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Nacional

Pré-candidato à prefeitura de Maricá é assassinado a tiros na porta de casa

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Robson Giorno
Divulgação

Pré-candidato à prefeitura de Maricá, Robson Giorno foi assassinado a tiros na porta de casa

O jornalista e empresário Robson Giorno, dono do Jornal O Maricá e pré-candidato à prefeitura de Maricá para as eleições de 2020, pelo partido Avante, foi assassinado, na noite deste sábado (25), na porta de sua casa, que fica na Avenida Prefeito Ivan Mundin, via que corta os bairros Eldorado e Araçatiba, em Maricá, município da Região Metropolitana do Rio.

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No fim da noite, familiares de Giorno estiveram na Delegacia de Homicídios de Niterói São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI), responsável pelas investigações, mas não quiseram falar com a imprensa. De acordo com a polícia, militares foram acionados para o local do crime após serem alertados sobre um homicídio a tiros. Informações de portais de notícias de Maricá , ainda não confirmadas pela polícia, afirmam que Giorno chegava em casa a pé quando um carro de cor prata passou na frente do imóvel e começou a atirar contra a vítima.

No início da madrugada, policiais civis foram ao local do crime para a perícia. Sobre o caso, a prefeitura de Maricá emitiu uma nota em que lamentou a morte de Giorno:

“A Prefeitura de Maricá manifesta seu pesar pela morte trágica do jornalista Robson Giorno e espera que as investigações conduzam rapidamente à identificação e punição dos responsáveis. Assim como reiteramos nosso compromisso com a liberdade de imprensa e de expressão, repudiamos também qualquer ato de violência. Reafirmamos ainda nossa permanente preocupação com a segurança de todos os que vivem e trabalham em Maricá. Nossos sentimentos à família”, diz a nota enviada pela prefeitura.

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Robson Giorno era oposicionisto do atual prefeito da cidade, Fernando Horta (PT) e pretendia concorrer contra o petista no próximo pleito.

Sua mulher, Simone Giorno, foi candidata a vereadora em Maricá em 2016 e obteve 179 votos, correspondente a 0,24% do total, não conseguindo ser eleita para a Câmara Municipal.

Fonte: IG Nacional
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Nacional

Grávida morre e marido fica ferido após caírem de deck no litoral de São Paulo

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Divulgação/Corpo de Bombeiros

Casal tirava uma foto quando a estrutura do deck cedeu e eles caíram de uma altura de 10 metros


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Uma mulher grávida , de 33 anos, morreu e o marido, 35, ficou gravemente ferido no sábado (14) após caírem de um deck com altura de 10 metros, localizado em uma pousada de São Sebastião, litoral de São Paulo. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, os dois estavam apoiados na estrutura para tirar fotos com a praia de Juquehy ao fundo e caíram nas pedras.

Após a queda, o casal foi socorrido e encaminhado ao pronto-socorro do Hospital das Clínicas, na região central. A mulher e o bebê, de cinco meses de gestação, não resistiram aos ferimentos, e o homem está internado. A Polícia Civil está investigando as causas do acidente 

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As vítimas são de São Bernardo do Campos, região metropolitana de São Paulo, e passavam o final de semana no litoral norte do estado. 

Fonte: IG Nacional
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“Não existe possibilidade de Covas deixar prefeitura”, diz presidente da Câmara

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Facebook/Reprodução

Eduardo Tuma é o atual presidente da Câmara Municipal de São Paulo.

O vereador Eduardo Tuma (PSDB) é o primeiro na linha de sucessão do poder municipal para assumir a Prefeitura de São Paulo caso o atual gestor, Bruno Covas (PSDB) seja afastado.

O câncer na região do estômago de Covas fez com que especulações fossem levantadas sobre Tuma assumir o cargo no Executivo. O parlamentar está no segundo mandato como presidente da Câmara de São Paulo e tem 38 anos. Ele foi reeleito com 48 votos e uma  abstenção neste domingo (15). 

