: Odebrecht detalha e-mails entregues como  prova contra Lula no caso do sítio

“Ontem me reuni com Sen Renan, que incluiu uma emenda de relator e permitiu que Chesf fosse beneficiada até 2015. Vamos tentar ainda incluir possibilidade de renovação nas mesmas bases. Contudo já foi uma vitória!”, diz o email.

De acordo com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, “haveria uma atuação concertada entre Renan Calheiros e Romero Jucá” em agir em benefício da Odebrecht no Senado. 

Além disso, a procuradora conclui que “os novos dados que estão sendo juntados com esta manifestação reforçam que o grupo Odebrecht buscou o auxílio do Senador Renan Calheiros no tema referente aos contratos de energia das eletrointensivas”. Ainda segundo ela, “estes novos elementos também reforçam os indícios de que a atuação do Senador se deu durante todo o processo, passando pela MP 656 e a tentativa de derrubada do veto presidencial.”

Leia também: Segunda fase internacional da Lava Jato mira operador financeiro da Odebrecht

Além dos emails serem incluídos no inquérito, Dodge também pediu para que tal investigação seja prorrogada por mais 60 dias. A ideia é que esse tempo extra seja útil para que Marcelo Odebrecht encontre ainda mais provas contra Renan em seus arquivos. 

Comentários Facebook

Nacional

Em um raro protesto, egípcios vão às ruas contra o presidente Sisi

Publicado

source
Abdel-Fatah al-Sisi  e Donald Trump%2C em agosto deste ano arrow-options
Reprodução/Twitter/AlsisiOfficial

Presidente do Egito, Abdel-Fatah al-Sisi com o presidente dos EUA, Donald Trump, em agosto deste ano

Milhares de manifestantes desafiaram a repressão estatal e foram às ruas protestar contra o presidente do Egito, Abdel-Fatah al-Sisi, nesta sexta-feira (20). Os grupos se reuniram na parte central da capital, Cairo, com gritos e cartazes denunciando supostos esquemas de corrupção dentro do governo e das Forças Armadas. Apesar da segurança reforçada, os manifestantes acabaram se dispersando, passando a protestar em ruas menores.

Leia também: Coalizão liderada pela Arábia Saudita faz ataques aéreos no Iêmen

Nas redes sociais, refrões como “fale não tema, o traidor precisa ir” e “o povo quer a queda do regime” também aparecem nas centenas de vídeos postados ao longo do dia. Além do
Cairo, houve atos contra Sisi em cidades como Alexandria e Suez.

O governo egípcio não se pronunciou até o momento. Os canais de notícias, controlados de perto pelas autoridades, diziam que as pessoas se reuniram apenas para “tirar selfies e
fazer vídeos” para publicar na internet.

Leia também: Após caso de racismo, Trudeau tenta mudar de assunto em campanha no Canadá

As manifestações tiveram início após uma série de vídeos publicados pelo ator e empresário Mohamed Ali , fazendo graves acusações de corrupção contra os militares, para quem
trabalhou por 15 anos. Segundo ele, ocorrem desvios bilionários nas obras de infraestrutura, com o dinheiro indo para os bolsos dos comandantes e funcionários do governo.

Veja Mais:  Acidente com ônibus que ia para enterro de ex-presidente do Peru deixa 8 mortos

Em resposta, Ali, que hoje vive na Espanha, foi acusado de “ alta traição ”, enquanto a mídia estatal disse que ele era um membro da Irmandade Muçulmana, organização considerada
terrorista pelo governo egípcio.

No poder desde 2013, quando assumiu justamente após uma onda de protestos e um golpe contra o então presidente, Mohamed Morsi , Sisi imprimiu um estilo autoritário, similar ao de
Hosni Mubarak , o homem que comandou o Egito por quase três décadas até ser deposto, em 2011, durante a Primavera Árabe . Manifestações, como as vistas nesta sexta-feira, são
raras, com seus líderes sendo presos ou mortos pelas forças de segurança.

Leia também: Pessoas tentam invadir Área 51 para “libertar aliens”

Além da repressão política, Sisi , que foi reeleito com 97% dos votos nas eleições de 2014 e 2018, é criticado pela sua condução da economia, marcada por ações de austeridade e
grandes projetos de infraestrutura, mas cujos impactos nem sempre foram positivos para a população.

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

“Falsos policiais” são presos em São Paulo com carro furtado

Publicado

source
arrow-options
Divulgação/Polícia Militar

“Falsos policiais” foram presos em São Paulo com carro furtado

A Polícia Militar de São Paulo prendeu dois homens que se passavam por policiais civis para extorquir pessoas , nesta sexta-feira (20), na Zona Leste da capital paulista. Eles estavam dentro de um carro furtado e com o chassi adulterado, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).

Leia também: Vendedor de balas fica preso por três semanas mesmo após laudos o inocentarem

Os homens, de 27 e 38 anos, estavam acompanhados de mais uma pessoa quando foram abordados pelos policiais . O trio justificou que eram integrantes da Polícia Civil e um deles
chegou a mostrar um distintivo de investigador. Os agentes, no entanto, desconfiaram e solicitaram as outras funcionais, mas os suspeitos aceleraram o veículo e tentaram fugir.

