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Economia

Preço dos imóveis fica estável em novembro e acumula queda de 3,94% em 2018

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O comportamento do preço dos imóveis não foi homogêneo entre as cidades monitoradas pelo indicador: dez dos 20 municípios analisados registraram aumento mensal de preço igual ou superior a 0,10%
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O comportamento do preço dos imóveis não foi homogêneo entre as cidades monitoradas pelo indicador: dez dos 20 municípios analisados registraram aumento mensal de preço igual ou superior a 0,10%

O Índice FipeZap, que monitora a variação do preço dos imóveis residenciais em 20 cidades brasileiras, encerrou o mês de novembro próximo da estabilidade, com alta de 0,06% em relação a outubro. Para o mês passado, segundo Boletim Focus divulgado na última segunda-feira (3), é esperada uma deflação (“inflação negativa”) de 0,06%. 

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Assim como aconteceu em outubro, o comportamento do preço dos imóveis  não foi homogêneo entre as cidades monitoradas pelo indicador. Dez dos 20 municípios analisados registraram aumento mensal de preço igual ou superior a 0,10%, com altas mais expressivas em Curitiba (1,72%), Florianópolis (0,65%) e Contagem (0,53%).

Em contrapartida, outras cinco cidades observadas pelo  FipeZap  apresentaram queda nominal – isto é, que não leva em consideração a inflação do período – igual ou inferior a 0,10%. Os maiores recuos nos preços foram anotados em Niterói (-0,49%), Recife (-0,34%) e Rio de Janeiro (-0,33%).

De acordo com o indicador, o valor médio dos imóveis nas cidades estudadas foi de R$ 7.521/m². Mesmo com a queda nos preços, o Rio de Janeiro se manteve como o município com o metro quadrado mais elevado do país (R$ 9.405/m²), seguido por São Paulo (R$ 8.841/m²) e Distrito Federal (R$ 7.787/m²), que é avaliado como se fosse uma cidade só.

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Os menores preços médios foram encontrados em Contagem (R$ 3.537/m²), Goiânia (R$ 4.194/m²) e Vila Velha (R$ 4.702/m²).

Balanço parcial de 2018


De janeiro a outubro, segundo o FipeZap, o preço dos imóveis residenciais recuou 0,32% em termos nominais, o que, considerando a inflação do período, corresponde a uma queda real de 3,94%
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De janeiro a outubro, segundo o FipeZap, o preço dos imóveis residenciais recuou 0,32% em termos nominais, o que, considerando a inflação do período, corresponde a uma queda real de 3,94%

De janeiro a novembro, segundo o FipeZap, o preço médio de venda de imóveis residenciais recuou 0,32% em termos nominais, o que, considerando a inflação de 3,76% acumulada no período, corresponde a uma queda real de 3,94%.

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Individualmente, cinco das 20 cidades monitoradas registraram queda nominal nos valores de venda. Destas, pelo quarto relatório consecutivo, se destacaram Rio de Janeiro (-3,57%), Niterói (-3,55%) e Fortaleza (-2,04%).

Outros 12 municípios apresentaram variação acima de 0,10% e acumularam alta mais expressiva em 2018. São Caetano do Sul lidera com 2,31%, seguido por Goiânia (2,11%) e Vitória (2,01%), que ultrapassou  São Paulo  no levantamento de outubro e se manteve na terceira posição.

Preço dos imóveis nos últimos 12 meses


Dentre os municípios em que houve aumento nominal do preço dos imóveis em novembro, as maiores variações foram registradas em São Caetano do Sul (3,03%), Vitória (2,64%) e Goiânia (2,57%)
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Dentre os municípios em que houve aumento nominal do preço dos imóveis em novembro, as maiores variações foram registradas em São Caetano do Sul (3,03%), Vitória (2,64%) e Goiânia (2,57%)

Entre novembro de 2017 e novembro de 2018, o Índice FipeZap apontou recuo nominal de 0,31% no preço dos imóveis residenciais. Nesse intervalo de tempo, seis das 20 cidades pesquisadas apresentaram queda nos valores, lideradas por  Rio de Janeiro  (-3,80%), Niterói (-3,71%) e Fortaleza (-2,05%).

