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Policial

PM prende caminhoneiro que matou colega em briga por vaga para abastecer

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A arma supostamente usada no crime também foi apreendida

A arma supostamente usada no crime também foi apreendida – Foto por: PMMT

Policiais da 2ª Companhia de Polícia Militar de Matupá (a 696 km de Cuiabá) prenderam em flagrante o caminhoneiro que matou o colega de profissão durante uma briga por vaga para abastecer os veículos. Identificado pelas iniciais D.C.,70 anos, matou a tiros V.S.,47 anos, em um posto na zona rural da cidade, às margens da BR-163.

O crime ocorreu na manhã deste sábado (20.07), por volta das 7 horas.

Após a comunicação da ocorrência, os policiais encontraram o caminhão que o suspeito dirigia, onde também estava um revólver calibre 32, com cinco munições deflagradas e uma intacta, considerada a possível arma utilizada no crime.

Logo depois, ao continuar as buscas, a equipe da PM conseguiu localizar e prender o suspeito em uma área de mata fechada, atrás do posto de combustíveis onde o crime foi cometido.

O caminhoneiro confessou a autoria, mas argumentou que havia sido agredido com socos e uma barra de ferro e, por isso, teria atirado. Disse ainda não lembrar de ter acertado o primeiro tiro, mas como a vítima ainda reagia, fez mais disparos.

No caminhão da vítima foram encontrados alguns comprimidos de substâncias análogas à anfetamina (rebite), que foram apreendidos e entregues à delegacia local. V.S. dirigia uma carreta bitrem e trabalhava para uma transportadora.

D.C. pode responder por homicídio e porte ilegal de arma.

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Os policiais miliares prenderam o caminhoneiro em flagrante delito em uma área de mata próxima ao local do crime

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PM registra mais de 3 mil mulheres presas; maioria é aliciada por companheiros

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Dados da  Superintendência de Planejamento Operacional e Estatística da Polícia Militar (SPOE- PM) apontam que de janeiro a julho de 2019, cerca de 3.020 mulheres foram presas no Estado por crimes como tráfico de drogas, posse de entorpecentes, vias de fato, lesão corporal, furto comercial, roubos e mandado de prisão em aberto.

A maior parte das envolvidas com a criminalidade se dizem esposas, namoradas ou companheiras de homens que já foram presos ou cumprem pena no sistema prisional do Estado.

Os números mostram um aumento dos casos, comparando com os anos de 2017 e 2018. De janeiro a dezembro de 2017, a Polícia Militar prendeu 5.754 mulheres. Já no ano de 2018, esse número reduziu para 5.349 prisões, porém demonstra que 2019 deve terminar com um índice maior de casos. As idades das suspeitas variam entre 13 a 59 anos.

O mês de março, conforme o balanço, foi o que teve maior número de detenções de mulheres, alcançando 611 conduções. O número expressivo, segundo o comandante da SPOE, Sebastião Carlos, se deve a um possível protagonismo das mulheres à frente de pontos de vendas de drogas, no controle de distribuição do entorpecente, na participação em crimes de roubos à residência e furto a estabelecimentos comerciais.

“Identificamos neste levantamento que por não levantarem suspeitas, algumas dessas mulheres são cooptadas pelos companheiros a tomar conta das finanças do crime, assumem a função de  distribuir entorpecentes para o tráfico e até utilizar os próprios filhos; em alguns casos ainda bebês para tentar escapar de abordagens e não despertar suspeitas. Nos casos  de lesão corporal e via de fato, as mulheres são presas em algumas ocorrências por agredir o marido, namorado ou ex- companheiro”, conta o comandante.

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Na última segunda-feira (19.08), em menos de 12 horas, policiais militares prenderam em pontos diferentes do Estado, duas mulheres: uma por crime de tráfico de drogas e outra por agressão e lesão corporal, nas cidades de Barra do Garças e Rondonópolis, respectivamente.

Em Barra do Garças, a mulher de 20 anos foi presa pela sexta vez em flagrante. Ela estava nas proximidades de uma escola, com nove papelotes de cocaína dentro da bolsa.

Já em Rondonópolis, uma mulher de 30 anos foi presa depois de ingerir bebida alcoólica e agredir o marido, quebrando o dente da vítima por ciúmes. Ela foi presa em flagrante depois que vizinhos chamaram a PM, via 190.

O levantamento realizado pela SPOE da PM destaca que durante os três anos analisados (2017, 2018 e 2019) as ocorrências de naturezas de vias de fato, tráfico de drogas e lesão corporal somam um total de 41% de conduções de mulheres por prática de crimes.

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Polícia Civil cumpre buscas contra organização especializada em fraudes contra seguradoras de veículos

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DERRFVA), deflagrou na manhã desta sexta-feira (23.08), a operação Apáte, com objetivo de cumprir seis mandados de busca e apreensão contra uma associação criminosa especializada em fraudes contra seguradoras de veículos.

A ação resultou na apreensão de sete veículos, três caminhonetes e uma motocicleta, além de uma pessoa presa em flagrante pelo crime de receptação.

