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Economia

Preço da gasolina nos postos cai pela 16ª semana consecutiva, indica ANP

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A queda do preço da gasolina nos postos de combustível contraria a política recentemente adotada nas refinarias
Marcelo Camargo/Agência Brasil

A queda do preço da gasolina nos postos de combustível contraria a política recentemente adotada nas refinarias

Na semana passada, o preço da gasolina nos postos caiu 0,40% em relação à anterior, passando de R$ R$ 4,2120 para R$ 4,1970. É a 16ª semana consecutiva de queda, segundo dados divulgados nesta última sexta-feira (8) pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP).

A queda do  preço da gasolina nas bombas contraria a política recentemente adotada nas refinarias. No último dia 6, a Petrobras anunciou um leve reajuste de 0,59% no litro do combustível, que passou de R$ 1,4990 para R$ 1,5079. É a segunda alta imposta pela estatal desde o dia 2 de fevereiro.

A Petrobras adota essa política de reajuste dos preços desde julho de 2017. De acordo com a metodologia, as mudanças podem acontecer mais frequentemente, inclusive todos os dias, e refletem os preços praticados nos mercados internacionais e a cotação do dólar.

Entenda o preço da gasolina

Do preço da gasolina, 26% correspondem aos valores praticados nas refinarias e outros 47% aos impostos incidentes
Marcelo Camargo/Agência Brasil

Do preço da gasolina, 26% correspondem aos valores praticados nas refinarias e outros 47% aos impostos incidentes

De acordo com cálculos feitos pela própria  Petrobras, os valores praticados nas refinarias equivalem a 26% do preço pago pelos consumidores nos postos. Essa porcentagem aproximada leva em conta a coleta de preços feita pela estatal entre os dias 27 de janeiro e 2 de fevereiro em 13 regiões metropolitanas do País.

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Outros 47% são formados basicamente por tributos. Destes, 31% correspondem ao ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), recolhido pelos estados, e outros 16% são relativos à Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e ao PIS/Cofins, de competência da União.

A diferença entre os impostos estaduais e federais está na forma com que são cobrados. O ICMS varia de acordo com o que é praticado nos postos, então cada vez que o preço da gasolina sobe, os estados arrecadam mais dinheiro. O PIS/Cofins e a Cide, ao contrário, são valores fixados por litro: o primeiro é de R$ 0,7925 e o segundo, de R$ 0,10.

Do restante do preço da gasolina, 12% correspondem ao custo do etanol anidro, que, segundo a lei, deve compor 27% da gasolina comum. Os últimos 15%, por sua vez, são relativos aos custos e ao lucro de distribuidores e postos. Em maio passado, essa fatia era de 12%, o que sugere um aumento de três pontos percentuais na margem de lucro desses agentes.

Fonte: IG Economia
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Economia

Joice Hasselmann fala em fechar acordo para votar reforma na CCJ nesta terça

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joice hasselmann
Luiz Macedo/Agência Câmara

“Que a gente a gente discuta isso e que possa fechar um texto para ser aprovado”, pediu a deputada Joice Hasselmann (PSL)

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL), líder do governo no Congresso, admitiu a possibilidade de negociar mudanças no texto da reforma da Previdência para votá-lo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados nesta terça, “virando essa página”. O Palácio do Planalto decidiu abrir o diálogo sobre quatro itens da proposta original , a pedido de partidos do chamado centrão.

“Nós estamos ainda em fase de conversação com alguns líderes do centro. É claro que se for preciso dar um pequeno passinho para trás para a gente andar dez para frente, é muito mais inteligente fazer essa negociação”, argumentou a deputada. “Que a gente a gente discuta isso amanhã [23] para que possa fechar um texto para ser aprovado. Chega, gente, já deu”, completou, dizendo que preciso “conversar com todos”, inclusive com a oposição.

Para Joice , “já teve de tudo” na CCJ e chegou a hora de votar o texto, depois de a oposição fazer “seu show”. O que o governo não pode fazer, segundo a parlamentar, é ceder em um ponto para que depois haja uma série de outros pedidos. “Essa coisa de pedir sem fim a mexida no texto na CCJ não pode acontecer, até porque nós temos uma comissão especial, e é nela que nós vamos discutir todas as outras questões”, defendeu.

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Dentre os pedidos de mudanças na Proposta de Emenda Constitucional (PEC), estão a desistência de  acabar com a multa de 40% do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) nos casos de aposentados que forem demitidos sem justa causa e de restringir às varas estaduais processos contra a União contestando algum aspecto da aposentadoria.

O governo também aceitou negociar um trecho que assegurava ao Executivo a prerrogativa exclusiva de propor mudanças nas regras de aposentadoria e outro que transfere para uma lei complementar, mais fácil de ser aprovada, a definição da idade máxima para aposentadoria compulsória dos servidores públicos. O limite, hoje em 75 anos, permitiu que os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e de outros tribunais ficassem mais tempo no cargo.

Segundo Joice, ainda não foram definidos especificamente se serão esses os pontos alterados, que constam em “um primeiro pedido”. Sobre o possível impacto que a manutenção da multa de 40% do FGTS teria na meta de R$ 1 trilhão estipulada pelo governo, ela disse que “o governo não está se furtando de conversar ou abrir mão de qualquer ponto, desde que seja mantida nossa espinha dorsal”.

“Nós temos repetido isso: é R$ 1 trilhão, pronto, acabou. É o que nós precisamos. Se desidratar mais do que isso, aí a gente vai ter problemas com a nova Previdência, a gente já não vai ter o impacto necessário para o Brasil, pelo menos para dar uma tranquilidade durante décadas para o nosso País. Aí é uma escolha do Parlamento”, declarou.