Posteriormente os PMs conseguiram prender dois suspeitos, mas o terceiro, que estava no banco de trás do carro, fugiu. A dupla, então, confessou que se passavam por policiais civis. Segundo a SSP, não foi encontrado nenhum material ilícito no automóvel, mas o mesmo estava com o chassi adulterado e foi roubado em janeiro deste ano.

Leia também: Operação no Complexo do Alemão deixa quatro mortos e um PM ferido

Os ” falsos policiais ” foram encaminhados ao 41º Distrito Policial, onde foram autuados por “receptação, falsa identidade, resistência, uso ilegítimo de uniforme ou distintivo e adulteração de sinal identificador de veículo automotor”.

Veja Mais:  Olavo de Carvalho e Malafaia travam guerra conservadora nas redes sociais

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

“Já tivemos Garotinho. Não queremos um garotão”, diz Crivella sobre Witzel

Publicado

source
 Crivella e Witzel arrow-options
Marcos de Paula / Prefeitura do Rio

“Já tivemos um Garotinho. Não queremos ter um garotão”, diz Crivella sobre Witzel

O prefeito do Rio Marcelo Crivella (PRB) partiu para o ataque na tarde desta sexta-feira (20) após ser criticado pelo governador Wilson Witzel (PSC), que afirmou que o alcaide
fez uma “lambança” ao censurar um livro com beijo gay entre dois personagens na Bienal do Livro. Em evento, Crivella mencionou o rompimento entre Witzel e o senador Flávio
Bolsonaro (PSL-RJ) —  que determinou que o PSL deixe o governo — para alfinetar o chefe do Palácio Guanabara, que, segundo Crivella, estaria “querendo aparecer” por ter a
intenção de se candidatar à Presidência da República.

“Não houve censura. Apenas mandei recolher o material para que fosse disponibilizado em lacres como determina o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente)”, disse Crivella que,
em seguida, continou: “Witzel decidiu antecipar a campanha (presidencial), e isso pode prejudicar o Rio no Regime de Recuperação Fiscal com a União. Já tivemos um Garotinho.
Tudo o que não queremos agora é um garotão”, acrescentou Crivella, citando o ex-governador Anthony Garotinho e fazendo alusão a um período em que não havia diálogo entre os
governos federal e estadual.

Leia também: Para Witzel, criminosos que atiram contra a população do Rio não merecem viver

A declaração confirma um afastamento entre Witzel e Crivella, que chegaram a se aproximar nos últimos meses. O governador Wilson Witzel chegou até a cogitar apoiar a reeleição
de Marcelo Crivella à prefeitura do Rio, mas depois também se aproximou do ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) por intermédio do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia
(DEM).

Veja Mais:  Após roubo, moradores encontram forma inusitada de tapar bueiro: com um fogão

Nesta quinta-feira, Wilson Witzel falou para uma plateia repleta de executivos e políticos na abertura do Fórum Nacional, no BNDES, no Centro do Rio. Na ocasião, Witzel disse que o prefeito do Rio fez uma “lambança” na feira do livro realizada recentemente.

“Uma obra literária, se pudesse causar uma tragédia à sociedade, teria que ser muito diferente daquilo. Hoje, acho que o país está tendo uma consciência de que momento de disputar eleição é um e o momento de governar é outro. O que tiver de ser antagonizado que seja com respeito, sem estimular a intolerância. Meu filho, por conta da opção dele, certa vez, foi agredido quando saía do trabalho de madrugada, foi agredido pela intolerância”, afirmou Witzel, que ficou emocionado e arrancou aplausos da plateia.

Leia também: Witzel defende fim da visita íntima a presos: ‘Tem que perder liberdade sexual’

Também durante o evento, Witzel afirmou que a decisão do senador Flávio Bolsonaro de retirar os deputados do PSL dos cargos em secretarias e órgãos para fazer oposição à sua
gestão não o deixou com “amplo direito de defesa”. O governador disse ainda que os deputados do PSL são “bem-vindos” ao seu partido, o PSC .

“A decisão dele não me deu amplo direito de defesa e do contraditório. Eu fiquei surpreso. Estava em uma viagem de família e recebendo essas notícias. Em nenhum momento eu
recebi o telefone do senador Flávio, ele não falou comigo. Mas, como na Justiça, depois vem a contestação, a defesa. Vamos conversar”, declarou o governador. “Eu não posso impedir ninguém de se desfiliar e também não posso impedir filiação ao PSC, até porque todos os deputados do PSL são excelentes, são deputados comprometidos com uma pauta que eu
defendo e eu tenho certeza que eles serão bem-vindos”, completou.

Veja Mais:  Olavo de Carvalho e Malafaia travam guerra conservadora nas redes sociais

Leia também: PSL vai expulsar os deputados que não se afastarem de Wilson Witzel

Procurado pelo Globo , o gabinete de Witzel afirmou que o governador não irá se pronunciar sobre as declarações de Crivella .

Fonte: IG Nacional
Comentários Facebook
Continue lendo

Câmara Municipal de Rondonópolis

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana