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Nacional

“Povo está indo às ruas defender o futuro dessa nação”, diz Bolsonaro sobre atos

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presidente Jair Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR
Bolsonaro também disse que pela “primeira vez na história” um presidente está cumprindo promessas de campanha


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou, neste domingo (26), que o povo está nas ruas nos  atos pró-governo
para “defender o futuro da nação” e dar um recado para à velha política. A declaração foi dada durante uma vista a Igreja Batista Atitude da Barra, no Rio de Janeiro.

“Hoje é dia que o povo está indo às ruas para defender o futuro dessa nação. Com firme propósito de dar recado para aqueles que teimam, com velhas práticas, não deixar que esse povo se liberte. Agradeço mais uma vez a consideração e a simpatia de todos”, disse Bolsonaro

Ele disse, ainda, que “pela primeira vez na história do Brasil” um presidente está cumprindo o que prometeu durante a campanha. “Os problemas se avolumam. Se fosse só eu a sofrer, estava feliz. Mas quem está ao meu lado, seja parente ou não, também sofre. São 208 milhões de pessoas às quais eu devo obediência, lealdade e o norte que tem que ser dado para o futuro do nosso país Não há um dia sequer que eu não agradeça a Deus pela minha vida. Somente com a força de vocês, nós poderemos governar”.

Pelo Twitter,  o presidente também apoiou o comparecimento nos atos
. Na semana passada, Bolsonaro afirmou que  não participaria das  manifestações 

convocadas em apoio ao seu mandato. O presidente teria dito que não iria aos atos para demonstrar “respeito pelo cargo e por suas resposabilidades”.

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“Idiotas úteis”

No último dia 15, manifestantes contrários ao governo de Bolsonaro também realizaram protestos por todo o Brasil contra os cortes de gastos com Educação. Na data, o presidente chamou os protestantes da oposição de “militantes”, “idiotas úteis” e “massa de manobra”

“É natural, é natural, mas a maioria ali é militante. Se você perguntar a fórmula da água, não sabe, não sabe nada. São uns idiotas úteis que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo das universidades federais no Brasil”, disse  Bolsonaro
.

Fonte: IG Nacional
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Nacional

Deputados do PSL pedem prisão preventiva de Lula a Augusto Aras

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Sanderson, Zambelli e Aras arrow-options
Divulgação
Deputados Sanderson (PSL-RS) e Carla Zambelli (PSL-SP) com o pedido de prisão preventiva de Lula em mãos, entregando a Augusto Aras.

Os deputados Carla Zambelli (PSL-SP) e Sanderson (PSL-RS) deram entrada no pedido de prisão preventiva contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva . O documento foi entregue nas mãos do procurador-geral da República, Augusto Aras , nesta segunda-feira (11). Antes dos deputados, o senador Major Olímpio também deu entrada na mesma solicitação. 

O requerimento de Zambelli e Sanderson solicitam a instauração de um inquérito policial por afirmarem que Lula incita “violência com o intuito de promover desagregação, confusão e balbúrdia”. 

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A declaração do petista após sua soltura em um discurso realizado no Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo do Campo gerou a inquietação dos parlamentares. Na sua fala, Lula afirmou: “a gente tem que seguir o exemplo do povo do Chile, do povo da Bolívia, a gente tem que resistir”. 

Para os deputados, o ex-presidente Lula tem como intenção atacar e não apenas se defender. A mesma alegação foi feita pelo protocolo do Major Olimpio (PSL-SP), que afirmou em sua conta oficial do Twitter que é inaceitável que Lula “incite a violência e a desordem”.

Fonte: IG Política
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Nacional

Bolsonaro ameaça usar Lei de Segurança Nacional para prender Lula de novo

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Marcos Corrêa/PR – 15.7.19
Presidente Jair Bolsonaro reclamou dos atuais discursos do ex-presidente Lula e ameaçou usar lei para detê-lo.

O pronunciamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que disse aos militantes para “seguir o exemplo do povo do Chile e atacar” incomodou Jair Bolsonaro . O atual presidente afirmou que, caso Lula tente subverter a ordem constitucional, será enquadrado na Lei de Segurança Nacional (LSN) para voltar à prisão. 

“A Lei de Segurança Nacional está aí para ser usada. Alguns acham que os pronunciamentos, as falas desse elemento [ Lula ], que por ora está solto, infringem a lei. Agora, nós acionaremos a Justiça quando tivermos mais do que certeza de que ele está nesse discurso para atingir os seus objetivos”, disse Bolsonaro em entrevista ao Antagonista. 

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Bolsonaro analisou o cenário internacional e fez comparativos com a Argentina, alegando que “não houve nenhum badernaço, porque já era uma tendência a turma da Cristina voltar ao poder, como voltou”. Por esse motivo, não seria admitida a reprodução dos protestos do Chile no Brasil para manter a estabilidade nacional. 

“Agora tem que se preparar porque, na América do Sul, o Brasil é a cereja do bolo. Se nós aqui entrarmos em convulsão, complica a situação”, complementou Bolsonaro

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O filho do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), disse em entrevista que se no Brasil ocorrer o que acontece no Chile, é possível implantar um novo Ato Institucional de número 5, o  mais rígido em privação de autonomia e liberdade de expressão implementado durante a ditadura militar no país.

Uma série de políticos e instituições recriminaram a fala do deputado, incluindo o próprio Jair Bolsonaro. ‘Quem quer que fale de AI-5 está sonhando’, disse o presidente

Fonte: IG Política
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Nacional

“Não há nenhum golpe na Bolívia”, afirma ministro Ernesto Araújo

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Marcos Corrêa/PR
Ministro apontou fraude eleitoral maciça como estopim da queda de Morales na Bolívia

Após o anúncio de renúncia do agora ex-presidente da Bolívia Evo Morales, o ministro Ernesto Araújo utilizou as redes sociais para falar sobre o tema. Em postagem, ele afirmou que não houve golpe e que a saída se deu após “tentativa de fraude eleitoral”.

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“Não há nenhum golpe na Bolívia . A tentativa de fraude eleitoral maciça deslegitimou Evo Morales, que teve a atitude correta de renunciar diante do clamor popular. Brasil apoiará transição democrática e constitucional. Narrativa de golpe só serve para incitar violência”, disse o chanceler na noite deste domingo (10).

No Brasil, nomes como  Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula , solto no último final semana, também se pronunciaram sobre o tema. Em postagem, o presidente falou sobre eleições com o uso de cédulas de papel e daria “a certeza que fatos como o da Bolívia não acontecerão no Brasil. A lição que fica para nós é a necessidade, em nome da democracia e transparência, de contagem de votos que possam ser auditados”.

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Já o petista disse que “é lamentável que a América Latina tenha uma elite econômica que não saiba conviver com a democracia e com a inclusão social dos mais pobres”.

Relembre o caso

O anúncio foi feito após as  Forças Armadas pedirem que Evo deixasse o cargo  e ele mesmo ter convocado novas eleições . “Me dói muito que nos tenham levado ao enfrentamento. “Enviei  minha renúncia para a Assembleia Legislativa Plurinacional”, afirmou em pronunciamento na televisão. O vice-presidente Álvaro García Linera , que estava ao lado de Morales, também renunciou.

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“Quero pedir desculpas por ter sido exigente durante o trabalho. Não foi para Evo, foi para o povo boliviano”. “Aqui não termina a vida, segue a luta”, disse Morales ao encerrar sua fala.

Além deles, também renunciaram o presidente da Câmara, Victor Borda, e a presidente do Senado boliviano, Adriana Salvatierra. Nessa situação, o próximo na linha sucessória para assumir a presidência é Petronio Flores, presidente do Tribunal Constitucional, entidade equivalente ao Supremo Tribunal Federal na Bolívia .

Fonte: IG Política
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