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Dentre os municípios em que houve aumento nominal do preço dos imóveis, as maiores variações foram registradas em São Caetano do Sul (3,03%), Vitória (2,64%) e Goiânia (2,57%).

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Todas as cidades analisadas registraram variação de preço inferior à inflação acumulada nos últimos 12 meses (4,22%). Como resultado, o Índice FipeZap registra queda real de 4,35% no período.

Metro quadrado por bairro


Em Florianópolis, cidade da famosa Ponte Hercílio Luz, os bairros com o metro quadrado mais caro são Jurerê Internacional (R$ 9.145/m²), Jurerê (R$ 8.531/m²) e Agronômica (R$ 8.407/m²)
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Em Florianópolis, cidade da famosa Ponte Hercílio Luz, os bairros com o metro quadrado mais caro são Jurerê Internacional (R$ 9.145/m²), Jurerê (R$ 8.531/m²) e Agronômica (R$ 8.407/m²)

São Paulo (SP)

Mais caros: Cidade Jardim (R$ 22.959/m²), Vila Nova Conceição (R$ 17.929/m²), Vila Olímpia (R$ 14.002/m²), Itaim Bibi (R$ 13.628/m²) e Jardins (R$ 12.431/m²)

Mais baratos: São Miguel Paulista (R$ 4.363/m²), Itaquera (R$ 4.298/m²), Artur Alvim (R$ 4.094/m²), Itaim Paulista (R$ 3.864/m²), e Cidade Tiradentes (R$ 3.628/m²)

Rio de Janeiro (RJ)

Mais caros: Leblon (R$ 20.455/m²), Ipanema (R$ 18.935/m²), Lagoa (R$ 16.088/m²), Gávea (R$ 15.966/m²) e Jardim Botânico (R$ 14.683/m²)

Mais baratos: Cavalcanti (R$ 2.508/m²), Paciência (R$ 2.473/m²), Anchieta (R$ 2.473/m²), Coelho Neto (R$ 2.343/m²) e Pavuna (R$ 2.314/m²)

Belo Horizonte (MG)

Mais caros: Savassi (R$ 11.374/m²), Santo Agostinho (R$ 10.733/m²), Funcionários (R$ 10.316/m²), Lourdes (R$ 9.665/m²) e Belvedere (R$ 9.168/m²)

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Mais baratos: Jardim Leblon (R$ 2.917/m²), Conjunto Califórnia (R$ 2.917/m²), Solimões (R$ 2.838/m²), Serra Verde (R$ 2.680/m²) e Ribeiro de Abreu (R$ 2.364/m²)

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Vitória e Vila Velha (ES)

Mais caros: Barro Vermelho (7.179/m²), Mata da Praia (R$ 6.862/m²), Praia do Canto (R$ 6.674/m²), Enseada do Suá (R$ 6.365/m²) e Bento Ferreira (R$ 5.941/m²)

Mais baratos: Soteco (R$ 2.974/m²), Boa Vista (R$ 2.535/m²), Centro (R$ 2.506/m²), Vale Encantado (R$ 2.419/m²) e Riviera da Barra (R$ 2.024/m²)

Porto Alegre (RS)

Mais caros: Três Figueiras (R$ 9.942/m²), Pedra Redonda (R$ 9.440/m²), Bela Vista (R$ 8.211/m²), Moinhos de Vento (R$ 8.032/m²) e Mont’Serrat (R$ 7.320/m²)

Mais baratos: Vila Nova (R$ 3.510/m²), Navegantes (R$ 3.409/m²), Lomba do Pinheiro (R$ 3.241/m²), Rubem Berta (R$ 3.240/m²) e Restinga (R$ 2.674/m²)

Curitiba (PR)

Mais caros: Batel (R$ 7.421/m²), Campina do Siqueira (R$ 7.306/m²), Alto da Glória (R$ 7.143/m²), Juveve (R$ 7.006/m²) e Mercês (R$ 6.965/m²)

Mais baratos: Sítio Cercado (R$ 3.192/m²), Barreirinha (R$ 3.065/m²), Cachoeira (R$ 2.978/m²), Campo de Santana (R$ 2.893/m²) e Tatuquara (R$ 2.802/m²)

Florianópolis (SC)