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A deputada ainda acrescentou que os cálculos que embasaram a reforma da Previdência serão apresentados na próxima etapa. “Primeiro, não há censura nenhuma. Os números estão aí, basta buscar os números no Congresso, olhar os números e ponto final. Agora se além desses números, os líderes quiserem esmiuçar cada ponto, a gente vai fazer isso, mas é na Comissão Especial. Não tem a menor condição de a gente fazer isso agora pra CCJ”, disse Joice.

Fonte: IG Economia
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Economia

Portal IG lança plataforma para compra e venda de criptomoedas

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O mercado de criptomoedas tem ganhado cada vez mais espaço e muitos especialistas já disseram acreditar que esse é o futuro do mundo financeiro. A desconfiança e insegurança anterior estão dando lugar ao interesse e maior procura pela compra e venda de criptomoedas. Bancos, incluindo os Bancos Centrais, já pensam em criar suas próprias moedas virtuais e investir em outras.

Acompanhando esse movimento de mercado o Portal IG, em parceria com a corretora nacional BitcoinTrade, criou uma plataforma para compra e venda de criptomoedas , a IG TradeCoin . A ideia é que os clientes do IG possam negociar suas moedas criptografadas – Bitcoin, Ethereum, Bitcoin Cash, Litecoin e Ripple – com segurança, transparência e facilidade. 


A imagem mostra várias criptomoedas
shutterstock

Agora você pode comprar e vender criptomoedas pelo IG TradeCoin


Como criar uma conta na IG TradeCoin?

A IG TradeCoin disponibiliza para os clientes dois tipos de contas. Para o cadastro da conta de pessoa física (CPF) é necessário somente informações básicas como nome, e-mail, CPF, data de nascimento, comprovante de residência, um documento com foto (CNH/Passaporte/ID) e uma selfie segurando o documento de identificação. Para o cadastro conta de empresas, é preciso enviar o contrato social da instituição e os documentos de todos os sócios (comprovante de residência e documento com foto).

Após a aprovação da conta, o sistema gera automaticamente uma carteira digital para cada criptomoeda que a plataforma opera. Também existe a possibilidade do cliente enviar seu saldo para outra carteira (Hot Wallet ou Cold Wallet). Caso ele não queira, a plataforma garante a segurança do saldo, já que é a primeira corretora da América Latina com o padrão de segurança mais alto do mundo, o PCI DSS.

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Como comprar criptomoedas na IG TradeCoin?

Para a compra de moedas, a plataforma recebe saldo dos clientes por meio de transferências bancárias entre contas dos bancos Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Banrisul. Na maioria dos casos o depósito é reconhecido em uma hora, mesmo aos fins de semana. Caso o cliente não tenha conta em nenhum desses bancos, a plataforma aceita transferência por TED ou DOC.

A IG TradeCoin cobra taxas?

A plataforma não cobra nenhuma taxa ou qualquer tipo de mensalidade para abertura de contas. No caso de saque em reais, é cobrado 0,99% sob o valor mais o custo fixo de R$4,90. Operações de compra e venda de criptomoedas são aplicadas taxas de 0,50% para ordens executoras e 0,25% para ordens executadas.

Fonte: IG Economia
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Economia

Sigilo sobre a Previdência será quebrado na comissão especial, diz Major Olímpio

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Senador Major Olímpio (PSL-SP)
Oliveira/Agencia Senado

Major Olímpio, líder do PSL no Senado, afirmou que o sigilo dos dados da Previdência será quebrado na comissão especial

O senador Major Olímpio (PSL-SP), líder do partido no Senado, acalmou os ânimos em relação ao sigilo dos dados sobre a reforma da Previdência, afirmando, após ter conversado com o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, que o conteúdo técnico da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/19 será explanado na comissão especial da Câmara dos Deputados.

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Nesta segunda-feira (22), o líder do PSL na Casa Legislativa escreveu no Twitter: “Conversei com o Rogério Marinho e todos os dados técnicos sobre P revidência serão disponibilizados para a comissão especial da câmara, que irá analisar o mérito. Nada oculto! Transparência e respeito ao cidadão!”. A expectativa é de que a proposta seja votada nesta terça-feira na primeira etapa da tramitação, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que avalia se o texto fere direitos constitucionais. 




No último domingo (20), uma reportagem da Folha de S.Paulo revelou que o ministério da Economia decretou sigilo de pareceres técnicos que embasaram o conteúdo da proposta, impedindo acesso a argumentos e estatísticas que sustentam a mais importante proposta apresentada pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) até então.

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A negativa inicial do governo sobre a apresentação dos dados trouxe reações negativas da oposição, de parlamentares indecisos que podem decidir a aprovação ou não da nova Previdência e até mesmo de integrantes da base aliada. Manuela D’Ávila (PCdoB), candidata a vice-presidente de Fernando Haddad (PT), chegou a dizer que a imposição do sigilo provava que Previdência  “não é justa nem necessária”.

Janaina Paschoal, deputada estadual do PSL em São Paulo, defendeu que ” transparência é sempre melhor” e que essa atitude poderia atrasar ainda mais a tramitação da reforma no Congresso Nacional.

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Se a afirmação do líder do PSL no Senado se confirmar, a apresentação de dados sobre a Previdência ocorrerá na próxima fase da tramitação do texto no Congresso, a comissão especial. O colegiado discutirá o mérito da proposta, mas ainda aguarda a aprovação na CCJ.

Fonte: IG Economia
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