O trabalho é resultado de uma investigação em curso na DERRFVA que apura crimes de estelionato, receptação, uso de documento falso, adulteração de sinal identificador de veículo e comunicação falsa de crime. A operação tinha como objetivo a localização e apreensão de elementos de informação que contribuam para o trabalho investigativo.

As investigações iniciaram com intuito de coibir crimes efetuados pela organização criminosa, especializada em fraudar seguradoras. Segundo as investigações, o grupo simulava crimes de roubos e furtos e percebendo remuneração ilícita do valor do contrato de seguro, adulterando posteriormente os veículos (dublê).

Os delegados, Gustavo Garcia Francisco (titular da DERRFVA) e Arnon Osny Mendes Lucas (responsável pelas investigações), estão a frente dos trabalhos que contou com o efetivo de 23 policiais, sendo 16 investigadores, três escrivães e quatro delegados.

Nome da operação: Apáte, na mitologia grega era um espírito que personificava o engano, o dolo e a fraude

 

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Fonte: PJC MT
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Polícia Civil e Sefaz realizam operação contra sonegação fiscal no comércio de bebidas quentes

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Assessoria | PJC-MT

Onze mandados de prisão e trinta e sete ordens de busca e apreensão são cumpridos na manhã desta sexta-feira (23.08), na operação “Liber Pater”, deflagrada pela Polícia Civil,  em conjunto com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), referente a investigação da  Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (DEFAZ), que apura o comércio de bebidas quentes (Velho Barreiro, Jamel, Pirassununga, etc.), sem o  recolhimento de tributos ao Estado de Mato Grosso.

Os mandados foram expedidos para cumprimento em 13 cidades de Mato Grosso e 1 cidade do Estado de Tocantins, sendo elas: Cuiabá, Várzea Grande, Pontes e Lacerda, Comodoro, Jauru, Cáceres, Mirassol D’oeste, São José dos Quatro Marcos, Figueirópolis D’Oeste, Tangará da Serra, Campo Novo dos Parecis, Primavera do Leste, Juína e Palmas (TO), cidade que a 1.510 km de Cuiabá.

Detalhamento do apuração conjunta será apresentado às 9h30, na Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), com a participação do secretário Rogerio Gallo, e autoridades da Polícia Civil.

A ação policial apura o comércio de bebidas quentes (Velho Barreiro, Jamel, Pirassununga, etc.), oriundas de outros Estados da Federação, desacompanhadas de notas fiscais, sem registro de passagem nos postos fiscais ou com simulação de trânsito para outros estados, mas com o descarregamento do produto no Estado do Mato Grosso.

A fraude, conforme o delegado Sylvio do Vale Ferreira Júnior, adjunto da Defaz, se concretiza com a distribuição das bebidas quentes aos comerciantes espalhados pelo interior do Estado de Mato Grosso, sem qualquer recolhimento de tributos ou até mesmo sem quaisquer notas fiscais.

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De acordo com o delegado Sylvio, a fraude promovida pela organização criminosa foi bem estruturada ao passo que faturou aproximadamente R$ 14 milhões com a venda de bebidas quentes. “O ICMS sonegado, a título de substituição tributária, em decorrência do ingresso desses produtos (bebidas quentes) de maneira irregular no Estado de Mato Grosso, perfaz o valor de aproximadamente R$ 4 milhões, segundo dados da Secretaria de Fazenda do Estado do Mato Grosso”, pontua o delegado.

O delegado titular da Defaz, Anderson Veiga, ressalta que a operação busca apreender documentos, notas fiscais, dispositivos móveis e computadores que possam comprovar crimes contra a ordem tributária. “Bem como reprimir a comercialização de bebidas quentes de maneira criminosa em face dos destinatários das mesmas, uma vez que esses comerciantes são os responsáveis pelo fomento do esquema criminoso patrocinado pela organização criminosa”, disse.

A operação conjunta conta com a participação de 154 servidores públicos. São  25 delegados, 75 investigadores, 25 escrivães, que atuam na Delegacia Fazendária e outras unidades da Diretoria de Atividades Especiais como Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), Delegacia do Meio Ambiente (Dema), e ainda de delegacias da Diretoria do Interior, das cidades com ordens expedidas.

A Secretaria de Fazenda empregou 17 Agentes de Tributos Estaduais e 12 Fiscais de Tributos Estaduais na operação.

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Nome

Líber Pater remete a Roma antiga, onde havia o culto a Liber Pater (“pai livre”), considerado o deus da viticultura, fertilidade e liberdade. Além de liberdade, o termo Liber também remete à libação, ao ritual de oferecer uma bebida e beber por prazer. Segundo a lenda, Liber Pater foi quem mandou o pastor Estáfilo, filho do deus Dionísio, enviar as uvas para o rei, chamado Oinos, e também teria ensinado o monarca a extrair o sumo e, dessa forma, criar a bebida à qual ele deu seu nome.

 

 

 

Fonte: PJC MT
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