Mais caros: Jurerê Internacional (R$ 9.145/m²), Jurerê (R$ 8.531/m²), Agronômica (R$ 8.407/m²), Centro (R$ 7.836/m²) e Campeche (R$ 7.277/m²)

Mais baratos: Capoeiras (R$ 4.287/m²), Carianos (R$ 3.854/m²), Vargem do Bom Jesus (R$ 3.562/m²), Vargem Grande (R$ 2.462/m²) e Rio Vermelho (R$ 2.023/m²)

Recife (PE)

Mais caros: Pina (R$ 7.546/m²), Jaqueira (R$ 7.196/m²), Poço (R$ 6.960/m²), Rosarinho (R$ 6.531/m²) e Boa Viagem (R$ 6.349/m²)

Mais baratos: Derby (R$ 4.149/m²), Iputinga (R$ 4.113/m²), Cordeiro (R$ 3.936/m²), Engenho do Meio (R$ 3.724/m²) e Tejipió (R$ 3.418/m²)

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Fortaleza (CE)

Mais caros: Meireles (R$ 7.644/m²), Mucuripe (R$ 7.146/m²), Praia de Iracema (R$ 6.805/m²), Guararapes (R$ 6.795/m²) e Salinas (R$ 6.608/m²)

Mais baratos: Prefeito José Walter (R$ 2.891/m²), Mondubim (R$ 2.888/m²), José de Alencar (R$ 2.706/m²), Jangurussu (R$ 2.398/m²) e Bela Vista (R$ 2.089/m²)

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Economia

Bolsonaro fala de Previdência mais exigente, mas “justa e sem privilégios”

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Nesta quarta-feira (20), Bolsonaro fez seu primeiro pronunciamento em rede nacional para falar sobre a proposta de reforma da Previdência entregue por ele
Reprodução/Palácio do Planalto

Nesta quarta-feira (20), Bolsonaro fez seu primeiro pronunciamento em rede nacional para falar sobre a proposta de reforma da Previdência entregue por ele


O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta quarta-feira (20), que a reforma da Previdência apresentada por ele ao Congresso Nacional é mais exigente do que a atual, mas que é “justa para todos” e  “sem privilégios”. As declarações foram dadas durante um pronunciamento realizado na noite de ontem em rede nacional (TV e rádio), o primeiro feito pelo presidente desde que ele assumiu o cargo, em 1º de janeiro.

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Segundo Bolsonaro, “A nova Previdência será justa para todos. Sem privilégios. Ricos e pobres, servidores público, políticos ou trabalhadores privados.” “Todos seguirão as mesmas regras de idade e tempo de contribuição”, explicou.

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 6/2019, também conhecida como nova Previdência , foi entregue aos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do Senado Federal, Davi Alcolumbre, na manhã de ontem (20). O texto propõe idades mínimas para aposentadoria de 62 anos para mulheres e 65 para homens, além de 20 anos de tempo de contribuição .

Os valores servem tanto para servidores privados quanto públicos. Outros cargos, que possuem regimes especiais, como professores, trabalhadores rurais e policiais, também tiveram suas idades mínimas e contribuições aumentadas.

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De acordo com Bolsonaro , a partir da reforma, “as pessoas de todas as classes vão se aposentar com a mesma idade.” Ele também ressaltou que, apesar das prováveis mudanças, os trabalhadores poderão contar com as regras de transição “para que todos possam se adaptar ao novo modelo”, e garantiu que os direitos adquiridos até agora “estão garantidos”, seja para quem já está aposentado seja para quem completou os requisitos para se aposentar.

O presidente falou, ainda, sobre a reforma para os militares, que não entrou neste texto entregue ao Congresso Nacional. Ele garantiu que a classe também será englobada na reforma da Previdência, mas em uma proposta separada, que deve ser enviada dentro de 30 dias . “Respeitaremos as diferenças, mas não excluiremos ninguém”, declarou.

Em seguida, Bolsonaro citou as novas alíquotas , que, de acordo com o novo regime, serão cobradas em maior valor para os mais ricos e em menor para os mais pobres. “E com justiça: quem ganha mais, contribuirá com mais. Quem ganha menos, contribuirá com menos ainda”, explicou o presidente.