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Caso o atual presidente da Câmara Municipal assuma o cargo de prefeito depois de um dia ao menos por um dia para substituir Covas , ele não vai poder concorrer ao cargo de vereador nas eleições de outubro de 2020.

“A Câmara tem sua responsabilidade e vai cumpri-la sempre que instada. Mas não trabalhamos com essa hipótese, até pelos resultados apontados. Se o Bruno , nesse período mais agressivo [de tratamento], tivesse apontado para possibilidade de maior licença, poderíamos discutir. Mas pelo contrário, ele está firme e forte”, disse Tuma a Folha de São Paulo. 

O vereador é amigo de Bruno Covas há 15 anos, filho de Renato Tuma, que chegou a ser secretário de Administração da gestão Celso Pitta e sobrinho do ex-senador Romeu Tuma. O parlamentar afirma que não há uma discussão travada com os aliados do prefeito sobre o que fazer caso Covas não possa ocupar o cargo. “Não trabalhamos com essa hipótese. Não existe.”

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Fonte: IG Nacional
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Indígenas viram alvo do governo com Funai e Ibama desmantelados

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IstoÉ

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Pública

Indígena Guajajara foi uma das vítimas da emboscada no Maranhão

É uma aberração o que acontece hoje com as populações nativas no Brasil. Estão matando suas lideranças sumariamente. Assassinaram neste ano sete representantes qualificados dessas comunidades, gente da linha de frente na defesa de suas culturas. Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), das 27 pessoas que morreram em 2019 no País por causa de conflitos no campo, sete eram líderes indígenas — é o maior número desde 2008. No ano passado, duas pessoas nessas condições foram assassinadas. Há um ambiente de permissividade crescente estimulado pelo governo de Jair Bolsonaro, que favorece atos de violência contra povos vulneráveis e empodera garimpeiros, madeireiros e grileiros interessados em explorar as riquezas das reservas indígenas.

Com a Funai e o Ibama desmantelados e o discurso de ódio às minorias prosperando, a estrutura de defesa dos territórios indígenas perdeu qualquer capacidade dissuasiva. Na visão de Bolsonaro, essas reservas ameaçam a soberania e são ocupadas por pessoas sem compromissos com a nacionalidade. É melhor deixar a terra nas mãos de destruidores brancos do que com os povos autóctones. Para Bolsonaro, os indígenas são adversários da civilização e gente não confiável. Promove-se a cultura do vale tudo para combater um adversário frágil e incapaz de reagir aos ataques desenfreados.

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Especialmente fustigado está sendo o grupo Guajajara, no Maranhão. Dois índios da etnia, Raimundo e Firmino Guajajara, morreram baleados. Outros quatro ficaram feridos em um atentado cometido sábado 7, na BR-226, em Jenipapo dos Vieiras, a 500 quilômetros de São Luís. No mesmo dia, morria em um hospital de Manaus, o ativista Humberto Lemos, da etnia tuyuca, agredido a pauladas na segunda-feira 2. O ministro da Justiça, Sergio Moro, determinou o envio da Força Nacional para o Maranhão para proteger os guajajaras. É uma medida de proteção reativa, que pode ajudar a controlar a situação local, mas não toca na raiz do problema. A defesa dos indígenas requer medidas preventivas e de repressão aos seus algozes.

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De uma hora para outra, o Estado brasileiro não só deixou de proteger as populações nativas como virou um agente promotor de agressões. O presidente Bolsonaro tem repetido que os indígenas já têm muita terra e que atrapalham o progresso do Brasil. Para ele, tratam-se de usurpadores. Existem hoje 800 mil indígenas no País. Pelo andar da carruagem, estão todos seriamente ameaçados por um governo, que mostra grande disposição para aniquilar culturas tradicionais e abrir caminho para um progresso doentio.

O ódio ao indígena é uma doença.

Com Funai e Ibama desmanteladas e o discurso de desprezo às minorias prosperando, os brasileiros nativos estão indefesos

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Fonte: IG Nacional
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