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Policial

Policiais militares recuperam em Cuiabá veículos roubados avaliados em mais de R$ 300 mil

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Foto: Assessoria-PM

Nesta sexta-feira (08.02), policiais militares recuperaram em Cuiabá três veículos roubados avaliados em mais de R$ 300 mil. No final da manhã, no bairro Dom Aquino, rua Padre Gerônimo Botelho, uma equipe da 3ª Companhia de PM, unidade do 1º Batalhão, recuperou dois veículos: uma caminhonete Toyota SW4 branca e um Logan prata.

Os dois estavam escondidos na garagem da moradia e os policiais tiveram de pular o muro porque não havia ninguém no local. O Logan, que seria produto de roubo ocorrido em Cuiabá, na primeira semana deste mês, tinha placa clonada. Já a caminhonete havia sido roubada no Jardim das Américas menos de 24 horas antes.

Os policiais também fizeram contato com a Politec para que o local e os carros pudessem ser periciados. O proprietário da residência, que não mora lá, disse que duas semanas antes havia alugado a casa. Ele revelou o nome do inquilino que agora está sob investigação. No local também havia ferramentas supostamente usadas para retirar e mudar as placas.

Pela manhã, por volta das 9h, em um residencial da região do Centro Político Administrativo (CPA), uma equipe do 3º Batalhão (4ª Companhia do Palácio) já havia encontrado um Corolla. Esse carro tinha sido roubado horas antes na região do bairro do Porto.

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O Corolla estava em uma casa e a suspeita da polícia é de que estava guardado para alteração de placa e outras características, para que pudesse ser levado e comercializado em outra região. Na casa não havia morador, apenas um colchão de casal jogado em um dos cômodos.

Fonte: GOV MT
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Policial

Operação descobre depósito de mais de R$ 350 mil em bebidas

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Assessoria  | PJC-MT

Mais de R$ 350 mil em bebidas sem o recolhimento do ICMS ao Estado de Mato Grosso foram apreendidos  na operação “Liber Pater”, realizada pela  Polícia Civil com a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), por meio de investigações da Delegacia Especializada em Crime Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz).

O depósito, localizado no bairro Jardim Marajoara, em Várzea Grande, foi descoberto na sexta-feira (23), após depoimentos de envolvidos na operação. No local, policiais civis e fiscais da Fazenda encontraram grande quantidade de bebidas armazenadas, que possivelmente entraram no Estado sem o recolhimento de tributos, e seriam comercializadas para estabelecimentos (mercados, supermercados, bares, distribuidoras) de Cuiabá, Várzea Grande e interior do Estado.

A propriedade do depósito ainda não foi identificada. O local foi apontado pelos presos ouvidos na operação, que teve 10 pessoas presas por força de mandados de prisão cumpridos.

A operação denominada, “Liber Pater”, foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (23), para cumprimento de 11 mandados de prisão preventiva e 37 ordens de busca e apreensão. Foram seis mandados de prisão cumpridos em Cuiabá e quatro na cidade de Várzea Grande. Todos vão responder por integrar organização criminosa e crimes contra a ordem tributária, entre outros a serem delimitados até o final do inquérito policial. 

Uma pessoa, considerada líder da organização criminosa, segue foragida sendo procurada pela Polícia fora do Estado de Mato Grosso.  “Acreditamos que é questão de tempo até que seja efetuada dele, o único mandado ainda não cumprido. Temos uma equipe que já localizou a cidade onde está esse alvo”, informou o delegado  Sylvio do Vale Ferreira Júnior.

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Os mandados foram expedidos para cumprimento em 13 cidades de Mato Grosso e 1 cidade do Estado de Tocantins, sendo elas: Cuiabá, Várzea Grande, Pontes e Lacerda, Comodoro, Jauru, Cáceres, Mirassol D’oeste, São José dos Quatro Marcos, Figueirópolis D’Oeste, Tangará da Serra, Campo Novo dos Parecis, Primavera do Leste, Juína e Palmas (TO), cidade que a 1.510 km de Cuiabá. 

A ação policial apura o comércio de bebidas quentes (Velho Barreiro, Jamel, Pirassununga, etc.), oriundas de outros Estados da Federação, desacompanhadas de notas fiscais, sem registro de passagem nos postos fiscais ou com simulação de trânsito para outros estados, mas com o descarregamento do produto no Estado do Mato Grosso.

A fraude, conforme o delegado Sylvio do Vale Ferreira Júnior, adjunto da Defaz, se concretiza com a distribuição das bebidas quentes aos comerciantes espalhados pelo interior do Estado de Mato Grosso, sem qualquer recolhimento de tributos ou até mesmo sem quaisquer notas fiscais.

