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Nacional

Polícia investiga afogamento e mortes de trigêmeos em rio

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Arquivo pessoal / Família Brum

Trigêmeos moravam na cidade de Alto Piriqui

A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul abriu inquérito para investigar a morte de três pessoas por afogamento e o desaparecimento de outra no Rio Paraná , na cidade de Mundo Novo. Um homem de 47 anos, identificado como Marcos Roberto de Campos, o filho dele, de 14 anos, e os três amigos do garoto, trigêmeos de 13 anos, foram nadar em um local chamado de “Prainha do Sol” quando foram levados pela correnteza.

O menino de 14 anos conseguiu sair da água, mas as outras quatro vítimas se afogaram Os corpos do homem de 47 anos e de Giovane Neves Brum e Bruna Neves Brum, irmãos, foram encontrados, mas a terceira irmã, Bianca Neves Brum, continua desaparecida.

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Mesmo sem a confirmação da morte da terceira garota, a prefeitura de Alto Piriqui, onde os trigêmeos moravam, decretou luto oficial de três dias pelos “filhos adotivos da comunidade piquiriense”. O local no qual o afogamento ocorreu não tinha salva-vidas.

Fonte: IG Nacional
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27 internos fogem de unidade do Degase no Rio; quatro servidores ficaram feridos

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Reprodução/Google Maps

Unidade do Degase na Ilha do Governador, Rio de Janeiro

Um grupo de 27 internos fugiu da unidade Escola João Luiz Alves, na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, na tarde deste domingo (15). Até o momento, 11 foram recuperados. Quatro servidores ficaram levemente feridos, segundo o Departamento Geral de Ações socioeducativas (Degase).

Em nota, o Degase informou ainda que os menores de idade pularam o muro enquanto eram conduzidos para a quadra esportiva da unidade. As quatro vítimas ficaram com cortes superficiais e foram socorridos ao hospital Evandro Freire. A ocorrência foi encaminhada para a 21ª DP, em Bonsucesso.

“Será instaurada sindicância pela Corregedoria do departamento para apurar se houve falha de procedimento”, afirmou o órgão no comunicado.

De acordo com funcionários de um restaurante próximo ao local, houve muita correria nas ruas, com internos jogando pedras nos carros enquanto fugiam. Alguns dos colaboradores inclusive se atrasaram para chegar ao estabelecimento devido ao tumulto, que repercutiu também nas redes sociais, por meio de comentários de moradores assustados com a cena.

Fonte: IG Nacional
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Motorista de aplicativo dorme e atropela criança em São Paulo

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O motorista de aplicativo dormiu ao volante e perdeu o controle do veículo; a criança estava na calçada com o pai

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Uma criança foi atropelada por um motorista de aplicativo, na manhã deste domingo (15), na Avenida Miguel Estéfano, na Água Funda, na Zona Sul de São Paulo.

De acordo com a polícia, um menino de oito anos fazia uma caminhada com o pai na calçada do Parque Jardim Botânico, próximo ao Zoológico, quando um motorista de aplicativo dormiu ao volante e perdeu o controle do veículo. O carro subiu na calçada e parou no portão.

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Segundo o Corpo de Bombeiros, a criança foi levada para o Hospital do Servidor Público e seu estado de saúde é grave. O caso será registrado na 26º DP, no Sacomã.

Fonte: IG Nacional
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Uber bane motorista que se recusou a levar passageira transexual

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Fernanda Carvalho/ Fotos Públicas

Uber baniu motorista que recusou passageira transexual

O caso de uma passageira que teve a corrida recusada por um motorista de Uber por ser  transexual  repercutiu bastante na internet. Na última segunda-feira (9), Darllen Sacramento, de 28 anos, solicitou um carro por aplicativo no Rio de Janeiro e, quando o motorista passou por ela, não quis parar para que ela entrasse. No chat do próprio app, ele perguntou “travesti?”, depois disse “desculpe, mas não dá”. 

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A situação de preconceito foi denunciada por uma amiga da passageira no twitter. Ela escreveu “vou postar aqui pra dar voz a uma mana trans que sofreu uma  transfobia  de um motorista da Uber , quero deixar a cara desse palhaço bem conhecida! E que a @Uber_Brasil tome providências!”




Em um grupo no Facebook, Darllen desabafou:

“Sofri um preconceito muito grande, passei uma vergonha imensa e isso não desejo para ninguém. O Uber recusou a me pegar por ser trans e eu fiquei duas horas esperando. Queria pedir o apoio de vocês para divulgar, porque isso não pode ficar assim”.

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Em resposta no Twitter, a Uber disse lamentar muito a experiência de discriminação que Darllen enfrentou. Ao Jornal Extra, a empresa ratificou a posição, dizendo que assim que tomaram conhecimento da denúncia, baniram o motorista do aplicativo.

Criminalização da LGBTfobia

Em junho, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que tornou a LGBTfobia — a intolerância contra homossexuais — crime, sendo considerada uma conduta inafiançável e imprescritível.

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Até que o Congresso Nacional edite lei específica, as condutas homofóbicas e transfóbicas, reais ou supostas, se enquadram nos crimes previstos na lei de racismo (Lei 7.716/2018). A pena varia entre um e cinco anos de reclusão, de acordo com a conduta. E, no caso de homicídio doloso, constitui circunstância que o qualifica, por configurar motivo torpe.

Fonte: IG Nacional
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