Reforma é necessária para equilibrar contas, garantiu Bolsonaro


Ao lado de ministros, o presidente Jair Bolsonaro entregou a proposta de reforma da Previdência para os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal
Reprodução/ Twitter

Ao lado de ministros, o presidente Jair Bolsonaro entregou a proposta de reforma da Previdência para os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal


Bolsonaro ressaltou também a necessidade de se fazer a reforma para “equilibrar as contas do País” e “evitar que o sistema [previdenciário] quebre”. De acordo com os dados divulgados ontem (20) com a proposta, caso seja aprovada com o texto original, o governo espera uma economia R$ 1,165 trilhão em dez anos, número que  já havia sido levantado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes . Nos quatro primeiros anos, R$ 189 bilhões em gastos podem ser poupados.

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“Nós precisamos garantir que, hoje e sempre, todos receberão seus benefícios em dia e o governo tenha recursos para ampliar investimentos na melhoria de vida da população e na geração de empregos”, disse o presidente.

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Por fim, Bolsonaro ressaltou que sabe que o modelo apresentado é mais rigoroso do que o atual, mas afirmou que a mudança é necessária para um bem maior. “Nós sabemos que a nova Previdência exigirá um pouco mais de cada um de nós. Porém, é para uma causa comum: o futuro do nosso Brasil e das próximas gerações. Estou convicto que nós temos um pacto pelo País, e que juntos, cada um com sua parcela de contribuição, mudaremos nossa história com mais investimentos, desenvolvimento e mais emprego”, disse.

Fonte: IG Economia
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Economia

Brasileiros apoiam reforma da Previdência, mas são contra idade mínima proposta

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Brasileiros apoiam a reforma da Previdência, mas são contra idade mínima proposta pelo governo
Fernando Frazão/Agência Brasil

Brasileiros apoiam a reforma da Previdência, mas são contra idade mínima proposta pelo governo

Os brasileiros apoiam, em sua maioria, a reforma da Previdência, entendendo que há necessidade de se alterar as regras para aposentadoria no Brasil. No entanto, somente 23% apoiam a idade mínima proposta pelo governo, de 62 anos, para mulheres, e 65 anos, para homens. Os dados são extraídos de pesquisa da XP Investimentos , divulgada nesta quarta-feira (20).

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De acordo com a apuração, 64% da população é a favor da reforma da Previdência , 29% é contra e 7% não responderam. Porém, a idade mínima presente no texto enviado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) ao Congresso, de 62 e 65 anos para mulheres e homens, respectivamente, não agrada os brasileiros. Embora 59% defendam que deve haver uma idade mínima para se aposentar, somente 23% apoiam os números apresentados pelo governo. 41% são contrários à idade mínima de forma geral, sendo a aposentadoria garantida somente por tempo de contribuição.

Para 29%, a idade mínima deveria ser menor do que 62 e 65, como proposto, enquanto 23% concordam com o item do texto apresentado pela equipe econômica, chefiada pelo ministro Paulo Guedes. Outros 3% afirmam que o governo deveria ser mais rigoroso, propondo idade mínima ainda maior, e 5% não responderam.

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A maioria dos brasileiros é contra outro item contido no texto da proposta: a diferenciação da idade mínima entre homens e mulheres. Segundo o governo, foi uma exigência de Bolsonaro que as mulheres pudessem se aposentar antes dos homens. Guedes defendia a paridade entre gêneros, com idade mínima de 65 anos para ambos. Segundo a pesquisa, 53% defendem idades mínimas iguais, enquanto 44% afirmaram que as mulheres devem poder se aposentar antes. 3% não responderam.

Sobre as novas regras da Previdência, a maior parte dos brasileiros afirmou que as mudanças afetariam ou afetariam muito suas vidas. A maior parte (42%) diz que a reforma vai influenciar a própria realidade, 18% esperam ser muito afetados e 34% disseram que não devem ser afetados pelas alterações. 6% não opinaram.

E os militares na Previdência?


Maioria apoia que militares sejam incluídos na reforma da Previdência
Tomaz Silva/Agência Brasil

Maioria apoia que militares sejam incluídos na reforma da Previdência

Sobre a inclusão dos militares na reforma da Previdência , a pesquisa revela que 52% dos entrevistados apoiam que os militares passem a ter as mesmas regras de aposentaria que os demais trabalhadores. Para 23%, as regras para os militares não devem ser alteradas, e 19% defendem que a categoria deve ser incluída na reforma, mas com regras específicas, o que deve acontecer. 6% preferiram não opinar.