De acordo com o delegado Sylvio, a fraude promovida pela organização criminosa foi bem estruturada ao passo que faturou aproximadamente R$ 14 milhões com a venda de bebidas quentes. “O ICMS sonegado, a título de substituição tributária, em decorrência do ingresso desses produtos (bebidas quentes) de maneira irregular no Estado de Mato Grosso, perfaz o valor de aproximadamente R$ 4 milhões, segundo dados da Secretaria de Fazenda do Estado do Mato Grosso”, pontua o delegado.

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Fonte: PJC MT
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Deletran alerta para o compartilhamento de notícia falsa referente a fiscalização

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Assessoria | PJC-MT

Uma notícia que está circulando nos últimos dias nas redes sociais não condiz com os procedimentos adotados pela Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), da Polícia Civil, em relação a fiscalização Lei Seca. O artigo de opinião publicado em um site de notícia é do ano de 2016, e foi replicando passando a impressão de que os policiais foram autorizados a realizar flagrante de pessoas que estão em bares consumindo bebidas alcoólicas.

O delegado titular da Deletran, Christian Alessandro Cabral, alertou que o texto do artigo não corresponde aos procedimentos adotados pela Delegacia, apesar da técnica ser legal e usada em algumas localidades do País. O modelo de abordagem é considerado inadequado por direcionar as ações e pela imparcialidade nos atos.

“O propósito da fiscalização da Deletran é a imparcialidade e impessoalidade, fazendo com que todos, absolutamente todos, independente da classe social, econômica  e cultural, fiquem sujeitos aos rigores da lei”, afirmou.

Fonte: PJC MT
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Núcleo de Pessoas Desaparecidas preserva privacidade de vítimas localizadas

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Assessoria | PJC-MT

As Redes Sociais se tornaram um grande aliado da Polícia Civil, em relação ao recebimento de denúncias e informações que auxiliam o trabalho investigativo. O Núcleo de Pessoas Desaparecidas, da Delegacia Especializada de Proteção a Pessoa (DHPP), é um dos setores que mais se beneficia com a ajuda da população, que em grande parte das vezes contribui para o esclarecimento dos casos de desaparecimentos.

É natural que a comunidade que se preocupa com o fato e até mesmo ajuda solucionar uma investigação em andamento, queira saber da localização do desaparecido (o que é informado), mas também outras informações como onde e em que condições a pessoa foi encontrada, situações muitas vezes não divulgadas pela Polícia Civil

A preservação da vítima depois de localizada, ocorre porque a príncipio, quando a pessoa desapareceu, as razões eram desconhecidas. É importante ressaltar que o desaparecimento de pessoa em si não é crime, mas as circunstâncias que ocorreram durante ou depois podem estar vinculadas a algum tipo de crime ou situação que envolva a intimidade da vítima.

Os desaparecimentos ocorridos nos centros urbanos, normalmente estão relacionadas pelos seguintes motivos: Afastamento ou abandono do convívio familiar; Vítimas de acidentes; Práticas criminosas; Desaparecimento enigmático; Fuga de Custódia legal (Lar da criança/adolescente, Hospital Psiquiátrico, Clínicas de tratamento); Subtração por familiares; Sequestro, entre outros casos em que a polícia é envolvida para tentar solucionar o desaparecimento.

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Entretanto, a confirmação do real motivo do desaparecimento só acontece quando a vítima é localizada. Nesse momento, o Núcleo de Pessoas desaparecidas, opta por manter o direito de preservar a imagem e a privacidade das vítimas e dos familiares.

Normalmente (nos casos de pessoas localizadas), as vítimas voltam para casa sem dar maiores explicações, e outras situações são encontradas em situações vexatórias, presas ou em óbito. Alguns casos de maior repercussão, a própria imprensa faz matérias em que descrevem a situação a qual a vítima foi localizada, entretanto é de responsabilidade da própria família fazer essa divulgação.

O Núcleo de Pessoas Desaparecidas recebe um grande número de ocorrências e mesmo com poucos servidores, consegue êxito em localizar mais de 90% das vítimas desaparecidas.

É importante ressaltar que as páginas do Núcleo de Desaparecidos no Facebook e Instagram (@desaparecidosdhppmt), em que são publicados os cartazes de pessoas desaparecidas, assim como o número de WhatsApp da unidade (65) 9 9982-7766, são instrumentos de suma importância no êxito para a localização das vítimas.

É a partir das denúncias da população, em casos em que não há nenhuma pista, que as investigações são direcionadas, sendo essencial a ampla divulgação, repercussão e denúncias que ocorrem graças ao auxílio da sociedade e a popularidade da página.

Fonte: PJC MT
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