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A pesquisa mostra ainda que a maioria acredita que a reforma da Previdência será aprovada: para 45% ela provavelmente ocorrerá, para 28% com certeza ocorrerá, 13% provavelmente não ocorrerá, 8% com certeza não ocorrerá e 6% não responderam. A apuração ouviu 1.000 brasileiros, por telefone, em todas as regiões do País.

Fonte: IG Economia
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Economia

Bolsa cai mais de 1% por medo de Congresso enfraquecer reforma da Previdência

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A cotação do dólar também acabou influenciada pelo receio quanto à desidratação da reforma da Previdência
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A cotação do dólar também acabou influenciada pelo receio quanto à desidratação da reforma da Previdência

Prevendo dificuldades para aprovar a reforma da Previdência por completo no Congresso Nacional, o mercado financeiro fechou o pregão desta quarta-feira (20) mais cauteloso. O Ibovespa, principal indicador de desempelho da Bolsa de Valores brasileira (B3), encerrou o dia em queda de 1,14%, a 96.544 pontos.

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O resultado negativo vai na contramão da tendência de alta observada no exterior, especialmente nas bolsas dos Estados Unidos e da Europa. A cotação do dólar também acabou influenciada pelo medo quanto à desidratação da reforma da Previdência , terminando o pregão com variação positiva de 0,34%, a R$ 3,7290, depois de cair para menos de R$ 3,70 pela manhã.

A queda no Ibovespa e a alta do dólar não significam, porém, que os investidores não gostaram da reforma proposta pelo governo, que prevê economia de R$ 1,16 trilhão em dez anos. Para o mercado, o maior desafio agora é convencer os parlamentares a votar a favor do projeto em um momento como este, em que o governo mostra dificuldade em negociar.

Os questionamentos quanto à capacidade de Jair Bolsonaro (PSL) de aprovar a reforma da Previdência exatamente como foi proposta são compartilhados pela imprensa internacional . Mais cedo, veículos como a BBC News , do Reino Unido, e o El País , da Espanha, se referiram ao projeto como o teste mais difícil do governo, que recentemente se viu dentro de uma polêmica envolvendo supostos candidatos laranjas de seu partido, o PSL.

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Apoio à reforma


Maior parte dos brasileiros apoia a nova Previdência e entendem que é necessário mudar as regras para aposentadoria
Fernando Frazão/Agência Brasil

Maior parte dos brasileiros apoia a nova Previdência e entendem que é necessário mudar as regras para aposentadoria

A maioria dos brasileiros apoia a reforma da Previdência e entende que é necessário mudar as regras para aposentadoria no Brasil. Mas somente 23% apoiam a idade mínima proposta pelo governo, de 62 anos para mulheres e 65 para homens. Os dados são resultaldo de uma pesquisa da XP Investimentos divulgada nesta quarta-feira (20).

Segundo a apuração, 64% da população é a favor da reforma, 29% é contra e 7% não respondeu. A questão da idade mínima , porém, é mais controversa: embora 59% dos entrevistados defendam a regra, somente 23% apoiam os números apresentados pelo governo. Outros 41% são contrários à idade mínima de forma geral e defendem que a aposentadoria seja garantida somente por tempo de contribuição.

A maioria é contra a diferenciação da idade mínima entre homens e mulheres. Segundo a pesquisa, 53% defendem valores iguais, enquanto 44% afirmam que as mulheres devem poder se aposentar antes. Outros 3% não responderam. De acordo com o governo, permitir que as mulheres se aposentem antes dos homens foi uma exigência de Bolsonaro. O ministro Paulo Guedes, ao contrário, defendia idade mínima de 65 anos para ambos os gêneros.

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Sobre as novas regras da  Previdência , a maior parte dos brasileiros afirmou que as mudanças afetariam ou afetariam muito suas vidas. A maior parte (42%) diz que a reforma vai influenciar a própria realidade, enquanto outros 18% esperam ser muito afetados e 34% disseram que não devem ser afetados pelas alterações. Parte dos entrevistados (6%) não opinou.

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Fonte: IG Economia
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